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quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Desde 2003 são quase 800 homicídios em fase de apuração em Uberlândia


A dor que não passa e a espera de uma resposta. O MGTV da TV Integração abordou o dia a dia de pais que perderam a vida, vítimas da violência. Em Uberlândia, de 2003 até agosto desse ano, são 786 casos em fase de apuração. 



Foi a avó Abadia Aparecida Miranda que rodou a cidade procurando o neto desaparecido e teve que reconhecer o corpo encontrado no último fim de semana. Abadia sabia que o neto usava maconha, mas nunca tinha se envolvido em problemas. “Ele era tranquilo e nunca roubou nada”, disse. 

O caso do neto de Abadia é mais um para a lista de processos em fase de apuração da Polícia Civil. De 2003 até agosto desse ano já são 786 assassinatos e tentativas de homicídios ainda sem solução. A justificativa para o acúmulo, segundo o delegado regional Samuel Barreto, é a falta de estrutura. “Em 2008 era um delegado, um escrivão, quatro investigadores e hoje são dois delegados e 12 investigadores”, explicou.




Ao todo, 73% dos homicídios foram com arma de fogo. Mas a parte da estatística que dificulta o trabalho, segundo o delegado, é que 65% tinham envolvimento com drogas: “Neste caso infelizmente reina o silêncio”. O filho de Edival José de Souza foi uma das vítimas. Ele era dependente químico e no último contato feito com a família parecia ser ameaçado. “Ele me pedia R$300 e parecia que tinha um cara exigindo isso dele”, lembrou. O pai não soube mais nada sobre o caso e, para tentar diminuir o reflexo dessa perda, só mesmo esperando uma resposta. 



Na madrugada desta terça-feira (27) foi registrado mais um homicídio em Uberlândia. O corpo de um comerciante, de 47 anos, foi encontrado próximo à ponte do rio Douradinho, na saída para o distrito de Miraporanga. Duas mulheres e um homem estão presos na Companhia de Polícia Militar (PM) do bairro Jardim Patrícia e devem ser levados a qualquer momento à 1ª Delegacia de Polícia Civil. Eles são suspeitos de terem cometido o assassinato. Segundo a PM, uma das mulheres é esposa da vítima e o casal é amigo. Cada um conta uma versão para o crime. A Polícia Civil investiga o homicídio.
Megaminas.com

2 comentários:

Anônimo disse...

esse blog deveria se chamar A MORDAÇA,pois em dez assuntos importantes nenhum comentário nem do soldado ladrão de carro,coronel matador da juiza nem pensar,ainda querem criar um partido militar!!desmilitariza as pms do brasil tira esta mordaça!!!lá no poder eles estão zombando das forças armadas que dirá de nós pobre país.

Anônimo disse...

estive nas fronteiras do brasil e fiquei alegre com a presensa do exercito em atividade, tal foi minha decepção em saber que tal aparato era para coibir a febre aftosa, porque algúns paises da europa, não querem comprar carne do mato grosso. dá uma tristeza ver nossos companheiros tombarem nas cidades do brasil, preservando a ordem publica é enxugar gelo.