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quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Agente Sócio Educativo de Uberlândia é acusado de abuso sexual

UBERLÂNDIA, TRIÂNGULO MINEIRO – Há cerca de três semanas, uma denúncia de ações irregulares por parte de um agente chegou até a direção do Centro Socioeducativo de Uberlândia (Ceseu). Segundo a denúncia, o agente fazia o acompanhamento de uma adolescente até a psiquiatria da Universidade Federal de Uberlândia (UFU), quando teria cometido as irregularidades.
Segundo Edilson Luís da Costa (foto), vice-presidente do Sindicato dos Agentes de Segurança de Medidas Socioeducativas (Sindase), funcionários da UFU denunciaram que o agente teria tido relações sexuais com uma funcionária, teria circulado pelos corredores da psiquiatria sem camisa e beijado uma paciente. “A paciente que estava internada pediu uma bala e ele passou da boca dele para a boca dela”, indigna-se Edilson.



Nota do blog: Esse representante do sindicato errou feio! Então ele foi capaz de pré-julgar o suposto réu. Ora, um sindicato que só defende quem a diretoria acha que está certo, não pode representar ninguém. Ainda que o agente sócio-educativo que está sendo acusado, tiver culpa, ainda sim este deve ter o direito do contraditório. Até o mala tem esse direito. Isso não significa que o sindicato é conivente com o eventual crime ocorrido. Ao contrário, mostra que há transparência no processo. Ajudar a condenar alguém, justamente  no momento crucial, que é o da defesa, é no mínimo inocência desse representante. Até os marginais, que não dispõe de condições para pagar um advogado, o estado tem que garantir sua defesa através da  Defensoria Pública. Imagina o cidadão que paga um sindicato e se vê abandonado. Absurdo e vai de encontro a todos os preceitos inclusive dos Direitos Humanos. Se o suposto criminoso vai conseguir se defender aí é outra coisa...é problema dele.

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