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segunda-feira, 16 de abril de 2012

Ex-agente do serviço secreto da Aeronáutica está por trás dos mais recentes escândalos da República.

Dadá e o submundo dos grampos

Claudio Dantas Sequeira
ESPIÃO Antes de virar araponga particular, Dadá prestou serviços à ditadura: foi infiltrado no MST e monitorou políticos

Em meio aos efeitos devastadores da Operação Monte Carlo, que prendeu o bicheiro Carlinhos Cachoeira, arrastou para a lama o senador Demóstenes Torres e lança suspeita sobre dois governos estaduais e a empreiteira Delta, líder em contratos públicos, um personagem saiu da sombra: o espião Idalberto Matias de Araújo. Conhecido como Dadá, ele tem 51 anos, é ex-sargento da Aeronáutica e está preso em uma unidade militar do Distrito Federal. Dadá é apontado pela Polícia Federal como o principal articulador de uma ampla rede de gravações clandestinas que vem assombrando Brasília há pelo menos uma década. Documentos e gravações telefônicas já analisados por delegados que estão à frente da Operação Monte Carlo indicam que as ações de Dadá extrapolam em muito os limites do esquema montado por Cachoeira e não têm coloração partidária ou ideológica. ISTOÉ obteve, com exclusividade, documentos sigilosos sobre o araponga e conversou com amigos dele, ex-colegas de farda e do submundo da espionagem. Em seu histórico de serviços oficiais prestados ao Estado durante três décadas, Dadá acumulou prestígio invejável dentro da comunidade de informações e fez amigos, muitos amigos, entre políticos, empresários, policiais, promotores e procuradores. Quando deixou de trabalhar para o Estado, Dadá se valeu dos antigos relacionamentos para fins particulares e se tornou o araponga que mais atemoriza os poderosos de plantão. De acordo com a Polícia Federal, Dadá montou o maior esquema de espionagem da história recente do País. Trabalhando na sombra, ele serviu e ajudou a derrubar políticos influentes, como o ex-ministro José Dirceu, por exemplo. Teve participação ativa na gravação que revelou um esquema de corrupção e loteamento político nos Correios que levou ao escândalo do Mensalão e influiu na celebração de contratos públicos em diversos setores. Continue lendo no Blog FLIT PARALISANTE

2 comentários:

Anônimo disse...

que ponto nós chegamos,confiar os segredos da segurançã nacional ao nosso james bond, DÁDÁ,para que serviu então o SNI,ABIN,DPF,se um ex agente da cisa,revira o pais do lado avesso! quem tem segurança no pais? esse sim, deveria ser nomeado ministro da defesa nacional.falar nisso onde anda os TUMAS? ,UM QUE ERA SECRETÁRIO NACIONAL DE SEGURANÇA?EXONERADO AMIGO DO CHINEZ LONG SHON? SUMIU!!

Josué de Oliveira Soares disse...

Caro colega anônimo! Não o conheço mas, ao ler suas declarações, vc transparece uma visão superficial à respeito dos fatos políticos até então, ocorridos em nosso querido Brasil varonil. Quem não deve não teme. Essa falácia de que o grampo é ilegal; Concordo em algums aspectos,mas,em sua grande e extensa maioria, estão aê para desmascarar umas pontinhas dos grandes "ICBERGS", de corrupção existentes neste País. Abraços. Desculpe os erros ortográficos...