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sexta-feira, 6 de julho de 2012

Oficiais mantinham relações sexuais com alunas dentro do Centro de Formação da Polícia Militar do Espírito Santo

O corporativismo sempre foi algo predominante, sobretudo, nas instituições policiais. Por mais que seus comandantes não se omitem na hora de mandar investigar uma denúncia, há casos de arrepiar os cabelos que ficam escondidos do público. Um desses casos é uma verdadeira orgia sexual que ocorria dentro do Centro de Formação de Oficiais e Soldados (CFA) da Polícia Militar do Espírito Santo, localizado no bairro Santana, em Cariacica.

Quase 10 anos depois da descoberta da orgia, protagonizada por três oficiais – dois homens e uma mulher – e uma soldado, o caso está vindo a público por meio do Blog do Elimar Côrtes. Entretanto, para não causar constrangimento e transtorno aos familiares dos quatro militares, este Blog prefere manter os nomes no anonimato.

Um deles hoje é tenente-coronel, o outro é major e uma das mulheres já é capitã. A outra protagonista da história é uma cabo. Como se vê, ninguém foi punido, embora ficasse comprovado que usaram as dependências de uma das mais importantes unidades militares do Estado – criada para formar oficiais e praças – para fazer rodadas de sexo. Não foram punidos e ainda acabaram sendo promovidos. Os dois oficiais, na época, eram instrutores no CFA.

Dois dos oficiais – os homens – não só deixaram de ser punidos, como conquistaram cartaz com poderosos da política capixaba: ambos ganharam moral no governo de Paulo Hartung e também no de Renato Casagrande (este, talvez, tenha sido induzido ao erro).

A história que envergonha os homens e mulheres de bem da Polícia Militar do Espírito Santo começa a ser contada no Boletim do Comando Geral número 19 de 13 de maio de 2005. Traz a informação de que portaria foi aberta em novembro de 2004 para julgar a conduta de um capitão – o que hoje é major – por ter mantido relacionamento íntimo com subordinada hierárquica no “interior do aquartelamento” – dentro do CFA –, não recomendável, portanto, à hierarquia, disciplina e à imagem da Corporação. O mesmo é dito para a aluna-soldado que participou da orgia sexual dentro de um banheiro com o tal oficial no CFA.

De acordo com a investigação, feita pela Diretoria de Inteligência da PM (Dint), o então capitão e a aluna-soldado marcaram encontros no banheiro. Em certo dia, o capitão pulou a parede do banheiro masculino e passou para o banheiro das mulheres, onde manteve relação sexual com a aluna-soldado.

Em seu depoimento, o agora major chegou a confessar que, de fato, foi ao banheiro feminino, mas “apenas para dar um beijo” na aluna soldado. Continue lendo no Blog do ELIMAR CORTES

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