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sexta-feira, 17 de agosto de 2012

Denúncia grave das PFEMs que são obrigadas a ficar de camiseta transparente para os instrutores


 comandante da Diretoria de Ensino, Instrução e Pesquisa da Polícia Militar do Espírito Santo, coronel Dejanir Braz Pereira da Silva, que sempre sonhou em dirigir a unidade, tem agora uma chance de ouro de mudar os hábitos e procedimentos considerados atípicos por parte de alguns oficiais lotados no Centro de Formação e Aperfeiçoamento (CFA), que fica no bairro Santana, em Cariacica.

Na última segunda-feira (13/08), alunas soldados que estão fazendo o Curso de Formação de Soldados (CFSd) teriam sido submetidas a constrangimento e humilhação no CFA por oficiais e alunos oficiais daquela instituição de ensino.

De acordo com denúncia – que o Blog do Elimar Côrtes teve acesso com exclusividade –, na manhã do dia 13 alunas soldados estavam em forma no pátio do CFA e prontas para o início das aulas. Porém, as alunas foram levadas para uma sala de aula pelo aluno oficial Dankas Dominiki Martins, que, com o argumento de que ele deveria fazer uma revista nas fardas, obrigou as alunas soldados a tirarem algumas peças de roupas na frente dele.

Segundo a denúncia, o aluno oficial Dankas ainda teria debochado da reação de constrangimento das alunas ao tirarem algumas peças de roupas que compõem a farda de instrução.

“Pode-se constatar nesse caso um abuso de poder que causou um constrangimento a várias mulheres que estão no CFA para aprender e não serem vítimas de posturas machistas e ilegais por parte daqueles que deveriam estar ali zelando pela boa formação dessas futuras policiais militares”, diz um dos trechos da denúncia.

Quem assistiu a cena, informou ao Blog do Elimar Côrtes que as meninas – alunas soldados – tiveram que tirar o coturno e a gandola (camisa), que é a farda de instrução. O problema é que por baixo da gandola as alunas usam uma camiseta branca, que é um pouco transparente.

“Essa camiseta de malha que usamos por baixo é utilizada pra fazermos educação física, mas quando vamos fazer educação física com ela usamos uma roupa íntima apropriada para minimizar a transparência da malha da camiseta. Nesse dia estávamos de farda chumbão e não estávamos preparadas para ficar com a camiseta de malha, pois não iríamos fazer educação física.

Imagine várias mulheres com camisa de malha semi-transparentes molhadas na frente de oficiais?

É constrangedor para qualquer mulher numa situação dessa! Em pensar que isso acontece no Brasil em pleno século XXI”, relatou uma das alunas soldados. Continue lendo no Blog do ELIMAR CORTES

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