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terça-feira, 14 de agosto de 2012

Presid. do Centro Social esteve reunido com o presidente da Câmara e o Ministro da Justiça sobre questões de interesse dos policiais militares


Na última quinta-feira, 09 de agosto, o presidente do Centro Social dos Cabos e Soldados da Polícia Militar e Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais (CSCS PM/BM-MG), Cabo Coelho, e seu diretor institucional, sargento José de Arimatéia, estiveram em Brasília, juntamente com representantes de classe de outros Estados do país, para solicitar ao Ministro da Justiça, José Eduardo Cardoso, empenho e atenção para as seguintes reivindicações dos policiais militares:

- Que seja elaborada carreira única para os Policiais e Bombeiros Militares do Brasil;- Que aja ainda uma ampla discussão referente à PEC 102, que trata da unificação das Polícias.(Cabo Coelho é contra a desmilitarização);

- Que aja a implantação em substituição aos regulamentos disciplinares existentes, de um código de ética único, já que ainda aplica-se o que preceitua o regime militar do exercito para com os Policiais e Bombeiros Militares,(época da ditadura) regulamentado ainda em 1967;

- Carga horária de 40 horas semanais para todos os Policiais e Bombeiros Militares do Brasil, já que muitos cumprem uma carga horária bem superior a esta, trazendo com isso um desgaste físico e mental bastante elevado, trazendo para a população, um grande prejuízo, já que com toda a certeza e comprovadamente, não possui as condições necessárias para uma boa prestação de serviços;

- Seja implantado e regulamentado o adicional noturno, já que as funções exigem o trabalho à noite, sem que aja remuneração especifica para tal;

- Seja implementado a exigência do 3º. Grau para os concursos para atividade de Polícia e Bombeiro, já que grande parte dos trabalhadores fardados já possuem esta escolaridade, e com isso a qualificação para a prestação dos serviços seria bem maior e melhor;

- Projeto habitacional nacional para os Policiais e Bombeiros Militares, já que 78% do efetivo não possuem residências próprias, inexistindo nos estados projetos para este fim;- Seja elaborado um fundo nacional de segurança pública para fins de (reaparelhamento com equipamentos, armamento, viaturas de Policiamento e Bombeiros, salários, estrutura geral etc.).Na oportunidade, os representantes de classe reclamaram da demora em que vem sendo tratadas estas questões por parte do Governo Federal, todas de interesse da área da Segurança, e que foram levantadas em 2009 durante a 1º Conferência Nacional de Segurança Pública e que ainda não saíram do papel. 

“Precisamos avançar com todos estes assuntos, uma vez que foram aprovados durante a Conferência de 2009 e são de suma importância para o desenvolvimento e melhoria da área da Segurança. Ficamos satisfeitos em saber que Minas e o Rio Grande do Sul estão na frente quando se trata de possuírem o próprio código de ética dos militares. Desta maneira, podemos contribuir diretamente para a construção do código de ética único, que irá beneficiar todos os militares do Brasil”,destacou Cabo Coelho.

Em breve mais informações sobre este assunto.

Um comentário:

Anônimo disse...

Creio que a maioria das praças de polícia é favorável a desmilitarização, assim o policiamento ostensivo fardado seria executado por policiais uniformizados e não fardados, semelhantes aos policiais rodoviários federais.