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quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

CULPADO PELA GREVE DA PM EM 97 RENUNCIA MANDATO (JUSTIÇA ESTÁ SENDO FEITA)


ACABOU O ACORDO DE NÃO AGRESSÃO MÚTUA ENTRE OS PARTIDOS POLITIQUEIROS DO BREJIL... 

O dePUTAdo do PSDB e MENSALEIRO TUCANO vai renunciar o mandato, pois os ministros do Supremo saíram com suas bundas gordas de cima do processo do MENSALÃO MINEIRO... O eduardo azeredo ficou AZEDO no dia de hoje e se for condenado, vai puxar 22 anos de cadeia por PECULATO...
BANDIDO É BANDIDO ESTEJA ELE ONDE ESTIVER, SE É PARA MUDAR O BREJIL OS BANDIDOS TERÃO QUE SER TODOS CASSADOS E PUNIDOS COM O RIGOR DAS LEIS...

LUGAR DE LADRÃO É NA CADEIA...
Fico muito feliz com a renúncia do ex-deputado federal. O mesmo está sendo acusado de ter feito caixa dois numa de suas campanhas eleitorais, e por isso pode pegar pena de até 22 anos, caso a sentença confirme a denúncia. A minha felicidade se dá porque esse cidadão foi talvez o pior governador que Minas Gerais já teve! Ele além de péssimo gestor, também usou indevidamente fundos da previdência dos militares, além de ter sido o maior culpado pela greve da PM de Minas Gerais em 1997; na qual o Cabo Valério pagou o preço com a própria vida. Eduardo Azeredo é daqueles que está vendo a morte política, que não deixará nenhum orgulho para ser lembrado pela história. Ao contrário, falar o nome dele deveríamos sentir vergonha, de como uma criatura abjeta pôde um dia ocupar o posto mais alto entre os mineiros, e que mesmo assim tão mal representou esse povo tão rico e cheio de tradições. Ele não deve ser lembrado pela porta dos fundos, mas, imaginá-lo entrando na porta principal de uma delegacia, (ainda que utopicamente falando), é o sonho de muitos daqueles que viveram a miséria das polícias em 1997, das famílias que por vezes, viram seus patriarcas cometerem autoextermínio, depressão e dar baixa da polícia para buscar outras profissões que lhes garantisse o sustento para suas famílias. A vergonha que o senhor passa agora Eduardo Azeredo é ínfima perto daquela que o senhor nos fez passar...sem que tivéssemos desviado o erário...

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