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sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Brasil tem taxa de homicídios maior que quatro países árabes juntos (no país da copa)

De acordo com a pesquisa, o crime organizado e as gangues de rua estão diretamente relacionadas ao número de mortes nas Américas. Ainda, assim, a maior parte dos assassinatos ocorre em países da África, 36% do número total de mortes estimadas por ano pelo Unodc (468 mil).

O Estudo Global de Homicídios 2011 divulgado nesta quinta-feira coloca o Brasil entre os três primeiros países da América do Sul com a maior taxa de assassinatos nos últimos anos, mas não é só isso. O levantamento mostra, ainda, que o País tem índice maior de homicídios que Egito, Iraque, Jordânia e Líbia juntos.
 
A pesquisa, realizada pelo Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (Unodc), mostrou que o Brasil tem taxa de 22,7 assassinatos para cada 100 mil habitantes. A Líbia, por outro lado, recente palco de conflitos entre exército e civis, tem apenas 2,9 assassinatos para cada 100 mil habitantes.

Nos demais países árabes esse índice é ainda menor: 2 no Iraque; 1,8 na Jordânia e 1,2 no Egito. Ao todo, os países somaram 7,9 homicídios para cada 100 mil habitantes, 14,8 a mais que no Brasil.

Os dados divulgados nesta sexta foram cedidos por instituições dos próprios países. No caso de Brasil e Egito os levantamentos são de 2009, Iraque e Líbia têm levantamentos de 2008 e na Jordânia os dados são de 2006.

Cenário mundial

O relatório revela ainda que, na contramão da maioria dos países da Ásia, Europa e América do Norte, que desde 1995 vêm registrando uma redução nas taxas de homicídio, a América Central e o Caribe têm verificado um aumento nesses índices e hoje se aproximam de um cenário de "crise".

Jornal do Brasil

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Ex-soldado americano vira pacifista após atuar na guerra do Iraque


Ethan McCord revela ao 'Dossiê Globo News' que imaginava o Iraque como um país povoado de terroristas. Hoje ele virou militante da paz.

O americano Ethan McCord volta aos Estados Unidos depois de ter sido ferido em uma explosão no Iraque. Ele passou 14 meses na guerra. Ao todo, serviu ao Exército por sete anos. Pai de três filhos e com 35 anos, ele vive em uma casa modesta no estado do Kansas. Pela primeira vez, ele fala a um canal de TV brasileiro sobre a guerra.

O que teria acontecido com um soldado americano que, em meio a uma operação de guerra, tentou salvar crianças? Como uma cena de guerra transformou em pacifista um militar americano que, ao chegar ao Iraque, imaginaria um país povoado por terroristas. “Os Estados Unidos, principalmente nas Forças Armadas, retrataram o país todo como um vilão. Fizeram com que a gente visse todos os iraquianos como inimigos. Eu achava que o Iraque era um país cheio de terroristas”, contou o ex-soldado.

Hoje Ethan McCord participa de uma organização chamada “Veteranos contra a guerra do Iraque”. Virou militante da paz. “Eu mudei. Emocionalmente, eu já não justificava minha presença no Iraque nem o que eu estava fazendo. Tudo o que fazíamos parecia ilegal e imoral. Eu já não conseguia fazer parte do sistema que estava fazendo aquelas coisas”, afirmou.

Veja no vídeo a entrevista completa do ex-soldado americano Ethan McCord ao repórter Geneton Moraes Neto.

Comentário: Parte da imprensa, sempre tendenciosa transformou os atentados de 11 de setembro, no dia em que devemos ter pena dos americanos. Que foi um massacre, que foi horrendo, que foi desumano todos concordam, mas, temos que falar também do mal que os americanos fizeram não só aos iraquianos, como no Oriente Médio. Ninguém fala das bombas químicas, que até hoje não foram achadas, das mais de 100 mil pessoas assassinadas, a maioria civis. Esse vídeo trás um pouco dessa versão, e o melhor, dita por quem participou do front, lutando pelos EUA.