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domingo, 24 de março de 2013

Polícia investiga abuso sexual contra filho de PM dentro de colégio militar em SP

Policiais civis do 12º Distrito Policial (Pari) investigam denúncia de abuso sexual praticado contra o filho de um policial militar dentro do colégio da Polícia Militar no Pari, região central da capital paulista, no último dia 11. O crime teria sido cometido por um inspetor escolar.


O pai da vítima, o soldado C. R. S., 39 --ele preferiu não se identificar--, disse ao UOLque o abuso ocorreu por volta de 8h30, em um dos corredores do colégio, quando o estudante deixou a sala de aula para beber água. O jovem R. R. S. tem 12 anos e cursa o 8º ano do ensino fundamental.

O delegado Éder Pereira da Silva conversou por telefone com a reportagem e disse que já relatou o inquérito à Justiça. Ele afirmou que colheu depoimentos de várias testemunhas, como professores, alunos, o coordenador do colégio, além da vítima. Silva, entretanto, não quis dar detalhes sobre as investigações por considerar o caso "sigiloso". O caso está sendo investigado como "estupro de incapaz".
Segundo o soldado, que descreveu o relato feito a ele pelo filho, o inspetor teria agarrado o adolescente à força, o tocado nas partes íntimas e o beijado na boca. Em seguida, o estudante, em choque, teria voltado para a sala de aula.
Minutos depois, o inspetor foi chamado pela professora para conduzir à diretoria outro estudante, que havia acabado de levar uma advertência. O PM afirmou que o inspetor pediu à professora que R. R. S. fosse junto com o colega porque também tinha participado da ação que motivou a advertência --embora, segundo o denunciante, seu filho não tivesse participado da ação.
De acordo com o soldado, no meio do caminho até a diretoria, o inspetor liberou o outro estudante para ficar a sós com o adolescente. Em seguida, teria novamente agarrado o estudante e tentado levá-lo para o banheiro. O PM afirmou que seu filho ficou "transtornado", mas conseguiu fugir do inspetor.
Segundo o soldado, o adolescente, com medo, relatou o abuso a um amigo, que lhe confidenciou também ter sido assediado pelo inspetor. Ambos decidiram ir até a diretoria e relataram as agressões.
O PM afirmou que foi chamado pela direção da escola por volta de 12h. Depois, ligou para policiais da 3ª Companhia do 13º Batalhão, que conduziram o inspetor até o 12º DP.
Ainda de acordo com o policial militar, o assédio do inspetor ao seu filho havia começado cerca de três semanas antes. "Ele me contou depois que o inspetor ficava passando a mão nele, fazendo carícias no peito, na barriga, dizendo que meu filho está bonito."
O inspetor é um prestador de serviço e não pertence aos quadros da PM. Após a denúncia, ele foi transferido para uma outra unidade, em função na qual não mantém contato com os estudantes.
O soldado teme que o episódio exponha seu filho. "Estamos vendo de mudar ele pra outra unidade do colégio da PM, que fique bem afastada. Não vou deixá-lo voltar para lá [unidade do Pari]."
O PM, entretanto, diz que quer tornar o caso público para evitar que incidentes como esse se repitam. "São 10 mil alunos nos colégios da PM. Quem garante que isso é um caso isolado, que nunca aconteceu? A criança fica constrangida a denunciar. De repente essa denúncia pode trazer à tona outros casos", afirma.
Ao tomar conhecimento do caso, o delegado Éder Pereira da Silva decidiu encaminhar o caso para a Central de Flagrantes do 8º DP, por acreditar que o delito foi constatado em flagrante. O delegado do 8º DP, por sua vez, não viu flagrante no caso e devolveu as investigações para o 12º DP.

Outro lado

Procurada pela reportagem, a assessoria de imprensa da PM afirmou que o "Colégio da Polícia Militar é uma autarquia desvinculada da estrutura administrativa da instituição".
A direção da escola também foi procurada pela reportagem, mas, por volta de 18h15 dessa terça-feira (19), não havia nenhum responsável para comentar o caso.

quinta-feira, 31 de maio de 2012

SGT DE TUPACIGUARA-MG É ACUSADO DE VIOLENTAR MENOR COM DEFICIÊNCIA



Um policial militar do município de Tupaciguara é suspeito de ter violentado sexualmente um adolescente de 16 anos, portador de deficiência mental moderada. De acordo com o menor, o sargento o buscava em casa de bicicleta levava para a casa dele. Lá, mandava que o adolescente tirasse a roupa e fazia sexo oral nele.

Ainda segundo o menor, o filho do policial, que estuda na APAE juntamente com a vítima, presenciava tudo. “Ele não fala e ficava agressivo”, disse.

A mãe, de 42 anos, afirma que o policial não saía da porta dela. “Ele falava que era pra deixar meu filho ir para a casa dele para nadar, joga sinuca e depois traria ele. Depois que ele fez essa barbaridade com meu filho, não veio mais aqui”, disse.

O pai, de 64 anos, não se conforma. “Eu estou muito decepcionado. Nunca esperava isso. Além de ele ser autoridade, é um pai de família. Deveria amparar e proteger as pessoas. Ele é até avô”, afirma.

O caso foi publicado no Jornal “O Independente”, de Tupaciguara, no dia 28 de maio. Na reportagem consta que o sargento deixava a arma em cima da mesa durante o ato sexual, ameaçando a vítima de morte a todo momento.

O Conselho Tutelar de Tupaciguara encaminhou denúncia à 254ª Cia PM, onde o sargento está lotado, e ao Ministério Público, “para prosseguimento a um possível processo criminal”, conforme divulgou “O Independente”.

Por telefone, o capitão Ramon, da PM da cidade, disse à nossa reportagem que o departamento policial vai tomar providências, mas não deu detalhes.

Fonte: UIPI

sábado, 19 de maio de 2012

MAJOR DA PM É ACUSADO DE ESTUPRAR ENTEADAS


O major PM Francisco Ferreira de Almeida Filho, de 46 anos, foi preso por agentes da Polícia Civil, no final da tarde de sexta-feira (18), após ter a prisão preventiva decretada pelo Juizado da Comarca de Cuiabá.


O oficial é acusado de abusar sexualmente de duas enteadas, sendo que uma tem 18 anos e outra 13. 

A prisão ocorreu na casa dele, no bairro Tijucal, onde convive com a mães das duas garotas.

A mais velha relatou a policiais da Delegacia de Defesa da Criança e do Adolescente da Capital que, durante quatro anos – no período em que tinha 12 a 16 anos –, era abusada sexualmente pelo padrasto, que a ameaçaria com um revólver. Para garantir o estupro, o PM a dopava com bebidas.

Os abusos, segundo a menina, eram diários, o que a deixou em depressão e, somente aos 16 anos, é que conseguiu sair de casa. Nesse período, tentou falar para a mãe, mas era ameaçada pelo padrasto, que usaria sempre um revólver.

Em três casas do militar, os policiais da Deddica apreenderam uma memória de computador, pendrive, câmeras fotográficas, além de 90 peças – entre CDs e DVDs – com imagens pornográficas.

Em relato à equipe multidisciplinar da delegacia, a garota mais velha disse que, há dois anos, saiu de casa. Foi quando o militar começou a atacar a irmã dela, com 13 anos. O caso foi parar na delegacia, no inicio da semana.

A delegada Alexandra Fachone, após o relato das vítimas, solicitou a prisão preventiva do suspeito. Aos policiais, o militar negou o estupro das enteadas.

O que chamou a atenção dos policiais é que a mãe das meninas ainda vive com o militar. Eles não descartam a hipótese da conivência por parte dela.

Na delegacia, o major Almeida negou ter praticado o abuso sexual. Ele foi encaminhado para o Presídio Militar, em Santo Antônio de Leveger.

Fonte: midianews/Blog do Aparecido Lima

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

MP denuncia Major do Exército por exploração sexual de aluna do Colégio Militar

Major do Exército é denunciado pelo Ministério Público. Militar, de 41 anos, é suspeito de exploração sexual contra aluna de 14 anos que estudava na instituição em que ele estava lotado

O Ministério Público ofereceu denúncia contra um major do Exército por crime de exploração sexual e por divulgação e armazenamento de fotografia, vídeo ou outro registro de cena de sexo explícito ou pornográfica envolvendo criança ou adolescente. O oficial de 41 anos, que trabalhava no setor administrativo de uma instituição militar de Juiz de Fora, é suspeito de envolver-se sexualmente com uma estudante de 14 anos que estudava no local onde ele estava lotado. Indiciado pela Polícia Civil, ele agora é réu na Justiça comum, em processo que tramita na 1ª Vara Criminal no município. O fato ocorreu em 2010, quando o major, com mais de 20 anos na corporação, teria levado a menina para motéis da cidade em três ocasiões. O pai da adolescente registrou boletim de ocorrência ao encontrar, no celular da filha, mensagens românticas supostamente enviadas pelo major. Após o episódio vir à tona, o militar, que é casado, foi transferido para Campo Grande, no Mato Grosso do Sul, embora o Exército negue qualquer relação entre o caso e a saída do oficial de Juiz de Fora. Ele poderá ser chamado a responder pelos crimes 218-B do Código Penal e 242-A e B do Estatuto da Criança e do Adolescente, que preveem pena de até dez anos em caso de condenação.

Procurado pela Tribuna, o 1º promotor de justiça, Marcelo Coutinho, disse que não poderia fornecer nenhum tipo de informação a respeito do processo, alegando que a ação tramita em segredo de Justiça. No entanto, no boletim de ocorrência registrado contra o major, no ano passado, o pai da adolescente revelou ter sido alertado sobre o envolvimento da filha com o militar por meio de uma amiga da estudante. De acordo com o histórico da ocorrência, o pai telefonou para o número registrado no aparelho celular da filha, e o major teria atendido à chamada, dirigindo-se à aluna de maneira íntima. Questionada pelos familiares, a garota confirmou aos pais que o relacionamento teria se iniciado em julho de 2010. Ainda de acordo com a informação dada por ela, as conversas entre eles teriam começado pela internet. Porém, após um dia de aula, o major teria beijado a menina. A aluna ainda relata que foi levada pelo major a motéis da cidade. O relacionamento teria sido mantido por cerca de cinco meses. Conduzida ao HPS, onde ela foi examinada, uma perícia médica constatou que a adolescente já havia mantido relações sexuais.

O Exército afirmou, ontem, que ainda não foi notificado da denúncia. No entanto, o relações públicas da 4ª Brigada de Infantaria Motorizada, tenente-coronel Carlos Henrique da Mota Couto, disse que, somente após a conclusão do processo, é que a instituição poderá agir. "Se o major for condenado em período superior a dois anos e a aplicação da pena for a restritiva de liberdade, o comando instaura um processo que poderá resultar na perda do posto e da patente. Mas isso só pode ser feito após a conclusão do processo na Justiça", explicou.

Tribuna de Minas/montedo.com/Blog Notícia da Caserna

sábado, 14 de janeiro de 2012

Soldado do Corpo de Bombeiros é preso acusado de abuso sexual

A Secretaria de Estado de Segurança Pública (SSP), por meio do Corpo de Bombeiros Militar, esclarece que já estão sendo tomadas as devidas providências sobre o caso envolvendo o soldado Paulo Henrique Bandeira Aranha, 41 anos, lotado no Grupamento Bombeiro Militar de Pinheiro, acusado de abusar sexualmente da própria enteada, de 10 anos.

Tão logo teve conhecimento do fato, o secretário de Segurança Pública, Aluísio Mendes, determinou a imediata apuração e investigação pela Superintendência de Polícia Civil do Interior (SPCI), a Delegacia Regional de Pinheiro, a Inteligência da SSP e pelo Comando Geral do Corpo de Bombeiros.
Com base nas investigações, o delegado Regional de Pinheiro, Cláudio Santos Barros, solicitou a prisão do militar. O mandado de prisão temporária, expedido pelo juiz da 2ª Vara da Comarca de Pinheiro, Júlio Prazeres, foi cumprido na manhã desta sexta-feira (13), em uma ação conjunta das Delegacias Regional e da Mulher, ambas de Pinheiro, com o apoio de policiais civis de Cururupu.

Paulo Henrique foi encaminhado para a Delegacia Regional de Pinheiro, onde prestou depoimento e confessou o crime. O bombeiro disse que há pelo menos 1 ano vinha cometendo o abuso. O crime acontecia na sua própria residência, no município de Cururupu. A criança foi submetida, na manhã desta sexta-feira (13), a exame de conjunção carnal no Hospital Materno Infantil de Pinheiro.

O Corpo de Bombeiros Militar do Maranhão já instaurou inquérito administrativo para apurar a conduta do soldado diante do ocorrido, e ressalta ainda que repudia o comportamento do referido bombeiro. Paulo Henrique será transferido ainda nesta sexta-feira (13) para o Quartel do Comando Geral, em São Luís, onde permanecerá preso.
http://www.jornalpequeno.com.br/2012/1/13/soldado-do-corpo-de-bombeiros-e-preso-acusado-de-abuso-sexual-183654.htm

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Prefeito piauiense é condenado à prisão por abusar de criança

O prefeito piauiense Geraldo Eustáquio Machado (sem partido), do município de Sebastião Barros (970 km de Teresina), foi condenado nesta quinta-feira a oito anos de prisão por abusar sexualmente de uma criança de dez anos. Cabe recurso.

Em outubro, ele já havia sido condenado a oito anos de prisão, em regime semiaberto, pela mesma acusação contra uma menina de oito anos que tinha leucemia.

Esse abuso ocorreu, segundo o processo, durante uma viagem para Teresina, onde a criança fazia tratamento médico. A menina viajava ao lado do prefeito, que colocou a mão dela sobre seu pênis e pediu que ela apertasse.

Na decisão desta quinta, o Tribunal de Justiça do Piauí determinou a prisão imediata do prefeito.

Nas duas decisões, os desembargadores determinaram a perda do mandato, que ocorrerá assim que o acórdão for publicado --não há previsão para isso acontecer.
O advogado Francisco da Silva Filho, que defende o prefeito, disse que seu cliente é vítima de uma perseguição política, orquestrada por adversários que querem afastá-lo da prefeitura.

Segundo o advogado, as crianças são filhas de políticos que se beneficiariam com a saída dele.

O defensor diz que irá apresentar um pedido de habeas corpus assim que a decisão for publicada e que vai recorrer da condenação ao STJ (Superior Tribunal de Justiça).

Segundo Silva Filho, não há razão para o prefeito ser preso nem perder o cargo, já que a condenação não é definitiva.

O desembargador Joaquim Santana disse que as crianças foram ouvidas nos processos, acompanhadas dos pais, psicólogos e representantes do Ministério Público, e que deram detalhes dos abusos.


SILVIA FREIRE
DE SÃO PAULO
FOLHA.COM

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Agente Sócio Educativo de Uberlândia é acusado de abuso sexual

UBERLÂNDIA, TRIÂNGULO MINEIRO – Há cerca de três semanas, uma denúncia de ações irregulares por parte de um agente chegou até a direção do Centro Socioeducativo de Uberlândia (Ceseu). Segundo a denúncia, o agente fazia o acompanhamento de uma adolescente até a psiquiatria da Universidade Federal de Uberlândia (UFU), quando teria cometido as irregularidades.
Segundo Edilson Luís da Costa (foto), vice-presidente do Sindicato dos Agentes de Segurança de Medidas Socioeducativas (Sindase), funcionários da UFU denunciaram que o agente teria tido relações sexuais com uma funcionária, teria circulado pelos corredores da psiquiatria sem camisa e beijado uma paciente. “A paciente que estava internada pediu uma bala e ele passou da boca dele para a boca dela”, indigna-se Edilson.



Nota do blog: Esse representante do sindicato errou feio! Então ele foi capaz de pré-julgar o suposto réu. Ora, um sindicato que só defende quem a diretoria acha que está certo, não pode representar ninguém. Ainda que o agente sócio-educativo que está sendo acusado, tiver culpa, ainda sim este deve ter o direito do contraditório. Até o mala tem esse direito. Isso não significa que o sindicato é conivente com o eventual crime ocorrido. Ao contrário, mostra que há transparência no processo. Ajudar a condenar alguém, justamente  no momento crucial, que é o da defesa, é no mínimo inocência desse representante. Até os marginais, que não dispõe de condições para pagar um advogado, o estado tem que garantir sua defesa através da  Defensoria Pública. Imagina o cidadão que paga um sindicato e se vê abandonado. Absurdo e vai de encontro a todos os preceitos inclusive dos Direitos Humanos. Se o suposto criminoso vai conseguir se defender aí é outra coisa...é problema dele.