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domingo, 2 de fevereiro de 2014

A verdade que a mídia não mostra – Parte II (o que a imprensa esconde...)


Assista o vídeo acima e o de baixo e compare a diferença do enfoque na manifestação acima e na que foi veiculada pela grande mídia. Parece que foram duas manifestações distintas...a reportagem não entrevistou sequer um manifestante...compare:
Clique aqui no Jornal Hoje
Veja o que a imprensa escondeu. A manifestação apoiou os policiais e foi contra o governador Agnelo Queiroz



Pelo menos 800 pessoas se solidarizaram aos familiares do jovem Leonardo Monteiro Almeida e protestaram em frente a residência oficial do governador do DF, Agnelo Queiroz, para cobrar responsabilidade e segurança, depois da morte do jovem assassinado na porta de casa no bairro de Águas Claras.

Os manifestantes gritavam palavras de ordem como"Onde estava a polícia quando o Leonardo morreu?"e outro coro também se formava defendendo os policiais e sua atuação policial, "A polícia também é vítima dos governantes", diziam. Várias faixas de desagravo ao governador Agnelo foram expostas, numa clara demonstração de que a sociedade já não tolera mais as enganações de quem sejam os co-responsáveis pelo caos na segurança pública. 

Vários policiais amigos do jovem também compareceram e muitos até se emocionaram, sem conterem suas lágrimas.

Nos últimos dias a Polícia Militar e policiais foram duramente criticados, execrados á público e “julgados” por parte da imprensa, que utilizando seu poder midiático vem tentado jogar a sociedade contra esses profissionais respeitados e pais de família, afirmando que policiais estavam comemorando em redes sociais os altos índices de criminalidade alcançados em Brasília. Mais uma irresponsabilidade plantada pela mídia. Alguns foram até expostos sem nenhuma autorização atropelando todo um processo legal e sigiloso e com a conivência de colaboradores inescrupulosos e que não querem o bem da sociedade, onde a única coisa que lhes interessa é a sua conveniência, e se for financeira, melhor ainda.  

A manifestação se encerrou por volta de meio-dia e ao contrário do que alguns segmentos da imprensa, que comprados e prostituídos, salvo melhor juízo, tentam impor à sociedade, como formadores de opinião, uma imagem suja dos integrantes da polícia. Porém essa sociedade atual, moderna e atualizada, sabe o quanto os policiais são importantes em suas vidas e no seu dia-a-dia. Não é um ato isolado e irresponsável que será capaz de manchar toda uma estrutura construída há séculos.

Ao término, a PM colocou ônibus à disposição da população que participou da manifestação demonstrando um gesto nobre daqueles que doam suas vidas pela sociedade e que, infelizmente, hoje são massacrados por alguns formadores de opinião que servem ao dinheiro, dinheiro esse sujo, imundo e vindo dos mais fétidos calabouços espalhados pela nossa cidade, alguns,  acompanhando a modernidade, compostos até mesmo de ar condicionado.

quarta-feira, 20 de março de 2013

Polícia indicia PMs envolvidos em arapongagem no DF



Arapongagem em Brasília
A Polícia Civil de Brasília abriu inquérito contra os PMs João Aparecido Teixeira, Glaydson José da Rocha, Arnaldo Vieira Neto, Soraya Barbosa Sales de Almeida e José Jackson Recio Torres, todos envolvidos num esquema de arapongagem que tinha como centro a Subsecretaria de Inteligência da Secretaria de Segurança Pública do DF.
Entre os alvos dos arapongas estavam desafetos de Agnelo Queiroz como o deputado Francisco Francischini. Mas, de acordo com as investigações, até mesmo Queiroz foi monitorado por seus PMs.
Por Lauro Jardim/Blog Radar on - line

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Coincidência: Agnelo do PT, o novo Arruda, demite todos os delegados, chefes e diretores da Polícia Civil.

O governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz, oficializou nesta quinta-feira, 3, a exoneração de toda a cúpula da Polícia Civil. Ao todo, 43 delegados-chefes, sete diretores de departamento e a diretora-geral, Mailine Alvarenga, foram afastados. A mudança, segundo delegados, é uma reação à divulgação de escutas telefônicas que captaram conversas de Agnelo com o policial militar e lutador de Kung Fu João Dias Ferreira, delator dos desvios de verbas no Ministério do Esporte. As escutas, autorizadas judicialmente, foram gravadas pela própria Polícia Civil no âmbito da Operação Shaolin, que investigou supostos desvios de dinheiro público que deveria ir para uma organização ligada ao PCdoB, ex-partido de Agnelo. O conteúdo dos diálogos, revelado no fim de semana pela revista Época, mostra a existência de uma proximidade entre Agnelo e Dias. O governador sempre negou qualquer relação mais próxima com o PM. Leia mais aqui.

Blog do Coturno Noturno

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Gravações mostram relação entre governador do DF e o PM João Dias



Enquanto os telejornais ocupam-se exclusivamente em relatar detalhes sobre o estado de saúde do ex-presidente Lula, outro petista graúdo tenta escapar dos olofotes da TV. Ontem (1), o DF TV, da TV Globo, divulgou gravações que comprometem o atual governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz (PT). Nos diálogos obtidos com autorização judicial, Agnelo promete ajuda ao policial militar João Dias Ferreira, preso no ano passado na operação que investigava desvios de dinheiro no Esporte. Dias foi o principal responsável pela queda do então ministro do Esporte, Orlando Silva. Na época, Silva chamou o policial de “bandido”.
Abaixo as informações de O Globo:
BRASÍLIA – Gravações da Polícia Civil mostram que o governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz (PT), prometeu ajudar o policial militar João Dias Ferreira, pivô da queda do ex-ministro Orlando Silva (PCdoB), a preparar a defesa no processo em que é acusado de desviar dinheiro do Ministério do Esporte. Os diálogos, divulgados nesta terça-feira pelo “DF TV”, da TV Globo, mostram intimidade entre o governador e João Dias. Numa das conversas, gravadas com autorização judicial, Agnelo chama o policial de “meu mestre!”.
(…)
Numa das conversas, João Dias pede a Agnelo que oriente o professor Roldão Lima a ajudá-lo. Professor de uma escola em Sobradinho, Roldão poderia fornecer fichas de alunos para João Dias preencher o cadastro de crianças matriculadas no Segundo Tempo.
- Vou estar encontrando agora, daqui a uns cinco minutos, o professor Roldão, e aquele assunto que a gente tratou, não sei se o senhor se lembra, ano passado… – diz João Dias.
- Lembro – responde Agnelo.
O policial vai direto ao assunto:
- Eu queria o seguinte: colocar o senhor na linha com ele. Falar só um “bom dia” mesmo.
O governador aceita a sugestão:
- Vou dar um toque nele só para reforçar ele (sic) – diz.
Em outra conversa, já na companhia de Roldão, João Dias liga novamente para Agnelo.
- Meu mestre! – responde Agnelo, referindo-se a João Dias.
Para Agnelo, fita não é prova suficiente
Na investigação, a Polícia Civil documentou um encontro em que Roldão entrega uma pasta a João Dias. Semanas depois, João Dias e mais quatro pessoas, todas acusadas de desviar dinheiro do Segundo Tempo, foram presas na Operação Shaolin, da Polícia Civil. Após a prisão, Ana Paula pediu ajuda a Agnelo:
- A Polícia Civil está fazendo mandado de busca e apreensão aqui em casa e tá levando o João Dias preso. Então ele pediu que eu fizesse um contato com o senhor para que o senhor, se possível, já viabilizasse os advogados para poder ajudar – diz Ana Paula, em mensagem deixada no telefone do governador.
Em outra gravação, após uma troca informal de cumprimentos, João Dias passa o telefone para que Agnelo fale com o professor:
- Tô almoçando com um grande amigo aqui. Deixa eu passar pra ele aqui – diz o policial.
Agnelo fala então com Roldão:
- Vou combinar, falar com o João, para ir tomar um café contigo. Viu?
- Será uma satisfação. E vamos conversar, porque tem muita coisa aí que a gente precisa conversar – responde Roldão.
Agnelo disse nesta terça-feira que a fita não é suficiente para incriminá-lo:
- Mostre alguma coisa de eu pedindo alguma ilegalidade!
A deputada distrital Celina Leão (PSD) disse que o teor dos diálogos reforçará o movimento pela criação da CPI do Segundo Tempo, na Câmara Legislativa. Ela informou que já tem cinco das oito assinaturas necessárias para pedir a CPI. Ao longo da tarde, porém, 19 dos 25 deputados distritais assinaram nota de apoio a Agnelo.   G1/OGlobo 

sábado, 29 de outubro de 2011

Revistas apontam supostas relações do governador do DF com as denúncias do PM que derrubou Ministro dos Esportes



Reportagens das edições deste final de semana das revistas "Época" e "IstoÉ" apontam supostas relações entre o governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz, e o policial militar do Distrito Federal João Dias Ferreira, que denunciou esquema de desvio de verbas no Ministério do Esporte. A denúncia de Ferreira provocou a crise política que resultou, na última quarta (26), na demissão do ministro Orlando Silva, sucessor de Agnelo no comando do Ministério do Esporte.
O advogado do governador, Luis Carlos Alcoforado, contestou as denúncias divulgadas pelas duas publicações e disse que o cliente não é investigado. O governo do Distrito Federal divulgou notas rebatendo as acusações (leia mais ao final deste texto).

De acordo com a revista "Época", a Polícia Civil do Distrito Federal flagrou diversos telefonemas entre Agnelo e Ferreira durante investigação no ano passado. Nos diálogos, segundo a publicação, os dois tratam nas conversas da produção de documentos que justificassem os gastos de organizações não governamentais (ONGs) administradas pelo policial e que receberam verba do programa Segundo Tempo, do Ministério do Esporte.
G1 DF