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quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Pais invadem escola estadual, batem em aluno e em policial



Um casal foi preso nesta terça-feira (27) acusado de agredir um aluno, colega do filho deles, na Escola Estadual Ângela Teixeira, na rua Lambari, bairro Osvaldo Resende, em Uberlândia. A patrulha escolar foi acionada e, durante a confusão, o filho do casal e a mulher ainda teriam agredido um policial militar, que tentava contornar a situação.
Reforços foram acionados e cinco pessoas acabaram presas, sendo o pai, a mãe, um amigo e dois primos do menor, que conseguiu escapar. O policial ferido foi levado para atendimento médico na UAI Martins. Os pais do aluno menor são Zilma dos Reis Martins de Souza, 36, e Carlos Abalém Flor, 41. A mulher tem uma passagem e o homem  10, segundo a PM.
O veículo do casal, um Siena preto, foi apreendido. Dentro dele havia uma lata de cerveja, uma garrafa de uísque, seis filmes pornô e pertences pessoais.
Segundo informações repassadas aos PMs, no dia anterior o pai já tinha ido à escola tirar satisfação com um aluno que teria brigado com o filho dele.
Por Caroline Vilela/UIPI

sexta-feira, 13 de julho de 2012

Tenente BM é preso em Montes Claros suspeito de agredir mulher e colegas

Um tenente do Corpo de Bombeiros que está preso no quartel de Montes Claros, na Região Norte de Minas Gerais, é suspeito de ter agredido a própria mulher e depois ameaçar os colegas de trabalho com uma faca. Ele faz parte do 8º Batalhão de Bombeiros de Uberaba e comandava o pelotão de Frutal.
De acordo com a Polícia Militar (PM), o oficial esteve internado em um hospital psiquiátrico de Montes Claros por uma semana. Ao receber alta ele se apresentou no batalhão e foi preso. Segundo a polícia, ele deve ser transferido para Belo Horizonte
O militar é acusado de deserção e havia um mandado de prisão expedido pela Justiça Militar contra ele.
A esposa do tenente nega as agressões. Ela disse que o marido passa por tratamento psicológico, desde o ano passado, e não entende a acusação de deserção.
O crime de deserção é quando o militar falta por oito dias seguidos ao serviço sem apresentar uma justificativa. A assessoria de imprensa do Corpo de Bombeiros confirmou que o tenente não apresentou nenhum documento que justificasse a ausência dele ao trabalho. A mulher do militar preso negou que tenha sido agredida e também disse que o marido não cometeu o crime de deserção. Assista o vídeo no G1

sexta-feira, 18 de maio de 2012

Vítima de agressão, acusa policial civil de continuar ameaçando-a em Uberlândia





Essa senhora compareceu na RISP - Região Integrada de Segurança Pública, no dia 17/05/12, para fazer a acareação, para melhor apurar os fatos contidos na matéria acima. Segundo a senhora, acusa o detetive de ter lhe ameaçado, aos gritos, na frente da delegada Corregedora. A vítima então, procurou um posto da PM, com vistas a fazer o boletim de ocorrência, porém, a PM, evitando qualquer eventual crise entre as instituições, de imediato acionou o delgado Corregedor para que colhesse o depoimento da vítima, a qual, disse ainda que irá procurar o Ministério Público, para repassar tais denúncias.

domingo, 12 de fevereiro de 2012

PMs agridem segurança no Mercado Central

11 de fevereiro de 2012  — Um segurança do tradicional Mercado Central foi agredido no fim da tarde desta sexta-feira ao tentar impedir dois homens de urinarem no estacionamento do local. Os agressores são dois policiais militares que estavam de folga e teriam passado a tarde em um dos bares do centro de compras. De acordo com a administração do Mercado Central, o segurança repreendeu os homens e um deles se irritou, agredindo-o com socos. A vítima chegou a ter três dentes quebrados durante a gressão. Outro segurança tentou intervir e também foi agredido. Ambos foram socorridos na Unidade de Pronto-Atendimento (UPA) Centro-Sul.

A ação foi flagrada pelas câmeras do circuito de vigilância interna do local. A Polícia Militar não divulgou a identidade dos dois militares, mas esclareceu que ambos são soldados, estão há aproximadamente um ano na corporação e são lotados na Companhia Independente de Sabará. Assista o vídeo, click aqui:>>>>>>>>>>>
 
Vladimir Vilaça - TV Alterosa

domingo, 29 de janeiro de 2012

DELEGADA É AGREDIDA PELO MARIDO JUIZ




Delegada que se diz agredida pelo marido juiz faz exame de corpo de delito

A delegada Helen Sardenberg saiu, às 17h50m desta terça-feira, do Tribunal de Justiça do Rio (TJ), onde pediu o afastamento de sua casa do marido, o juiz Murilo Kieling, do 3º Tribunal do Júri da Capital. A delegada pediu também que o magistrado seja proibido de ficar a menos de 50 metros dela. As duas medidas estão previstas na Lei Maria da Penha, que protege mulheres vítimas de violência doméstica. A delegada entregou o pedido à Presidência do TJ, que deverá encaminhar o caso à Corregedoria. Helen permaneceu cerca de uma hora no Tribunal.

No início da tarde, a delegada esteve no Instituto Médico Legal (IML) para ser submetida a exame de corpo de delito. O laudo do IML atestou que Helen tem uma equimose nas costas. É com base neste laudo que ela pediu que seu marido seja proibido de permanecer em casa. O casal tem dois filhos pequenos.

— Há dois meses estou tentando me separar e venho sofrendo assédio moral. Ele me xinga de coisas impublicáveis, até na frente das crianças. Na noite de domingo, durante mais uma discussão, ele me agrediu com soco nas costas, saiu de casa e foi dar parte contra mim na 77ª DP (Icaraí). Quando eu soube, também fui à delegacia me defender. Não é porque sou delegada que estou fazendo isso. Toda mulher que é vítima de violência doméstica tem o direito de se defender.

Extra Online/blog policiamunicipaldobrasil.com

sábado, 22 de outubro de 2011

Sindicalista denuncia agressão de policiais em BH

Líder dos guardas municipais alega que sofre perseguição desde que fez acusações contra o comando da corporação


Pedro Ivo diz que primeiro houve uma tentativa de intimidá-lo (Moises Silva/EM/D.A Press)
Pedro Ivo diz que primeiro houve uma tentativa de intimidá-lo
O presidente do Sindicato dos Guardas Municipais do Estado de Minas Gerais (Sindguardas), Pedro Ivo Bueno da Silva, denunciou ontem ter sido espancado e que vem sofrendo perseguição desde que fez acusações contra a cúpula da corporação em Belo Horizonte. Na capital, a Guarda Municipal é comandada por pelo menos 20 policiais militares reformados, que, segundo denúncias, estariam direcionando contratos, empregando parentes e usando escutas clandestinas para monitorar subordinados. As denúncias foram publicadas com exclusividade pelo Estado de Minas, há um mês, e estão sob investigação do Ministério Público estadual.

A agressão, conforme o boletim de ocorrência Ciad/P-20111377219, registrado na 26ª Companhia da Polícia Militar, em Contagem, onde Pedro Ivo mora, teria sido praticada por PMs na portaria da sede da 25ª Área Integrada de Segurança Pública (Aisp) na noite de terça-feira. O presidente do sindicato afirma ter sido levado para a Aisp pela própria PM, depois de desentendimento com dois guardas civis em frente à sua residência, no Bairro Eldorado.
Os colegas de corporação foram à casa de Pedro Ivo para tentar entregar documentação sobre processo administrativo ao qual o presidente do Sindguardas responde por utilização de redes sociais na internet e do blog que mantém para incitar colegas a “atos de rebeldia”. Na avaliação de Pedro, tratava-se de uma tentativa de intimidação. “Não foi a primeira vez que mandaram uma viatura para a porta da minha casa”, diz.
Depois de se recusar a receber os documentos, o guarda municipal acionou a PM. Pedro Ivo alegou constrangimento e pediu que fosse feito um boletim de ocorrência. Os policiais, então, conforme o presidente do Sindguardas, decidiram levá-lo para a Aisp. Na chegada houve bate-boca e Pedro Ivo foi algemado. Em seguida, o guarda municipal foi levado ao posto de atendimento médico JK, na cidade, de onde saiu com um colar imobilizador e uma tipoia. Pedro Ivo também apresentava escoriações no rosto.
No mesmo boletim de ocorrência, os policiais militares, liderados pelo cabo Marcelino Rosa da Silva, responsáveis pelo atendimento solicitado por Pedro Ivo, afirmam que, para vencer resistência apresentada pelo presidente do sindicato dos guardas municipais, foram usadas “técnicas policiais de contenção pautadas na utilização progressiva da força”. Os PMs dizem ainda que a decisão de imobilizar o guarda municipal ocorreu depois que Pedro Ivo desacatou ordem de parar uma filmagem que fazia enquanto estava na Aisp. O equipamento foi apreendido.
Apuração
O tenente-coronel Alberto Luiz Alves, da assessoria de comunicação da Polícia Militar, afirma que as acusações de agressão feitas pelo presidente do Sindguardas são graves, mas que precisam ser levadas à corregedoria da corporação para que sejam apuradas. “Não pode haver precipitação, achar, no momento, que tudo isso é verdade”, argumenta o militar.

O comandante da guarda municipal , Ricardo Belione, nega que a corporação esteja perseguindo Pedro Ivo. “Perseguição, no nosso conceito, acontece quando temos um flagrante a um criminoso, e não temos nenhum na guarda municipal. No caso do presidente do sindicato, há de se falar em resolução administrativa-disciplinar pelas faltas que vem cometendo”, afirma. Conforme Belione, um dos policiais militares reformados que ocupam a cúpula da guarda municipal, Pedro Ivo tem por hábito ofender superiores, se recusar a prestar serviço onde é requisitado e tentar fazer a própria escala de trabalho.

Leonardo Augusto
em.com.br