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segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

PRÊMIO PRODUTIVIDADE SERÁ PAGO EM DUAS PARCELAS ABRIL E JULHO

O governador Antonio Anastasia (PSDB) anunciou as datas serão: 5º dia útil de abril/2014 e 5º dia útil de julho/2014 14º salário para os servidores esestaduais. Governo de Minas vai investir R$ 570 milhões no Prêmio por Produtividade, beneficiando aproximadamente 365 mil servidores em atividade na administração direta e indireta do Estado. O anúncio foi feito nesta terça-feira (25/2) pela subsecretária de Gestão de Pessoas da Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag), Fernanda Neves, durante a primeira reunião do Comitê de Negociação Sindical (Cones) em 2014. O pagamento do bônus será feito em duas parcelas, nas folhas de março e junho, que são creditadas no quinto dia útil de abril e julho, respectivamente.

Os servidores receberão o Prêmio por Produtividade pelo cumprimento de metas pactuadas em 2012 pelas equipes em suas áreas de atuação - educação, saúde, desenvolvimento social, transportes, entre outras. As metas são pactuadas em duas etapas do Acordo de Resultados. Na primeira etapa, os secretários e dirigentes de órgãos pactuam as metas com o governador. Na segunda etapa, cada equipe ou unidade gerencial, como escolas e hospitais, pactua as metas com o dirigente da secretaria ou órgão. Naquele ano foram cerca de 1.200 metas específicas, entre indicadores e produtos.
Os servidores alcançam diferentes índices de participação, de acordo com a quantidade e com o percentual de resultados alcançados. O desempenho médio entre todos os órgãos avaliados foi 88%. O valor final do bônus considera a nota obtida e os dias efetivamente trabalhados. “Cada servidor pode receber como bonificação até o valor correspondente a um salário”, afirma Fernanda Neves. Continue lendo Agência Minas

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Governador de Minas reconhece que polícia está desestimulada


Em entrevista exclusiva à reportagem da Rádio Itatiaia, nessa terça-feira, na Cidade Administrativa, o governador de Minas Gerais, Antonio Anastasia, confirmou que vai deixar o governo em março para disputar as eleições ao Senado ou coordenar a campanha tucana à Presidência da República.  Anastasia adiantou que o anúncio oficial de sua desincompatibilização deve ser feito no começo de abril, quando ele completará quatro anos no cargo.

“Assumi no dia 31 de março de 2010. Então, eu saio com a sensação que Minas avançou muito nesses últimos quatro anos, temos resultados muitos bons em todas as áreas. É claro que gostaríamos sempre de fazer mais, isso é próprio até da natureza humana, do desafio de continuar trabalhando, mas saio com a consciência tranquila”, analisou o governador.

Anastasia falou também sobre segurança pública, manifestações durante a Copa do Mundo e a morte do cinegrafista da TV Bandeirantes Santiago Andrade. Ele defendeu a realização dos protestos, mas disse que a polícia vai agir firme contra os vândalos, que se infiltram nas manifestações para depredar, roubar, agredir policiais e outras pessoas. 

Ainda sobre a violência, o governador lamentou o aumento do número de crimes como o latrocínio. Nos últimos dias, dois jovens foram covardemente assassinados em Belo Horizonte. Anastasia criticou a legislação federal, que, praticamente, não pune quem comete pequenos furtos. Para ele, o começo da escala para os crimes mais violentos é justamente essa impunidade.  Por outro lado, Anastasia reconheceu que a polícia está desmotivada.   

“A polícia vê o seu trabalho desperdiçado. Ela prende, prende... vocês mesmo já noticiaram pessoas presas trinta, quarenta vezes e que são colocadas em liberdade porque a lei assim determina. Então, a pessoa se estimula a fazer mais crimes. Hora furto, depois roubo com violência e depois até homicídio. Por outro lado, a polícia se sente desestimulada, porque ela trabalha, trabalha e, lamentavelmente, não vê o efeito do seu trabalho sendo reconhecido”, disse.


Fonte: Rádio Itatiaia

terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Governador de Minas: “Nós precisamos avançar na segurança”



Transmitido ao vivo em 10/02/2014
No centro do Roda Viva desta segunda-feira, o governador do Estado de Minas Gerais, Antônio Anastasia, vai falar sobre as mudanças no cenário político nacional.

TV CULTURA/programa RODA VIVA

sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

Governador de Minas, bem que poderia antecipar as parcelas do aumento em 2014



Bem que o nosso Excelentíssimo governador das Minas Gerais, senhor Antônio Anastasia; poderia nos dar uma notícia boa, já nos primeiros dias ou meses de 2014, anunciando a antecipação das parcelas de aumento, negociadas em 2011. Com isso, o piso salarial do soldado em Minas, subiria para R$4.100,00. 


Em ano político, com certeza, largaria na frente, com vários quilômetros de vantagem, consolidado por quem já fez...e não por quem vai prometer...não é PT?

quarta-feira, 20 de março de 2013

Governo de Minas manterá parcerias com Uberlândia

O prefeito Gilmar Machado retornou animado da reunião em Belo Horizonte. “Demonstra que Uberlândia quer realmente ter parcerias tanto com o governo estadual quanto o federal. Nossa cidade terá total apoio do Governo do Estado naquilo que possa prospectar de bom para Minas”, afirmou.


A área da saúde também será contemplada. O secretário de Estado de Saúde, Antônio Jorge Marques, vai tratar da repactuação do custeio do Hospital e Maternidade Municipal. Atualmente o município tem arcado com toda a manutenção à espera da renovação dos convênios. Assim que a repactuação for renovada, a prefeitura e o estado voltam a arcar com 25% cada e os outros 50% voltam a ser contrapartida da União, que já teve votado recentemente o orçamento do atual exercício.
O estado ainda manteve o acordo de construir o Instituto Médico Legal (IML) em Uberlândia e autorizou a contratação de 50 agentes de saúde a partir da próxima semana para intensificar o combate à dengue na região. A contratação será feita através do consórcio da Associação dos Municípios da Microrregião do Vale do Paranaíba (Amvap).
Nesta sexta-feira (22), Uberlândia receberá a visita do secretário de Estado de Defesa Social, Rômulo de Carvalho Ferraz, para discutir questões relacionadas às câmeras de videomonitoramento e outros investimentos na área de segurança pública para a cidade. Outro encontro previsto será com o próprio governador, dia 2 de maio, na cidade para anunciar novos empreendimentos, dentre eles uma usina de açúcar e álcool que se instalará em Uberlândia.
Fonte: Agência Minas/Uipi 

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

"ANASTASIA DÁ GOLPE NO HOSPITAL MILITAR E IPSM"

Acredito já ser de domínio da maioria dos militares e pensionistas de Minas Gerais que o Governo do Estado mais uma vez tenta destruir o HPM e o IPSM. E mais uma vez usando de uma estratégia sórdida, de apostar na desmobilização dos Militares e pensionistas, e ainda usando e abusando do seu poder de nomear comandantes e diretores do IPSM.


É necessário lembrar no entanto, que os Comandantes e diretores, em relação ao IPSM, são apenas gestores, com a responsabilidade compartilhada com o Conselho de Administração, de cuidar do Plano de Saúde dos segurados e da pensão das viúvas. Os mesmos não tem o direito de “entregar” o IPSM para o Governo. Muito menos tem o direito de aceitar, sem compartilhar com os segurados, qualquer alteração de seus direitos, principalmente na arrecadação. Da mesma forma o Conselho de Administração tem a responsabilidade de defender o Instituto e os segurados, e não promover a defesa do Governo, como estamos vendo agora.

O governo aproveitou do fato de que estamos, há mais de três anos, mobilizados para defender melhorias nos critérios de promoção de Praças e Oficiais para dar o golpe. Fez uma aposta arriscada para si próprio. Primeiro por que apostou que não seriamos capazes de perceber sua sacanagem, e segundo por que apostou que faríamos barganha. E nós não barganhamos direitos. O direito a um critério justo de promoção é inegociável, assim como nossos direitos e conquistas previdenciárias. Nesta data ameaçou não aprovar as mudanças na promoção conforme constante no PLC 31/2012, caso insistíssemos na retirada do artigo 13 do projeto, conforme destaque, estratégica e acertadamente apresentado pelo Deputado Sargento Rodrigues 

Apostando equivocadamente numa cegueira que não mais existe na nossa classe, o Governo patrocina um “jogo sujo” ao incluir, unilateralmente, a proposta de retirar 70% em 2012, e 20% a partir de 2013, dos recursos da contribuição patronal devida pelo Estado ao IPSM. Ainda que não esteja explicito no projeto nenhuma restrição ou perda de benefícios de caráter previdenciário, é necessário lembrar que, se se retira recurso, reduz a capacidade de financiamento e pagamento dos benefícios. E ainda, de acordo com o texto do mesmo projeto, estes recursos serão destinados ao custeio dos proventos dos inativos. Portanto podemos afirmar que o Governo está fazendo alterações no sistema previdenciário dos militares de forma camuflada. Podemos dizer também que, do ponto de vista legal, esta proposta é inconstitucional, e do ponto de vista do mérito é um golpe contra os militares e pensionistas.

Participei hoje, juntamente com as entidades de classe, Deputado Sargento Rodrigues e Vereador Cabo Julio, de uma reunião com os líderes do Governo na Assembleia.

O recado ao governo foi claro. Se tem um motivo que une os militares e pensionistas, este é a defesa do IPSM e do Hospital Militar. E para defendê-los vamos novamente para a “guerra” com todas as armas. Combater o inimigo onde ele estiver. E neste caso, o inimigo é o Governador do Estado e todos aqueles que defendem sua proposta de retirar recursos do IPSM.

Um dos resultados práticos deste recado foi o adiamento pelo Governo, da votação do projeto. Mesmo que este adiamento tenha sido uma manobra do Governo para desmobilizar os militares, temos que aproveitá-lo, abordando, pressionando os deputados, e articulando para, na semana que vem, superlotar a Assembleia.
Se nada disto resolver, devemos desde já consolidar um calendário de mobilizações para 2013, devendo a primeira manifestação ocorrer na volta dos trabalhos da Assembleia, isto por que, o PLC 31 já determina que o governo deverá encaminhar um projeto de lei em 2013 para regulamentar a previdência dos militares. E se ficarmos parados o golpe será mortal, e de nada terá valido nossa luta e conquista pelo direito ao regime próprio de previdência, à paridade e integralidade salarial extensiva aos pensionistas.

Somente a luta e a vigilância poderá nos poupar do fracasso e preservar nossos direitos previdenciários e de seguridade social.

Luiz Gonzaga Ribeiro, Subten
Ex- conselheiro do IPSM
Ex- Presidente da Aspra

terça-feira, 23 de outubro de 2012

Governo de Minas quer mais R$ 3,49 bi em empréstimos (O QUE FOI O CHOQUE DE GESTÃO?)

ISABELLA LACERDA/Jornal OTEMPO

Desde o início do segundo mandato do governador Antonio Anastasia, em 2011, o Estado já solicitou à Assembleia Legislativa de Minas autorização para contrair mais de R$ 9 bilhões em empréstimos. Só neste mês, o Executivo já enviou dois projetos à Casa, totalizando R$ 3,49 bilhões em pedidos de permissão para operações de crédito com instituições financeiras.

No mais recente, encaminhado na quarta-feira e já lido em plenário, o projeto de lei autoriza o Executivo a obter recursos junto ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) no valor limite de R$ 93,3 milhões.

Antes mesmo, no dia anterior, o governador enviou mensagem com pedido de financiamento de R$ 3,4 bilhões com o Banco do Brasil a serem aplicados no Programa de Desenvolvimento Estadual (PDMG).

Os pedidos para operações de crédito, no entanto, não param por aí. Corre nos bastidores da Assembleia que uma nova demanda por empréstimo chegará às mãos dos deputados, só que, dessa vez, com a Caixa Econômica Federal. Caso essa nova solicitação seja confirmada, a demanda pode chegar a R$ 5 bilhões.

As duas proposições que entraram em tramitação em outubro já causam polêmica, principalmente, entre os parlamentares que fazem oposição ao governo do Estado. O principal argumento é que, desde o início da administração de Anastasia, vários projetos solicitando créditos, alguns inclusive com bancos internacionais, já foram aprovados.

Três desses pedidos do Executivo aconteceram em maio deste ano. O primeiro solicitava aos deputados a alteração de projeto de lei, aprovado em dezembro de 2011, estendendo de R$ 1,35 bilhão para R$ 2,44 bilhões o valor dos recursos contraídos junto ao BNDES.

Outro texto solicitou a concessão de novo empréstimo, no valor de US$ 300 milhões - cerca de R$ 547,8 milhões - com a Corporação Andina de Fomento (CAF) para utilização no programa Caminhos de Minas. Na mesma ocasião, foi pedida a redução para US$ 80 milhões (cerca de R$ 153,2 milhões), dos US$ 700 milhões já autorizados no ano passado com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID).

Os valores aprovados pela Assembleia em empréstimos indicam o limite máximo de crédito que pode ser adquirido pelo Estado em cada transação, ou seja, o governo não precisa obter o financiamento em sua totalidade. Assim, de acordo com relatório da execução orçamentária divulgado em setembro no "Minas Gerais", a previsão atualizada para esse tipo de crédito neste ano é de R$ 4,5 bilhões.
Desde o início do segundo mandato do governador Antonio Anastasia, em 2011, o Estado já solicitou à Assembleia Legislativa de Minas autorização para contrair mais de R$ 9 bilhões em empréstimos. Só neste mês, o Executivo já enviou dois projetos à Casa, totalizando R$ 3,49 bilhões em pedidos de permissão para operações de crédito com instituições financeiras.

No mais recente, encaminhado na quarta-feira e já lido em plenário, o projeto de lei autoriza o Executivo a obter recursos junto ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) no valor limite de R$ 93,3 milhões.

Antes mesmo, no dia anterior, o governador enviou mensagem com pedido de financiamento de R$ 3,4 bilhões com o Banco do Brasil a serem aplicados no Programa de Desenvolvimento Estadual (PDMG).

Os pedidos para operações de crédito, no entanto, não param por aí. Corre nos bastidores da Assembleia que uma nova demanda por empréstimo chegará às mãos dos deputados, só que, dessa vez, com a Caixa Econômica Federal. Caso essa nova solicitação seja confirmada, a demanda pode chegar a R$ 5 bilhões.

As duas proposições que entraram em tramitação em outubro já causam polêmica, principalmente, entre os parlamentares que fazem oposição ao governo do Estado. O principal argumento é que, desde o início da administração de Anastasia, vários projetos solicitando créditos, alguns inclusive com bancos internacionais, já foram aprovados.

Três desses pedidos do Executivo aconteceram em maio deste ano. O primeiro solicitava aos deputados a alteração de projeto de lei, aprovado em dezembro de 2011, estendendo de R$ 1,35 bilhão para R$ 2,44 bilhões o valor dos recursos contraídos junto ao BNDES.

Outro texto solicitou a concessão de novo empréstimo, no valor de US$ 300 milhões - cerca de R$ 547,8 milhões - com a Corporação Andina de Fomento (CAF) para utilização no programa Caminhos de Minas. Na mesma ocasião, foi pedida a redução para US$ 80 milhões (cerca de R$ 153,2 milhões), dos US$ 700 milhões já autorizados no ano passado com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID).

Os valores aprovados pela Assembleia em empréstimos indicam o limite máximo de crédito que pode ser adquirido pelo Estado em cada transação, ou seja, o governo não precisa obter o financiamento em sua totalidade. Assim, de acordo com relatório da execução orçamentária divulgado em setembro no "Minas Gerais", a previsão atualizada para esse tipo de crédito neste ano é de R$ 4,5 bilhões.

terça-feira, 9 de outubro de 2012

Lei mineira do assédio moral exclui militares



Foto da notícia
O deputado é autor da Lei 116/11
 
O governador Antonio Anastasia publicou no último sábado (06/10) decreto definindo medidas de prevenção e punição à prática de assédio moral na administração pública direta e indireta, no âmbito do executivo estadual. O Decreto nº 46.060 regulamenta a Lei Complementar n° 116, de 11 de janeiro de 2011, de autoria do deputado Sargento Rodrigues. A publicação determina quem deve comunicar o assédio e como fazer, fixa prazos, cria a Comissão de Conciliação e prevê a adoção de medidas de prevenção.

Rodrigues ressaltou a importância da regulamentação da lei, mas lamentou o fato de os militares terem ficado fora do texto legal. O artigo que garantia o amparo à classe foi vetado pelo Governador, sob o argumento de que eles são regidos por legislação própria. “Esta lei representa um grande instrumento de proteção ao funcionalismo público civil, incluindo os policiais civis. Apesar de não atingir os militares, representa um grande avanço e é gratificante saber que contribui para a garantia desse direito aos servidores”, comenta o deputado.

Assédio moral
Fica caracterizado como assédio moral a desqualificação do agente público, por meio de palavras, gestos ou atitudes, valendo-se de qualquer posição hierárquica profissional; o desrespeito à limitação individual, decorrente de doença física ou psíquica, atribuindo ao servidor atividade incompatível com suas necessidades especiais; além do desprezo em função de raça, sexo, nacionalidade, cor, idade, religião, posição social, preferência ou orientação política, sexual ou filosófica.

Também se enquadram como assédio determinar que o servidor exerça função incompatível com sua formação acadêmica ou técnica especializada, excluí-lo de informações e treinamentos necessários às suas funções e colocá-lo em situações vexatórias, subestimando suas aptidões e competências, além da apropriação de ideias, propostas, projetos ou quaisquer trabalhos de outro agente público.

Procedimentos
Aquele que se sentir vítima de assédio moral deverá comunicar o fato, por meio de entidade representativa ou pela autoridade que tiver conhecimento do acontecido, à diretoria ou gerência de Recursos Humanos do órgão a que pertencer ou à Ouvidoria-Geral do Estado (OGE), para as providências cabíveis.


Comentário nosso: Se nós analisarmos friamente...o militar não é gente...é um ser divino, sobrenatural, não é humano...por isso não foi contemplado.

sexta-feira, 28 de setembro de 2012

Notícias sobre o Prêmio Produtividade e excedentes do concurso da PC MG


Foto da notícia
O Deputado Sargento Rodrigues conversou hoje, sexta-feira (28/09), com o Governador Antônio Anastasia, para obter esclarecimentos sobre diversos assuntos da segurança pública, dentre esses dois tiveram destaque: o pagamento do Prêmio de Produtividade e a situação dos excedentes do concurso da Polícia Civil.

Na oportunidade Rodrigues destacou que fossem chamados os excedentes do último concurso da Polícia Civil, resaltando que seria mais econômico e mais viável para a própria administração pública, aproveitar o concurso já realizado, tendo em vista os gastos na preparação e execução do concurso. E, por outro lado, o número de 291 delegados completará o quadro mas, logo em seguida, haverão aposentadorias, fazendo com que haja necessidade de novas contratações.
 
O Governador repassou as seguintes informações:

1) reafirmou que o Prêmio de Produtividade será pago ainda este ano;
2) respondeu que fará todo o possível para convocar os excedentes.
 
Fonte: Blog da Renata

terça-feira, 25 de setembro de 2012

Informações sobre o 13º e Prêmio Produtividade MG


            Em entrevista a Rádio Itatiaia, 95,70 de BH, o governador Antônio Anastasia anunciou que está confirmado o pagamento do 13º salário, para a primeira quinzena de dezembro. Questionado sobre o pagamento do Prêmio Produtividade, o mesmo disse que sua equipe ainda está calculando e fazendo o balanço orçamentário. O estado fará todos os esforços para fazer o pagamento do prêmio produtividade.

            Por Marcelo Anastácio - Blog No Q.A.P

domingo, 22 de julho de 2012

Anastasia cobra mais royalties para mineração

Anastasia cobra mais royalties para mineração
GOVERNADOR MINEIRO LEMBRA QUE ENQUANTO O RIO DE JANEIRO GANHA R$ 6,9 BILHÕES COM O PETRÓLEO, MINAS RECEBE APENAS R$ 181 MILHÕES COM O MINÉRIO.


Minas 247 – Por que existem os royalties do petróleo? Para que os estados produtores possam combater os efeitos nocivos que a atividade acarreta ao meio ambiente. A mineração, por sua vez, é tão ou mais nociva do que a extração de petróleo. Apesar disso, os royalties pagos aos estados produtores são irrisórios. Por isso mesmo, o governador de Minas, Antonio Anastasia, pretende liderar uma campanha para reverter este quadro. Leia, abaixo, o artigo publicado por ele na Folha de S. Paulo:
Minério, petróleo e os novos inconfidentes
Petróleo dá bem mais royalties do que minério. Em 2011, o RJ levou R$ 6,9 bi; MG, só R$ 181 milhões. Mas minério também é finito, também é "safra única"


A Inconfidência Mineira legou aos brasileiros um dos mais vigorosos pilares na formação da nacionalidade. Seus líderes tornaram-se ícones da luta pela liberdade e pela independência. Dessa maneira, é muito apropriado buscar inspiração em 1789 para o movimento Justiça Ainda que Tardia, que lançamos recentemente e cujo nome homenageia a bandeira dos inconfidentes.
Nosso combate de hoje busca maior compensação financeira pela exploração de recursos minerais.
Há, atualmente, uma grande disparidade entre os royalties do petróleo e do minério, o que prejudica Estados como Minas Gerais e Pará, com atividade mineradora intensa.
Enquanto, em 2011, os royalties e participações especiais referentes ao petróleo alcançaram a soma de R$ 25,8 bilhões, o valor arrecadado com a Contribuição Financeira pela Exploração de Recursos Minerais (CFEM) foi de apenas R$ 1,54 bilhão.
Queremos mudanças na legislação brasileira que define os royalties sobre as atividades de mineração. Não se justifica a disparidade existente entre a CFEM e os royalties do petróleo. Por mais que se rejeite a comparação, não há como negar tão grande distorção.
No caso do minério de ferro, principal produto da pauta das exportações brasileiras, nossa proposta é que o percentual da CFEM seja, em média, de 4% sobre o faturamento bruto das empresas mineradoras.
Em 2011, verificamos que enquanto a CFEM destinou aos cofres de Minas Gerais cerca de R$ 181,4 milhões, o Rio de Janeiro foi destinatário do significativo montante de R$ 6,9 bilhões relativo aos royalties e à participação especial (valor 38 vezes maior do que Minas).
Essa gritante distorção se repete em relação aos municípios. Enquanto todos os municípios mineiros produtores de minério receberam R$ 512 milhões, os municípios fluminenses produtores de petróleo receberam R$ 3,7 bilhões (sete vezes mais).
As atividades de exploração de petróleo e de minérios, produtos primários não renováveis, têm, ambas, alto impacto ambiental. Entretanto, são tratadas de forma muito desigual. Enquanto os royalties do petróleo chegam a até 10% do faturamento bruto, no caso dos minérios são de, no máximo, 3% do faturamento líquido (faturamento bruto menos despesas).
A arrecadação estatal em relação ao minério de ferro teve uma redução expressiva nas últimas décadas. Em 1988, era de US$ 1,30 por tonelada explorada. Hoje, equivale a apenas a US$ 0,26 por tonelada de minério de ferro.
O aumento do valor dos royalties da mineração é necessário para financiar projetos de desenvolvimento sustentável de longo prazo, pois trata-se de uma riqueza finita -como dizia o ex-presidente Arthur Bernardes, o minério só dá uma safra.
Esta é uma discussão mundial. Muitos países têm proposto um aumento de alíquota que pode chegar, em alguns casos, a 15% do faturamento bruto.
Na Austrália, por exemplo, a alíquota é de 7,5% sobre o faturamento bruto no caso do minério de ferro, e está sendo discutida uma participação especial de 30% sobre o lucro. Na Índia, a alíquota está em 10%.
O debate nacional sobre os royalties dos minérios não pode mais ser postergado. O clamor de Tiradentes e seus contemporâneos de rebeldia ajudou a formar o nosso Brasil. Esse é o exemplo de civismo que nos inspira.
ANTONIO ANASTASIA, 51, professor de direito da Universidade Federal de Minas Gerais, é governador do Estado de Minas Gerais pelo PSDB

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Prêmio Produtividade e o deputado do governador

            Alguns eleitores deste governo e leitores do blog, sempre nos fazem críticas quando tentamos demonstrar o outro lado da moeda. Sequer fez um ano da reeleição do governador Antônio Anastasia e já se fala em corte do abono produtividade. O deputado Sargento Rodrigues apoiou a candidatura do governador, e agora deveria se pronunciar, ou se reunir com o governo buscando um posição real sobre o futuro, se a produtividade será paga nos próximos anos, e mais, se os reformados e pensionistas serão contemplados. Infelizmente, críticas como essas, são intoleráveis para o deputado, que se ofende...mas, mesmo assim se autodenomina um deputado classista. Torço pelo sucesso do deputado, apesar de não ter votado nele, igualmente do governo, pois moro em Minas. Os movimentos sociais recentes, especialmente os professores se orgulham muito do governo...