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domingo, 11 de dezembro de 2011

Filhos do cárcere



Eles são como todos os bebês: engatinham, mamam no peito, comem papinha, não desgrudam das chupetas, fazem gracinhas e causam emoção ao falar "mamãe". O que os tornam diferentes é o ambiente à volta. Em vez de quartos limpos, cheirosos, coloridos de rosa ou azul e decorados com motivos infantis, centenas de brasileirinhos vivem trancafiados em celas fétidas de presídios femininos nos quatro cantos do país, alguns em condições subumanas. No lugar dos gradis dos berços, as crianças, de até 2 anos, que nasceram no cárcere e nunca passaram dos portões das penitenciárias, conhecem apenas as grades que os confinam com as mães, condenadas ou esperando julgamento por seus crimes. Aos filhos do cárcere, liberdade é algo distante. Resta-lhes um único direito: o amor materno. Essa realidade tão chocante quanto desconhecida da população brasileira o Estado de Minas começa a mostrar a partir de hoje em uma série de reportagens produzidas depois de percorrer presídios de Minas Gerais, São Paulo, Paraná, Mato Grosso, Pernambuco, Pará e Distrito Federal, onde 244 crianças (número subestimado) "cumprem pena".

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Mulher rende ladrão e o obriga a ser seu escravo sexual

 

Olga Zajac, em foto divulgada pela polícia russa: ela obrigou seu escravo sexual a tomar Viagra 
Essa é a história de um ladrão que tentou se dar bem e acabou sendo vítima do seu próprio alvo. Viktor Jasinski, de 32 anos, invadiu um salão de beleza na cidade de Meshchovsk, na Rússia, armado com um revólver para fazer a limpa no caixa.

Depois de recolher a grana, ele foi supreendido pela jovem Olga Zajac, de 28 anos, cabeleleira e faixa preta de caratê. A loura derrubou o cara no chão, tomou-lhe a arma e amarrou suas mãos com o fio de um secador de cabelos.
Mas quem pensa que a história acaba aqui, está muito enganado. Em vez de ligar para a polícia, Olga arrastou Viktor até um quartinho escuro, tirou suas roupas e o obrigou a ser seu escravo sexual durante três dias. Depois de usar e abusar do sujeito, para lhe dar uma lição, Olga libertou o cara e ainda disse: "Desapareça da minha vista".

Viktor foi direto para um hospital para tratar de hematomas nos testículos e no pênis. À polícia, ele disse que ficou preso por um par de algemas de pelúcia cor de rosa e que neste período foi obrigado a tomar Viagra.
Olga foi chamada para depor e confirmou a história: "Esse cara é um idiota! Nós fizemos sexo muitas vezes. Mas eu lhe dei uma calça jeans nova, comida e ainda dei dinheiro para que ele fosse embora do meu salão".

Viktor foi preso por roubo e Olga, por tortura e cárcere privado.

Flávio Almeida - Expresso

Leia mais: http://extra.globo.com/noticias/bizarro/mulher-rende-ladrao-o-obriga-ser-seu-escravo-sexual-2225610.html#ixzz1drahXfwE

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Homem que diz ter explosivos mantém menina como refém em tribunal


Um homem carregando uma mochila que diz conter explosivos está mantendo uma menina como refém em um tribunal na cidade de Sydney, na Austrália.
Há relatos da mídia australiana de que a menina seria sua filha, de 11 anos de idade, mas não se sabe o que teria levado o suspeito, identificado como um homem na faixa dos 50 anos, a mantê-la como refém.
A polícia australiana disse que a área nos arredores do tribunal foi isolada e que convocou negociadores para ajudar na resolução do incidente.
Equipes de enfermeiros e de bombeiros estão posicionadas do lado de fora do tribunal.
Negociações
De acordo com os policiais, o homem teria feito uma série de exigências e ameaçado detonar os supostos explosivos de sua mochila.
Betty Hor, funcionária do tribunal, disse ao jornal Sydney Morning Herald que ele chegou ao local com uma menina na terça-feira de manhã, ''exigindo falar com uma pessoa do tribunal".
Ela disse que, ao não encontrar essa pessoa, ''ele simplesmente surtou''.
Ela contou que ele exigiu que o escritório do procurador-geral fosse acionado e afirmou: "Eu tenho uma bomba na minha mochila."
O suspeito foi visto na janela do tribunal usando uma peruca de juiz e depois cuspindo nela.
O caso vem um mês depois de uma bomba falsa ter sido amarrada ao corpo de uma adolescente na sua casa, em Sydney.
Na ocasião, peritos na desativação de bombas conseguiram retirar o dispositivo após dez horas. BBC Brasil - Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização por escrito da BBC. 

Estadão.com.br