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sábado, 18 de janeiro de 2014

Presídio no Rio Grande do Norte teve até caso de canibalismo


Na cadeia de Alcaçuz, oito agentes cuidam de 800 internos expostos a doenças contagiosas

Um relatório do Conselho Nacional de Justiça concluído no final do ano passado revela que em outro presídio brasileiro, o de Alcaçuz, no Rio Grande do Norte, há atrocidades ainda mais medievais do que as registradas no Complexo de Pedrinhas, no Maranhão, que recentemente voltou ao noticiário após a divulgação de um vídeo em que três presos eram decapitados.
A cadeia abriga um detento com graves distúrbios mentais. Conhecido como Pai Bola, Antonio Fernandes de Oliveira, de 29 anos, matou com 120 facadas, em 2009, um colega de cela que se recusou a ceder o telefone celular. Dois anos depois, decapitou outro preso e comeu seu fígado, espalhando as vísceras pelas paredes. A informação foi revelada na edição desta semana da revista Época.
Mesmo após os crimes, apenas na semana passada a Justiça recorreu ao presídio em busca de algum atestado sobre a saúde mental do assassino.
Em Alcaçuz há só oito agentes penitenciários para cuidar dos 800 internos, que não dispõem de atendimento médico e sofrem com doenças infecciosas, como a tuberculose.
Levantamento do iG mostra que pelo menos 197 presos foram assassinados nas cadeias brasileiras em 22 Estados no ano passado. Somente o Maranhão, que vive sua maior crise carcerária, foi responsável por 30% do número de assassinatos em presídios do país inteiro em 2013.
No Rio Grande do Norte, o governo admite a morte de apenas um detento em 2012.

terça-feira, 26 de novembro de 2013

Trio acusado de canibalismo não tem problemas mentais

Clique e assista a vídeo matéria no notícias UOL
O trio acusado de canibalismo em Pernambuco, Jorge Beltrão Negromonte da Silveira, 51, Isabel Cristina Pires da Silveira, 52, e Bruna Cristina de Oliveira da Silva, 26, não tem problemas mentais. É o que atesta o laudo da equipe do HCTP (Hospital de Custódia e Tratamento Psiquiátrico), localizado em Itamaracá (região metropolitana do Recife).

O caso de canibalismo foi descoberto pela polícia de Garanhuns, que investigava o uso de documentos e cartão de crédito no nome de Jéssica Camila da Silva Pereira, 17, que desapareceu em 2008, em Olinda (PE). Bruna Cristina estava usando o nome de Jéssica em compras em Garanhuns.
Na casa que os três acusados de canibalismo moravam, em Garanhuns, foram encontrados restos mortais e eles confessaram que faziam rituais com os corpos das vítimas.
Com o resultado, a juíza da Vara do Tribunal do Júri de Olinda, Maria Segunda Gomes, já remeteu cópias do laudo para serem incluídas no processo e os três vão a júri popular. A data do julgamento em Olinda deverá ser confirmada nos próximos dias.
Segundo o TJPE (Tribunal de Justiça de Pernambuco) a avaliação psiquiátrica foi solicitada pela defesa dos acusados e com este resultado os réus não poderão contestar que não tem problemas mentais. Eles alegavam que tinham problemas de esquizofrenia.
Segundo a avaliação da equipe do HCTP, quando os três acusados assassinaram, esquartejaram e praticaram canibalismo com o corpo de três vítimas eles estavam em pleno gozo das faculdades mentais.

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Garçom é preso após esfaquear, mutilar e fritar fígado de cabeleireiro em Alfenas

 Um cabeleireiro de 25 anos foi brutalmente assassinado dentro da casa dele no início da madrugada desta quinta-feira (25) em Alfenas, no Sul de Minas Gerais. De acordo com a Polícia Militar, após ser esfaqueada, a vítima teve o crânio amassado e a genitália e a ponta do nariz cortadas. Segundo os militares, um garçom de 20 anos foi preso horas depois do crime e confessou que, após cometer os atos de violência, ainda retirou as vísceras e o fígado do cabeleireiro. De acordo com a PM, suspeito e vítima eram namorados.
Conforme o garçom, ele teria colocado o fígado em uma frigideira e fritado o órgão. No entanto, afirmou que não conseguiu mastigar ou engolir o fígado,  momento esse que decidiu fugir da residência da vítima, que fica no centro da cidade.
O corpo do cabeleireiro foi encontrado caído atrás do sofá da sala depois que uma vizinha da vítima notou que havia sangue escorrendo na garagem da casa, além de manchas nas paredes. Assustada, a mulher acionou a polícia, que conseguiu prender o garçom na hora em que ele saía da residência dele, no bairro Vila Formosa. Após buscas, foram encontradas duas facas na cintura do suspeito.
Conforme a PM, o crime chocou a cidade e, ao ser detido, o garçom alegou que a vítima teria tentado manter relações sexuais com ele. Durante depoimento, o suspeito revelou que, antes de matar o cabeleireiro, ele bebeu vinho e fez uso de crack e calmantes na companhia da vítima. Ainda de acordo com o depoimento do garçom, os atos de violência foram iniciados quando um outro homem teria chegado na casa do cabeleireiro e o chamado para sair, mas a vítima o segurou pelo braço e não permitiu que deixasse a casa.
O garçom foi levado para a Delegacia de Polícia Civil de Alfenas. A terceira pessoa que, de acordo com o suspeito, teria presenciado todo o crime ainda não foi localizada.
Após o trabalho da perícia, o corpo da vítima, que havia sido demitida há três dias do salão de beleza que trabalhava, foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML).


OTEMPO.COM.BR