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sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

PM de Goiás vai administrar dez escolas públicas para combater a violência

Clique e assista reportagem no Jornal da Globo

Comento: O que eu não entendo é a postura do governador de Goiás terceirizar, repassar a conta para o contribuinte. Se um dos direitos fundamentais é a educação e a segurança, porque cobrar dos pais que pagem mensalidades? Lembrando que é desse estado que vive o contraventor Cachoeirinha...

domingo, 24 de março de 2013

Polícia investiga abuso sexual contra filho de PM dentro de colégio militar em SP

Policiais civis do 12º Distrito Policial (Pari) investigam denúncia de abuso sexual praticado contra o filho de um policial militar dentro do colégio da Polícia Militar no Pari, região central da capital paulista, no último dia 11. O crime teria sido cometido por um inspetor escolar.


O pai da vítima, o soldado C. R. S., 39 --ele preferiu não se identificar--, disse ao UOLque o abuso ocorreu por volta de 8h30, em um dos corredores do colégio, quando o estudante deixou a sala de aula para beber água. O jovem R. R. S. tem 12 anos e cursa o 8º ano do ensino fundamental.

O delegado Éder Pereira da Silva conversou por telefone com a reportagem e disse que já relatou o inquérito à Justiça. Ele afirmou que colheu depoimentos de várias testemunhas, como professores, alunos, o coordenador do colégio, além da vítima. Silva, entretanto, não quis dar detalhes sobre as investigações por considerar o caso "sigiloso". O caso está sendo investigado como "estupro de incapaz".
Segundo o soldado, que descreveu o relato feito a ele pelo filho, o inspetor teria agarrado o adolescente à força, o tocado nas partes íntimas e o beijado na boca. Em seguida, o estudante, em choque, teria voltado para a sala de aula.
Minutos depois, o inspetor foi chamado pela professora para conduzir à diretoria outro estudante, que havia acabado de levar uma advertência. O PM afirmou que o inspetor pediu à professora que R. R. S. fosse junto com o colega porque também tinha participado da ação que motivou a advertência --embora, segundo o denunciante, seu filho não tivesse participado da ação.
De acordo com o soldado, no meio do caminho até a diretoria, o inspetor liberou o outro estudante para ficar a sós com o adolescente. Em seguida, teria novamente agarrado o estudante e tentado levá-lo para o banheiro. O PM afirmou que seu filho ficou "transtornado", mas conseguiu fugir do inspetor.
Segundo o soldado, o adolescente, com medo, relatou o abuso a um amigo, que lhe confidenciou também ter sido assediado pelo inspetor. Ambos decidiram ir até a diretoria e relataram as agressões.
O PM afirmou que foi chamado pela direção da escola por volta de 12h. Depois, ligou para policiais da 3ª Companhia do 13º Batalhão, que conduziram o inspetor até o 12º DP.
Ainda de acordo com o policial militar, o assédio do inspetor ao seu filho havia começado cerca de três semanas antes. "Ele me contou depois que o inspetor ficava passando a mão nele, fazendo carícias no peito, na barriga, dizendo que meu filho está bonito."
O inspetor é um prestador de serviço e não pertence aos quadros da PM. Após a denúncia, ele foi transferido para uma outra unidade, em função na qual não mantém contato com os estudantes.
O soldado teme que o episódio exponha seu filho. "Estamos vendo de mudar ele pra outra unidade do colégio da PM, que fique bem afastada. Não vou deixá-lo voltar para lá [unidade do Pari]."
O PM, entretanto, diz que quer tornar o caso público para evitar que incidentes como esse se repitam. "São 10 mil alunos nos colégios da PM. Quem garante que isso é um caso isolado, que nunca aconteceu? A criança fica constrangida a denunciar. De repente essa denúncia pode trazer à tona outros casos", afirma.
Ao tomar conhecimento do caso, o delegado Éder Pereira da Silva decidiu encaminhar o caso para a Central de Flagrantes do 8º DP, por acreditar que o delito foi constatado em flagrante. O delegado do 8º DP, por sua vez, não viu flagrante no caso e devolveu as investigações para o 12º DP.

Outro lado

Procurada pela reportagem, a assessoria de imprensa da PM afirmou que o "Colégio da Polícia Militar é uma autarquia desvinculada da estrutura administrativa da instituição".
A direção da escola também foi procurada pela reportagem, mas, por volta de 18h15 dessa terça-feira (19), não havia nenhum responsável para comentar o caso.

terça-feira, 28 de agosto de 2012

O governo esconde, o blog mostra (de novo): Colégios Militares dão show na Olimpíada de Matemática



Pois é. Ontem (27) dona Dilma participou da premiação da 7ª OBMEP (Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas).
Vocês lembram, publiquei aqui no blog, em 21 de fevereiro, a seguinte notícia:

Como tem sido rotina desde sua criação, a Olimpíada Brasileira de Matemática de Escolas Públicas (OBMEP), em sua sétima edição, apresentou amplo predomínio dos alunos dos Colégios Militares, principalmente os do Exército.

Apenas entre os que receberam medalha de ouro, nos três níveis de avaliação, figuram 183 alunos dos colégios militares  entre os 499 premiados. O número representa impressionantes 36,67 % do total.
Leia também:
Confira a relação dos alunos premiados com a Medalha de Ouro: 

CONTINUE LENDO NO BLOG DO MONTEDO

terça-feira, 21 de agosto de 2012

SOBRE O COLÉGIO TIRADENTES EM UBERLÂNDIA


 Apesar da cidade de Uberlândia já ter mais de 700 mil habitantes, contar com três batalhões, várias companhias independentes, infelizmente não tem nenhuma unidade do Colégio Tiradentes. Vemos cidades com população bem menor, como Uberaba e Manhuaçu, disporem desse benefício há muito tempo.   


Pensando nisso, ou seja, esquecendo das campanhas eleitorais anteriores e projetando no candidato GILMAR MACHADO, apresentamos a ideia para que a família militar possa ser contemplada com este direito. Sobre as vagas excedentes, seriam sorteadas entre os civis, que com certeza também esperam ávidos por uma escola com disciplina, tradição e segurança, item dispensável até pouco tempo atrás.

Em 2011, além das marchas pela busca de reajuste salarial, também fizemos contato em unidades do Colégio Tiradentes, e fomos informados que recentemente o executivo mineiro aprovou o projeto, que visa expandir as unidades dessa escola pelo estado.

Portanto, mesmo não saindo candidato a vereador, estou trabalhando, pois entendo que podemos fazer muita coisa, mesmo sem pleitear cargos públicos.

A quem quiser engrossar as fileiras, "siga-me os bons", e não se esqueça que nessa hora não adianta vaidades, temos que estar imbuídos de que a família militar de Uberlândia, merece uma unidade do Colégio Tiradentes. Enquanto muitos lugares do Estado sonham a faculdade, nós ainda lutamos pela escola...

        ANASTÁCIO - NO Q.A.P     
                   

quinta-feira, 24 de maio de 2012

Alunas do Colégio Militar postam video de "striptease" na web

Matéria divulgada hoje na internet mostra um vídeo feito no Colégio Militar Tiradentes de Imperatriz.

No vídeo, duas garotas se deixam filmar  fazendo poses sensuais e tirando a roupa, no banheiro da Escola.

O vídeo original foi publicado no dia 2 de janeiro de 2012 (veja o vídeo).

A matéria divulgada hoje relaciona o vídeo, de forma equivocada, à Escola Tiradentes na cidade de Bacabal. 

Apuração do caso

O Blog apurou que o fato ocorreu em setembro de 2011 e que a escola de Imperatriz puniu as alunas com a transferência do colégio. 

Outro fato. Até o piso do banheiro mostrado no vídeo ( vermelho) é diferente daquele existente na Escola Tiradentes de Bacabal ( lajota branca). As paredes do banheiro da escola de Bacabal são de granito, enquanto as de Imperatriz são de alvenaria.