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sexta-feira, 30 de março de 2012

Guerra aos militares e “Justiça de transição” contra nossa soberania ameaçam democracia no Brasil

Edição do Alerta Total – http://www.alertatotal.net
Leia mais artigos no site Fique Alerta – www.fiquealerta.net 
Por Jorge Serrão

Os filhotes da ditadura na Era Nazipetralha deram um espetáculo dantesco ontem à tarde, atentando violentamente contra a liberdade de oficiais na reserva que foram celebrar, antecipadamente, os 48 anos do movimento civil-militar de 31 de março de 1964. Mais grave que a arruaça anti-democrática promovida por uns 350 jovens inocentes-inúteis em frente à sede do Clube Militar, no Rio de Janeiro, é a motivação internacionalista de todo um movimento para desmoralizar e enfraquecer o poder militar brasileiro.

Pregando a questionável tese da “Justiça de Transição” (aliás, pergunte-se: transição para quê? Para uma ditadura globalitária?) -, a Comissão Interamericana de Direitos Humanos da Organização dos Estados Americanos abriu, oficialmente, uma investigação para apurar por que o Brasil não investigou e puniu os responsáveis pelo assassinato, sob tortura, do jornalista Vladimir Herzog, em 1975. A Advocacia Geral da União terá de analisar a petição número P-859-09 que recebida, de bom grado, pelos revanchistas da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República.

A tal “Justiça de Transição”, promovida pelos esquemas globalitários contra a soberania do Brasil, pretende que a Comissão da OEA atropele até o Supremo Tribunal Federal Brasileiro – que já reafirmou a validade da Lei de Anistia de 1979 – que perdoou crimes praticados pelos dois lados ideológicos de nossa mal contada história. Atualmente sob hegemonia de ministros indicados pelo governo petista, o STF terá de reiterar que a Anistia vale. Se fizer o contrário, as conseqüências institucionais podem ser gravíssimas para o frágil projeto de consolidação democrática no Brasil. Continue lendo no Alerta Total:>>>

sexta-feira, 9 de março de 2012

COMISSÃO DA VERDADE x VERDADE EM AÇÃO

Esquerda no poder não vai deter a ação da história.

A participação atuação da CIA na campanha que começou em 1962 e culminou com o golpe de estado que derrubou João Goulart em 1964 é fato histórico bem documentado. É referido no livro QUEIME ANTES DE LER (Stansfield Turner, editora Record 2009) e no livro O GRANDE IRMÃO, do historiador Carlos Fico, editora Civilização Brasileira, cuja resenha pode ser lida aqui  http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2009/02/440049.shtml . 


A ativa participação do serviço secreto inglês naquele episódio, entretanto, não tem sido muito estudada, nem tampouco é de conhecimento geral. Mas isto mudou com a publicação de SEGREDOS DA PROPAGANDA ANTICOMUNISTA, do jornalista Geraldo Cantarino (editora Mauad X)  http://jornaldedebates.uol.com.br/debate/quais-os-verdadeiros-valores-sociedade/artigo/segredos-propaganda-anticomunista/17162



A verdade histórica, portanto, já é conhecida. Durante a preparação do golpe de estado de 1964 civis e militares brasileiros se aliaram aos ingleses e aos norte-americanos para destruir a democracia, afastar o povo brasileiro da atividade política e sindical e dominar brutalmente o Brasil para desta forma intensificar a exploração capitalista e a acumulação de capital. 



Segundo os relatórios dos agentes ingleses que atuaram na época no Brasil (relatórios que, portanto, não podiam ser influenciados pelos comunistas na época) a atividade comunista havia declinado entre 1962 e 1963. O PCB não havia conseguido se infiltrar no campo, razão pela qual a possibilidade de uma verdadeira revolução comunista não existia. Mesmo assim o medo do comunismo continuou a ser espalhado pelos agentes ingleses e norte-americanos e seus aliados brasileiros civis e militares que desejavam o rompimento brutal da legalidade. 



O golpe de estado de 1964 foi tramado e arquitetado de maneira metódica e malvada. A destruição da democracia brasileira instituída pela Constituição de 1946 foi justificado com base no medo do comunismo porque a propaganda anticomunista no Brasil era massiva, eficiente e coordenada pelos agentes norte-americanos e ingleses (apesar dos próprios agentes ingleses admitirem em documentos oficiais que o perigo de insurgência comunista não existia). A repressão que se seguiu também metódica e malvada. Qualquer brasileiro que defendesse a legalidade do regime de 1946, ou seja, o regime constitucional atacado pelos TRAIDORES brasileiros a serviço dos EUA e Inglaterra, que ousasse desafiar o regime ditatorial que permitiria aos norte-americanos e ingleses uma excelente temporada de caça aos lucros no país era silenciado mediante tortura, execução e desaparecimentos. 

Por Fábio de Oliveira Ribeiro 08/03/2012 
Fonte: CMI BRASIL:>>>>>>>