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quarta-feira, 27 de maio de 2015

Ex-presidente da CBF é preso na Suíça, num esquema de U$150 milhões. (Gol da Alemanha...)

Investigação pode respingar no governo brasileiro por corrupção na Copa de 2014.

Sete dirigentes da Fifa foram presos em um hotel em Zurique, na Suíça, na manhã desta quarta-feira, sob acusações de corrupção, incluindo o ex-presidente da CBF José Maria Marin (à esquerda de Dilma, na foto) . A prisão de Marin foi confirmada pelo Departamento de Justiça americano, que havia solicitado as prisões. Ele foi visto deixando o hotel acompanhado por policiais, que carregavam sua mala e seus pertences em uma sacola plástica.

O vice-presidente da Fifa, Jeffrey Webb, que é presidente da Concacaf (Confederação de Futebol da América do Norte, Central e Caribe), também está entre os detidos. Eles podem ser extraditados para os Estados Unidos. O governo americano suspeita que dirigentes da Fifa teriam pagado mais de US$ 100 milhões de dólares em propinas desde os anos 90.

Entre as acusações que os suspeitos enfrentam estão lavagem de dinheiro, crime organizado e fraude eletrônica. Em outro desdobramento do caso, autoridades suíça abriram uma investigação sobre como foram escolhidas as sedes para a Copa do Mundo do Qatar e da Rússia. Segundo a promotoria, o caso é "contra pessoas suspeitas de gestão criminosa de verbas e lavagem de dinheiro, ligadas à distribuição de verbas para as Copas de 2018 e 2022".

quinta-feira, 25 de setembro de 2014

Quando a vida imita a arte...PMERJ personifica o filme TROPA DE ELITE 2

Cúpula da Polícia Militar vai se explicar sobre esquema de propinas

Comandante da corporação e chefe do Estado-Maior enfrentarão processo e sindicância da Corregedoria

ADRIANA CRUZ E VANIA CUNHA
Rio - A denúncia de que até o Estado-Maior da PM recebia propina de R$ 15 mil de todos os batalhões atingiu a cúpula da corporação. Após a delação feita por um dos 25 presos na operação Amigos S/A há uma semana, o Ministério Público determinou ontem que a Corregedoria Geral Unificada instaure Processo Administrativo Disciplinar e sindicância patrimonial para investigar o comandante da PM, José Luís Castro Menezes, o chefe do Estado-Maior, Paulo Henrique Moraes e o chefe do Estado-Maior Administrativo, Ricardo Coutinho Pacheco.

Coronel Paulo Henrique e Comandante José Luís Castro serão investigados pela Corregedoria Geral Unificada a pedido do Ministério Público


O PM que delatou a propina paga ao Estado-Maior ganhou a liberdade. Ele prestou dois depoimentos ao Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do MP. Detalhou como funcionava o esquema de propina com a extorsão de empresários, vans e bancos. O resultado da arrecadação era repassado ao coronel Alexandre Fontenelle, ex-chefe do Comando de Operações Especiais (COE) e até à cúpula da PM, como confidenciou o major Nilton João dos Prazeres Neto e Édson Alexandre Pinto Neto. 

Segundo os relatos, o recebimento de propina no alto comando da PM só foi interrompido de setembro de 2011 a agosto de 2013, quando o coronel Erir Ribeiro da Costa Filho estava à frente da tropa. A atual gestão será investigada pela CGU. Ontem também o comandante-geral, coronel José Luís Castro Menezes, determinou a abertura de um Inquérito Policial Militar para apurar as denúncias contra integrantes do Estado-Maior. Mas como Castro terá que se defender na CGU, alegou em nota que apresentará comprovantes de seu patrimônio. 

A partir das revelações do delator, o juiz da 1ª Vara Criminal de Bangu, Tiago Fernandes de Barros, concedeu sua liberdade. Ele pode até conseguir o perdão judicial ou a redução de pena. A operação Amigos S/A foi deflagrada pela Subsecretaria de Inteligência, da Secretaria de Segurança, e pelo Gaeco há uma semana. Os 23 PMs e um mototaxista estão presos. Na casa do major Edson Góes foram encontrados R$ 287 mil. As investigações apontam aumento patrimonial do coronel Fontenelle e de outros PMs. Com o oficial havia lista de pagamento de propina de R$ 27 mil. Extratos bancários ainda estão sendo analisados.


Tráfico: Outra fonte de renda
O tráfico de drogas seria outra fonte de renda montada pelo grupo do coronel Alexandre Fontenelle, que segundo as investigações agia desde de 2010. Segundo relato do colaborador, quando Fontenelle estava à frente do 41º BPM (Irajá), somente os traficantes da favela de Acari pagavam R$ 20 mil ao comando da unidade. Os valores eram arrecadados semanalmente pelos policiais do Grupamento de Ações Táticas (GAT).



Coronel Alexandre Fontenelle Ribeiro de Oliveira (cabeça raspada), comandante do COE, foi preso na manhã desta segunda, em sua casa, no Leme, Zona Sul



Na ocasião, os policiais que trabalhavam na ronda de trânsito eram os responsáveis por trazer das ruas propina de R$ 15 mil a R$ 18 mil. Desses valores, apenas uma pequena parte, o equivalente a R$ 750, ficava com os praças, chamados de ‘assalariados’ porque, independe dos valores recolhidos, a parte deles era determinada pelos oficiais. 

No esquema montado para cobrar propina, que começou no 24º BPM (Itaguaí), o 41º BPM (Irajá) e o 14º BPM (Bangu) e pode ter ido até o COE, os policiais não deixavam de fora nem as pessoas que faziam frente de supermercado. Esses pagavam, assim como mototaxistas e táxis piratas, a quantia de R$ 600, por semana, na região de Bangu. Empresários de empresas de ônibus e caminhões da Zona Oeste também eram alvos. 

Para fortalecer o esquema, o major Edson Góes queria promover o delator a comandante da patrulha de trânsito no 14º BPM. O objetivo era recolher mais dinheiro de motoristas de caminhões e vans da Cooperativa Rio da Prata. O pagamento deveria ser fixo e periódico.

PMs elegiam os ‘melhores’ batalhões
Cinco unidades operacionais são eleitas pelos maus policiais como as mais rentáveis. Segundo o PM colaborador da Justiça, na visão dos corruptos os “melhores” batalhões são Bangu, Irajá, Rocha Miranda, São Gonçalo e Duque de Caxias.

No caso de Bangu, quando Alexandre Fontenelle estava à frente do comando, os policiais que mais arrecadavam propina ganhavam o status de fazer parte do “círculo de confiança” do oficial. Eles tinham que “bater”, intensificar a fiscalização nos comerciantes do Ceasa, os resistentes ao pagamento.

Até policial que estava de licença recebia “salário” da propina por ordem do coronel Fontenelle, com quem tinha amizade desde a época do Batalhão de Policiamento de Vias Especiais. Mas havia discórdia entre o grupo porque um capitão exigia que os policiais pagassem a ele R$ 150 independente da arrecadação da propina.

O delator descreve Fontenelle como um homem discreto, que evitava ostentar vaidade, o que no jargão policial era apelidado de “Bill”. Porém, os subordinados faziam questão de deixar em evidência o patrimônio. Os majores Edson Góes e Nilton Neto exibiam cordões e pulseiras, além de carros importados como um Dodge Journey, avaliado em R$ 112 mil.

Patrimônio é principal alvo
O patrimônio dos policiais se transformou no maior alvo das novas investigações. Em depoimento, o colaborador revelou que recebia do major Edson Góes quantias entre R$ 7,5 mil a R$ 13 mil, para serem depositadas uma vez por semana em contas pessoais do oficial, em dois bancos diferentes.
“O dinheiro seria do tráfico em virtude do forte cheiro de maconha que estava impregnado nas cédulas”, afirmou ele. Em função do esquema, policiais tinham negócios diversificados como depósito de gás (onde eram escondidas cervejas, fruto de propina), agência de veículos, casas e apartamentos.



Fonte: O DIA 23/09/2014/rvchudo.blogspot.com.br

sábado, 14 de dezembro de 2013

Ex- juiz Nicolau dos Santos Neto perde aposentadoria

O ex-juiz do Trabalho Nicolau dos Santos Neto teve a aposentadoria cassada pelo Tribunal Regional do Trabalho de São Paulo, segundo informou a Globo News. Lalau, como ficou conhecido, continuou recebendo a aposentadoria desde a condenação.
Neto foi julgado em 2006 por participar de um esquema que desviou cerca de R$ 170 milhões da construção do Fórum Trabalhista de São Paulo. Desde abril, ele cumpre pena em Tremembé, no interior de São Paulo.
O ex-juiz foi presidente do Tribunal Regional do Trabalho de São Paulo (TRT-SP) na época do desvio. Em maio de 2006, no julgamento criminal, foi condenado a 26 anos e 6 meses de prisão. No começo de 2007, ele conseguiu que a Justiça o autorizasse a cumprir a pena em prisão domiciliar, alegando depressão. Em março de 2013, o Tribunal Regional Federal  da 3ª Região (TRF3) cassou sua prisão domiciliar.
Em setembro do ano passado, a Justiça suíça autorizou a repatriação de US$ 7 milhões bloqueados desde 1999 em uma conta do ex-juiz em um banco do país. A decisão também condenou o ex-magistrado a indenizar o Brasil em US$ 2.153.628 por causa de transferências bancárias realizadas por ele, na década de 1990.
Nicolau dos Santos Neto, o ex-senador Luiz Estevão e os empresários José Eduardo Corrêa Teixeira Ferraz e Fábio Monteiro de Barros Filho, ex-sócios da construtora Incal, foram condenados em 2006 por corrupção, estelionato, peculato (desvio de dinheiro público), uso de documento falso e formação de quadrilha. O grupo agiu nos anos 1990 superfaturando as obras do TRT paulista. Em 1999, a CPI do Judiciário apontou que o desvio foi de cerca de R$ 170 milhões. Estevão teve o mandato cassado no Senado em 2000 por conta deste episódio.

sábado, 15 de junho de 2013

ORAÇÃO DO LULA - (Sensacional)

ORAÇÃO DO LULA! 
Fazei de mim o instrumento do golpe na Constituição... para garantir mais uma reeleição. 

Onde houver mutreta... que eu mostre a maleta; 
Onde houver gorjeta... que seja minha teta; 
Que eu tenha dor na munheca... de tanto encher a cueca; 
Em cada licitação... que alguém molhe a minha mão; 
E que no meu endereço, vença o meu preço; 
Onde houver crachá... que não falte o jabá; 
Onde houver ócio... que eu feche o negócio; 
Onde houver propina... que reservem o da vila campesina; 
Mas sem esquecer do MST, das ONGs e do PT; 
Onde houver colarinho branco... que dobre o lucro do banco; 
Onde houver esquema... cuidado com o telefonema;
E quando tocar o sino... chamem o Genoíno; 
Se mexerem no meu... que venha o Zé Dirceu; 
E, se a proposta for chula... lembrai do custo do Lula. 
Ó Mestre! Que eu tenha poder para corromper e ser corrompido; 
Porque é sonegando que se é promovido; 
É mentindo que se vai subindo; 
Pois enquanto o povo sofre com imposto e inflação, o índio passa o facão, o sem terra faz a invasão... a base aliada entra na negociação e a gente vai metendo a mão... 
E que a pizza seja feita pela vossa vontade enquanto a grana da publicidade levar o povo a aceitar nossa desonestidade como se fosse genialidade... 
AMÉM 

Extraído do facebook

sábado, 12 de janeiro de 2013

Hacker chantageia Lula em US$ 25 milhões para não divulgar na internet dados comprometedores



Luiz Inácio Lula da Silva é vítima de uma milionária chantagem cibernética. Um hacker está cobrando a bagatela de US$ 25 milhões, em troca da não divulgação pública de informações financeiras supostamente comprometedoras do ex-Presidente da República Sindicalista do Brazil. O escândalo está providencialmente abafado por aqui – como de costume. Mas pode vazar na imprensa internacional.

A ordem do chantagista é que os milhões de dólares para o “silêncio” fossem depositados em uma conta bancária na Chechênia – de onde opera uma das mais famosas máfias da Federação Russa. O bandido do mundo virtual fez sua ameaça em uma carta (com dados criptografados). Não se sabe por qual motivo específico, o material com a ameaça endereçada a Lula foi entregue no consulado do Brasil, no Chile.

O criminoso invasor de computadores garante ter em seu poder os códigos de segurança de duas caixas de segurança que Lula teria em dois bancos na França. O hacker também assegura ter outras informações pessoais e sigilosas sobre Lula, seus familiares, além de políticos e empresários parceiros em negócios. O certo é que a temporada de dossiês contra o governo e políticos está mais que escancarada no Brasil.

O pirata chantagista seria o mesmo que divulgou criminosamente, no Twitter, o número do CPF, telefone, empresas e propriedades supostamente em nome de Lula e de outros condenados no processo do Mensalão. Até a chantagem ainda não tornada pública, o hacker alegara que divulgava os dados como um protesto contra a Justiça brasileira, apostando que toda a onda de corrupção denunciada no governo Lula “acabaria em nada”. 

Em férias em Angra dos Reis, curtindo as mordomias na mansão do bilionário José Seripieri Júnior (controlador da Qualicorp, a maior gestora de planos de saúde do Brasil), Lula permanece providencialmente calado sobre todos os escândalos que afetam seu nome e reputação. Lula já sabe que é o alvo de um grande esquema ilegal de espionagem para acabar com sua carreira política. Só não consegue identificar, com precisão, quem é o mandante principal dos ataques que vem sofrendo desde que estourou a Operação Porto Seguro, da Polícia Federal.

Lula já não sabe como lidar com o desgaste de ser convocado, a qualquer momento, pelo Procurador-Geral da República, Roberto Gurgel, para “prestar esclarecimentos” sobre a atuação de sua apadrinhada Rosemary Nóvoa Noronha em grandes esquemas de corrupção e tráfico de influência. Gurgel já tem em seu poder documentos que comprometem Rose e confirmam sua relação de muita intimidade e ligações permanentes com Lula. São vídeos, fotografias e notas fiscais de gastos acima do padrão salarial de uma mera servidora pública que ocupava o cargo de confiança de Secretária da Presidência da República em São Paulo.

O começo de ano com final 13 (o número do PT) parece azarento para Lula – que não conta mais com foro privilegiado ou qualquer tipo de imunidade para se blindar em investigações ou processos de investigação abertos a pedido do Ministério Público Federal.


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net 
Por Jorge Serrão – serrao@alertatotal.net 

terça-feira, 10 de julho de 2012

Corrupção tira 40 bilhões de dólares de países em desenvolvimento todo ano, afirma ONU

Ban Ki-moon, Secretário-Geral da ONU (UN Photo/Mark Garten)“A corrupção prejudica a capacidade das nações de prosperar e crescer”, disse ontem (9) o Secretário-Geral da ONU, Ban Ki-moon, no encerramento de um painel de alto nível organizado pelo Conselho Econômico e Social das Nações Unidas (ECOSOC), em Nova York. Ele alertou que, no ano passado, a corrupção representou perdas de 30% para toda assistência ao desenvolvimento dos países.
O Diretor Executivo do Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC), Yury Fedotov, destacou que a prevenção e o combate a corrupção deve ser uma responsabilidade compartilhada entre todos os setores da sociedade.
“Em dados extremamente conservadores, o UNODC e o Banco Mundial estimam que cerca de R$ 40 bilhões são roubados de países em desenvolvimento a cada ano. O alto custo da corrupção é pago por cidadãos comuns que não podem obter serviços básicos devido ao desvio de fundos”, disse Fedotov.
“Isso se traduz em pontes, hospitais e escolas que nunca foram construídos, e em pessoas que vivem sem o benefício desses serviços”, afirmou Ban Ki-moon, que considera os países pobres como os mais afetados pela corrupção, dada a vulnerabilidade das instituições e do Estado de Direito. “Esta é uma falha de responsabilização e transparência. Não podemos deixar que persistam. Nem a paz e nem o desenvolvimento humano podem florescer em um ambiente de corrupção”.
O painel propôs a inclusão de metas de combate a corrupção em todos os programas de desenvolvimento nacional, além de instar os países a ratificarem e aderirem à Convenção das Nações Unidas contra a Corrupção, o primeiro instrumento global com poder vinculativo a obrigar os Estados a prevenir e criminalizar a corrupção. Ela também prevê a cooperação internacional, com assistência técnica e troca de informações, assim com exige a recuperação dos ativos roubados.
A Convenção, da qual o UNODC é guardião, obriga os Estados a prevenir e criminalizar a corrupção, promover a cooperação internacional, recuperar ativos roubados e melhorar a assistência técnica e troca de informações tanto no setor privado quanto no setor público. A Convenção foi ratificada por 160 Estados-Membros.
Mais de 500 delegados, incluindo ministros e chefes de grupos da sociedade civil, instituições internacionais e do setor privado, participaram do segmento de alto nível do ECOSOC, que concentrou as discussões no aumento da capacidade produtiva, fortalecimento da cooperação de desenvolvimento e criação de trabalho decente e sustentável.

terça-feira, 12 de junho de 2012

Propensão natural à corrupção...PT NUNCA MAIS!!!


A liderança do PT utilizou a gráfica da Câmara dos Deputados para a impressão de material partidário apesar de um ato normativo da Casa sobre o tema proibir expressamente seu uso para este fim. A permissão para burlar o ato foi concedida pelo presidente da Casa, o petista Marco Maia (RS), e suspensa após o Estado questionar a medida. Agora, a Câmara vai tentar aprovar um novo ato para legalizar a confecção de material de interesse dos partidos políticos pela gráfica.

O ato número 65 de 1997 disciplina como os parlamentares podem utilizar a gráfica. No parágrafo único do artigo 4.º a proibição é expressa: "É vedada a utilização da cota de impressão gráfica de que trata esse ato para a publicação de material de interesse de partidos políticos". Mesmo assim, o PT imprimiu durante duas semanas, de 15 a 25 de maio, seu informativo de liderança. Para isso, contou com uma autorização especial de Maia, segundo a assessoria da Casa. A justificativa para o uso da gráfica é uma suposta economia de recursos porque algumas lideranças utilizam impressoras dos gabinetes, também pagas pela Casa, para divulgar boletins. Não foi informado, porém, de quanto seria essa economia.

A autorização concedida ao PT permitia a impressão de até 2 mil exemplares por semana com até oito páginas. No dia 28 de maio, após o Estado fazer o primeiro questionamento, a medida foi suspensa. O PDT também obteve autorização semelhante, no dia 14 de maio, mas não chegou a imprimir nenhum boletim. A assessoria da Câmara afirma que a decisão de permitir a impressão de material partidário não contraria o ato da Mesa. Apesar disso, a Casa diz estar em estudo um novo ato justamente para regularizar a impressão de material das lideranças.( Do Estadão)

sexta-feira, 27 de abril de 2012

Superfaturamento de maquinários gerou desvio de R$ 44 milhões

Alexandre Aprá
Especial para o Congresso em Foco

O ex-governador do Mato Grosso Blairo Maggi é investigado em um inquérito civil aberto pelo Ministério Público Estadual (MPE) matogrossense, que apura a participação dele no desvio de R$ 44 milhões dos cofres públicos, por meio de um esquema que teria sido operado por ex-secretários e servidores para superfaturar a compra de maquinários pesados adquiridos com recursos do Banco Nacional de Desenvolvimento Social (BNDES), através do programa “Mato Grosso 100% equipado”.

O MP já moveu uma ação civil pública contra os ex-secretários de Administração e de Infraestrutura do Estado. Vilceu Marchetti e Geraldo De Vitto se tornaram réus, juntamente com dez empresa fornecedoras, depois que o juiz Luis Aparecido Bertolucci, titular da Vara Especializada em Ação Civil Pública e Ação Popular de Cuiabá, recebeu a ação. A denúncia foi feita pelo promotor Mauro Zaque de Jesus. Continue lendo no Congresso em Foco

terça-feira, 24 de abril de 2012

Ex-amigo de Palocci revela que Cachoeira usou angolano para doar R$ 1 milhão ao caixa 2 de Lula em 2002

Leia mais artigos no site Fique Alerta – www.fiquealerta.net
Por Jorge Serrão

A CPI do Cachoeira tem tudo para desaguar nos negócios ocultos do companheiro $talinácio em Angola. O bicheiro Carlos Augusto Ramos derramou R$ 1 milhão no caixa 2 da campanha presidencial de Luiz Inácio Lula da Silva, em 2002. A contrapartida seria o empenho de Lula em legalizar os bingos. A revelação é de Rogério Buratti – ex-assessor e amigo de Antônio Palocci Filho – o mesmo ex-ministro da Fazenda que foi o sucessor do falecido Celso Daniel na coordenação financeiro da primeira campanha presidencial vitoriosa de Lula. 

Buratti dedura que o intermediário da doação oculta foi o angolano Roberto Carlos Kurzweil. O empresário foi sócio de Artur José Valente de Oliveira Caio e José Paulo Teixeira Cruz Figueiredo, o Vadinho, dois bingueiros de nacionalidade angolana que foram investigados pela CPI dos Bingos por supostamente terem doado R$ 1 milhão à campanha de Lula em 2002. O retorno da história ao noticiário – feito pelo jornalista Cláudio Humberto – forçou Lula a deixar de lado seu tratamento pós-câncer e baixar hoje, de emergência, em Brasília, para reforçar sua blindagem na CPI do Cachoeira.

A tendência é que, mais uma vez, as denúncias dêem em nada. Como a doação milionária não apareceu na contabilidade da campanha de Lula, é como se ela não tivesse existido. Não há provas. Tudo fica no campo do denuncismo. Na CPI, Cachoeira não deve comprometer o PT. Seu advogado Marcio Thomaz Bastos – que opera em sintonia com Lula – não deixará que a petralhada seja queimada. Mas se um Rogério Buratti da vida aparecer para depor podem aparecer novas revelações sobre arrecadação de recursos clandestinos que se transformam em dinheiro para negócios legais da turma ligada a Lula e ao PT. Continue lendo no ALETA TOTAL

segunda-feira, 23 de abril de 2012

Em protesto, Anonymous invade site da PM paulista

São Paulo – O site da Polícia Militar de São Paulo foi alvo de uma invasão do grupo de hackers Anonymous, que publicou uma mensagem de protesto no site da PM.


A polícia paulista está no centro de uma polêmica desde que contratos de tecnologia da PM passaram a ser questionados pelo Ministério Público e por deputados de oposição ao governo do PSDB na Assembleia Legislativa de São Paulo.

De acordo com os denunciantes, houve direcionamento em licitações para a compra de softwares usados na gestão de dados da PM. UM grupo de deputados também questiona a aquisição de tablets 3G pela polícia que, na avaliação desses parlamentares, não funcionariam corretamente.

Em resposta, o governo paulista suspendeu temporariamente a compra de softwares. O governador do Estado, Geraldo Alckmin, defendeu o comando da PM, mas disse que todas as denúncias serão investigadas.

Agora, o grupo de ciberativismo dispara uma ação contra a polícia, publicando uma mensagem em sua página na web. No texto, o grupo não faz acusações diretas, mas apenas críticas genéricas contra a “opressão, corrupção e pobreza”.

Veja abaixo a íntegra da mensagem publicada pelo grupo na página da polícia. No mesmo link, há um vídeo do YouTube em que aparecem políticos já acusados de desvios éticos, como o ex-presidente José Sarney e o deputado federal Paulo Maluf.

“Olá Povo Brasileiro, permitam-me introduzir-me a vocês como Anônimo. E apenas como Anônimo, pois não sou mais do que uma ideia, uma ideia de um mundo livre, sem opressão e pobreza e que não é comandada pela voz tirânica de um pequeno grupo de pessoas no poder.

Um mundo onde o verdadeiro propósito e prioridade é viver em liberdade sem ser restringido por regimes corruptos e governado apenas pela sede de lucro e poder. Talvez você já tenha ouvido falar de mim.

Nós não desejamos ameaçar o jeito de viver de ninguém. Nós não desejamos ditar nada a ninguém. Nós não desejamos aterrorizar sua população. Anonymous já esta e sempre esteve entre ela. Anonymous é a voz de cada oprimido sem rosto dentro deste país, nós estamos em todos os lugares, vocês nos veem todos os dias, quando andam na rua observando vocês, observando os erros dos seus governantes e a corrupção crescer a cada dia.

Não toleramos corrupção!”

domingo, 15 de abril de 2012

Corrupção: crime contra a sociedade

     Jornal do Brasil
     Leonardo Boff

      Segundo a Transparência Internacional, o Brasil comparece como um dos países mais corruptos do mundo. Sobre 91 analisados, ocupa o 69% lugar. Aqui ela é histórica, foi naturalizada, valedizer, considerada com um dado natural, é atacada só posteriormente quando já ocorreu e tiver atingido  muitos milhões de reais e goza de ampla impunidade. Os dados são estarrecedores: segundo aFiesp (Federação das Indústrias de São Paulo) anualmente ela representa 84.5 bilhões de reais. Se esse montante fosse aplicado na saúde subiriam em 89% o número de leitos nos hospitais; se na educação, poder-se-iam abrir 16 milhões de novas vagas nas escolas; se na construção civil,  poder-se-iam construir 1,5 milhões de casas.

         Só estes dados denunciam a gravidade do crime contra a sociedade que a corrupção representa. Se vivessem na China muitos corruptos acabariam na forca por crime contra a economia popular. Todos os dias, mais e mais fatos são denunciados como agora com o contraventor Carlinhos Cachoeira que para garantir seus negócios infiltrou-se corrompendo gente do mundo político, policial e até governamental. Mas não adianta rir nem chorar. Importa compreender este perverso processo criminoso.

         Comecemos com a palavra corrupção. Ela tem origem na teologia. Antes de se falar em pecado original,  expressão que não consta na Bíblia mas foi criada por Santo Agostinho no ano 416 numa troca de cartas com São Jerônimo, a tradição cristã dizia que o ser humano vive numa situação de corrupção. Santo Agostinho explica a etimologia: corrupção é ter um coração (cor)  rompido (ruptus) e pervertido. Cita o Gênesis: “a tendência do coração é desviante desde a mais tenra  idade”(8,21). O filósofo Kant fazia a mesma constatação ao dizer:“somos um lenho torto do qual não se podem tirar tábuas retas”. Em outras palavras: há uma força em nós que nos incita ao desvio que é a corrupção. Ela não é fatal. Pode ser controlada e superada, senão segue suatendência.

         Como se explica a corrupção no Brasil? Identifico três razões básicas entre outras: a histórica, a política e a cultural.

         A histórica: somos herdeiros de uma perversa herança colonial e escravocrata que marcou nossos hábitos. A colonização e a escravatura são instituições objetivamente violentas e injustas. Então as pessoas para sobreviverem e guardarem a mínima liberdade eram levadas a corromper. Quer dizer: subornar, conseguir favores mediante trocas, peculato (favorecimentoilícito com dinheiro público) ou nepotismo. Essa prática deu  origem ao jeitinho brasileiro, uma forma de navegação dentro de uma sociedade desigual e injusta e à lei de Gerson que é tirar vantagem pessoal de tudo. Continue lendo no Jornal do Brasil

domingo, 8 de abril de 2012

Delegados teriam vendido 20 kg de cocaína

As denúncias relativas a crimes supostamente praticadas por delegados da Polícia Civil são extensas e, dentre elas, atribuem o delito de tráfico de drogas a esses policiais. De acordo com o documento, profissionais da Divisão Especializada em Investigação e Combate ao Crime Organizado (Deicor) da Polícia Civil teriam orquestrado a venda de parte de entorpecentes apreendidos durante operações. Os delegados Ronaldo Gomes, Márcio Delgado Varandas e Lenivaldo Pimentel, além de uma pessoa identificada apenas como Geovane teriam vendido parte da cocaína apreendida durante operação em Jenipabu – Região Metropolitana – durante o ano de 2008.

Na oportunidade foi anunciado que operação resultou na apreensão de 100 quilos de cocaína. Para o denunciante, o caso vai além. Segundo o documento, a Deicor deflagrou operações paralelas em que ocorreram mais apreensões. “Várias diligências foram deflagradas pelo Deicor, resultando numa quantidade bem maior do que o divulgado”, revela. O documento enumera o que supostamente ocorreu após a ação policial: 1) “as diligências posteriores resultaram numa apreensão de aproximadamente 20 kg, que foi vendida em Recife pela quantia de 3 milhões”; 2) “Quem vendeu a cocaína foi o APC Geovane, lotado no Deicor e pessoa de confiança do Dr. Ronaldo Gomes, ex-agente penitenciário, que devido a antiga profissão tinha contatos com algumas traficantes, tendo realizado a venda na cidade do Recife”; 3) “o dinheiro foi dividido em partes iguais entre Ronaldo, Lenivaldo e Marcio Varandas ( 2,5 milhões) tendo o APC Geovane ficado com 500 mil (usou recentemente 300 mil para comprar um apartamento)” Continue lendo no Blog da Soldado Glaucia

sexta-feira, 6 de abril de 2012

Delegados da PF e Oficiais da PM na 'teia' de Cachoeira

Os documentos da Operação Monte Carlo, divulgados na íntegra na madrugada desta segunda-feira pelo Jornal do Brasil e pelo site Lei dos Homens, revelam uma extensa teia de corrupção comandada pelo contraventor Carlinhos Cachoeira.

Segundo os relatórios da Polícia Federal e do Ministério Público, existem inúmeras casas de jogos que exploram máquinas caça-níqueis na região de Valparaíso de Goiás e Águas Lindas (GO). "As provas colhidas até o momento indicam que José Olímpio de Queiroga Neto, Lenine Araújo e Carlinhos Cachoeira continuam atuando na exploração das casas de jogos ilegais. No intuito de manter em funcionamento as casas, sem interferência estatal, os donos das casas e/ou sócios, continuam pagando propina a inúmeros policiais militares e civis de Goiás, que atuam na região. Há informações inclusive de pagamento de propina a policiais civis de Brasília-DF que atuariam sob as ordens da quadrilha, dando segurança aos jogos ilegais", diz o documento.

As investigações da Polícia Federal enumeram dezenas de pessoas investigadas por envolvimento com a quadrilha de Carlinhos Cachoeira, como André Pessanha de Aguiar (PM de Goiás); Andrea Aprígio de Souza Ramos (mulher de Carlinhos Cachoeira) e Anselmo Barbosa Câmara (funcionário da prefeitura de Valparaíso de Goiás que repassava informações sobre a repressão aos jogos ilegais e, em troca, recebia propina das mãos do PM conhecido como Miguel). Continue lendo no JORNAL DO BRASIL



quinta-feira, 5 de abril de 2012

Senador Demóstenes x Cachoeirinha: O alvo deles era Dilma...

Como qualquer empresa, as organizações criminosas têm seus planos de sobrevivência e expansão. O grupo do empresário Carlos Augusto de Almeida Ramos, o Carlinhos Cachoeira, inovou em muita coisa, mas não nesse aspecto. Cachoeira tinha negócios escusos e planos de novos empreendimentos em Goiás, Distrito Federal, Mato Grosso e Tocantins, onde contava com a ajuda de políticos e agentes públicos, de acordo com as investigações da Polícia Federal. Mas Cachoeira queria mais. Conversas telefônicas entre Cachoeira e o senador Demóstenes Torres (ex-DEM, agora sem partido), gravadas com autorização judicial e obtidas com exclusividade por ÉPOCA (ouça os áudios ao fim desta reportagem), mostram que os dois planejavam se aproximar de alguma forma do Palácio do Planalto. Numa das ligações captadas, Cachoeira orienta Demóstenes a aproveitar um convite para trocar o DEM pelo PMDB, com o propósito de se juntar à base de apoio do governo e se aproximar da presidente, Dilma Rousseff. “E fica bom demais se você for pro PMDB... Ela quer falar com você? A Dilma? A Dilma quer falar com você, não?”, pergunta Cachoeira. Demóstenes responde: “Por debaixo, mas se eu decidir ela fala. Ela quer sentar comigo se eu for mesmo. Não é pra enrolar”. Cachoeira se empolga: “Ah, então vai, uai, fala que vai, ela te chama lá”. Como se fosse um bom subordinado, Demóstenes acata a recomendação.

Quando esse diálogo ocorreu, no final de abril de 2011, Demóstenes estava em plena negociação com caciques do PMDB, como os senadores Renan Calheiros e José Sarney, para mudar de legenda. Um dos maiores opositores do governo – e carrasco de petistas acusados de corrupção – tencionava aderir ao governo do PT. Segundo dirigentes do PMDB, àquela altura a mudança de partido já tinha o aval do Palácio do Planalto. Tudo nos bastidores, porque em público Demóstenes continuava oposicionista. As gravações mostram agora que um dos objetivos da radical troca de lado era estar mais bem situado para ajudar o esquema de Cachoeira. Continue lendo na Revista Época

quinta-feira, 15 de março de 2012

Governador do DF Agnelo Queiroz, sob nova denúncia de corrupção

Fábio Fabrini, de O Estado de S. Paulo
BRASÍLIA - Uma força-tarefa formada por Polícia Civil, Receita Estadual e Ministério Público de Minas Gerais (MP-MG) vai pedir à Procuradoria-Geral da República (PGR) que investigue se o governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz (PT), recebeu dinheiro de um grupo farmacêutico acusado de sonegação fiscal, lavagem de dinheiro, formação de cartel e falsificação de medicamentos.
Segundo porta-voz de Agnelo, ‘não há envolvimento do governador com as empresas’ - Beto Barata/AE - 07/20/2011
Beto Barata/AE - 07/20/2011
Segundo porta-voz de Agnelo, ‘não há envolvimento do governador com as empresas’
Desencadeada pelos três órgãos no ano passado, a Operação Panaceia apreendeu uma agenda com registros de contabilidade da diretoria do laboratório Hipolabor. Os dados apontam supostos pagamentos ao petista em 2010, ano em que deixou a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para concorrer ao Palácio do Buriti.
O material, ao qual o Estado teve acesso, foi recolhido em abril, em buscas autorizadas pela Justiça em escritórios e nas casas de proprietários do grupo, que controla também o laboratório Sanval e a distribuidora Rhamis. A página referente a 24 de maio de 2010 traz a anotação “Agnelo”, ao lado de “50.000”. No dia 30, há outra anotação, aparentemente abreviada: “Agnelo: 50.”.
A PGR já analisa um vídeo no qual Daniel Almeida Tavares, lobista de outra indústria farmacêutica, a União Química, acusa o governador de receber propina, quando diretor da Anvisa, para liberar licenças para a empresa. Segundo o denunciante, o suborno de R$ 50 mil teria sido pago em 2008 - desse valor, R$ 5 mil teriam sido depositados diretamente na conta do petista. Agnelo admite o depósito, mas nega irregularidades. Diz que a quantia foi a devolução de um empréstimo feito a Tavares.
Evidência. A agenda apreendida na Panaceia, que contou com a colaboração de agentes da própria Anvisa e do Ministério da Justiça, seria a primeira evidência documental já apresentada do suposto esquema de propina na agência. No vídeo, Daniel diz que o pagamento era para a liberação do Certificado de Boas Práticas de Fabricação (CBPF), documento exigido para o registro de medicamentos e sua consequente comercialização. Sem ele, também não é possível participar de licitações e vender produtos para o Ministério da Saúde, Estados e municípios.
Em seu mandato na Anvisa, de 24 de outubro de 2007 a 1.º de abril de 2010, Agnelo assinou ao menos oito resoluções que beneficiaram as três empresas do grupo. Pela caneta do petista, elas receberam certificados de boas práticas.

terça-feira, 6 de março de 2012

Entenda as acusações do procurador contra cada réu do mensalão


Entre os crimes pelos quais são acusados estão corrupção ativa, lavagem de dinheiro, formação de quadrilha e gestão fraudulenta

José Genoino foi acusado de formação de quadrilha e corrupção ativa


Veja abaixo a lista dos 40 réus na ação penal do mensalão - dos quais 36 foram acusados - e os crimes em que o Ministério Público quer condenar cada um dos envolvidos, com base nas alegações da Procuradoria-Geral da República. 

As penas, contudo, podem ser maiores do que as apresentadas abaixo, uma vez que o Procurador-Geral da República, Roberto Gurgel, alegou que alguns dos réus incorreram mais de uma vez no mesmo delito:

Anderson Adauto (ex-ministro dos Transportes) – Corrupção ativa (dois a 12 anos de reclusão e multa) e lavagem de dinheiro (três a dez anos de reclusão e multa).

Anita Leocádia (ex-assessora do deputado Paulo Rocha) – Lavagem de dinheiro (três a dez anos de reclusão e multa).

Antônio Lamas (irmão de Jacinto Lamas) – A PGR pede sua absolvição por falta de provas.

Ayanna Tenório (ex-vice presidente do Banco Rural) – Responde pelo crime de gestão fraudulenta de instituição financeira (pena varia de três a 12 anos de reclusão e multa), lavagem de dinheiro (três a dez anos de reclusão e multa) e formação de quadrilha (um a três anos).

Breno Fischberg (ex-sócio da corretora Bônus-Banval) – A PGR quer sua condenação pelos crimes de formação de quadrilha (pena de um a três anos), lavagem de dinheiro (três a dez anos de reclusão e multa).

Carlos Alberto Quaglia (operador de câmbio) – A PGR quer sua condenação por formação de quadrilha (pena de um a três anos de reclusão). Ele também responde por incorrer sete vezes em crimes de lavagem de dinheiro (três a dez anos de reclusão e multa).

Carlos Alberto Rodrigues Pinto (bispo Rodrigues, ex-deputado) – Responde pelo crime de corrupção passiva (pena de dois a 12 anos e multa) e por lavagem de dinheiro (três a dez anos de reclusão e multa).

Cristiano Paz (ex-sócio de Marcos Valério) – A PGR quer sua condenação por dois crimes de corrupção ativa (dois a 12 anos de reclusão e multa), formação de quadrilha (um a três anos), evasão de divisa (dois a seis anos de reclusão), peculato (dois a 12 anos e multa) e lavagem de dinheiro (três a 10 anos e multa). Continue lendo no Blog THE TRUE HUNTERS BRAZIL:>>>

domingo, 5 de fevereiro de 2012

"Polícia Federal, uma das mais corruptas do mundo"(!?!?)...será?

Polícia federal Brasileira, uma das mais corruptas do mundo. 

Polícia federal Brasileira recebe mensalão do governo dos estados Unidos
Polícia federal Brasileira, uma das mais corruptas do mundo. 

Polícia federal Brasileira recebe mensalão do governo dos estados Unidos. 

Carlos Costa, que chefiou o FBI no Brasil por quatro anos, fala sobre como os Estados Unidos compraram a Polícia Federal e como a ABIN se prostitui. 
Uma das contas bancárias secretas utilizadas para receber o mensalão é a de número 284002-2, na agência 3476-2 do Banco do Brasil, em Brasília. 

O valor do mensalão depende do cargo que o policial ocupa (delegado, etc.), mas em média gira em torno de 800 dólares mês por cabeça.