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sexta-feira, 15 de março de 2013

FETO INSTITUCIONAL



         O Brasil é um feto institucional. Vire e mexe vemos alguns órgãos que não manutenidos pelo Estado, anunciarem investimentos, novos equipamentos, aumento do efetivo, melhoria dos serviços, economia nos gastos, etc, etc e etc. Na maioria das vezes vemos uma grande falácia seja dos políticos, sempre aproveitando a onda como plataforma e degrau político, seja pelos seu gestores atrelados, subordinados a mesma classe política, portanto reféns ou cúmplices, dependendo da situação.

         Esses sonhos de ver ou sentir a cidadania, ou ver o nascimento da "criança", é sufocado pela corrupção, o câncer social; pela ganância, pela mentira daqueles que gastam milhões em propaganda, para anestesiar a massa. Por isso vemos pontes e estradas inacabadas, escolas sem professor, falta de efetivo, e os demais serviços essenciais; gradativamente serem terceirizados, substituindo a obrigação do Estado em manter esses serviços, que a partir daí, são oferecidos pela rede particular. Daí a lógica se transforma em capitalista, ou seja, quem tem capital tem o serviço, quem não tem...que morra nas filas esperando, ou procure os políticos para quem sabe ter algum tipo de vantagem ou privilégio nas filas...

         Esse sistema está com os dias contatos, pois o homem já provou que não tem condições se geri-lo. A não ser como está, com mentiras, defasado, sempre à reboque da história, sempre atrasado. Superpopulação, escassez de recursos naturais e tem gente que acredita no Francisco como solução, quando só Jesus tem a salvação!

          Não espere do candidato, da política nem do Estado, a revolução é interior. Todo projeto já nasce morto na criação, pela corrupção. Quando votamos, ninamos esse feto institucional...

terça-feira, 6 de março de 2012

Militares têm versão de que José Dirceu insuflou ministras a atacarem militares para retaliar Dilma

Nos bastidores da inteligência militar, surge uma versão para a manobra desastrada do governo que resultou na mais grave crise militar desde 1985, quando o General João Batista de Figueiredo deixou o Palácio do Planalto pela garagem. Um movimento de bastidores promovido pelo ex-ministro José Dirceu, em retaliação à Presidenta Dilma Rousseff, teria motivado as declarações de duas ministras pela revogação da lei de anistia e em favor da ação revanchista da Comissão da Verdade.

Na versão que circula no serviço reservado das Forças Armadas, José Dirceu teria procurado Dilma para lhe pedir que fizesse uma pressão sobre os ministros do Supremo Tribunal Federal, para livrá-lo de uma quase certa condenação no julgamento do Mensalão. Dilma teria lhe respondido que não cabia a ela e nem teria a menor condição política de atender a tal pedido descabido. Contrariado, Dirceu teria bolado uma maneira de dar um troco político à companheira, desgastando-a.

Na versão do serviço reservado de uma das forças – que é comentada, nos bastidores empresariais, por donos de uma grande rede de comunicação que não têm interesse (ainda) em divulgá-la -, Dirceu teria insuflado as ministras Maria do Rosário (Direitos Humanos) e Eleonora Menicucci (Secretaria da Mulher) a criticarem os militares. O problema é que, se realmente foi planejada, tal manobra saiu do controle. As bobagens ditas pelas ministras geraram o Manifesto Interclubes Militares, divulgado dia 16 de fevereiro. O governo cometeu a bobagem de mandar censurá-lo, escalando o General Enzo Peri, comandante do EB, para negociar a retirada do texto do site do Clube Militar.

Em resposta, Generais na Reserva reagiram com o “Alerta à Nação”. O ministro da Defesa, Celso Amorim, se sentiu atingido em sua autoridade e prometeu punir quem assinou o texto. Para aumentar a temperatura do inferno institucional, em reportagem de Miriam Leitão na Globo News e no jornal O Globo, o General de Divisão na reserva, Luiz Eduardo da Rocha Paiva, cometeu a ironia de recomendar que Dilma Rousseff também seja convocada pela Comissão da Verdade para explicar sua participação no plano terrorista que assassinou, barbaramente, com a explosão de uma bomba, o soldado Mário Kozel Filho, no Quartel do Ibirapuera, em 26 de junho de 1968.

Se tal versão militar for mesmo verdadeira, a autofagia petista deve doer bem mais que a queda de uma barra de metal no pé (como ocorreu ontem com Dilma, na Alemanha). Uma pista de que a retaliação de Dirceu tem tudo para realmente ter ocorrido foi a súbita demissão do ministro Luiz Sérgio. Ligadíssimo a Dirceu, ele foi tirado do ministério da Pesca para a entrada do senador Marcelo Crivella. A versão oficial de que a troca era para acomodar o PRB no governo começa a perder sustentação. 

Lista crescendo...

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

EUA: nova manifestação "anti-Wall Street" em Nova York


NOVA YORK — Milhares de manifestantes "anti-Wall Street" marcharam nesta quarta-feira em Nova York pela primeira vez apoiados por sindicatos, o que ampliou o protesto contra o corporativismo e a cobiça do mundo das finanças nos Estados Unidos, que já ocorre há mais de duas semanas.
Mais de 5.000 pessoas segundo fontes policiais, e até 12.000 segundo os sindicatos, reuniram-se em Foley Square, no sul de Manhattan e em meio aos edifícios governamentais de Nova York, onde realizaram um ato político antes de iniciar o protesto.
A manifestação, que obrigou a mobilização de um importante dispositivo policial, terminou com uma verdadeira festa em Liberty Plaza, perto da Bolsa de Nova York e onde os "anti-Wall Street" instalaram seu acampamento em 17 de setembro.
"Somos os indignados de Nova York, os indignados dos Estados Unidos, os indignados do mundo", disse um dos oradores, Héctor Figueroa, secretário do sindicato de funcionários do setor de serviços, ao resumir o sentimento dos manifestantes.
Com efeito, o protesto, que se encaminha para completar três semanas no próximo sábado, parece com a revolta dos "indignados" na Espanha e está se ampliando para outras cidades dos Estados Unidos, como Boston, Chicago e Los Angeles.
Nesta quarta-feira, a multidão tocava tambores e levantava cartazes como "salvem nossa República", "Igualdade, democracia, revolução" nas ruas estreitas dos arredores de Wall Street, centro simbólico do mundo corporativo dos Estados Unidos.
Com canções como "assim é a democracia" e "somos 99%", a difusa coalizão de manifestantes recebeu o apoio de grandes sindicatos como o AFL-CIO, United Auto Workers (UAW), Transit Workers Union ou PSC-CUNY United, que representa mais de 20.000 professores e empregados da Universidade da Cidade de Nova York.
"Mais manifestantes, mais poder, mais publicidade", disse Kelly Wells, 26 anos, que disse ter viajado de Oregon (noroeste) para se somar à marcha pacífica.
O presidente do sindicato dos professores, Michael Mulgrew, expressou seu apoio e orgulho pelos que protestavam.
"Foram capazes de gerar um debate nacional que precisava ter sido instalado há anos", disse, na parte de trás de uma camionete improvisada como palco.
O presidente do Sindicato dos Transportes "Amalgamated Transit Union", Larry Hanley, afirmou que o protesto em Wall Street "manifesta os diversos problemas que as pessoas que trabalham nos Estados Unidos têm enfrentado".
Ao apoio sindical somou-se nesta quarta-feira o apoio político, já que o presidente do grupo democrata na Câmara dos Representantes do Congresso americano, John Larson, "saudou" os manifestantes que "tentam dar voz aos americanos que lutam diariamente".
A nova manifestação ocorreu quatro dias depois da prisão de 700 manifestantes no sábado pelo bloqueio durante algumas horas da tradicional ponte do Brooklyn, também no sul de Manhattan.
Desde então, o protesto parece ganhar força e se organizar.
A convocação para "ocupar Wall Street" foi lançada pela organização anticonsumo Adbusters e outros grupos de esquerda pela internet e atraiu movimentos anarquistas, ecologistas, socialistas, ONGs de defesa dos direitos humanos, assim como veteranos de guerra, professores universitários e estudantes.
As razões para o protesto são diversas: a rejeição à continuidade das práticas corporativistas em Wall Street, os cortes no orçamento federal americano em áreas como educação, a brutalidade policial, o aquecimento global, etc.
De Mariano Andrade (AFP)

terça-feira, 30 de agosto de 2011

PEC 300, crise, corrupção e as milícias

           Me ajudem a responder: se o Brasil é tão forte, com a economia "inabalável, inatingível", então porquê houve cortes tão drásticos no orçamento? Por quê os juros são os mais altos do mundo? Por quê o governo tenta impedir aprovação de projetos de grande alcance social, na saúde a Emenda 29 e na segurança a PEC 300, que trata da criação do piso nacional dos policiais e bombeiros?

           Vocês viram o Pinóquio por aí?

           O Brasil vive uma crise interna, justamente por não conseguir mais esconder tanta corrupção? Não seria esse o verdadeiro momento de falência institucional? Não há como desviar recurso e fazer investimentos...isso é fato!

           "Ou deixar a pátria viva, ou morrer pelo Brasil", (ou deixar a pátria pobre ou morrer pelo covil). Qual a sociedade que queremos, cidadãos ou feras? 

            Pensem nisso...não há crescimento da nação com tanta corrupção. Esse país tem dinheiro...só não tem cadeia suficiente para tantos corruptos por metro quadrado.
        
             Policial honesto luta pela PEC 300, policial corrupto monta empresa de pistolagem ou milícia. Qual o modelo o Brasil quer?

Charge: blog brasillivreedemocrata

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

SC: Comandante da PM ofende delegados e promotores!

SANTA CATARINA - O jornalista Rafael Martini, da coluna Visor do Diário Catarinense, teve acesso a um áudio com a suposta voz do tenente-coronel Rogério Khumlen, comandante do 14º Batalhão da PM, em Jaraguá do Sul, no Norte de Santa Catarina.

Segundo a apuração de Martini, a gravação feita por um celular registra um homem, que seria Khumlen, afirmando ser impossível o relacionamento entre a PM e a Polícia Civil. Ofende os delegados e promotores de Justiça da Comarca com termos impublicáveis e afirma ter rasgado um ofício que um delegado encaminhou a ele.

ÁUDIO: “Falei o que tinha para falar”, diz comandante da PM que ofendeu delegados

O homem da gravação também garante que tem “as costas quentes” asseguradas pelo comando geral da PM e até por um senador catarinense.

As declarações teriam sido captadas durante reuniões na sede do Batalhão. Khumlen não foi localizado e a assessoria de Comunicação da PM disse que iria apurar eventuais “exageros”.

Para os delegados, a declaração apenas mostra a verdadeira “face da PM”. A gravação surgiu um dia depois que a Associação dos Oficiais publicou no DC uma carta em que critica a postura da Polícia Civil.

O tenente-coronel Rogério Khumlen, comandante do 14º Batalhão da Polícia Militar em Jaraguá do Sul e com 30 anos de corporação, comentou na manhã desta terça-feira a gravação onde supostamente aparece a sua voz ofendendo delegados e promotores da cidade. Rogério afirmou que ainda desconhecida a gravação, mas confirmou as declarações ao ser informado do conteúdo pela reportagem.

— Até hoje, desconhecia essa gravação. Mas se realmente for eu, falei o que tinha para falar — afirmou nesta manhã.

O caso foi divulgado pelo jornalista Rafael Martini, da coluna Visor do Diário Catarinense. O áudio teria sido gravado por meio de celular durante uma reunião na sede do Batalhão. Em tom nervoso, o comandante critica ações de delegados de Polícia Civil, juízes e promotores da cidade. E se recusa a seguir algumas determinações.

— E aquele documetozinho que o delegado mandou para mim, dizendo que eu tenho cinco dias para responder… Primeiro, não tenho nem obrigação de responder… Quer mais informações? Vai investigar. Quer uma cópia da ocorrência? Está aí. Sabe o que eles fazem? Pegam as informações da PM mastigadinhas para iniciar a investigação. Depois, vão na imprensa dizer que o trabalho é deles — disse numa parte da gravação.

Segundo Rogério, pela conteúdo, e se realmente for a sua voz, a indignação registrada no áudio teria ocorrido no início do ano, dias após uma reunião com delegados, juízes e promotores. No encontro, eles teriam determinado modificações nos trabalhos da PM em Jaraguá do Sul. Pediram modificações na forma de atender ocorrências e registrar as informações.

— Eu não admito que me deem ordens. Não sou subordinado à Polícia Civil. Não faço o que o delegado quer. Querem que eu faça o serviço deles. Pegaram o costume de mandar na Polícia Militar. Por isso, nem respondi os documentos enviados pedindo mudanças nos procedimentos. Tenho muitos amigos na Polícia Civil, mas isso é coisa de uma turma nova. Não admito isso (as determinações). Mas deixo bem claro que essa é minha postura, e não a postura de toda a corporação da Polícia Militar — desabafou na entrevista desta manhã.

Na gravação, o tenente-coronel afirma que recebeu o apoio do comando-geral da Polícia Militar sobre a postura adotada. Também citou uma conversa com o Senador Paulo Bauer.

— O comandante-geral me apoiou na minha postura. E o Bauer é meu amigo há anos. Trabalhamos juntos. Ele ficou sabendo do problema e me ligou. Mas em nenhum momento interferiu no assunto ou coisa do tipo — explicou.

Sobre a gravação e a divulgação do conteúdo do áudio, o comandante do 14º Batalhão afirmou que, se realmente aconteceu, ocorreu de forma ilegal e, provavelmente, por alguém descontente dentro do batalhão.

— Eu troco essas informações (como as registradas no áudio) com a tropa para mostrar justamente que delegados não iriam protegê-los. E, como a gente dorme com o inimigo, alguém deve ter gravado. Em vez de lavar a roupa suja em casa, preferiu divulgar. Se ele quis se abraçar com os delegados, fazer o quê? — finalizou.

Para se referir aos delegados e promotores no áudio, Rogério teria usado expressões de baixo calão.

— Se eu disse, deve ter sido um erro do momento. Mas responderei pelos meus atos sem problemas.


DIÁRIO CATARINENSE
DELEGADOS.com.br
Revista da Defesa Social
Portal Nacional dos Delegados