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quarta-feira, 12 de novembro de 2014

Jetinho brasileiro: Governo Federal gasta mais do que pode e tenta mudar meta de gastos públicos


Governo quer usar PAC e desonerações tributárias para favorecer resultado primário
Governo tenta aprovar projeto de lei que permite driblar (de novo) meta fiscal

Proposta encaminhada ao Congresso acaba com limite de R$ 67 bi para o abatimento de desonerações tributárias e investimentos do PAC

O governo vai ganhar flexibilidade para administrar a meta de superávit primário das contas do setor público, caso seja aprovado o projeto de lei enviado nesta terça-feira ao Congresso Nacional. A proposta altera, em última hora, as regras da política fiscal brasileira em 2014 acabando com o limite fixo de 67 bilhões de reais para o abatimento das desonerações tributárias e os investimentos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Ou seja, o governo ganha liberdade para abater da meta todo o volume de investimentos do PAC e de desonerações que forem feitos até o final do ano.
Até setembro, as desonerações e os gastos com o PAC já somam 122,9 bilhões de reais. Esse valor deve aumentar substancialmente até dezembro, o que pode garantir margem para o governo reverter até mesmo um resultado desfavorável nas contas públicas. Até setembro, as contas do setor público acumulam um déficit de 15,3 bilhões de reais. Continue lendo Veja

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Dívida púbica federal bate recorde e atinge R$ 2 trilhões em outubro

A dívida pública federal subiu 1,69% em outubro ante setembro, para R$ 2,023 trilhões, o maior da série histórica, informou o Tesouro Nacional nesta segunda-feira (25).

No mesmo período, a dívida pública interna cresceu 1,91%, atingindo R$ 1,934 trilhão, devido a emissões líquidas de títulos públicos federais no valor de R$ 18,62 bilhões e apropriação de juros de R$ 17,53 bilhões. Do total das emissões feitas no mês passado, o Tesouro emitiu R$ 2,350 bilhões para a Conta de Desenvolvimento Energético (CDE).
Em relação à composição da dívida, os títulos prefixados atingiram 40,74% do total, ante 40,36% em setembro. Os papéis corrigidos pela inflação somaram 35,04% do total, ante 35,10% no mês anterior. Já os títulos atrelados aos juros básicos ficaram em 19,95% do total, menor que os 20,04% no mês anterior.

Entre os detentores dos papéis, a participação dos investidores estrangeiros caiu em outubro para 16,91%, frente 17,22% em setembro.

Em outubro, o estoque da dívida externa ficou em R$ 88,85 bilhões. No mês passado, o governo realizou a primeira emissão soberana externa desde maio, captando R$ 3,2 bilhões com o Global 2015, operação que pagou o maior spread em quatro anos em títulos soberanos.


Comento: Essa bolha da dívida pública por enquanto só está enchendo...deve estourar mesmo é depois das Olimpíadas 2016...enquanto isso as hienas ainda estão rindo...