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terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Marlboro M - lançamento de cigarro de maconha

malboro de maconhaA Phillip Morris, o maior produtor de cigarros do mundo, responsável pela marca Marlboro, anunciou hoje que vai aderir ao movimento de legalização da maconha e começar a produzir cigarros com a planta.
Comercializados sob a marca “Marlboro M”, os cigarros serão inicialmente disponibilizados para venda através de lojas licenciadas nos Estados Unidos, Uruguai e Holanda.
O inicio da comercialização no Brasil deve acontecer ainda em 2014 nas vésperas da copa do mundo. Falta apenas a autorização para comercialização, visto que como produto importado, não seria barrado independentemente da composição química.
Ivone Uman, Vice-Presidente de Marketing da empresa disse em uma entrevista que “a ideia do marketing era lançar o cigarro cannabis daqui a alguns anos, mas com a legalização nos estados do Colorado e Washington aceleramos o desenvolvimento deste novo produto”.
Uman acrescentou que eles começaram a entrar em contato com ex-chefes do tráfico no México e Paraguai, atualmente os maiores produtores de maconha do mundo, para a possibilidade de criação de um anel de distribuição em todo o Norte e continentes da América do Sul, para simplificar as linhas de abastecimento.
Uma vez que apenas os produtos do tabaco são atualmente proibidos em anúncios e promoções nos Estados Unidos, a Phillip Morris reservou um enorme orçamento de publicidade 150.000.000 de dólares apenas para promover o novo “Marlboro M” e agora estão negociando com grandes redes, para iniciar a distribuição do produto ao consumidor em fevereiro deste ano.
Ivone também revelou que ações de marketing em intervalos da NBA e da NFL já estão em desenvolvimento.
Não será nenhuma surpresa se virmos anúncios do Malrboro M durante os intervalos da Copa do Mundo de 2014.
As ações Phillip Morris na bolsa de valores de NY bateram recordes históricos nas últimas semanas subindo de 83 para 998,00 dólares por ação.

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Agentes da lei se unem para defender legalização do comércio e do uso de drogas no país


Legalizar a produção, o comércio e o consumo das drogas no país. Esse é o objetivo da filial brasileira da Leap ("Agentes da Lei Contra a Proibição", em português), que reúne juízes, policiais civis, militares, entre outros profissionais de segurança pública. Na visão do grupo, a atual política de combate às drogas "viola a liberdade individual", segundo a presidente da Leap Brasil, Maria Lúcia Karam, e se mostra incapaz de proporcionar "a regulação e o controle" da venda e uso de entorpecentes.
Karam, juíza que atuou na área criminal durante oito anos, afirma ter sido sempre favorável à "inconstitucionalidade das leis que criminalizam a posse de drogas para uso pessoal", pois elas se referem, na versão de Karam, a uma "conduta privada que não atinge concretamente os direitos de terceiros". Na tentativa de promover o debate, juntou-se a homens como o delegado da Polícia Civil do Rio Orlando Zaccone e o ex-chefe do Estado Maior da PM coronel Jorge da Silva. Continue lendo noticias UOL

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Maconha - Uruguai pretende estatizar a produção. (Daí só farão marchas contra o excesso de impostos...)

O governo do presidente do Uruguai, José Pepe Mujica, encaminhou ontem (9) ao Congresso um projeto de lei para que o Estado passe a controlar e regulamentar a importação, produção, compra, comercialização e distribuição de maconha. O secretário adjunto da Presidência da República do Uruguai, Diego Cánepa, disse que o objetivo é reduzir o tráfico de drogas no país e controlar o consumo da erva.




Pela proposta, ficam mantidos os termos de um decreto de 1974, que proíbe a venda de maconha sem a interferência do governo. O novo texto estabelece que o Estado controla a importação, produção, compra, comercialização e distribuição da substância. Segundo o secretário, a expressão importação é aplicada apenas para as sementes da erva.

Integrantes do governo Mujica acreditam que, com o Estado no controle da produção e do comércio da maconha, não somente haverá a redução do tráfico como também deve diminuir a dependência do álcool, tabaco e drogas em geral. "Não há dúvida de que o álcool e o tabaco são prejudiciais. Porém, não são proibidos, o que se faz são campanhas de conscientização para tentar reduzir os danos”, disse Cánepa.



O secretário disse que a proposta não é defender a maconha, mas estabelecer uma nova política pública de combate ao tráfico e controle do uso da erva. "Ninguém está dizendo que a maconha é boa”, disse ele. "Acho que a decisão do presidente de ter a audácia ao dar esse passo permitirá ao governo promover um amplo debate.” Mais detalhes da proposta estão na página da Presidência da República do Uruguai.

O texto enviado ao Parlamento reúne análises de vários órgãos do governo e especialistas uruguaios e estrangeiros. O ex-presidente brasileiro Fernando Henrique Cardoso é citado como um dos defensores da proposta apresentada pela Comissão Mundial sobre Políticas de Drogas. Também são mencionados o ex-secretário-geral da Organização das Nações Unidas Kofi Annan e o escritores Mario Vargas Llosa e Carlos Fuentes.

A comissão observa a necessidade de se rever a política sobre drogas. "A pior coisa é cair em uma discussão com slogans, preconceitos, sem um debate claro e verdadeiro”, disse Cánepa. "Há problemas com o abuso de álcool e alcoolismo em si, mas ninguém em sã consciência pensaria em proibir álcool. Vimos o que aconteceu com a proibição nos Estados Unidos, que foi uma grande derrota das políticas proibicionistas ", disse o secretário.

Agência Brasil