Seguidores

Mostrando postagens com marcador ditadura militar. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador ditadura militar. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Ao menos 7.500 militares foram alvos da ditadura

Trabalhos da Comissão da Verdade devem ser prorrogados até novembro de 2014

-Brasília- A Comissão Nacional da Verdade constatou que os militares foram a categoria social mais atingida pelo golpe de 1964. Dados da comissão apontam que pelo menos 7.500 militares das Forças Armadas foram alvos de ações da ditadura, como perseguição, prisão, tortura, morte e perda do emprego. Esses números foram anunciados numa audiência pública na tarde de on~ tem na Subcomissão da Memória, Verdade e Justiça do Senado. Três integrantes da comissão participaram do debate, acompanhados de vários assessores do grupo.

A comissão criou o Grupo de Trabalho Repressão aos Militares, que analisa e investiga a repressão sofrida por integrantes das três forças por suas posições político-ideológicas. O pesquisador e professor Paulo Ribeiro da Cunha, que atua nesse grupo da Comissão da Verdade, explicou que a grande maioria se opôs ao golpe de 64.

— Os militares formam, sem dúvida, a categoria mais atingida pelo golpe. A grande cassação desse pessoal se deu em 64. Eram perseguidos, tinham telefones grampeados, presos — disse Cunha.

APOIO POLÍTICO PERSEGUIDO

Cunha explicou que esses militares eram vítimas de perseguição por motivações como apoiar a candidatura de Leonel Bri-zola (PDT) para o governo do Rio ou até mesmo de alguém que adquiriu um livro do sociólogo e brizolista Darcy Ribeiro.

O novo coordenador da Comissão da Verdade, Pedro Dal-lari, defendeu na audiência a ampliação do prazo de trabalho do grupo, que termina em maio de 2014. Ele disse que a
presidente Dilma Rousseff concordou com a ampliação até novembro do ano que vem,

A presidente deverá enviar projeto ao Congresso Nacional prevendo essa ampliação.

O novo coordenador disse ainda que também será recomendado que as Forças Armadas e as polícias introduzam ensinamento sobre direitos humanos nas suas formações.

apoio financeiro ao miPE

Em São Paulo, o ex-governador Paulo Egydio Martins (19751979) detalhou ontem o que foi, " segundo ele, um amplo apoio financeiro de empresários e sociedade civil de São Paulo à derrubada do presidente João Goulart pelo golpe militar de 1964. Em depoimento à Comissão Municipal da Verdade, na Câmara Municipal da cidade, Egydio classificou ainda as mortes do jornalista Vladimir Herzog, em outubro de 1975, e do sindicalista Manuel Fiel Filho, meses depois, como "parte de um plano para tirar o general Ernesto Geisel do poder” elaborado pelos que queriam "um regime mais forte e violento”

O único nome citado peio ex-governador como parte desse plano foi o de Sylvio Frota, ministro do Exército de Geisel (exonerado em 1977). Aos 85 anos, Egydio disse que "todos contribuíram com dinheiro e equipamentos para o II Exército, que estava no chão e era uma piada" para derrubar Jan-go. Ele contou fazer parte, ao lado de outros empresários, de um "processo conspiratório" Segundo o ex-governador, a cada discurso que o Jango fazia, "nossa tensão e o medo de que o Brasil virasse um "Cu-bão" (em referência à tomada do poder pelos comunistas em Cuba) aumentava, "aumentando também as contribuições"

— Ninguém no Exército ia pedir, pessoas é que procuravam a quem doar — disse Egy-dio, lembrando que doações eram feitas via pessoas físicas e não entidades, diretamente a coronéis do II Exército. 
Autor(es): Evandro Éboli
O Globo - 27/11/2013






sexta-feira, 21 de junho de 2013

Paradoxo entre direita e esquerda: o melhor é o povo seguir em frente!

         
       Em 1964 o Brasil viveu a contra - revolução lutando contra a onda comunista que rondava a América do Sul. O país viveu vinte um anos de ditadura militar, até que o povo foi às ruas lutando por eleições no que ficou conhecido como Diretas Já. Vem o período (dito) democrático, com a promulgação de uma nova constituição e a ascensão da então esquerda ao poder em 2002, através do candidato que representava na época, os trabalhadores chegando ao poder.

       Nesses quase onze anos de poder, o país viveu vários escândalos de corrupção, ao mesmo tempo em que absolveu a maioria dos acusados e aqueles que foram condenados ainda continuam impunes. Como se não bastasse, as reformas de base tão propaladas pelo governo (tido como) progressista, não aconteceram e demandas e reformas na saúde, segurança, educação, tributária, política, transportes dentre outros sequer saíram do papel. Com a receita "mágica" de distribuição de bolsas, sob o pretexto de redistribuir renda aos miseráveis, o "Partido dos Trabalhadores" fomentou o parasitismo, ao invés de criar uma política econômica que pudesse fortalecer as regiões com menor potencial, levando empresas, fábricas etc.

       Diante da ressaca moral, da enorme decepção com a expectativa criada em torno dos "trabalhadores" no poder, que antes de conquistá-lo ostentavam a bandeira da ética; o povo começou a protestar à princípio nas urnas, com votações nulas ou embranco, que chegaram a trinta por cento do todo. Por conta desse desgosto, alguns segmentos pedem a volta dos militares ao poder.

       Militares no poder? Como assim? Que paradoxo é esse? Se há quase trinta anos o povo lutou para tirá-los, querendo o voto direto? Os próprios militares reclamam do militarismo, da forma arrogante como as coisas são colocadas, a rigidez, disciplina, organização, planejamento e até mesmo a violência de alguns setores mais radicais.
       
       O importante é que temos que defender a liberdade, a democracia e qualquer tentativa de atacar esses direitos está fora de qualquer cogitação. Se os militares querem o poder, conquistem através do voto, assim como fizeram os terroristas comandado pela atual presidente Dilma Rousseff. Portanto se os militares chegarem ao poder via sufrágio universal, jamais poderão ser chamados de ditadores.

       Os que são contra a volta dos militares, alegam que estes estão à serviço das elites. Eis que surge mais um paradoxo, pois o "Partido dos Trabalhadores", (as aspas são inevitáveis), para chegar ao poder, se aliou a grandes figurões que representam as elites ruralista, e são renomados na política nacional, como ACM - Antônio Carlos Magalhães na Bahia, José Sarney no Maranhão, Paulo Maluf em São Paulo. Aliás, esses mesmos figurões apoiavam a ditadura que o PT tanto combateu. A mais recente aliança foi do PT de Lula, pedindo apoio de Maluf para vencer a prefeitura de São Paulo. Fique a pergunta no ar, depois de 10 anos de poder, sem fazer nenhuma reforma, e aliado a esses políticos tradicionais e conhecidamente contumazes na arte de corromper, quem está à serviço das elites, os militares ou o "Partido dos Trabalhadores"? O Brasil pode até não ganhar a Copa das Confederações, mas, está liderando a Copa das Manifestações.
        
         Por Anastácio Blog No Q.A.P

segunda-feira, 20 de maio de 2013

Guerrilheiro mineiro Wellington Diniz conta sua história de luta contra a ditadura

'Teve um embate e eu estava presente. A Dilma tinha a convicção dela, que era uma visão mais antimilitar. E nós tínhamos uma visão mais militar. A Dilma acusou o Lamarca de não ter sustentação teórica. Houve tensão, as discussões foram sérias, mas nunca chegou às vias de fato' (Beto Novaes/EM/D.A Press)
Quem observa o senhor franzino, de 66 anos, morador do Bairro Carmo, em Sete Lagoas, é incapaz de imaginar o peso da história que ele carrega. Wellington Moreira Diniz lutou contra a ditadura militar no Brasil, participou de ações armadas em bancos e quartéis para abastecer organizações como Colina, Var-Palmares e VPR com armas e dinheiro; foi responsável pela segurança do ícone da resistência, o capitão Carlos Lamarca, e presenciou a jovem Dilma Rousseff, então com 21 anos, discutir asperamente com Lamarca. Fez ainda parte do grupo que roubou US$ 2,598 milhões (R$ 15 milhões atualmente) do cofre da amante do político Adhemar de Barros; foi preso e cruelmente torturado, depois libertado em troca do embaixador suíço que havia sido sequestrado por seus companheiros. Exilado no Chile, foi segurança do então presidente cubano, Fidel Castro, quando este visitou o país governado por Salvador Allende, em 1971. Trabalhou ainda como assistente em produções do diretor de cinema chileno Miguel Littín e do italiano Roberto Rosselini e lutou pela independência de Angola, participando da tomada do aeroporto na capital. 


Até a quarta-feira da semana passada, Wellington nunca havia contado sua trajetória. Em um depoimento de quase três horas, ele revelou ao Estado de Minas detalhes da sua biografia. Acusado de 38 assaltos, entre bancos, quartéis e automóveis, e de ter matado 12 pessoas em ações de resistência à ditadura, ele será julgado na próxima sexta-feira pela Comissão de Anistia, do Ministério da Justiça. O deputado federal e ex-ministro dos Direitos Humanos Nilmário Miranda (PT-MG) será o relator do processo de Wellington e destaca: “A anistia não discrimina luta armada e luta pacífica. Em uma situação de ditadura é considerado lícito que os militantes peguem em armas”.

“Se eu era bravo? Bravo é boi. Eu seguia as necessidades do momento”, entende Wellington. A ficha do Serviço Nacional de Informações (SNI) imputa 38 ações, mas ele garante ter participado de 45. Sobre as 12 mortes de que é acusado, garante não ser realidade. “Sempre atirei para cima. Se alguém trombou na bala não é problema meu”, ironiza. Um dos apelidos que recebia dos companheiros e também dos militares era 90. Uma alusão às duas pistolas .45 que sempre carregava na cintura durante as ações. Outro apelido – que ele não gosta, aliás – era “John Wayne da guerrilha”. “Isso é folclore”, rebate.

Distante da época elétrica, quando vivia entre um aparelho e outro e chegou a assaltar três bancos no mesmo dia, sendo um no Rio de Janeiro e outros dois em São Paulo, Wellington recita sua vida como se estivesse contando para si próprio. Em quase três horas de depoimento, fumou 18 cigarros, bebeu mais de uma garrafa de café - sem açúcar - e fez longas pausas. “Existem as pessoas que passam pela história e as pessoas que fazem a história. Foi uma opção de vida fazer história”, conclui, deixando o cigarro queimar até o filtro.
» O INÍCIO 
Wellington nasceu em Belo Horizonte, no Bairro Nova Suíça, filho de pai comerciante e mãe dona de casa. Começou a militância política na escola técnica industrial e logo depois integrou a Ação Popular (AP). Foi preso em 1968. “Foi um escândalo. Eu morava com meus pais e fui levado de cueca para o CPOR”, lembra. Foi interrogado, mas como não entregava nada seguiu preso. “Nesse tempo a tortura não era institucionalizada. Era só pancadaria. Eles batiam muito com cacetete de borracha”, detalha. Continue lendo no Estado de Minas>>>>
“A anistia não discrimina luta armada e luta pacífica. Em uma situação de ditadura é considerado lícito que os militantes peguem em armas”. Dep. Fed. Nilmário Miranda.
Comento: Então pra quê criar a Omissão da Verdade? Só para criminalizar os militares? Os dois lados erraram...e ponto final.

sexta-feira, 3 de maio de 2013

"O Holocausto da Dignidade"



Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Valmir Fonseca
Após a Segunda Guerra Mundial, o termo Holocausto foi utilizado para se referir ao extermínio de milhões de pessoas que faziam parte de grupos politicamente indesejados pelo regime de Hitler.
Naqueles grupos estavam militantes comunistas, homossexuais, ciganos, eslavos, deficientes mentais, ativistas políticos, católicos, etc.
Contudo, na Alemanha nazista o alvo mais promissor foram os judeus.
Com vasta, intensa e insidiosa propaganda os judeus eram acusados como os culpados por qualquer coisa que acontecia contra aquela poderosa nação.
Os judeus foram segregados e perseguidos. Não era o bastante, por isso sucumbiram maciçamente em câmaras de gás.
O genocídio foi decretado como a “solução final”. Aniquilados os judeus, estaria aberta a trilha do reino milenar.
No Brasil, a esquerda festiva e vingativa, bem que gostaria e tem envidado esforços para desencadear o Holocausto das Forças Armadas. Contudo, apesar de estarem conseguindo o seu aniquilamento paulatino, eles sabem que demandará algum tempo para o seu Holocausto total.
Sem oposição, decidiram dividir para desbaratar. E estão conseguindo.
As Forças Armadas repudiaram os seus membros que atuaram na repressão, e promovem a separação dos integrantes da Ativa do restante, os da Reserva e os Reformados.
Os ex-agentes foram desprezivelmente abandonados, apesar de cumprirem missões superiores, dentro da legalidade, coibindo a quebra da lei e da ordem, e o seu gesto de amor à Pátria foi decretado como um atentado aos ditames do novo governo, agora composto pelos antigos subversivos.
E ainda: os militares não podem mais relembrar às novas gerações, o que foi a cruel, covarde e traiçoeira Intentona Comunista de 1935, nem comemorar, oficialmente, em suas Organizações Militares, a gloriosa Contrarrevolução de 31 de Março de 1964, olvidando-se que "esquecer também é trair...”       
Assim, os ex-agentes passaram à condição de alvos compensadores com implacável determinação, substanciais recursos e apoio legal.
Em diversas oportunidades, a esquerda exacerbada, tendo como objetivo maior a anulação da LEI DA ANISTIA (conforme decretado pelo Dirceu), que beneficiaria apenas aos seus acólitos, apontou suas armas contra os ex - agentes mais difamados. Continue lendo no Alerta Total, clique aqui>>>

sábado, 30 de março de 2013

Clube Militar - Palestra 1964 - A Verdade



Coronel ex Doi-Codi Assume o que fez pelo BRASIL


Em épocas de aniversario da contra revolução de 1964 vale a pena reler essa declaração abaixo. Graças aos membros das forças armadas, respondendo ao clamor da sociedade lúcida da época, o Brasil não se tornou um pais comunista.
   Autor da primeira ação judicial para impedir a criação da Comissão da Verdade, o coronel reformado Pedro Ivo Moézia diz que participou com muito orgulho do Doi-Codi (Destacamento de Operações de Informações - Centro de Operações de Defesa Interna), durante o regime militar. Ele admite, sem culpa, a possibilidade de ter matado ‘alguns guerrilheiros’ em supostas trocas de tiro. O militar dá detalhes das operações em que atuou e nega que tenha participado de sessões de tortura
O GLOBO: Por que a ação contra a criação da comissão?
CORONEL PEDRO IVO MOÉZIA: Sou a primeira voz que se levanta contra esse abuso. Que verdade é essa que vai ouvir um lado só?! Não entendo essa fúria contra nós. Quem matou civis inocentes foram esses terroristas.
O senhor pretende depor na comissão?
MOÉZIA: Nunca vou dizer nada. Vou usar do meu direito de ficar com a boca fechada. A não ser que chamem todos e os obriguem a contar tudo. Como a Dilma Rousseff, o relator da comissão e terrorista Aloysio Nunes (senador tucano que relatou o projeto). O Tarso Genro (governador do Rio Grande so Sul e ex-ministro da Justiça)...
O senhor falou que atuou numa centena de ações na ditadura. Como foram?
MOÉZIA: Eram estouro de aparelhos, prisão, tiroteios. Não ia para essas ações chupando sorvete. Tínhamos medo, tensão, via gente ferida, chorando, sofrendo do nosso lado.
O ssenhor acertou alguém?
MOÉZIA: Participei de tiroteios. Se atirei? Sim. Acertei alguém? Sim. Morreu? É possível que sim. Mas era um confronto.
O senhor participou ou assistiu tortura no Doi-Codi?
MOÉZIA: A tortura não existiu. Existia rigores de entrevista. Rigores no interrogatório. Nunca toquei a mão em ninguém. O Ustra (coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra, que comandou o Doi-Codi) também não.
Familiares de perseguidos políticos apontam o sr. como um torturador?
MOÉZIA: Apareço em várias listas. Mas isso não é verdade. Lista qualquer um pode fazer a que quiser. Lutei pelo meu país, pela minha pátria e cumpri minha missão.

sexta-feira, 29 de março de 2013

Militares são ruins de marketing. Nunca fizeram pesquisa de opinião pública sobre 1964


O discurso político sobre 1964 já está perdido há muito tempo. Ficar batendo boca em nota oficial no dia 31 de março não leva a lugar algum. Com R$ 200 mil, os clubes podem contratar uma pesquisa nacional para ouvir o que os brasileiros pensam sobre o regime militar. Com as perguntas certas, sem viés ideológico de esquerda, como tudo o que é feito em relação ao tema. Fica a dica para a milicada. Contratem o Ibope, o Datafolha ou outro instituto de pesquisa e saiam a campo. Com as respostas na mão, construam um novo discurso. Ou continuem sendo condenados pela História, derrotados pela opinião pública da minoria.


segunda-feira, 11 de março de 2013

Sobre militares: Deputado dos Direitos Humanos denuncia ‘ditadura’ no Brasil


07-03-2013.211112_marcelo.jpg
A Assembleia Estadual do Rio de Janeiro é composta por 70 deputados. Desses, 64 se manifestaram a favor da anistia aos policiais e bombeiros militares que participaram de uma greve no ano passado, mas até agora o tema não foi posto em votação.


De acordo com o deputado Marcelo Freixo (PSOL), um ativista dos direitos humanos digno de elogios por observar os problemas da segurança pública de forma mais global, "o clima nos quartéis é de muita tensão, todos se sentem perseguidos, e o governo trata o assunto com mão pesada", afirmou o parlamentar ao jornal Folha de São Paulo.

Há dez dias, 20 médicos – isso mesmo, médicos! – foram presos porque postaram críticas aos seus superiores em redes sociais.

Se fossem os profissionais da saúde que atendem em hospitais convencionais, a população certamente ensaiaria um novo “caras-pintadas” pelas ruas do Rio. Como são médicos dos Bombeiros, deixa quieto.

Este é o país dos estádios de R$ 1 bilhão. 

sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Justiça aceita denúncia contra militares da Guerrilha do Araguaia

Coronel Sebastião Curió foi denunciado pelo MPF

A Justiça Federal em Marabá, sudeste do Pará, aceitou denúncias propostas pelo Ministério Público Federal (MPF) contra dois militares, por crimes cometidos durante a Guerrilha do Araguaia. De acordo com o MPF, o coronel Sebastião Curió Rodrigues de Moura e o major Lício Augusto Maciel, ambos da reserva do Exército, são acusados de sequestro. As denúncias foram recebidas na última quarta-feira (29), pela juíza federal Nair Pimenta de Castro, da 2ª Vara da Subseção de Marabá. Segundo a Justiça, os dois réus são os primeiros, em todo o país, a responder a processos penais por supostos crimes cometidos durante a Guerrilha.
O MPF denunciou o coronel Curió em março de 2012, mas a Justiça havia recusado a denúncia, levando em consideração a Lei da Anistia, em vigor desde 1979, que anistiou os supostos autores de crimes políticos ocorridos de 02 de setembro de 1961 e 15 de agosto de 1979, período que abrange a ditadura militar.
O MPF então, recorreu da decisão, e a 2ª Vara Federal de Marabá, através da faculdade de retratação, decidiu aceitar a denúncia contra o coronel. Ele e o major Lício Maciel vão responder pelo crime previsto no artigo 148 do Código Penal Brasileiro – “privar alguém de sua liberdade, mediante seqüestro ou cárcere privado”.
O G1 tenta entrar em contato com os militares denunciados pelo MPF, mas ninguém foi encontrado até o momento da publicação desta reportagem.
Denúncia
De acordo com a denúncia do MPF, coronel Curió teria sequestrado cinco militantes, capturados durante a repressão à Guerrilha do Araguaia na década de 1970. Os cinco nunca foram encontrados.
Segundo o MPF, os sequestros ocorreram durante a última operação de repressão à guerrilha, denominada de "Operação Marajoara", deflagrada em outubro de 1973, e comandada por Curió.
Quanto ao major Lício Maciel, a denúncia afirma que o militar teria sequestrado um homem durante uma emboscada no dia 14 de outubro de 1973. Os outros três guerrilheiros foram executados na ação, enquanto a vítima do sequestro foi levada com vida para a base militar da Casa Azul, em Marabá. O homem nunca mais foi visto.

domingo, 5 de agosto de 2012

Vocês não me venceram! "A VERDADEIRA MORAL, ZOMBA DA MORAL."



Pink Floyd - Another Brick in wall

"A VERDADEIRA MORAL, ZOMBA DA MORAL." Blaise Pascal

Vocês devem estar "muito preocupados" com a moral, mais do que eu...talvez...

Em homenagem a imoralidade de vocês, o blog não será atualizado.

Obrigado aos amigos, pelo apoio!!!

segunda-feira, 30 de julho de 2012

MPF denuncia major da reserva por sequestro e morte no Araguaia

Correio do Brasil
Por Redação, com Portal Vermelho - de Brasília 

O Ministério Público Federal (MPF) denunciou à Justiça o major da reserva Lício Augusto Maciel pelo sequestro do militante do PCdoB Divino Ferreira de Souza, o Nunes, capturado ilegalmente pelo Exército em 1973 e desaparecido desde então. 

Também conhecido como Doutor Asdrúbal, o militar participou, há 40 anos, da Operação Marajoara, que pôs fim à Guerrilha do Araguaia, a maior ação de resistência armada à ditadura militar brasileira. Assassino confesso de pelo menos quatro guerrilheiros, Lício Maciel permanece impune. 

A denúncia do MPF segue determinação da Corte Interamericana de Direitos Humanos que, em sentença de 2010, condenou o Brasil a apurar os crimes de lesa-humanidade ocorridos durante a guerrilha. Como a interpretação que o Supremo Tribunal Federal (STF) faz da Lei da Anistia, de 1979, impede que militares sejam punidos por crimes como assassinato e tortura, o MPF enquadrou o Doutor Asdrúbal pelo sequestro de Divino, considerado imprescritível. 

Divino foi emboscado no dia 14 de outubro de 1973, na região do município de São Domingos do Araguaia (PA). De acordo com o MPF, ele e os companheiros André Grabois, o Zé Carlos, João Gualberto Calatroni, o Zebão, e Antônio Alfredo de Lima, o Alfredo, foram cercados quando abatiam porcos e não tinham nenhuma chance de reagir. Grabois, Calatroni e Lima foram executados na hora e Divino, sequestrado e levado com vida para a base militar da Casa Azul, em Marabá. Apesar de ferido, foi interrogado e submetido a grave sofrimento físico. Nunca mais foi visto. 

Dez dias depois, Lício Maciel seria responsável pela morte da guerrilheira Lúcia Maria de Souza, a Sônia, executada imediatamente após reagir ao ataque dos militares e ferir o major no braço e no rosto. Bem antes, já havia se notabilizado pela prisão do também guerrilheiro José Genoíno, que viria a se tornar presidente do PT. 

O ódio do militar pela esquerda é tamanho que, em 2005, chegou a insinuar que Genoíno foi o verdadeiro responsável pelas mortes dos companheiros, já que, quando preso, delatou como funcionavam as bases da guerrilha, mesmo sem sofrer tortura ou ameaça. “Genoino, olhe no meu olho, você está me vendo. Eu prendi você na mata e não toquei num fio de cabelo seu. Não lhe demos uma facãozada, não lhe demos uma bolacha – coisa de que me arrependo hoje”, disse ele, em discurso proferido na Câmara dos Deputados, durante sessão solene em homenagem aos militares que atuaram no Araguaia. Continue lendo no BLOG NOTÍCIAS MILITARES

quarta-feira, 11 de julho de 2012

Dilma torra R$ 3 milhões em Clínicas do Testemunho de grupos que fazem revanche psicológica contra militares

Edição do Alerta Total - www.alertatotal.net Leia também o site Fique Alerta –www.fiquealerta.net  
Por Jorge Serrão

Ex-guerrilheira que sonhava implantar o comunismo no Brasil, a Presidenta Dilma Rousseff promove mais uma ação demagógica, sempre na linha de reforçar perante a opinião pública ignorante a imagem dos militares como “torturadores”, “ditadores” e “violadores dos direitos humanos”. O governo vai investir R$ 3 milhões para instalar clínicas de apoio psicológico e oferecer tratamento a vítimas da ditadura para que superem traumas gerados pelas violações ocorridas entre 1964 e 1985.

O projeto “Clínicas do Testemunho” é uma iniciativa da Comissão de Anistia, do Ministério da Justiça. A mesma comissão que só reconhece a validade da Lei de Anistia para os revolucionários de esquerda, e ignora a aplicação da Lei em benefício dos agentes do Estado que reprimiram os promotores do comunismo no Brasil. O papo furado de agora é que as clínicas darão “suporte emocional para aquelas vítimas que precisam prestar depoimento na Comissão da Verdade”.

O público-alvo para atendimento é formado por “ex-perseguidos políticos, seus familiares e parentes de desaparecidos pelo regime militar”. Aqueles que foram vítimas de abusos, terror, violência praticados pelos “revolucionários esquerdistas” não serão atendidos pelas “Clínicas do Testemunho”. O governo Dilma aprimora o revanchismo psicológico. 

Na verdade, as “Clínicas do Testemunho” são mais uma boa oportunidade de gerar renda e emprego para a companheirada ideológica, a partir de 2013. O governo promete contratar psicólogos, psiquiatras, psicanalistas e entidades não governamentais que atuem em programas que oferecem esse tipo de atendimento especial. Cada projeto apresentado poderá apresentar custo que varia de R$ 50 mil até R$ 600 mil.

Fonte: ALERTA TOTAL

Comentário: A presidente deveria criar clínicas para tratamento dos policiais que têm que esconder suas fardas, para não morrerem, para os que tiveram que matar para não morrer, para as famílias dos que morreram, para os militares das Forças Armadas que já estão há oito anos sem aumento, para o cidadão vítima da maior violência que se pode cometer: a corrupção desenfreada desse governo...

domingo, 1 de julho de 2012

Conheça o capitão que socou o rosto de Dilma Rousseff, em 1970


Reprodução da carteira de identidade de Benoni Albernaz, adulterada por ele para incluir a patente de coronel
Foto: Agência O Globo

SÃO PAULO - O capitão Benoni de Arruda Albernaz tinha 37 anos, sobrancelha arqueada, riso de escárnio e fazia juras de amor à pátria enquanto socava e quebrava os dentes da futura presidente do Brasil Dilma Vana Rousseff, na época com 23 anos. Ele era o chefe da equipe A de interrogatório preliminar da Operação Bandeirante (Oban) quando Dilma foi presa, em janeiro de 1970. Em novembro daquele ano, seria registrado o 43º entre os 58 elogios que Albernaz recebeu nos 27 anos de serviços prestados ao Exército.

“Oficial capaz, disciplinado e leal, sempre demonstrou perfeito sincronismo com a filosofia que rege o funcionamento do Comando do Exército: honestidade, trabalho e respeito ao homem”, escreveu seu comandante na Oban, o tenente-coronel Waldyr Coelho, chamado por Dilma e por colegas de cela de “major Linguinha”, por causa da língua presa que tinha.

Um torturador com diploma do Mérito Policial

Quinze anos depois, os caminhos percorridos por Albernaz não o levaram à condição de herói nacional, como ele imaginava. Registro bem diferente foi associado a seu nome na sentença do Conselho de Justiça Militar em que foi condenado a um ano e seis meses de prisão por falsidade ideológica. “Ética, moral, prestígio, apreço, credibilidade e estima são valores que o militar deve desfrutar junto à sociedade e ao povo de seu país. A fé militar e o prestígio moral das instituições militares restaram danificadas pelo comportamento do réu”, concluiu o presidente do conselho, João Baptista Lopes.


Continue lendo no OGLOBO

sexta-feira, 29 de junho de 2012

A Visão de um cubano sobre como é a vida em um país comunista em pleno sec.XXI

  A verdade na ilha comunista é muito diferente do que escreveu Frei Betto ou do que pensam os jovens comunistas que cospem na cara da verdadeira democracia. Traduzimos esse pequeno texto publicado no blog de Yoani Sanchez, que escreve de Havana seu blog Generation Y. Yoani morou fora de Cuba. mas regressou por motivos familiares. (http://sociedademilitar.com)   
Demanda dos cidadãos cubanos por outra Cuba:  Como cubanos, filhos legítimos desta terra e parte de nossa nação, nós sentimos uma profunda tristeza na prolongada crise que nos demonstra a incapacidade do atual governo para fazer mudanças fundamentais. Isso nos força, como sociedade civil,  a procurar e processar nossas próprias soluções.

     Renda miserável, a escassez de comida e abrigo, a emigração em massa devido à falta de oportunidades, discriminação de pensamento e opinião, a falta de espaços para o debate público, prisões arbitrárias, a falta de direitos dos cidadãos, a corrupção e a segurança da propriedade somente para a elite dominante são alguns sintomas da difícil realidade que enfrentamos.
   Queremos que ocorra o debate público sobre a moeda dupla, restrições à imigração, direitos dos trabalhadores a um salário mínimo, o direito de todos os cubanos, onde quer que vivam, para promover iniciativas econômicas em seu próprio país, a crise demográfica, acesso gratuito à Internet e novas tecnologias. Discute-se o exercício da democracia.
    Com base na Constituição da República de Cuba estabelece: No artigo 3 º: Na República da soberania de Cuba está nas pessoas de quem se origina todo o poder do Estado.
     E no artigo 63 º: Todo cidadão tem o direito de apresentar queixas e petições às autoridades e recebeu a devida atenção ou respostas adequadas e no tempo, de acordo com a lei.
     DEMANDAS ao Governo cubano: Para implementar imediatamente as necessárias garantias jurídicas e políticas continue lendo no blog SOCIEDADE MILITAR