Seguidores

Mostrando postagens com marcador efetivo do exercito brasileiro. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador efetivo do exercito brasileiro. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Exército poderá substituir polícias brasileiras durante as manifestações (Será?!)


Para Anistia, documento é 'vago, arbitrário'

Wilson Tosta / RIO - O Estado de S.Paulo

O diretor executivo da Anistia Internacional no Brasil, Átila Roque, considerou "vago, arbitrário e potencialmente danoso à democracia" atribuir às Forças Armadas poder de polícia, tendo como um dos objetivos o controle da população. "Ao considerar movimentos e organizações como forças oponentes, perturbadoras da ordem pública, o documento pode abrir um perigoso caminho para a repressão e a criminalização dos protestos."
Para o Ministério da Defesa, a inclusão de "movimentos e organizações" entre as "forças oponentes" teve o objetivo de não designar especificamente nenhuma entidade, o que, na visão da assessoria jurídica da pasta, elimina o perigo de criminalizar movimentos. "Hoje, as operações de Garantia da Lei e da Ordem estão muito bem definidas fática e legalmente, sendo excepcionais, temporárias e episódicas, definidas onde ocorrerão e por quanto tempo", disse a assessoria de imprensa da Defesa.
O ministério lembrou que a Constituição já define a participação das Forças Armadas em Operações de GLO. Para a Defesa, a existência de um documento estabelecendo procedimentos nessas ações é uma "arma" da população, que poderá verificar se seus direitos estão sendo respeitados.
O professor de Relações Internacionais da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RJ) Márcio Scalércio, estudioso de questões militares, considera que o documento não representa "nenhum arroubo" dos militares. "A ideia é que, caso as forças policiais, em uma situação de distúrbio de massa, não deem conta, as Forças Armadas sejam chamadas, mas não para uso de força letal", afirmou. 
Comento: É uma sucessão de piadas de mau gosto. O Exército brasileiro mal tem efetivo para cuidar das fronteiras, mal tem comida para ser vir no rancho, mal tem equipamentos para treinar seu efetivo, com um dos piores salários no funcionalismo público. Portanto essa notícia não passa uma das tantas bravatas de um governo completamente perdido diante dos eventos que assumiu patrocinar. Na verdade o governo teme os manifestantes e tenta mais uma vez usar a mídia para contê-los, tentando vencê-los na chamada guerra virtual via grande mídia.

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Senado aprova aumento de efetivo do Exército em quase 30 mil militares

Mariana Jungmann
Repórter da Agência Brasil

Brasília - O plenário do Senado aprovou hoje (26) projeto de lei que aumenta o efetivo do Exército em tempos de paz. O texto aprovado prevê a ampliação do limite legal de pessoal militar para 325.692, cerca de 30 mil oficiais, subtenentes, sargentos, cabos e soldados a mais do que o atual.
O limite atual de 296,3 mil pessoas no efetivo do Exército vigora há 29 anos. O acréscimo irá significar 9,9% a mais e deverá ser aplicado até 2030. Pelo projeto aprovado os efetivos terão, em tempos de paz, 182 oficiais-generais, 40 mil oficiais, 75 mil subtenentes e sargentos e 210,5 mil cabos e soldados.
Em sua justificativa para apresentar o projeto ao Poder Legislativo, o ministro da Defesa, Celso Amorim, alega que o aumento servirá para atender aos projetos previstos para 2014, 2022 e 2030.  Ele explica que a incorporação de novos quadros será feita em curto, médio e longo prazo. Com a aprovação do texto, o presidente da República poderá autorizar o aumento dos efetivos por decreto, quando julgar adequado.
O projeto apresentado pelo Executivo já foi aprovado na Câmara dos Deputados e não recebeu alterações no Senado. Com isso, a matéria segue para sanção da presidenta Dilma Rousseff.
Edição: Fábio Massalli
Agência Brasil