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quinta-feira, 16 de abril de 2015

Mininistro da Defesa defende MST e diz que nem pode ouvir falar em "segurança nacional"


Clique e assista o Jornal Nacional mentindo descaradamente sobre uma suposta autorização judicial para escuta. Autorização esta que nunca apareceu!
Entrevista de Prisco ao blogueiro Ricardo Gama https://www.youtube.com/watch?v=zlZs_GC9nYk
Áudio do Prisco após o término do movimentohttps://www.youtube.com/watch?v=gXb4M8c9cx0
Vídeo explicando a farsa das edições criminosas do Jornal Nacional
Leia: Prisco é preso e levado ao presídio federal da Papuda


Ou seja, esse ministro da Defesa que era governador da Bahia na época da greve dos policiais já mostrou que não respeita a segurança pública nem os militares. Num país sério ele jamais teria cargo no governo. Aliás, o termo ideal seria ministro do ataque (aos trabalhadores da segurança).

 Nos vídeos acima os senhores podem confirmar a farsa que foram as sucessivas matérias veiculadas pela Rede Globo de Televisão, no intuito exclusivo de garantir a transmissão do carnaval de 2012, custe o que custar. Para isso inventaram mentiras, fizeram edições criminosas, sem autorização judicial. Grampearam policiais e autoridades, quando todos sabemos que apenas o STF tem a prerrogativa de autorizar o grampo telefônico de parlamentares. Até hoje estão procurando a tal "autorização judicial", o tal "mandado" que autorizava as escutas...e sabemos que eles nunca encontrarão, porque não existe.

terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

TV PINÓQUIO: REDE GLOBO DE TELEVISÃO E SUAS MENTIRAS...

Abaixo, mais uma mentira da Rede Globo de Televisão, que JAMAIS teve autorização judicial para grampear os telefones dos líderes da greve e muito menos dos deputados federais e estaduais que falavam nos celulares com os líderes militares Daciolo do Rio e Prisco da Bahia.

A última mentira foi acusar a Polícia Militar de ter jogado rojões contra o cinegrafista da BAND. 

sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

Governo desmonta central de escutas instalada na PM


O governo de São Paulo começou a desmontar uma central de escutas telefônicas que funcionava havia seis anos na sede do comando da Polícia Militar de Presidente Prudente (558 km da capital).

O grupo, formado por cerca de 40 policiais militares, foi criado em 2006 pelo então secretário da Administração Penitenciária, Antonio Ferreira Pinto. Seu principal objetivo era monitorar presos da facção criminosa PCC.

O órgão funcionava em uma parceira entre a SAP, a Secretaria da Segurança Pública e o Ministério Público.

O coronel da reserva Homero de Almeida Sobrinho, que coordenava o grupo, foi dispensado pelo substituto de Ferreira Pinto na Secretaria da Segurança Pública, Fernando Grella Vieira, no último dia 6.

A saída de Homero ocorreu uma semana após o Tribunal de Justiça de SP arquivar uma investigação sigilosa contra magistrados por suspeita de autorizar uma série de grampos de forma irregular. A apuração havia sido aberta por determinação do CNJ (Conselho Nacional de Justiça).

Apesar do arquivamento, delegados, promotores e juízes disseram à Folha desconfiar que no local funcionava uma central de "espionagem" que teria "grampeado" pessoas sem ligação com o crime organizado, como delegados.

Autoridades do governo Geraldo Alckmin (PSDB) negam procedimentos ilegais. A Folha não conseguiu localizar Ferreira Pinto ontem.

GRAMPOS ILEGAIS
A presidente da Associação dos Delegados, Marilda Pinheiro, disse que vai pedir hoje a abertura de inquérito policial sobre o caso. Segundo ela, a realização de escutas irregulares é amplamente conhecida na polícia.

Ontem, Secretaria da Segurança Pública e Ministério Público deram informações contraditórias sobre o grupo.

A secretaria diz que a central é coordenada pelo Ministério Público e trabalha com policiais cedidos pelo governo do Estado. A Promotoria, por sua vez, nega qualquer ligação com o grupo.

Procurado, o coronel Homero Sobrinho afirmou que, como não ocupa mais o cargo, não iria se manifestar. Disse que o Comando da Polícia Militar e a secretaria deveriam se pronunciar.
A PM disse que caberia à Secretaria da Segurança Pública dar explicações.

O juiz apontado como o responsável por autorizar escutas disse à Folha que sempre agiu de acordo com os critérios legais. Afirmou ainda que a acusação que motivou a investigação contra ele foi um desespero de criminosos que eram investigados.

"Quem se viu prejudicado por isso, e são vários criminosos, fazem mão do que em regra se faz em um processo penal: ataca o acusador. Esse tipo de distorção ataca o procedimento, ataca as provas."

Folha não publica o nome do magistrado, a pedido do TJ, por questão de segurança, já que atua em casos ligados ao crime organizado.

O deputado estadual e major da reserva, Olímpio Gomes (PDT), criticou o fechamento da central, já que, para ele, as escutas telefônicas são importantes no combate ao crime organizado.

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Dep. Arnaldo Faria de Sá confirma que não houve autorização da justiça para os grampos contra Prisco e Daciolo

Escuta

Arnaldo Faria de Sá criticou a escuta que foi feita da sua conversa telefônica com Benevenuto Daciolo sobre as possibilidades de votação, antes do Carnaval, da PEC 300. Segundo lembrou o parlamentar, só o Supremo Tribunal Federal (STF) pode autorizar a escuta telefônica de um deputado federal, o que não teria acontecido. O presidente da Comissão de Segurança Pública vai solicitar providências sobre o caso à Mesa Diretora da Câmara e ao STF. O presidente da Câmara, Marco Maia, pediu que a Procuradoria da Câmara analise o caso.

Reportagem – Marcello Larcher e José carlos Oliveira
Edição – Marcelo Westphalem

Agência Câmara de Notícias