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sábado, 7 de junho de 2014

MG: Investigadores da Polícia Civil de Paracatu são presos e afastados


Quatro investigadores da Polícia Civil de Paracatu, no Noroeste do estado, foram afastados dos cargos, nesta sexta-feira (7). Eles foram presos durante a Operação Cedeq, realizada na cidade por policias civis da corregedoria de Belo Horizonte. Segundo assessoria de Imprensa da Polícia Civil de Minas Gerais, a suspeita é de que os envolvidos tenham cometido crimes de extorsão no fim de 2013. Os mandados de prisão dos agentes foram expedidos pela Justiça após solicitação da própria corregedoria.

Além disso,  foram cumpridos 15 mandados de busca e apreensão nas casas dos policiais e em outros locais apontados durante a investigação. Foram apreendidos documentos e um veículo.


segunda-feira, 20 de maio de 2013

Tenente PM bebe cerveja de serviço e é preso por extorsão pela Corregedoria


Cenas infelizes de um oficial da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro (PMERJ) que foi preso após ser flagrado recebendo R$700,00 de um comerciante. Segundo o jornal Meia Hora, o tenente “havia encontrado drogas no estabelecimento do comerciante e, por isso, exigiu R$ 5 mil para não levá-lo à delegacia”. Abaixo, vídeos do oficial bebendo cerveja fardado no estabelecimento do comerciante e sendo preso posteriormente, após receber a propina. Vergonha para os policiais.

sábado, 13 de abril de 2013

Juiz de Fora - MG: PMs indiciados por extorsão ao 'bicho'


Dois policiais militares foram indiciados em inquérito policial militar (IPM) por extorsão a bancas de jogo do bicho localizadas nas zonas Norte e Oeste de Juiz de Fora. Além de exigirem dinheiro de parte dos lucros no negócio ilícito, eles cobravam para antecipar informações sobre futuras ações policiais de coibição do crime. Um terceiro nome, apontado como integrante do esquema, não teve a participação confirmada. Em função da gravidade do caso, o comando da polícia instaurou processo administrativo disciplinar (PAD), ainda em andamento. Transferidos para o 47º Batalhão, com sede em Muriaé, os dois envolvidos, que são cabos com pelo menos uma década de serviço, continuam na corporação enquanto o desligamento dos quadros não é definido pela comissão do PAD, cuja função é analisar se os militares têm ou não condição de permanecer na instituição.
O esquema foi descoberto no ano passado, após denúncias de um apontador, pessoa responsável pelas anotações de apostas do jogo do bicho. De acordo com os relatos, os PMs não só exigiam parte do lucro, como cobravam para dar cobertura ao negócio. Eles também são acusados de promover "arrastões" nas gavetas utilizadas pelos donos das bancas para guardar o dinheiro da contravenção.
A Assessoria de Comunicação Organizacional da 4ª Região de Polícia Militar (RPM) confirma a existência de indícios de participação nos casos de extorsão praticados em bancas de jogo do bicho, conforme apontado pelo IPM. Em função do problema, uma comissão foi instaurada em 28 de janeiro de 2013 para analisar o PAD e a conduta dos policiais. Três oficiais vão atuar na comissão. No entanto, como o processo ainda está em posse da Justiça Militar, que abriu vistas ao Ministério Público, a polícia aguarda a remessa de cópia dos autos para dar andamento aos trabalhos. Tão logo a cópia dos documentos seja remetida à polícia, o que poderá ocorrer nas próximas semanas, a comissão terá até 60 dias emitir parecer a respeito do destino dos acusados. "A comissão do PAD irá avaliar se os militares possuem condições de permanência nas fileiras da corporação, dentro dos preceitos legais do contraditório e ampla defesa, podendo os policiais serem demitidos", explicou o assessor de comunicação organizacional da 4ª RPM, major Paulo Alex Moreira.
Independente dos trabalhos da comissão, os PMs responderão na esfera judicial. "Mesmo que eles sejam absolvidos pela Justiça Militar, a demissão dos policiais poderá ser indicada pela comissão do PAD ou vice-versa. Pode ser que eles sejam condenados, cumpram pena, mas não sejam demitidos. A decisão caberá ao comando da 4ª Região, que deverá remeter parecer ao comando geral da PM", informou Paulo Alex.
 Por Daniela Arbex/Tribuna de Minas

quarta-feira, 27 de março de 2013

(RJ) Policiais militares são indiciados por corrupção e extorsão



Imagens mostram pagamentos de mototaxistas aos policiais, que em troca não fiscalizavam as motos em situação irregular. O esquema envolvia 11 PMs do batalhão. Um dos policiais também foi preso por vender armas e drogas.

R7

quarta-feira, 20 de março de 2013

PMs denunciam extorsão dentro de batalhão de Copacabana (quando a vida imita a arte...)


Olá amigos! Após recebermos 4 e-mail de 4 PMs diferentes do 19ºBPM (Copacabana), relatando o mesmo fato, ou seja, a mesma denuncia, além de um comentário na nossa página "FALA AÍ POLICIAL" sobre o mesmo assunto, resolvemos publicar e escrachar. As denuncias dizem respeito ao Capitão PM RAFAEL Barros de Santana (foto), mais conhecido como Capitão "RATOEL"; não precisamos dizer o porquê do apelido... Pois bem, o tal capitão que comanda uma "cia" no referido batalhão, anda exigindo altas quantias em dinheiro para que policiais continuem trabalhando em seus serviços. O capitão RAFAEL, que já serviu no 19ºBPM como tenente, voltou e já mostrou para o que veio. Acelerado e graneiro como todos sabem, o mesmo mandou a real pra tropa da sua "cia" e quer r$ 200 toda sexta-feira de cada guarnição de "RP" que estiver de serviço durante o dia; r$ 100 das cabinas onde rola uma "prata" e r$ 50 das cabines e demais serviços onde não tem nada, ou seja, que ficam no "0a0". Até policiais que não pegam nada na rua, vão ter que tirar r$50 do próprio bolso para colocar no bolso do tal capitão ladrão. Ele só pode estar de sacanagem... Acho que ele esqueceu que a area do 19ºBPM não é mais como antes, em função das 3 UPPs. É o cúmulo do absurdo, o capitão RAFAEL cobrar, extorquir dinheiro dos policiais e o comando do batalhão não fazer nada a respeito. E o que mais nos deixa putos, é o fato de que alguns policiais acharam normal e vão fazer o jogo sujo do cara e pagar o que ele quer toda sexta, tudo para não sair do setor. Ninguem grava, ninguem tira foto, todo mundo aceita; é por isso que ele faz isso. Se alguém criasse coragem e filmasse a sacanagem que ele anda fazendo, e entregasse no MP, rapidinho as asinhas dele iriam ser cortadas. Agora vos pergunto: Se ninguém pagar o que o capitão ladrão quer toda sexta, ele vai fazer o quê? Bicar do batalhão?! O capitão vai bicar uma ala toda do batalhão?! Nunca! Se ninguém der nada, ele simplesmente não vai poder fazer nada. Os policiais de batalhões por onde este bandido já passou, deram graças a Deus quando ele foi embora. Ele sai do mundo real e cobra quantias absurdas para o PM bancar algum tipo de serviço o qual esteja interessado. E tem mais amigos... Segundo a denuncia feita por comentário na nossa página "fala aí policial", até o sub-comandante do 19ºBPM, Tenenete-Coronel ALÍPIO, também perdeu a noção e esta extorquindo descaradamente policiais da APtran, exigindo a quantia de r$ 2000 por semana de cada guarnição que estiver na sexta de dia. E segundo informações dos PMs desta unidade, o tal capitão RAFAEL voltou ao batalhão a convite do sub-cmte. Muito estranho isso... Seria uma formação de quadrilha para extorquir PMs que trabalham nas ruas? 

Fonte: Blog da Verdade RJ 

Comento: Bem que o filme Tropa de Elite 1 demonstrou isso na cena em que o personagem diz: " - Se você quer rir...você que me fazer sorrir"- depois de abir a gaveta...e o pm que foi pedir para adequar suas férias....saiu frustrado da seção.

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

POLICIAL CIVIL É PRESO, EXTORQUINDO EM BH


O policial civil Wellington William de Oliveira, de 43 anos, foi autuado em flagrante pelo crime de extorsão. Segundo boletim de ocorrência registrado no último domingo (17), o policial teria exigido R$ 50 de duas pessoas no Centro de Belo Horizonte para abastecer uma viatura que estaria parada na Praça 7.

Uma das vítimas, de 42 anos, foi abordada pelo policial, que estaria armado, no Hotel Mirage. Após a extorsão, o homem acionou a polícia, que localizou Wellington nas proximidades do hotel. Quando se preparavam para registrar a ocorrência, uma segunda vítima surgiu e disse que o mesmo policial teria lhe exigido a mesma quantia. O homem relatou que foi abordado no Hotel Amarelinho, dentro da área reservada ao caixa, onde Wellington teria levantado a camisa e mostrado uma arma que estava na cintura.
Quando foi abordado, o policial estava com uma pistola, calibre PT .40, pertencente a Polícia Civil. Wellington William disse que conhece as pessoas que seriam responsáveis pelos hoteis, por isso pediu o dinheiro.
Após ser autuado em flagrante, o policial foi conduzido para a Casa de Dentenção do Policial Civil. A delegada Regional Centro, Rita Januzze, informou que uma cópia do expediente foi encaminhada para a Corregedoria de Polícia Civil.

Do Hoje em Dia/Blog do Cabo Fernando

domingo, 3 de fevereiro de 2013

Policiais Federais são flagrados extorquindo caminhoneiros


Motoristas tinham que pagar propina para ser liberados; após denúncia, comerciantes foram ameaçados
 Uma das maiores centrais de abastecimento do Brasil, com movimentação diária de 500 caminhões de várias partes do país transportando alimentos, a Ceasa, em Irajá, sofreu ataques sistemáticos de policiais rodoviários federais do Rio, integrantes de uma quadrilha que cobra propinas para liberar veículos de carga na rodovias do estado. É o que revela um relatório da Polícia Federal, que investigou o grupo nos últimos três anos, como noticiou O GLOBO ontem. Os principais alvos da quadrilha eram caminhoneiros que vinham de Minas Gerais pela BR-040 (Rio-Juiz de Fora). Os veículos eram monitorados por patrulheiros, parados e só liberados após o pagamento de propina.
- Os policiais rodoviários tocavam o terror nas estradas que levam à Ceasa. Exigiam dos motoristas o que eles tivessem no bolso para liberar o veículo, mesmo com a documentação em dia - disse um comerciante, sem se identificar.
A direção da Associação Comercial dos Produtores da Ceasa de Irajá decidiu procurar a corregedoria da Polícia Rodoviária Federal para fazer a denúncia. O caso teria vazado, e os diretores da associação passaram a ser ameaçados de morte. Procurada, a associação não quis falar.
Interceptações telefônicas dos envolvidos, autorizadas pela Justiça, revelaram que a denúncia à corregedoria da PRF repercutiu entre os patrulheiros, que demonstraram medo de estar sendo grampeados. A PF concluiu que, na BR-040, os policiais rodoviários "instituíram um verdadeiro pedágio paralelo", com o livre acesso à rodovia sendo "controlado por esse bando armado e fardado".
A PF investiga cerca de 80 policiais rodoviários (número correspondente a quase 1/7 do total de 600 agentes da corporação no estado). Com a ajuda de policiais civis e militares, eles cobram propinas regulares, numa espécie de mensalão, de empresários e caminhoneiros, para que possam circular livremente nas rodovias do estado, com qualquer tipo de carga. Ao todo, mais de cem pessoas foram identificadas e denunciadas à Justiça Federal e ao MP Federal. O caso está em segredo de Justiça.
O dinheiro recolhido com a cobrança de propina aparece na variação patrimonial dos investigados. Em média, um patrulheiro recebe salário de cerca de R$ 10 mil. Laudos de peritos da PF concluíram que há movimentação atípica nas contas-correntes dos acusados, em comparação com a declaração de bens apresentadas à Receita Federal por eles. Um perito escreveu: "É de se salientar que a movimentação bancária foi maior que o dobro dos rendimentos declarados".
O secretário de Segurança José Mariano Beltrame disse que acompanha as investigações e que, quando o caso sair do segredo de Justiça, tomará "as medidas cabíveis com relação aos policiais militares e civis envolvidos". Em nota, o Sindicato dos Policiais Rodoviários Federais no Rio criticou o vazamento das investigações, mas ressaltou não apoiar qualquer desvio de conduta.

sexta-feira, 16 de março de 2012

Policial Civil preso por extorquir empresário

 

Armas que pertenciam à Polícia Civil foram apreendidas junto com outros objetos em poder de Ermínio Gomes de Souza 


Um investigador da Polícia Civil foi preso por suspeita de extorquir o dono de um ferro- velho na região do Barreiro, em Belo Horizonte. O caso, mantido sob sigilo pela corregedoria da corporação, responsável pela prisão do acusado, ocorreu no último dia 3. No entanto, acabou vazando e chegou ao conhecimento da reportagem do Super, que teve acesso com exclusividade a várias denúncias contra Mário Lucílio da Silva, incluindo a venda de armas da polícia para criminosos de alta periculosidade.

Conforme as investigações, a prisão aconteceu no momento em que ele se encontrava com o dono do ferro-velho para receber uma quantia em dinheiro, não revelada. O motivo da extorsão é mantido em segredo porque pode envolver outras vítimas, segundo informou uma fonte da Polícia Civil que prefere não ser identificada. Após o flagrante, o investigador foi levado à Casa do Policial Civil, no bairro Horto, na região Leste da capital. No local ficam presos policiais envolvidos em "desvio de conduta".

Por meio de sua assessoria de imprensa, a Polícia Civil confirmou a prisão e disse que o caso é acompanhado pela corregedoria.

Lotado na Superintendência da Polícia Civil, Silva é investigador de classe especial, com quase 28 anos de serviço. Em dezembro, se afastou do trabalho por problemas de saúde. "Ele estava em uma viatura. Quando desceu do carro, a sua arma, uma pistola ponto 40, disparou, atingindo o seu braço, que ficou com vários ferimentos. O curioso é que a arma tem uma trava de segurança e só dispara se o gatilho for acionado. O tiro pode ter sido uma estratégia para conseguir um afastamento, diante das denúncias", suspeita um policial. O "acidente" também virou alvo de investigação da Superintendência da Polícia Civil. Continue lendo no jornal O TEMPO