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segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

A dura situação da Polícia Militar do Maranhão


pm ma
Batendo records nacionais: apenas 1 policial para cada 876 habitantes, 1 arma disponível para cada 2 policiais, 1 colete à prova de balas para cada 3 policiais, 1 algema para cada 9 policiais…


A Polícia Militar do Maranhão possui contingente de cerca de 6 mil homens, destes, 2 mil pertencem ao oficialato e portanto não vão para a rua. A corporação tem ainda a maior proporção do país entre o número de homens por habitante. Em nosso Estado, cada policial precisa cuidar de 876 maranhenses.
A PM maranhense não encontra parelha em nenhuma outra unidade da Federação quando o assunto é déficit de efetivo. O Paraná, segundo colocado, tem um policial para cada 610 habitantes, portanto, bem distante da realidade local, e isso sem levar em consideração que os indicadores sociais de nosso Estado nem se comparam ao de nossos colegas do sul, o que torna o desafio de nossos policiais ainda maior.
O cenário ganha contornos mais dramáticos quando se sabe que o Distrito Federal, melhor colocado nesse quesito, dispõe de um policial para cada 168 habitantes, um índice de primeiro mundo e impensável para o Maranhão, pelo menos enquanto continuarmos nas mãos de políticos descomprometidos com o Estado, com seus recursos naturais e com sua população.
O Déficit de policiais no Maranhão é de 12 mil homens, um dos maiores do país. Ainda, a Polícia Militar do estado é a única do Brasil que ainda é regida pelo RDE – Regime Disciplinar do Exército. A sobrecarga de trabalho  atinge a maior parte do efetivo. Tais dados corroboram as queixas da tropa de falta de condições materiais para fazer frente à criminalidade crescente no estado.
E isso não é tudo. A Polícia Militar do Maranhão dispõe apenas de uma arma de fogo para cada dois policiais, de acordo com a Pesquisa Perfil das Instituições de Segurança Pública, divulgada em 2013 pelo Ministério da Justiça. A razão entre o armamento e o efetivo da PM maranhense é de 2,15, também a maior do país, o que significa dizer que dois militares têm que dividir um mesmo revólver, pistola, metralhadora ou outro tipo de arma.
A tropa dispõe também de 693 algemas e 2.253 coletes à prova de bala. Em relação a estes últimos, constata-se que não cobrem nem mesmo um terço da tropa, diferente do que ocorre no Espírito Santo, São Paulo, Paraná e Distrito Federal, onde o número de coletes é superior ao efetivo.
Para se ter ideia de quão defasada está a PM do Maranhão no quesito armamento, em apenas três estados a defasagem se aproxima da registrada por nossa heroica tropa, ainda assim, em menor razão: Rio Grande do Norte (2,05), Amazonas (1,98) e Paraíba (1,73). 
*Edson Travassos Vidigal é advogado membro da Comissão de Assuntos Legislativos da OAB-DF, professor universitário de Direito e Filosofia, músico e escritor. 

terça-feira, 26 de novembro de 2013

Mais da metade das câmeras da PM no centro de BH não funcionam ("Minas avança" kkk)

Dos 78 equipamentos, 45 estão desligados há pelo menos dois meses

um denunciante que não quis mostrar o rosto por medo, ascâmeras estão com defeito há pelo menos dois meses. O homem disse ainda que 14 equipamentos captam imagensà noite apenas em preto e branco, o que dificulta a identificação de suspeitos.
— Características de indivíduos como cor de roupa em preto em branco não tem como identificar.
O denunciante informa que próximo ao Terminal Rodoviário, região com alto índice de roubos e agressões físicas, todos os equipamentos estão com defeito.
— Não tem monitoramento nenhum. A criminalidade está à vontade.
A Polícia Militar alega que a quantidade de câmeras que não estão funcionando é bem menor. Segundo o coronel Alberto Luis Alves dos 178 equipamentos na capital, 39 estariam com problema ou desligados.
— Especificamente no centrão de Belo Horizonte nós temos 87 câmeras. Destas, 20 precisam ser reparadas.
De acordo com o policial, os reparos, que vão custar R$ 700 mil, devem ser feitos nos próximos dias por meio de licitação.
— Os maquinários são importados. Se não for em 15 dias, esperamos que a prioridade seja dada para que tenhamos todas as câmeras reparadas.

sábado, 10 de novembro de 2012

Minas possui o pior desempenho na investigação de homicídios


Um levantamento feito pelo Conselho Nacional do Ministério Público constatou que 55% dos inquéritos relativos a investigações de homicídios são arquivados no estado de Minas Gerais. O Estado aparece em terceiro lugar no ranking de estados brasileiros com o maior número de inquéritos sem solução. Desde o ano de 2007, 12.032 casos instaurados ainda estão em aberto.
O sucateamento da Polícia Civil pode ser umas das causas do desempenho ruim. Especialistas atribuem o fraco desempenho do Estado à falta de investimentos no serviço de inteligência e de investigação policial.
O Estado mineiro possui ainda a pior colocação porcentual na lista da força-tarefa para mudar o quadro. O esforço nacional foi realizado de janeiro de 2011 a abril de 2012. Do total de apurações, apenas 992 foram concluídas, o equivalente a 8,2%.
Ainda segundo especialistas, há preocupação também no alto percentual de arquivamento dos inquéritos, que geralmente acontecem quando o delegado responsável pelo caso não encontra mais condições de apurar o crime, por falta de provas ou quando há prescrição, o prazo é de 20 anos para homicídios. Em Minas gerais 45% dos inquéritos concluídos viraram denúncia do Ministério Publico a Justiça. CLIQUE AQUI E ASSISTA O VÍDEO DA MATÉRIA

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

PMs denunciam falta de coletes nos quartéis



Fonte: SBT BRASIL

Comentário: Esse é o Estado que vai abrir a Copa do Mundo de 2014...turistas...não venham para o Brasil...morram em seus países mesmo...

terça-feira, 22 de maio de 2012

Falta de efetivo no Triângulo Mineiro: Militares da reserva convocados

                 
A falta de efetivo de policiais e a criminalidade em Uberaba, no Triângulo, vão fazer o Estado reconvocar 40 policiais militares da reserva para o trabalho ostensivo nas ruas da cidade e da região. A decisão, anunciada pelo comandante da 5ª Região da Polícia Militar, coronel Laércio dos Reis Gomes, ontem, visa suprir a demanda do efetivo da corporação, composta por 900 homens. Segundo ele, o processo de reconvocação está em andamento.

Já a Polícia Civil de Uberaba irá celebrar convênios com universidades para a contratação de estagiários para o serviço administrativo, liberando os homens para o trabalho investigativo. 

sexta-feira, 2 de março de 2012

Falta de investigadores agrava criminalidade (numa das cidades sedes da Copa 2014)

Para especialista, polícia fica sem ter como reprimir as ações de bandidos


CARLOS ROBERTO
investigador
Investigador Garofalo, da Seccion al Leste, afirma que a falta de agentes prejudica atuação


O déficit de policiais civis em Minas Gerais, sobretudo de investigadores, e a falta de um planejamento financeiro mais eficiente, voltado para a segurança pública, são apontados pelo sociólogo Luís Flávio Sapori, ex-secretário de Estado de Defesa Social, como responsáveis pelo avanço da criminalidade no Estado. De acordo com a Polícia Civil do Estado de Minas Gerais, atualmente, 6.818 investigadores atendem aos 853 municípios mineiros. O déficit é, segundo a diretoria do Sindicato dos Servidores da Polícia Civil do Estado de Minas Gerais (Sindpol-MG), de 3.500 profissionais.
 
José Maria de Paula Cachimbinho, um dos diretores do Sindpol, reforça que os altos índices de criminalidade no Estado são reflexo do baixo número de profissionais atuando na Polícia Civil. Segundo ele, seriam necessários pelo menos mais 9 mil profissionais para qualificar o efetivo. Enquanto faltam investigadores, o agente Garofalo, da Seccional Leste, afirma que os bandidos aproveitam para dificultar os trabalhos de investigação. “Na saidinha de banco, por exemplo, eles usam capacete. Sem reconhecer de imediato, ficamos sem efetivo suficiente para dar resposta rápida à sociedade”, diz.
 
Luís Sapori argumenta que, com um número insuficiente de agentes, a Polícia Civil fica impossibilitada de reprimir os crimes e de identificar criminosos, ocasionando o avanço da impunidade e, consequentemente, dos crimes violentos. Dados divulgados na última quarta-feira, pela Secretaria de Estado de Defesa Social (Seds), apontam um crescimento, entre 2010 e 2011, de 7,4% no número de crimes violentos em Minas. O aumento em Belo Horizonte foi ainda maior, de 11,5%.
 
A solução apontada pelo sociólogo, para coibir a ação de criminosos e, dessa forma, reduzir os índices nos municípios mineiros é a melhor gestão pública dos recursos destinados à segurança. “A exemplo do Estado de Alagoas, que registrou a maior taxa de homicídios em 2010, apesar do mais alto investimento em segurança pública, de nada adianta se o valor gasto não for devidamente empregado. A questão é saber para onde os recursos estão indo”, enfatiza. Sapori reforça, ainda, que é preciso unir os esforços entre as polícias Civil e Militar.
 
Atualmente, Minas Gerais é, proporcionalmente ao orçamento, o Estado que mais investe em segurança pública, ao lado de Alagoas: 13,4% do total dos recursos. Os dados foram publicados no Anuário Brasileiro de Segurança Pública, em novembro de 2011. “Resta saber se os recursos estão sendo destinados para melhorar concretamente a área. Na prática, a segurança pública em Minas está sendo abandonada pelo governo. Se o Estado não voltar a controlar a situação, imagino que este ano será bem pior do que 2011”, opina Sapori.
 
A Seds informou, por meio da assessoria, que se pronunciaria por meio de nota. Porém, até o fechamento desta edição, não havia se posicionado.

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Detentos rendem policial e fogem de delegacia em Fortaleza



G1


Nota do blog: Como pode haver apenas um policial para cuidar das celas? Isso expõe não só o agente, mas, toda a população. O sujeito é preso, desarmado e foge com espingarda, etc. A polícia precisa ser autônoma, gerir a própria verba, para contratar mais, administrar melhor, sempre sob o controle social da imprensa, da justiça e da população. Enquanto for dependente dos farelos da política, dá nisso que vocês viram: ineficiência, falta de efetivo, planejamento...caos.

terça-feira, 4 de outubro de 2011

População de BH reprova atuação da Polícia Civil, diz pesquisa

Pesquisa realizada pela Associação de Delegados de Polícia de Minas Gerais mostrou que a população está insatisfeita com a apuração e combate de crimes por parte dos órgãos públicos

Uma pesquisa realizada pela Associação de Delegados de Polícia de Minas Gerais (Adepolc-MG) mostrou que a população de Belo Horizonte não se sente segura. Foram ouvidas 460 pessoas de diferentes classes sociais, nos dias 3 e 4 de setembro, que opinaram sobre o trabalho da Polícia Civil no combate à criminalidade. Os dados serão usados pela associação para mostrar que a polícia precisa de investimentos para dar segurança à população.



A maioria dos entrevistados avaliou negativamente o trabalho da corporação nas investigações e combate a homicídios e latrocínios. Quase 80% das pessoas ouvidas avaliaram como regular, ruim ou muito ruim o trabalho dos órgãos. Moradores da região central e de favelas foram os que mais reclamaram da atuação da polícia nas investigações de crimes.



Em relação aos outros delitos, como assaltos, roubos, furtos de veículos, perturbação da paz e sossego público, crimes contra o meio ambiente e roubo de cargas, a atuação da polícia foi reprovada por 35% da população.


Os entrevistados disseram  que a pior atuação da polícia está relacionada a crimes de perturbação pública, seguidos pelos delitos de roubo, assalto, furto, e arrombamento e furtos de veículos.

Mulheres inseguras


A apuração e o combate a agressões contra as mulheres foram avaliados com pessimismo. Mais de 57% dos entrevistados acham que o trabalho neste sentido está ruim ou muito ruim. As mulheres mostraram insegurança na pesquisa. Mais de 80% desaprovaram o trabalho de combate e apuração dos crimes.


De acordo com a assessoria da Adepol-MG, a pesquisa foi feita para mostrar que a polícia mineira precisa de investimentos para aumentar a qualidade dos serviços prestados. Os dados foram encaminhados para a chefia da Polícia Civil e serão usados na produção do Projeto de Lei Orgânica da corporação. A matéria prevê melhorias nos cargos policiais, nas condições de trabalho e no salário. O projeto ainda está em fase de discussão.


em.com.br
Estado de Minas