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sexta-feira, 19 de julho de 2013

Nós valemos pelo imposto que pagamos?


     Podemos medir o grau de atraso de uma sociedade não só pela qualidade dos serviços essenciais prestados, bem como a distinção que ela faz ao valorar seus cidadãos. Especialmente nos crimes de homicídio temos uma dimensão mais exata da separação entre as castas. Se morre um negro, a conduta é uma. Se este negro foi pobre ou rico como foi Michael Jackson, a repercussão é como se ele fosse um branco. E se é branco, as estatísticas mesmo que lhes sejam favoráveis, quando acontece alguma fatalidade é normal que a conduta se sobreponha sobre os demais casos que envolvam outras etnias, classes econômicas ou sociais.

    Lembrando o próprio cantor Michael Jackson, que se viu denunciado pelo Ministério Público americano, respondeu processo e quase foi parar na prisão, mesmo sendo negro. No Brasil talvez, sequer seria julgado. Se em muitos aspectos a sociedade americana falha, nesse quesito temos que reconhecer a virtude. Apesar que falar da justiça é o mesmo falar do universo, já que cada juiz ou promotor tem a liberdade de pensar, interpretar o que quer sobre determinado caso.

    No Brasil vale quanto influencia na mídia. Para o bem ou para o mal. Pode-se condenar alguém sem o devido processo legal, se a mídia o quiser execrá-lo. Foi assim na escola de São Paulo onde crianças brincaram, imaginaram ter sido vitimas de estupro e a população acabou com a escola, e anos depois ficou provado que tudo foi um mero devaneio infantil, lembram?

     Se valemos o quando influenciamos, nada mais legítimo que queiramos influenciar mais e mais, ou seja, enfrentar uma classe política que ignora o seu povo, aliado a imprensa confusa, que não sabe se acusa ou defende a polícia, no caso dos vandalismo e eventuais repressões nos atos de protestos.

      Não quero necessariamente concluir, quero deixar a dúvida: quando vale uma vida? Qual a diferença do homicídio de um andarilho, um viciado em drogas, ou de um médico fora de seu local de trabalho? Mataram o profissional, o eremita ou a projeção social que a profissão dá ou não ao cadáver? Nós valemos pelo imposto que pagamos?

sexta-feira, 3 de maio de 2013

Cultura: "Quanto vale ou é por quilo"? filme nacional sobre a máfia das ongs e partidos...



Sinopse e detalhes 



Uma analogia entre o antigo comércio de escravos e a atual exploração da miséria pelo marketing social, que forma uma solidariedade de fachada. No século XVII um capitão-do-mato captura um escrava fugitiva, que está grávida. Após entregá-la ao seu dono e receber sua recompensa, a escrava aborta o filho que espera. Nos dias atuais uma ONG implanta o projeto Informática na Periferia em uma comunidade carente. Arminda, que trabalha no projeto, descobre que os computadores comprados foram superfaturados e, por causa disto, precisa agora ser eliminada. Candinho, um jovem desempregado cuja esposa está grávida, torna-se matador de aluguel para conseguir dinheiro para sobreviver.

domingo, 15 de julho de 2012

Excelente documentário sobre a segurança pública, imperdível!!!



Comentário: Esse documentário retrata o que é a violência no Rio de Janeiro. Com certeza serviu de modelo para os filmes TROPA DE ELITE, 1 e 2. A diferença é que nesses últimos criaram uma trama, personagens e obviamente as cenas não são reais. Notícias de uma guerra particular, trás o Capitão Rodrigo, ainda na ativa, inclusive revelando o seu medo, o qual pôde ser comprovado através das denúncias, feitas pelo Blog do Garotinho, de que Capitão Rodrigo teria urinado de medo num dos adentramentos na favela. Documentário muito bom, atual e revelador. O mais curioso é o secretário de segurança da época, comentando...admitindo a falência do estado.

sábado, 17 de dezembro de 2011

Excelente filme para entender a "democracia", escravidão, ongs, assistencialismo, corrupção...







"Quanto vale ou é por quilo?" é o nome do filme. Estranho é bem verdade, porém excelente para explicar um pouco como a nossa sociedade é doentia, onde o diretor Sérgio Bianchi faz analogias entre o período recente da história brasileira, marcada pela escravidão, entremeando com o cotidiano vivido atualmente, sem ordem cronológica, mas, com valorosos momentos em que podemos comparar nossa cultura, e percebemos que pouco ou nada mudou nas relações entre a elite e a massa...vale apena locar esse filme.