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segunda-feira, 13 de agosto de 2012

General que confraternizou-se com PMs grevista da Bahia foi rebaixado por Dilma



Jornal: Dilma 'rebaixa' general de Lula para cargo administrativo

Depois de ter irritado a presidente Dilma Rousseff e o comandante do Exército, general Enzo Peri, por ter confraternizado com os grevistas da Polícia Militar da Bahia, o general de Divisão Marco Edson Gonçalves Dias deixa, na próxima sexta-feira, o comando da 6ª Região Militar. O até então "general do Lula", como muitos o chamavam, foi exonerado do cargo e nomeado para ocupar o cargo de diretor de Civis, Inativos, Pensionistas e Assistência Social do Exército. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. 

De acordo com o jornal, a designação desconcertou o general, que acabou se tornando uma das vítimas do novo estilo de governar de Dilma. Embora a decisão tenha sido tomada diretamente pelo comandante do Exército, ele não deixou de consultar seus superiores. Dias já sabia que seu comando estava combalido, desde fevereiro, quando foi repreendido por ter aparecido, em rede nacional, dizendo aos grevistas que iria negociar com os amotinados e assegurado a eles que nada aconteceria. A conduta desagradou o Exército e o Planalto. Mesmo tendo sido tão próximo ao ex-presidente, não havia o que fazer. A decisão de ele ir para o cargo administrativo do Exército já havia sido tomada. O general deverá permanecer por lá por pouco mais de um ano, quando deverá ser transferido para a reserva. 

Fonte: terra/Blog do Adeilton

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Exército censura artigo de general sobre Comissão da Verdade

Um artigo publicado pelo Estado de São Paulo no sábado, assinado pelo general de Exército Rômulo Bini, pede o fim do silêncio pelos militares. O texto do general Bini – que convoca os militares da reserva e até os chefes para suspenderem o silêncio que se impuseram, para questionarem a Comissão da Verdade, que chama de revanchista, e pede que reajam aos insultos que a categoria vem recebendo – desagradou ao comandante do Exécito, general Enzo Peri. Há preocupação de que um artigo de um oficial general como Bini, que sempre esteve longe de qualquer radicalismo, sirva de incentivo para outros oficiais, até mesmo da ativa, se manifestem, desencadeando um problema interno com várias vertentes, que começa com a Comissão da Verdade e passa, obrigatoriamente, pela insatisfação salarial, que é imensa. Justamente para evitar a propagação das ideias do general Bini, o artigo dele não foi incluído na resenha do Exército, nem de sábado, nem de domingo, que chega a todas as unidades militares do País. (Com informações do Estadão)

sábado, 3 de março de 2012

GENERAL pede UNIÃO e diz: "Não quero revolução, mas exijo respeito, ainda que tenha de impô-lo pela força!"

O General VALDÉSIO GUILHERME DE FIGUEIREDO disse que admite que precisa ser realmente revista a desunião entre militares, “começando pela separação entre oficiais e praças”, o General dá uma aula sobre comando e valoriza cada militar da estrutura hierárquica das forças armadas, explanando sobre as diversas funções sob a designação de comandante, começando pelo comandante de esquadra, que são os cabos, passando pelos sargentos e chegando aos comandantes de grande unidades, explicando como é importante a intensa preparação para isso, desde as escolas de cabos e sargentos das armas ao cursos de estado maior.

Numa crítica clara a presidente e seu “ministro da defesa” o general (ex ministro do STM) diz que não é qualquer um que pode ser comandante, sem preparação, sem histórico, sem conhecimento da estrutura militar, suas mazelas e seu modus operandi.“Não se pode aceitar passivamente que um qualquer que caia de pára-quedas na estrutura de comando, seja aceito como preparado para integrá-la.”

Se a Presidente fosse diretamente assessorada pelos ministros militares, que agora são chamados de comandantes, poder-se-ia chamá-la de comandante-em-chefe, mas não é o caso.

“O Ministro da Defesa, que tem até vestido farda e criou insígnias que o definam como militar, não tem nenhum preparo de comando e o faz intuitivamente, contando, ou não, com a assessoria militar, ou “genuinamente” civil (Alusão a José genuíno ex-terrorista)”.

Nos Estados Unidos, embora pareça, não é assim que funciona. Existe o Ministro da defesa, mas é função política, na verdade os comandantes militares ligam-se diretamente ao Presidente nas questões militares.

“Se a nota dos clubes militares desagradou ao presidente da república e a seu ministro da defesa, também são inúmeras as atitudes, o descaso, a legislação revanchista por eles levada adiante, sem que os clubes militares impusessem um recuo.”

“Diz-se que vingança é um prato que se come frio. Se há espírito de vingança de um lado, por que não partir também para a vingança em igual ou maior intensidade. Quem tem o telhado mais vulnerável? Insisto que devamos nos unir, se possível, oficiais e praças, da ativa e da reserva, mesmo da reserva de segunda classe”

Costumo dizer que quem muito abaixa as calças mostra a cueca, ou a calcinha. Não posso admitir que a alta estrutura de comando do Exército deixe de lado a disciplina, ou a hierarquia, mas permitir que qualquer civil de passado não muito recomendável, venha humilhar o Exército, empregando-o como polícia militar, fazendo com que a Força Armada agora passe a ser força auxiliar das polícias militares estaduais, ou que inverta a hierarquia permitindo que os soldos de determinados militares estaduais sejam infinitamente superiores aos dos militares do Exército.

Não quero revolução, mas exijo respeito, ainda que tenha de impô-lo pela força.

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Investigação revela rombo de R$ 15 milhões no Exército


Entre os 25 oficiais investigados está o general Enzo Peri, comandante da Força
Investigação iniciada pela Procuradoria-Geral da República em 15 de agosto já identificou um rombo nos cofres públicos que pode passar de R$ 15 milhões entre 2003 e 2009. O esquema, que envolve a cúpula do Exército, teria desviado valores por meio de licitações fraudadas, superfaturamentos e pagamentos duplicados. As informações são da "Carta Capital" deste fim de semana.                                                                                           Suspeito. General Enzo Peri (esq.) foi citado na representação que deu origem às investigações. foto:An^tônio Cruz/ABR.
Na representação que deu início aos trabalhos, o Ministério Público Militar solicitava investigação "em desfavor" do comandante do Exército, general Enzo Martins Peri. Segundo a revista, o escândalo pode ser "o mais ruidoso da Força em seus 363 anos de história". O inquérito, porém, estaria parado.

Além do comandante, são investigados 24 oficiais de várias patentes - incluindo sete generais e oito coronéis. Os valores foram calculados pelo Tribunal de Contas da União.
Mas o rombo, especula a publicação, pode ser ainda maior. Um dos envolvidos - o major Washington Luiz de Paula, acusado de montar a rede de empresas fantasmas - tem uma fortuna que surpreendeu os investigadores.
O militar, que tem renda bruta mensal de cerca de R$ 12 mil, teria um patrimônio de até R$ 10 milhões em imóveis, incluindo um apartamento estimado em R$ 880 mil, na avenida Atlântica, em Copacabana, bairro nobre do Rio.
Ele teria ainda duas casas na Barra da Tijuca, avaliadas em R$ 2,9 milhões cada. Em nome do sogro dele, que recebe aposentaria de R$ 650, estaria registrado um apartamento de R$ 2,8 milhões na mesma região. O inquérito revela ainda que o major movimentou mais de R$ 1 milhão em sua conta em apenas um ano.
Os generais têm foro privilegiado e só podem ser julgados pelo Superior Tribunal Militar (STM) - até hoje, só um general foi condenado, mas, depois, foi absolvido no Supremo Tribunal Federal (STF).
No início da investigação, o Centro de Comunicação do Exército divulgou nota afirmando que "não cabe à Força nem aos militares citados emitir qualquer posicionamento sobre o assunto".
OTEMPO/blog da Renata