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quinta-feira, 2 de maio de 2013

CONVOCAÇÃO: MANIFESTO EM SOLIDARIEDADE AOS MILITARES GREVISTAS


Acontecerá no próximo dia 03 de maio, as 9 horas, um ato público  na Junta Militar. Organizado pela Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil – CTB a minifestação visa prestar solidariedade aos policiais e bombeiros militares cearenses que hoje são vítimas de perseguição em suas corporações por terem participado, democraticamente, do movimento reivindicatório ocorrido entre o final de 2011 e início de 2012. E como trabalhadores, hoje os cidadãos das corporações da Segurança Pública do Ceará sentem-se intimidados pelas retaliações sofridas nas instituições. Transferências, torturas psicológicas, processos de expulsão e atos que intimidam os profissionais na busca pela garantia dos seus direitos trabalhistas. O regime militarista cearense chega a cometer abusos como renegar atestados médicos que afastam os profissionais envolvidos na paralisação.

Os militares estaduais que lideraram o movimento paredista respondem na Auditoria Militar por supostos crimes que, se condenados forem, poderão pagar pena de até 30 anos de reclusão.

Tramita no Senado Federal a Proposta de Lei 076/2013, de autoria do senador José Pimentel, que prevê anistia aos militares vitimados pelo sistema estadual. Esta na hora da sociedade unir-se aos profissionais da Segurança Pública na luta pela desmilitarização, o único caminho para a conquista dos direitos destes trabalhadores!

Serviço: MANIFESTO DE SOLIDARIEDADE AOS MILITARES QUE LIDERARAM O MOVIMENTO REINVIDICATÓRIO DE 2011

Dia 03 de maio de 2013, as 9 horas na Junta Militar
Endereço: Av. Oliveira Paiva, 941, por trás da Junta Médica

terça-feira, 16 de abril de 2013

Policiais Civis param atividades hoje


Os policiais civis do Rio Grande do Norte estão em greve. Pelo menos até as 20h de hoje. A categoria faz uma paralisação de advertência para protestar contra o retorno de presos para as delegacias e pedir pela urgência na ampliação do efetivo. De acordo com o Sindicato dos Policiais Civis e Servidores de Segurança (Sinpol-RN) a Polícia Civil possui menos de 1,5 mil homens. “A Polícia Civil está arquejando”, alerta o presidente do Sinpol, Djair Oliveira. Cerca de 300 aprovados no concurso realizado em 2008 aguardam nomeação.

Oliveira afirma que há mais de 100 presos nas delegacias do RN. Segundo ele, as delegacias do estado que passam por situações mais críticas são Macau, onde “têm presos amarrados em correntes”, em Santa Cruz, com celas superlotadas, além da Delegacia de Furtos e Roubos (Defur) de Mossoró e da delegacia de Nova Cruz, onde os presos aguardam para que à noite sejam transportados ao Batalhão da Polícia Militar pelo comandante. 

A categoria já sinaliza com a possibilidade de realização de “operação padrão” ou greve por tempo indeterminado caso nenhuma solução seja apresentada. “Desde quando a governadora assumiu que tentamos uma audiência para abrir o diálogo, mas isso não aconteceu. Se não apresentarem nada vamos deliberar por greve em tempo indeterminado”, afirmou Djair Oliveira. 

Hoje, segundo ele, o policial é obrigado a ficar rodando pelos Centros de Detenção Provisória (CDPs) para que se possa achar uma vaga após finalização dos procedimentos na delegacia. O sindicato afirma que a situação se tornou insustentável com as recentes decisões judiciais de interdições de cadeias públicas e presídios, notadamente nos municípios de Caicó,  Goianinha, Mossoró e Macau.

“O desvio de função é considerado ilegal no Brasil, com várias decisões judiciais, que apontam que policial civil não deve custodiar presos de justiça, situação que atrapalha o papel que possuem: de investigar e solucionar crimes”, ressalta. Os 306 policiais concursados e  já formados aguardam desde 2010 a nomeação. O Governo vem fazendo apenas substituições com as vacâncias por aposentadorias ou falecimentos. O Sinpol cobra ainda a formação dos 290 suplentes aprovados.

Tribuna do Norte


Fonte PolicialBR: http://www.uniblogbr.com/2013/04/policiais-civis-param-atividades-hoje.html#ixzz2QdYrfBJL

domingo, 18 de novembro de 2012

Policiais espanhóis protestam contra corte de benefícios

Andres Kudacki/AP
SÃO PAULO - 
Policiais em toda a Espanha estão protestando contra as medidas de austeridade que os afetam, como o congelamento de pensões e a eliminação do bônus de Natal. Mais de 5 mil pessoas marcharam, neste sábado, 17, até a frente do prédio do Ministério do Interior em Madri, tocando apitos e gritando palavras de ordem.

Jose Maria Benito, um porta-voz do Sindicato da Polícia Unificada, disse que o grupo estava ali "para dizer ao governo que a seguridade social tem que ser prioridade".
Benito disse que a categoria está contrariada porque os cortes orçamentários significam que as condições de trabalho estão mais precárias, que as equipes não estão equipadas de maneira adequada e que 15 mil policiais demitidos não serão repostos. "Em tempos de convulsão social, precisamos de uma resposta adequada da polícia", disse.
(AP)


segunda-feira, 15 de outubro de 2012

PEC 300 "LOS ERMANOS": POLICIAIS ARGENTINOS DECIDEM MANTER GREVE POR AUMENTO DE SALÁRIOS




Policiais da Argentina mantêm greve por melhores salários Os manifestantes decidiram manter seu movimento depois que o governo pediu um prazo até terça-feira(09) para responder às demandas Policiais argentinos mantiveram nesta quinta-feira(04), pelo terceiro dia consecutivo, seu protesto por melhores salários, depois da troca das cúpulas das forças policiais em greve. Os manifestantes decidiram manter seu movimento depois que o governo pediu um prazo até terça-feira(09) para responder às demandas, como um salário básico de 7.000 pesos (1.490 dólares). O protesto envolve duas forças policiais, a Polícia de Gendarmeria, que é responsável pela proteção da fronteira terrestre argentina e que também realiza um trabalho de prevenção de segurança em áreas urbanas, e a polícia da Prefeitura, que, com 20.000 homens, também exerce funções de Guarda Costeira. Queremos a aprovação por escrito das reivindicações, afirmou o policial Raúl Maza depois de uma reunião entre delegados do conflito com o vice-ministro da Segurança, Sergio Berni. Os policiais também pedem para não sofrer represálias por participar no protesto. O governo de Cristina Kirchner afastou na quarta-feira as cúpulas das duas forças por considerá-las culpadas pela aplicação errada de um decreto, agora anulado, que reduziu os salários do setor em até 60%, motivo que ocasionou o conflito. Os porta-vozes do movimento, por sua vez, negaram as acusações de organizações ligadas ao governo que seu protesto tenha como objetivo atingir a presidente Kirchner e asseguraram que defendem a democracia. Isto não é um golpe de Estado, nem pretender ser. Amamos a democracia e vamos defendê-la, se necessário, com nosso próprio sangue, afirmou Maza. Legisladores e várias lideranças políticas da oposição pediram aos manifestantes que ponham fim ao protesto. O Ministério da Segurança, ao qual as duas forças policiais são subordinadas, anunciou nesta quinta-feira que, no caso da Polícia de Gendarmeria, foram pagos os salários dos 32.253 efetivos da instituição sem os descontos previstos pelo decreto, segundo comunicado oficial. O número de gendarmes e policiais da Prefeitura concentrados nas respectivas sedes nesta quinta-feira era inferior aos de dias anteriores, quando os grevistas realizaram grandes protestos na capital e em várias cidades do interior do país. No terceiro dia de protestos, policiais bloquearam o trânsito em uma avenida do exclusivo bairro de Puerto Madero, em Buenos Aires, uma zona litorânea turística de restaurantes e prédios elegantes, de onde a segurança cabe à Polícia da Prefeitura. Redação Fonte: AFP via TVCONQUISTA 

Fonte: blog Cabo Jeoás
Blog Combate Policial

terça-feira, 9 de outubro de 2012

Observatório da Imprensa: Greve ou quartelada?


Por Marco Aurélio Dutra Aydos

Um dos dilemas da democracia moderna é constantemente enfrentar-se com o radicalismo político sem perder de vista os meios democráticos para sua própria defesa. Um dos meios de defesa da democracia é a discussão pública, um pouco ausente da mídia. Quando exércitos terroristas como o Hamas são abençoados como grupos “militantes” pela mídia global, e a performance de atores da política é mais valiosa e eficiente do que a consistência ou verdade de suas bandeiras, este Observatório supre uma falta essencial, discutindo e criticando a mídia e, por extensão, os problemas sociais que ela não mostra com a profundidade desejada.

O problema da greve dos agentes de Polícia Federal é um caso de reticência e miopia da mídia que não mostra o que não procura ver, não responde ao que não pergunta. É verdade que a defesa da sociedade tem aparecido na mídia, mas essa defesa reduz o problema ao mero retrato dos inúmeros transtornos que o movimento causa, como filas intermináveis em aeroportos e obstrução à emissão de passaportes. No caso específico, porém, devemos ser justos com a mídia e convir que ela não mostra com clareza os motivos da greve porque esses motivos não são lá muito transparentes [...]

Clique aqui para ler a íntegra do artigo publicado pelo Observatório da Imprensa.

Fonte: Blog do Delegado