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segunda-feira, 2 de abril de 2012

Brasil lidera a "COPA DO MUNDO DE HOMICÍDIOS"...


Foram sete homicídios no sábado, cinco no domingo e um na madrugada desta segunda-feira, em várias cidades do Distrito Federal.

O fim de semana foi violento em Brasília. Em menos de 48 horas, foram 13 assassinatos. Foram sete homicídios no sábado, cinco no domingo e um na madrugada desta segunda-feira, em várias cidades do Distrito Federal. ...

Novamente, uma festa de adolescentes terminou com feridos. Foi em um clube em Ceilândia Norte, cidade a 30 quilômetros de Brasília. Com ciúmes porque não foi teria sido convidado para a festa da aniversariante, um ex-namorado dela chamou amigos, invadiu o local e, segundo a polícia, atirou pelo menos 15 vezes. Cinco pessoas ficaram feridas.

Há uma semana, 12 pessoas foram feridas durante outra festa, também na cidade de Ceilândia.


Fonte: Bom dia Brasil / Redação - 02/04/2012

terça-feira, 27 de março de 2012

A Verdadeira Segurança do Brasil para a Copa do Mundo 2014

A equipe da TV Correio, filial da Rede Record na Paraíba, flagrou a frieza de uma tentativa de homicídio. O crime aconteceu no bairro Jardim Veneza, em João Pessoa. Por volta das 01h30 da madrugada deste domingo (18), o repórter Josenildo Gonçalves, foi acionado para registrar uma tentativa de homicídio. Rodrigo Ferreira da Silva estava agonizando em busca de socorro. Ele apresentava marcas de perfurações causadas por arma de fogo. No momento em que o repórter narrava o sofrimento do jovem, um homem de boné se aproximou da vítima e efetuou um tiro na cabeça de Rodrigo Ferreira. Na primeira vez, o revólver falhou, mas na segunda tentativa, o disparo foi efetuado. O Samu foi acionado e fez o socorro da vítima para o Hospital de Emergência e Trauma de João Pessoa. De acordo com a unidade hospitalar, o rapaz passa bem e não corre risco de morte.

Fonte: Blog SOS MILITARES

segunda-feira, 26 de março de 2012

Segurança no país da COPA do BRASIL de Homicídios: Minas sai na frente

No fim de semana, PM registra 19 assassinatos na Grande BH

Crimes aconteceram das 18h de sexta-feira (23) até a 0h de segunda-feira.

Além de BH, mortes foram em Betim, Vespasiano, Pedro Leopoldo e Ibirité.

O fim de semana foi violento em Belo Horizonte e na Região Metropolitana. De acordo com a Polícia Militar (PM), 19 pessoas foram assassinadas das 18h de sexta-feira (23) à 0h desta segunda-feira (26). Somente no domingo (25), a PM registrou dez homicídios.
Na capital, foram mortos quatro homens e uma mulher. Os outros crimes aconteceram nas cidades de Betim, VespasianoPedro Leopoldo e Ibirité, na Grande BH. As causas dos homicídios estão sendo investigadas.
Em Vespasiano, um homem foi baleado, chegou a ser socorrido no Hospital de Pronto-Socorro Risoleta Neves, mas não resistiu. Na Vila São Francísco, em BH, uma mulher foi morta a tiros na Rua Batalha.
No bairro Águia Dourada, em Ibirité, um homem foi alvejado por três tiros e morreu no meio da rua. No Riviera, em Betim, uma vítima foi morta na Rua José de Souza Braga.
No Betânia, Região Oeste de BH, um homem foi morto na Avenida Tereza Cristina. No bairro São Geraldo, na Zona Leste, uma pessoa que não teve a idade e o sexo revelados foi encontrada morta. Na Vila Primeiro de Maio, outra vítima foi assassinada a facadas. Continue lendo no G1 MG

sábado, 4 de fevereiro de 2012

Barbárie na Bahia do PT: 35 mortes em 3 dias. E o governador abraçando um assassino em Cuba.

Enquanto o petista Jacques Wagner, governador da Bahia, levava um abraço para o tirano assassino Raul Castro, o ditador de Cuba, ao lado de Dilma que chamou o Pinheirinho de "barbárie", a violência tomava conta da Bahia.

Subiu para 35, segundo o governo da Bahia, o número de mortos na onda de violência que atinge o Estado desde o início de uma greve de policiais militares, no dia 31 de janeiro. Exército, Marinha e Força Nacional continuam trabalhando. Segundo o governo baiano, quase 3 mil homens fazem o patrulhamento em áreas de grande circulação de pessoas, como estações de transbordo, pontos turísticos e terminais de passageiros de Salvador.
Do Estadão/Blog Coturno Noturno

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Cresce nº de morte em confronto envolvendo homens da Rota em SP

SÃO PAULO - Os casos de resistência seguida de morte envolvendo homens das Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar (Rota) aumentaram no primeiro semestre deste ano na capital e Grande São Paulo. Dados da Ouvidoria da Polícia mostram que foram 40 ocorrências até junho deste ano, contra 36 em igual período de 2010. Em 2009 foram 21. Considerando todas as unidades da Polícia Militar, o número de casos caiu. Com isso, porcentualmente, a participação dos homens da Rota nas mortes em confronto subiu de 16,9% do total de casos em 2010 para 21,1% este ano. Em 2009 era de 10,4%.

Para o ouvidor Luiz Gonzaga Dantas, que considera o número preocupante, a Rota precisa adotar um caráter mais civil e respeitar os direitos humanos. Gonzaga diz que está trabalhando para trazer transparência para as ocorrências de resistência.

Segundo ele, informações que chegam para a Ouvidoria nem sempre indicam confronto. Por essa razão, ele defende que, em vez de "resistência", os boletins de ocorrência registrem as mortes como homicídio. Se for comprovado que não houve excesso, é possível pedir arquivamento do processo.

O ouvidor também defende que o socorro do suspeito seja feito pelo Samu e não pela equipe envolvida. "Isso fará o Estado ter mais transparência e os policiais serão ouvidos no local da ocorrência", explica. Outro fator, segundo ele, é que isso evitaria que os policiais façam as chamadas "voltinhas" com o baleado até a chegada ao hospital, como relatam algumas testemunhas de casos.

Seis mortes. Em apenas uma das ações da tropa de elite da PM, seis suspeitos foram mortos, acusados de terem atirado contra a equipe durante um roubo a caixa eletrônico em Parada de Taipas, zona norte. O crime foi em 5 de agosto. Em um caso mais recente, em 27 de setembro, o autônomo Paulo Oliveira de Jesus, de 26 anos, foi morto pela Rota em Osasco. A família dele nega que ele fosse criminoso. A versão dos PMs é que ele era ladrão de cargas e reagiu a tiros.

"Foi execução. Meu irmão ficou de joelhos, sem camisa, gritando que era inocente", diz uma das irmãs, que pede para não ter o nome divulgado. Jesus não tinha passagem pela polícia e deixou uma filha de 6 anos.

Rildo Marques de Oliveira, da coordenação do Movimento Nacional de Direitos Humanos e membro do Conselho Estadual de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana (Condepe) afirma que, embora o comando da PM tenha feito esforços, na prática se percebe que a questão da letalidade fugiu ao controle da corporação. "Estamos vendo que nos confrontos estão acontecendo execuções", disse. "O que percebemos é que a Rota continua instituindo a pena de morte como Justiça deixando de oprimir de fato o crime."

Desde abril, o Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) investiga casos de resistência seguida de morte. A medida foi adotada após a morte de um homem, em um cemitério de Ferraz de Vasconcelos, na Grande São Paulo. Uma mulher narrou em tempo real para o telefone 190 o crime, atribuído a dois PMs.

A Secretaria da Segurança Pública informou que até ontem, 207 casos envolvendo policiais civis, militares e guardas civis estão sendo averiguados pelo DHPP. Em nota, a PM informou que todos os policiais militares são treinados e condicionados a respeitar integralmente os direitos fundamentais do cidadão, sendo a opção pelo confronto feita pelo infrator.
 
Camilla Haddad - Jornal da Tarde
estadao.com.br

Brasil tem taxa de homicídios maior que quatro países árabes juntos (no país da copa)

De acordo com a pesquisa, o crime organizado e as gangues de rua estão diretamente relacionadas ao número de mortes nas Américas. Ainda, assim, a maior parte dos assassinatos ocorre em países da África, 36% do número total de mortes estimadas por ano pelo Unodc (468 mil).

O Estudo Global de Homicídios 2011 divulgado nesta quinta-feira coloca o Brasil entre os três primeiros países da América do Sul com a maior taxa de assassinatos nos últimos anos, mas não é só isso. O levantamento mostra, ainda, que o País tem índice maior de homicídios que Egito, Iraque, Jordânia e Líbia juntos.
 
A pesquisa, realizada pelo Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (Unodc), mostrou que o Brasil tem taxa de 22,7 assassinatos para cada 100 mil habitantes. A Líbia, por outro lado, recente palco de conflitos entre exército e civis, tem apenas 2,9 assassinatos para cada 100 mil habitantes.

Nos demais países árabes esse índice é ainda menor: 2 no Iraque; 1,8 na Jordânia e 1,2 no Egito. Ao todo, os países somaram 7,9 homicídios para cada 100 mil habitantes, 14,8 a mais que no Brasil.

Os dados divulgados nesta sexta foram cedidos por instituições dos próprios países. No caso de Brasil e Egito os levantamentos são de 2009, Iraque e Líbia têm levantamentos de 2008 e na Jordânia os dados são de 2006.

Cenário mundial

O relatório revela ainda que, na contramão da maioria dos países da Ásia, Europa e América do Norte, que desde 1995 vêm registrando uma redução nas taxas de homicídio, a América Central e o Caribe têm verificado um aumento nesses índices e hoje se aproximam de um cenário de "crise".

Jornal do Brasil

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Manifestação em Uberlândia "Todos pela vida": protesta contra os 142 homicídios até agora

Manifestação “Todos pela vida” é realizada em Uberlândia

A primeira manifestação “Todos pela vida”, da Igreja Sal da Terra, aconteceu na noite deste sábado (1), na Praça da Bicota, região central de Uberlândia.

Durante a ação, houve distribuição de panfletos e coscientização das pessoas sobre a quantidade de crimes violentos registrados na cidade.

Na manifestação, cerca de 130 pessoas que carregavam cruzes e velas deitaram no chão e foram cobertas por um tecido preto simbolizando o luto pelas vidas perdidas. Só neste ano, mais de 130 homicídios já foram registrados em Uberlândia, até o momento.
 
Correio de Uberlândia

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Desde 2003 são quase 800 homicídios em fase de apuração em Uberlândia


A dor que não passa e a espera de uma resposta. O MGTV da TV Integração abordou o dia a dia de pais que perderam a vida, vítimas da violência. Em Uberlândia, de 2003 até agosto desse ano, são 786 casos em fase de apuração. 



Foi a avó Abadia Aparecida Miranda que rodou a cidade procurando o neto desaparecido e teve que reconhecer o corpo encontrado no último fim de semana. Abadia sabia que o neto usava maconha, mas nunca tinha se envolvido em problemas. “Ele era tranquilo e nunca roubou nada”, disse. 

O caso do neto de Abadia é mais um para a lista de processos em fase de apuração da Polícia Civil. De 2003 até agosto desse ano já são 786 assassinatos e tentativas de homicídios ainda sem solução. A justificativa para o acúmulo, segundo o delegado regional Samuel Barreto, é a falta de estrutura. “Em 2008 era um delegado, um escrivão, quatro investigadores e hoje são dois delegados e 12 investigadores”, explicou.




Ao todo, 73% dos homicídios foram com arma de fogo. Mas a parte da estatística que dificulta o trabalho, segundo o delegado, é que 65% tinham envolvimento com drogas: “Neste caso infelizmente reina o silêncio”. O filho de Edival José de Souza foi uma das vítimas. Ele era dependente químico e no último contato feito com a família parecia ser ameaçado. “Ele me pedia R$300 e parecia que tinha um cara exigindo isso dele”, lembrou. O pai não soube mais nada sobre o caso e, para tentar diminuir o reflexo dessa perda, só mesmo esperando uma resposta. 



Na madrugada desta terça-feira (27) foi registrado mais um homicídio em Uberlândia. O corpo de um comerciante, de 47 anos, foi encontrado próximo à ponte do rio Douradinho, na saída para o distrito de Miraporanga. Duas mulheres e um homem estão presos na Companhia de Polícia Militar (PM) do bairro Jardim Patrícia e devem ser levados a qualquer momento à 1ª Delegacia de Polícia Civil. Eles são suspeitos de terem cometido o assassinato. Segundo a PM, uma das mulheres é esposa da vítima e o casal é amigo. Cada um conta uma versão para o crime. A Polícia Civil investiga o homicídio.
Megaminas.com

domingo, 21 de agosto de 2011

Polícia do Rio mata três vezes mais que a de São Paulo

Violência dos confrontos com a polícia voltou ao debate após o assassinato da juíza

A polícia do Rio de Janeiro matou quase três vezes mais que a de São Paulo nos primeiros seis meses deste ano, segundo levantamento desses Estados dos chamados autos de resistência - quando há morte em confronto e o policial alega legítima defesa.

Para cada 100 mil habitantes do Estado do Rio, ao menos duas pessoas (2,3) morreram em confronto com as Polícias Militar e Civil. Em São Paulo, a taxa de auto de resistência registrada é de 0,61 para cada 100 mil. Para o cálculo, o R7 considerou os 374 casos ocorridos no Rio no semestre contra os 252 de São Paulo, Estado que tem quase o triplo de habitantes da população fluminense. Os dados são do Instituto de Segurança Pública do Rio (ISP) e da Secretaria de Segurança de São Paulo.

A violência dos confrontos entre policiais e suspeitos voltou ao debate após o assassinato da juíza Patrícia Acioli no último dia 12, conhecida como linha-dura por combater policiais que forjam autos de resistência em São Gonçalo, na região metropolitana do Rio. De acordo com o Tribunal de Justiça, dos 1.305 processos em andamento da Vara Criminal do município, 50 envolvem autos de resistência.

De janeiro a junho deste ano, o ISP registrou 13 “resistências com morte do opositor” em São Gonçalo. À primeira vista, o número pode não parecer expressivo, mas, considerando a população do município, a taxa é de 1,3 mortes em confronto policial para cada 100 mil habitantes - maior do que na cidade de São Paulo, onde o índice é de 1,18.

No mesmo período, o número de autos de resistência na capital fluminense foi 27% maior do que na paulista - 184 casos na cidade do Rio (6 milhões de habitantes) contra 133 em São Paulo (11 milhões de habitantes).

Caso um confronto policial termine em morte em São Paulo, o auto de resistência é investigado pela Corregedoria da PM, pelo Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) e um Inquérito Policial Militar é instaurado. Ocorrências que resultam em morte são debatidas em reunião semanal do coronel superior com o comandante do batalhão, segundo a PM.

No Rio, a Secretaria de Segurança Pública explica que as investigações dos autos de resistências dependem de cada caso. Primeiramente, o auto é relatado para o comandante do batalhão (se envolver um PM) ou para o delegado (se for um policial civil). Depois, a Corregedoria ou a Polícia Civil podem ser envolvidas, se necessário.

No caso do menino Juan Moraes, de 11 anos, que morreu em uma operação policial na comunidade de Danom, em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, diversas instâncias participam da investigação do crime. Quatro PMs suspeitos de envolvimento no crime - os policiais alegam que, na ocasião, entraram em confronto com traficante - tiveram a prisão temporária prorrogada pela Justiça. A polícia diz que Juan foi morto pelos policiais.

A partir desse caso, a chefe de Polícia Civil do Rio, delegada Martha Rocha, determinou que as mortes em confrontos com as forças policiais do Estado passassem a ser investigadas com maior rigor.

O auto de resistência pode encobrir um homicídio, segundo Ivan Vieira, presidente da Comissão de Segurança Pública da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-RJ). "Um fato importante nessa política criminal de auto de resistência é a facilidade de encobrir homicídios, desfazendo o local de crime a pretexto de socorrer as vítimas. Recebemos casos de suspeitos que foram levados com dez tiros na cabeça e já com massa encefálica exposta para os hospitais, tendo como único propósito dificultar a perícia".

O R7 procurou desde terça-feira (16) a Corregedoria e a assessoria da Polícia Militar para debater com a corporação a alta incidência dos autos de resistência, mas até a conclusão desta reportagem não obtivera retorno.

Outros Estados

Em Santa Catarina, a taxa de mortes em confronto com a polícia é de 0,49 por 100 mil habitantes. Foram registrados 31 mortos em confronto nos primeiros seis meses deste ano. Pernambuco teve 16 mortes, chegando à taxa de 0,61 por 100 mil habitantes.

Roraima não registrou nenhuma morte cometida por policiais em 2010 (dado mais recente), assim como o Distrito Federal, no primeiro semestre.

Os Estados do Acre, Bahia, Espírito Santo e Paraná informaram que não possuem estatísticas sobre o assunto. As demais unidades federativas não deram retorno.

Do R7/blog da Renata