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quinta-feira, 18 de julho de 2013

Por quê não acabam com o jogo do bicho?



Por quê não acabam com o jogo do bicho? Está entranhado em nossa cultura, fazer uma "fezinha", apostar naquele animal que simboliza o sonho. Hoje muitas cidades brasileiras vivem o pesadelo ao ver os índices criminais extrapolarem qualquer limite ou tentativa de se maquiar a realidade.


Ao lado dessa modalidade de jogo, está obviamente a contravenção, a corrupção, o suborno para aqueles que deveriam fiscalizar e combater. Fora o que todos já sabem, que na maioria dos casos esse dinheiro do jogo do bicho financia o tráfico, a compra de armas, e a troca de carros de muita gente...que posa de bom moço, mas, vive no chiqueiro, atolado na lama com envolvimento escuso com essa corja. 

O deputado estadual Sargento Rodrigues, PDT - MG, tentou abrir a CPI - Comissão Parlamentar de Inquérito, para apurar eventuais envolvimentos de servidores públicos, mas, a maioria dos políticos não querem "secar o pé-de-uva", secar as fontes de financiamento de campanha, enquanto outros fazem lobby para não perder a "boquinha", não perder as trocas de carro, o arrego, a caixinha bancada pelo bicheiros.

Enquanto isso a população vive atônita a espera do maná, do apocalipse que venha trazer a paz desejada por todos, que ela surja do caos...

O jogo do bicho está nas melhores cidades do Brasil, procure uma banca, faça a sua "fezinha" e financie a violência.

sábado, 13 de abril de 2013

Juiz de Fora - MG: PMs indiciados por extorsão ao 'bicho'


Dois policiais militares foram indiciados em inquérito policial militar (IPM) por extorsão a bancas de jogo do bicho localizadas nas zonas Norte e Oeste de Juiz de Fora. Além de exigirem dinheiro de parte dos lucros no negócio ilícito, eles cobravam para antecipar informações sobre futuras ações policiais de coibição do crime. Um terceiro nome, apontado como integrante do esquema, não teve a participação confirmada. Em função da gravidade do caso, o comando da polícia instaurou processo administrativo disciplinar (PAD), ainda em andamento. Transferidos para o 47º Batalhão, com sede em Muriaé, os dois envolvidos, que são cabos com pelo menos uma década de serviço, continuam na corporação enquanto o desligamento dos quadros não é definido pela comissão do PAD, cuja função é analisar se os militares têm ou não condição de permanecer na instituição.
O esquema foi descoberto no ano passado, após denúncias de um apontador, pessoa responsável pelas anotações de apostas do jogo do bicho. De acordo com os relatos, os PMs não só exigiam parte do lucro, como cobravam para dar cobertura ao negócio. Eles também são acusados de promover "arrastões" nas gavetas utilizadas pelos donos das bancas para guardar o dinheiro da contravenção.
A Assessoria de Comunicação Organizacional da 4ª Região de Polícia Militar (RPM) confirma a existência de indícios de participação nos casos de extorsão praticados em bancas de jogo do bicho, conforme apontado pelo IPM. Em função do problema, uma comissão foi instaurada em 28 de janeiro de 2013 para analisar o PAD e a conduta dos policiais. Três oficiais vão atuar na comissão. No entanto, como o processo ainda está em posse da Justiça Militar, que abriu vistas ao Ministério Público, a polícia aguarda a remessa de cópia dos autos para dar andamento aos trabalhos. Tão logo a cópia dos documentos seja remetida à polícia, o que poderá ocorrer nas próximas semanas, a comissão terá até 60 dias emitir parecer a respeito do destino dos acusados. "A comissão do PAD irá avaliar se os militares possuem condições de permanência nas fileiras da corporação, dentro dos preceitos legais do contraditório e ampla defesa, podendo os policiais serem demitidos", explicou o assessor de comunicação organizacional da 4ª RPM, major Paulo Alex Moreira.
Independente dos trabalhos da comissão, os PMs responderão na esfera judicial. "Mesmo que eles sejam absolvidos pela Justiça Militar, a demissão dos policiais poderá ser indicada pela comissão do PAD ou vice-versa. Pode ser que eles sejam condenados, cumpram pena, mas não sejam demitidos. A decisão caberá ao comando da 4ª Região, que deverá remeter parecer ao comando geral da PM", informou Paulo Alex.
 Por Daniela Arbex/Tribuna de Minas

terça-feira, 5 de junho de 2012

Capitão da PMMG sob suspeita de enriquecimento ilícito

Militar integraria máfia da contravenção ligada ao jogo do bicho e caça-níqueis na Zona da Mata


A Comissão de Direitos Humanos (CDH) da Assembleia Legislativa investiga suspeita de enriquecimento ilícito por parte do capitão da PM Yoshio Luiz Yamagushi, que estaria ligado à máfia da contravenção em Juiz de Fora. Nesta segunda-feira (4), o deputado estadual Sargento Rodrigues (PDT), que é membro da comissão, apresentou fotos tiradas na última sexta-feira, que mostram cinco imóveis, avaliados em R$ 135 mil cada um, que pertenceriam ao capitão. “Além disso, ele mora em uma casa de alto padrão no bairro Bom Pastor,em Juiz de Fora, o que é incompatível com o seu salário, que gira em torno de R$ 4 mil”, revelou.


A CDH se reuniu nesta segunda-feira (4), em sessão secreta, para dar continuidade à discussão sobre denúncias, divulgadas com exclusividade pelo Hoje em Dia, relativas à existência de crime organizado em Juiz de Fora, relacionadas à exploração de máquinas caça-níqueis e jogo do bicho. Foram convocados a prestar depoimento os delegado Fernando Camarota Filho, acusado de receber propina, Alexandre Soares e Eduardo da Silva. Além de mais 13 pessoas entre policiais, procurador e promotor. Era aguardada a presença do capitão Yamagushi que não compareceu, assim como outros cinco convocados.

Outra apuração em curso se refere à informação da Polícia Federal que comprova a participação de um promotor de Justiça que teria conhecimento do pagamento de propina no valor de R$ 10 mil a um delegado e a um investigador da Polícia Civil de Juiz de Fora. Os nomes dos envolvidos não foram revelados. “Esse promotor nada fez por causa da amizade que tinha com o delegado que estaria recebendo propina”, explicou o parlamentar.

Sobre Yamagushi, sargento Rodrigues declarou que será verificado se houve recebimento de herança que justificaria a obtenção dos imóveis. “Sou conhecedor dos salários dos policiais, soldados e coronéis e sei que o capitão recebe cerca de R$ 4 mil, porque paga duas pensões alimentícias. Por isso o fato dele ter essas cinco casas é um forte indício de que estaria recebendo dinheiro dos caça-níqueis”, acusou.

A CDH pretende ir a Juiz de Fora para ouvir duas testemunhas que foram convocadas e não participaram. O promotor suspeito de acobertar o pagamento de propina também será convidado para falar.

Segundo o presidente da comissão, deputado Durval Ângelo, os fatos também indicam suposto envolvimento de agentes públicos da administração municipal em atividades criminosas na cidade, especialmente as relacionadas a jogos de azar.

Na reunião, Sargento Rodrigues questionou os presentes sobre denúncias relativas à violação de noteiros de máquinas caça-níqueis por peritos da Polícia Civil, durante uma operação para apreensão desses equipamentos. Durval Ângelo chamou a atenção para o fato de que máquinas apreendidas estariam retornando para as casas de jogos de azar.

Para Rodrigues, ficou claro que a exploração do jogo de bicho e caça-níqueis em Juiz de Fora tem ligação com o esquema de Carlos Cachoeira, em Goiânia. “Os aparelhos onde hoje se faz os jogos de bicho foram encomendados e vieram de Goiânia”, explicou.

Dados da Polícia Federal apontam que Juiz de Fora possui, proporcionalmente, um número muito maior de máquinas caça-níqueis e vídeo bingo do que o Rio. Além disso, nos últimos quatro anos em BH foram apreendidos 3 mil máquinas, enquanto que em JF, no mesmo período, foram encontrados 4 mil aparelhos.

Hoje em Dia

domingo, 6 de maio de 2012

Governo promete R$ 900 mil a mais em emendas para a base


Os deputados da base de apoio do governador Antonio Anastasia (PSDB) na Assembleia Legislativa receberão um complemento de quase R$ 1 milhão em emendas individuais. A promessa, segundo apurou a reportagem, será restrita aos parlamentares governistas, e, segundo informações de bastidores, seria uma espécie de recompensa pelo trabalho dos aliados no arquivamento da CPI do Jogo do Bicho.

Deputados confirmaram que o complemento de R$ 900 mil para cada um deverá ser aplicado em projetos de saúde a serem indicados pelos próprios aliados. O recurso extra, portanto, não contemplaria os oposicionistas e poderia não atenderia não atender a todo o Estado. Os aliados admitem haver um acordo com o governo para a destinação das emendas a hospitais e outras unidades de atendimento

O deputado Jayro Lessa, por exemplo, pretende destinar seu adicional de R$ 900 mil para dez prefeituras do Vale do Rio Doce e Jequitinhonha. "Eu ouvi dizer que é só para deputados da base do governo", admitiu para, em seguida, recuar. "Eu acho que é isso". Lessa negou, contudo, a possível relação entre o bônus e a retirada de sua assinatura para a instalação da comissão. 

Colaborador: Carlos, via email

sexta-feira, 27 de abril de 2012

CAMPANHA DA CPI DO JOGO DO BICHO EM JUIZ DE FORA JÁ - NÃO ESTAMOS PEDINDO, ESTAMOS EXIGINDO UMA CPI DA ALMG EM JUÍZ DE FORA, DOA A CORONEL, DOA A DELEGADO OU QUEM SABE DOA A ALGUM POLÍTICO


Associação Cidadania e Dignidade lança campanha em rede sociais, CPI do jogo do bicho já!

O movimento CPI do jogo bicho já!, nasceu da iniciativa da Associação Cidadania e Dignidade, e seu lançamento foi resultado da indignação com que os deputado mineiros, vem tratando as graves denúncias de uma rede criminosa que se instalou em juiz de Fora, cujas raízes estão no jogo do bicho e nas máquinas de caça níqueis, que envolve policiais e autoridades.

Estamos já em plena campanha de mobilização dos cidadãos, que estão indignados e exigem que os deputados cumpram seu papel e atribuições, já que de acordo com as informações publicadas pela imprensa, as denúncias envolvem não só as polícias, mas também gente poderosa e até autoridades de outros poderes do Estado.

A segurança pública, não somente em Minas Gerais, mas no Brasil precisa ser tratada com responsabilidade, transparência e principalmente com o respeito as leis, mas o que estamos vendo e que assusta o cidadão, é a indisposição dos deputados em assinarem o requerimento de instalação da CPI, pois como há envolvimento de autoridades de ambas corporações policiais do Estado, e também de autoridades de outros poderes, é fundamental o trabalho da CPI, que poderá ser um divisor de águas para a segurança pública e estaremos dando exemplo para o Brasil, que aqui em solo mineiro não admitirmos ou somos omissos e coniventes com rede de corrupção e crimes.

Este movimento que agora se transforma em campanha, já está inserido e publicado no mundo virtual, e vamos ampliar a participação e adesão das redes sociais, facebook, twiter, blogs, e outros instrumentos capazes de dar importância ao que os deputados de Minas Gerais, estão tratando como algo natural, como se tais delitos e a rede de corrupção que os abriga, fossem ocorrências comuns e sem nenhum impacto na segurança pública, não somente de Juiz de Fora, o que já seria justificativa mais do que suficiente para a abertura de uma CPI, mas seus reflexos, efeitos e consequências afetam todo sistema de segurança pública e de persecução criminal.

Neste sentido, ainda que a resistência passiva dos deputados possam sepultar a CPI, antes mesmo de sua abertura, estaremos dando continuidade e arquivaremos todas as denúncias, que comporão outra campanha nas eleições, sejam estas municipais, estaduais ou federais, para que assim o cidadão de Minas Gerais, possa saber em que parlamentares confiar sua segurança e de sua família.

Esperamos que os deputados, que ainda não assinaram ou que estão em dúvida da gravidade da situação, que se aliem aos cidadãos nesta ação que como afirmamos poderá estabelecer um novo marco na relações éticas dos organismos policiais do Estado, que já padecem de desvalorização e deficiente infraestrutura para desenvolver suas atividades.

E não pensem os deputados, que os policiais são desfavoráveis a instauração da CPI, pois como podemos avaliar e aferir, em especial na rede sociais, todos são favoráveis e aguardam com expectativa sua abertura oficial.

Isto posto, suplicamos aos deputados, que o momento é de estreitar e aproximar-se da esmagadora maioria de policiais honestos de Minas Gerais, como uma resposta aos que se dedicam com zelo, empenho e muitas vezes com sacrifício pessoal às suas atividades, assim é que apelamos para que assinem o requerimento da CPI.

José Luiz Barbosa-Presidente da Associação Cidadania e Dignidade

domingo, 22 de abril de 2012

Policiais também seriam donos de caça-níqueis

Policiais civis e militares são suspeitos de participar do esquema de corrupção envolvendo jogo do bicho e caça-níqueis não apenas recebendo propina, mas também como proprietários de máquinas espalhadas pela cidade. A denúncia deverá ser investigada pela Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) protocolada esta semana na Assembleia Legislativa de Minas Gerais. A suspeita foi apontada por um militar ouvido durante Inquérito Policial Militar (IPM) aberto pela PM de Juiz de Fora. A venda da escala de serviço de PMs para bicheiros é outra acusação presente no mesmo documento. Os horários das operações contra a contravenção estariam sendo vendidos aos donos dos estabelecimentos ilegais, que pagariam pela informação, com o objetivo de escapar de um flagrante. 
Na cópia do depoimento obtida pela Tribuna, o denunciante afirma que, em conversa com um comandante e capitães sobre o êxito das operações de combate aos jogos de azar, ele teria indagado se o grupo de oficiais sabia onde estava mexendo, uma vez que esta questão de caça-níqueis seria uma máfia, com o envolvimento de policiais militares e civis, de todos os níveis, sendo alguns deles donos destes equipamentos. Segundo o policial, o comandante teria dito que tinha o conhecimento dos fatos e que era para ele continuar com o "excelente trabalho". 
Sobre a venda da escala de serviço de PMs para bicheiros, a suspeita teria surgido em um período de grande número de apreensões de caça-níqueis e dinheiro, com pessoas detidas. O denunciante afirmou ter notado que, quando a equipe comandada por ele entrava em serviço, os endereços a serem fiscalizados eram encontrados fechados. Diante dessa situação, ele entendeu que sua escala estava sendo comercializada. Ele teria comunicado o problema ao capitão a quem era subordinado. Sua equipe passou a trabalhar em horário diferente e, com a mudança, os militares sob seu comando passaram a localizar os pontos de jogos abertos, resultando em diversas apreensões e prisões. 

Comandante geral Continue lendo na TRIBUNA DE MINAS

quarta-feira, 11 de abril de 2012

Delegado federal que atuou na Secretaria da Segurança Pública capixaba é condenado a 13 anos de prisão por suspeita de ligação com a cúpula do jogo do bicho do Rio

Os delegados federais  Carlos Pereira da Silva, Susie Pinheiros Dias de Matos e Luiz Paulo Dias de Mattos foram condenados a até 13 anos de prisão pela Justiça Federal pela acusação de integrar a organização criminosa que controla o jogo do bicho e a máfia de caça-níqueis no Rio de Janeiro e em outros estados. Luiz Paulo, que é casado com a delegada Susie e já está aposentado, atuou durante muitos anos na Superintendência Regional da Polícia Federal no Espírito Santo.

A sentença que condena os três delegados foi dada pela juíza Ana Paula Vieira de Carvalho, da 6ª Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro, e consta no processo nº 0802985-90.2007.4.02.5101 (2007.51.01.802985-5). Eles foram condenado na mesma sentença em que a juíza condenou também a mais de 48 anos de prisão os principais bicheiros do Rio. A sentença foi assinada em 9 de janeiro deste ano, mas somente em março chegou ao conhecimento da imprensa. Veja no link 

O Blog do Elimar Côrtes teve acesso exclusivo à íntegra de toda a sentença assinada pela juíza Ana Paula de Carvalho. Ao todo, a sentença tem 1.555 páginas, em que a magistrada relata,com textos e fotografias, como funciona, principalmente, o esquema de corrupção do jogo do bicho carioca sobre autoridades policiais e políticas do Rio de Janeiro.Continue lendo no Blog do Elimar Cortes