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sexta-feira, 9 de março de 2012

Juíza que mandou bombeiro para Bangu vai prestar explicações na Alerj

A juíza Ana Paula Monte Figueiredo Pena Barros, da Auditoria da Justiça Militar do Rio, foi convocada pela Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj). Foi dela que partiu a decisão de mandar o cabo Benevenuto Daciolo, líder da greve dos bombeiros, para o Complexo Penitenciário de Bangu.

A convocação para a participação da juíza na audiência pública "As liberdades públicas e individuais e as afrontas ao Estado Democrático de Direito no estado do Rio de Janeiro" partiu do deputado estadual Paulo Ramos (PDT) e foi aprovada pelo presidente da comissão, Marcelo Freixo (PSOL). 
A Associação de Magistrados da Justiça Militar, a Ordem dos Advogados no Rio de Janeiro e a Associação Brasileira de Imprensa também participarão da audiência, para a qual o secretário de Segurança José Mariano Beltrame foi convidado. 

Além de aceitar o pedido de prisão preventiva de Daciolo, a juíza Ana Paula Monte Figueiredo Pena Barros também aceitou a denúncia dos 439 bombeiros que protestaram no Quartel-Central da Corporação no ano passado e, semanas depois, lhes negou o relaxamento de prisão. 

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Em vídeo, juíza explica discussão que adiou julgamento de milicianos

Rio  - Uma discussão entre a juíza Elizabeth Machado Louro e a defensora de três dos réus, Bernadett da Cruz Rodriguez, causou o adiamento do julgamento de quatro acusados de comandar a milícia Liga da Justiça nesta terça-feira. O clima tenso começou depois que a defesa alegou que "testemunhas importantes" do caso não estavam presentes no tribunal. A segurança do Tribunal teve que ser acionada para acabar com a confusão. O julgamento foi transferido para fevereiro de 2012.
A juíza acusa a defensora de insubordinação, já que ela teria indeferido o pedido de adiamento pela ausência das referidas testemunhas. Bernadett se defende, em nota, alegando que qualquer acusado tem direito à ampla defesa quanto a um julgamento justo, "fato também destacado pela juíza". No entanto, Elizabeth diz que o advogado de uma das testemunhas classificadas como importantes, o deputado federal Rodrigo Bethlem, explicou que seu cliente não tinha o que acrescentar ao processo.
A defensora argumenta ainda que a realização do julgamento sem as testemunhas arroladas. "A demonização dos acusados, que hoje se estende à defesa técnica, funciona como estratégia para esconder a incapacidade estatal de combater os grupos paramilitares", diz a nota.
ODIA

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

JUÍZA ACUSADA DE FORMAÇÃO DE QUADRILHA É APOSENTADA PELO CNJ


Pedido da juíza Larissa Sarcinelli Pimentel que queria revisão da decisão do Tribunal de Justiça do Espírito Santo, que a aposentou compulsoriamente, foi julgado improcedente, nesta terça-feira (11/10), pelo Conselho Nacional de Justiça.

A juíza é acusada de formação de quadrilha e de ter recebido vantagens indevidas do cartório de 1º Ofício do município de Cariacica, de propriedade do sogro, o ex-presidente do Tribunal de Justiça do Espírito Santo, desembargador Guilherme Pimentel (também aposentado compulsoriamente). A denúncia veio à tona com a Operação Naufrágio, deflagrada pela Polícia Federal.


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Blog da Renata