notícias

Loading...

Contatos

Impostômetro. Acorda Brasil!!!

...

Seguidores

Frase de Ruy Barbosa

Mostrando postagens com marcador lei. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador lei. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 29 de maio de 2012

Dilma sanciona lei que cria banco de DNA de criminosos no país

Peritos trabalham em amostrar retiradas de objetos encontrados pela polícia (Foto: Jessica Mello/G1)

Peritos trabalham em amostras retiradas de objetos encontrados pela polícia (Foto: Jessica Mello/G1)

A presidente Dilma Rousseff sancionou a lei que cria um banco de DNA de condenados por crimes 
violentos. A lei 12.654 foi publicada nesta terça-feira (29) no "Diário Oficial da União" e entra em vigor em 180 dias.

A lei torna obrigatória a identificação genética, por meio de DNA, de condenados por crimes hediondos ou crimes violentos contra a pessoa, como homicídio, extorsão mediante sequestro, estupro, entre outros. O objetivo é utilizar os dados colhidos nas investigações de crimes cometidos por ex-detentos, ou seja, os reincidentes.

De acordo com o texto, os condenados "serão submetidos, obrigatoriamente, à identificação do perfil genético, mediante extração de DNA - ácido desoxirribonucleico, por técnica adequada e indolor". "A identificação do perfil genético será armazenada em banco de dados sigiloso, conforme regulamento a ser expedido pelo Poder Executivo."

A polícia poderá requisitar ao juiz o acesso ao banco de dados. A lei prevê punição "civil, penal e administrativa àquele que permitir ou promover a utilização (dos dados) para outros fins".

Em Porto Alegre, a perícia de crimes é feita pelos peritos do Instituto Geral de Perícias (IGP). O laboratório utiliza até um sistema do FBI, chamado Codis, para cadastrar o DNA e fazer as comparações de perfis genéticos. Sem um banco de dados nacional implantando até então, no entanto, a amostra não tinha como ser comparada à de criminosos pelo país.

Com a nova lei, os peritos esperam ser possível qualificar o acervo, incluindo amostras de referência. "Vamos ter muitos perfis para inserir. Para nós, essa lei é essencial. Com certeza muitos presos fazem parte de crimes ainda não solucionados", avalia a perita forense Cecília Helena Fricke Matte.

No Brasil, existem 17 laboratórios para análises genéticas com o sistema Codis, que passou a ser usado em 2011. Apenas a Polícia Federal centraliza esse cruzamento, o que deve continuar com a nova lei. Ainda assim, no Brasil o cruzamento não deve levar ao perfil de uma pessoa, mas sim, ao processo pelo crime ao qual ela responde. "Não existe aquela cena de filme, em que o resultado da pesquisa mostra até fotos de pessoas", explica a perita. Continue lendo no G1

quinta-feira, 24 de maio de 2012

Lei de combate ao bullying passa a valer em escolas particulares e públicas

Uma nova lei pretende conscientizar, prevenir e combater o bullying nas escolas públicas e privadas do Distrito Federal. O texto foi publicado nessa terça-feira, no Diário Oficial.

A Lei Nº 4.837, que foi decretada pela Câmara Legislativa e sancionada pelo governador, define bullying como violência física ou psicológica intencional e continuada "com o objetivo de agredir, intimidar, humilhar, causar sofrimento e dano físico ou moral à vítima”. Comportamentos que se enquadram nesse quadro são muitos, e vão desde agressão física à manipulação de um colega, indução ao preconceito, e isolamento do aluno.

Ainda segundo a lei, qualquer pessoa que tomar conhecimento de uma vítima de bullying pode formalizar a denúncia junto à direção da escola, na Secretaria da Educação, no Conselho Tutelar, no Ministéiro Público ou na Polícia Civil.

O texto prevê a realização de pesquisas para identificar causas e consequências do bullying. A capacitação dos professores e pedagogos para identificar e lidar com esse tipo de violência, e a exigência dos estabelecimentos privados de realizarem programas de prevenção ao bullying são outras demandas.

Pelo decreto, serão necessários conselhos de segurança escolar para organizar seminários, palestras e debates, e também a distribuição de material didático especializado.

Na prática

O coordenador do Centro Especial de Ceilândia, Leonardo Jesus Mendes, acredita que a lei vai ajudar muito na luta diária dos docentes contra o bullying. Ele conta que na instituição que atende portadores de necessidades especiais, existiam muitos casos de preconceito. Em uma ação conjunta com os pais, alunos e orientadores, o quadro está aos poucos mudando.

Na escola em que Leonardo atua, são organizados encontros de pais e de alunos, assim como eventos com palestras e peças de teatro, para conscientizar os alunos da visão inclusiva da escola. Ele considera que esse trabalho gera resultados a longo prazo, e precisa de empenho das pessoas envolvidas.

Para ele, o resultado pode ser maior, agora que existe o amparo legal. “Com o embasamento jurídico é possível conversar com mais propriedade com os pais e os alunos”.

domingo, 2 de outubro de 2011

Militares se dizem ameaçados de prisão pela Comissão da Verdade

Os militares não estão gostando de como anda o processo de formação da Comissão da Verdade em Brasília. Apesar de não poder punir possíveis torturadores graças à Lei da Anistia, a comissão pode punir indiretamente quem se recusar a colaborar com as investigações.

Reformados na cadeia

A preocupação é com os militares reformados, grande parte deles já em idade avançada. Caso eles se recusem a prestar depoimentos, eles podem ser enquadrados no regulamento disciplinar, pegar até 30 dias de prisão administrativa ou até perder o posto e a patente, em caso de reincidência.
 
Jornal do Brasil

Jorge Lourenço

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Gravação mostra vereador do ES tentando liberar moto em blitz, diz PM

O presidente da Câmara do município de Muqui, no Sul do Espírito Santo, Eros Pruculi, é suspeito de ter negociado a liberação da motocicleta de um amigo, apreendida durante uma blitz da Polícia Militar, nesta quarta-feira (28). O veículo apresentava uma série de irregularidades e o condutor não possuía a carteira de motorista. O capitão da Polícia Militar disse que vai entrar na Justiça contra o político, que além de ser vereador é também. O G1 tentou entrar em contato com o vereador, mas as ligações não foram retornadas. A reportagem da TV Gazeta foi até a Câmara, mas ele não estava. Na casa do vereador, ninguém atendeu.

O pedido pela liberação da moto foi feito através de ligação telefônica, que foi gravada pelo capitão Nério da Silva Filho. "A motocicleta estava com o licenciamento vencido, o condutor não possuía CNH e não havia possibilidade legal nenhuma de a polícia liberar um veículo nesse estado para transitar pela cidade", explicou.

Morte de traficante suspende aulas em escola pública da Serra, ES Homem suspeito de atacar mais de 10 mulheres é preso no Sul do ES Após assalto, criminosos fogem em alta velocidade e capotam carro no ES Homem é assassinado com dois tiros na Grande Vitória Preso homem acusado de ser o maníaco sexual em Cachoeiro, ES Diante da negação do militar, o presidente da Câmara ainda ameaçou o capitão durante a chamada gravada. "A partir de hoje, então, a Câmara Municipal não recebe PM lá. O senhor tem seu direito por ser comandante, manda em Muqui, pode fazer e desfazer de mim, agora da mesma forma eu não quero PM na minha Câmara. Fique com Deus e tenha um bom dia", disse o vereador.

O capitão Nério afirmou que vai entrar na Justiça contra o político. "Nunca passei por nenhum tipo de situação semelhante à essa que aconteceu ontem", frisou o policial.

O Ministério Público informou que recebeu a denúncia e que está investigando o caso. Foi pedido à Polícia Civil que abra um inquérito para realizar a perícia no telefone e ouvir as testemunhas. Caso seja constatada alguma irregularidade, as devidas providências serão tomadas
 
G1/ES