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quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Vejam o nível da discussão sobre "controle social da mídia" na Câmara.

 "Na internet, há empresas que têm comunidades longas com críticas e isso fragiliza a imagem de uma corporação comercial, e eles estão indo para cima de pessoas comuns que não são jornalistas, que não têm blogs de caráter político, têm blogs pessoais.”


“ Pessoas que estão exercendo seu direito à liberdade de expressão, de dar uma opinião política, e que estão tendo sua opinião cerceada porque está se contrapondo à opinião política dos grandes monopólios de comunicação ou à estrutura de poder." 

Renata Mielli,  secretária-geral do Centro de Estudos da Mídia Alternativa Barão de Itararé

 "Isso aqui no Brasil é coisa de império, de ‘Casa Grande e Senzala’: são dez famílias, ou um pouco mais que isso, que controlam os meios de comunicação, ou seja, que formam opinião. Mas não é só formar opinião. Hoje, a televisão constrói desejos, e o desejo ligado à mercadoria, e não dá a condição de consumir. Então pense que sociedade é essa? É óbvio que vai ser uma sociedade violenta."

Deputada federal  Erika Kokay, do PT do Distrito Federal

 "Há jornalistas comprometidos com questões relevantes, que são a favor da democracia, da pluralidade de vozes dentro dos jornais, da mídia de massa, como há, nas tecnologias, na nova mídia, na internet, espaço para o ódio, para os ataques, para a difamação, para calúnia, para uma série de crimes.”

 “ Trata-se de uma realidade complexa que exige de fato uma nova regulação, tem impacto em todas as instituições, nas relações [entre as pessoas] e na legislação".

Deputado Jean Wyllys, do PSOL do Rio de Janeiro 

(Publicado no Portal da Câmara

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