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quarta-feira, 3 de julho de 2013

Mais escândalo sobre o Maracanã


"O Maracanã era um bem tombado e para sofrer alterações teria de ser destombado, o que teria de ser feito pela Presidência da República, que obviamente não o fez por não querer trazer para ela esse desgaste. Quem autorizou a destruição das marquises, das arquibancadas, das cadeiras? Foi o superintendente do Iphan. O superintendente, naquele momento, era o Sr. Carlos Fernando de Souza Leão Andrade. Ele não é mais, foi substituído, mas à época do início da obra foi esse senhor quem autorizou o Governo do Estado a começar a fazer a obra do Maracanã. Pois bem, o próprio conselho do Iphan está questionando o seu superintendente que já foi afastado. Mas sabem o que a ESPN descobriu e que está neste dossiê? Que o superintendente do Iphan na verdade era funcionário do Governo Sérgio Cabral. O Sr. Carlos Fernando era funcionário da Secretaria de Estado de Obras e Serviços Públicos, a mesma Secretaria que fez a obra no Maracanã! É um jogo de compadres, é um jogo de aliados, um jogo de sócios. É inacreditável! Eles perderam completamente o mínimo de vergonha na cara", disse Marcelo Freixo, no plenário da Alerj.

Comento: Quanta merda...e tem gente que defende esse governo...Pedro Alvares Cabral descobriu o Brasil, Sérgio Cabral está leiloando o Rio de Janeiro...

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

RJ - Sociedade civil tentará plebiscito contra privatização do Maracanã


Ideia é que o estádio não seja entregue para a administração privada após o fim das reformas para a Copa 2014. 

Rio de Janeiro - O Comitê Popular da Copa e das Olimpíadas do Rio de Janeiro, a Frente Nacional de Torcedores, o movimento O Maraca é Nosso, entre outras entidades da sociedade civil, e parlamentares do Rio estudam a possibilidade de convocação de um plebiscito popular sobre o destino da administração do Maracanã. A alternativa foi debatida na quinta-feira (8), em meio à questionada audiência pública convocada pelo governo para apresentar o projeto de concessão do complexo esportivo, como forma de minorar os males já feitos ao local. Arquibaldos e geraldinos argumentam que se o estádio foi desfigurado, que ao menos não seja entregue para a administração privada após o fim das reformas para a Copa 2014 e a Olimpíada 2016. 

Atuando no Comitê Popular da Copa e das Olimpíadas, o vereador eleito Renato Cinco (Psol) aponta a alternativa do plebiscito como uma das prioridades de seu mandato a partir de 1º de janeiro. "Hoje o nosso objetivo é conseguir o debate sobre a privatização. O governo quer discutir o modelo de privatização, mas não quer discutir se deve ou não privatizar, que deve ser o primeiro debate. Vamos brigar por isso, essa consulta à população para a Copa das Confederações acontecer com o Maracanã nas mãos do estado", afirmou ele, que classificou a tentativa de audiência pública no Galpão da Cidadania, na zona portuária, como um "arremedo de democracia" ao tentar se legitimar uma decisão que o governo tomou sem consultar a população. CONTINUE LENDO NO MÍDIA INDEPENDENTE