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sexta-feira, 26 de abril de 2013

Presos outros três policiais suspeitos de crimes no Vale do Aço - MG


Mais três policiais, dois civis e um militar, foram presos ontem por suspeita de envolvimento em assassinatos no Vale do Aço. Agora, são seis agentes das duas corporações que tiveram mandados de prisão cumpridos, mas um já foi libertado. Ontem à tarde, os investigadores Ronaldo de Oliveira Andrade e Gini Cassiano, de Ipatinga, se entregaram em Belo Horizonte ao chefe do Departamento de Investigações, delegado Wagner Pinto de Souza, e foram levados para a Casa de Custódia, no Bairro Horto, na Região Leste. 


Os dois e o soldado Vitor Emanuel Miranda de Andrade, lotado em Lavras, no Sul de Minas, que foi preso ontem também, são suspeitos dos assassinato de quatro adolescentes no distrito Revés de Belém. “Os dois policiais civis estão com mandado de prisão temporária por 30 dias, prazo que pode ser prorrogado por igual período”, disse Wagner Pinto. A Polícia Civil investiga pelo menos 23 mortes em Ipatinga e outras cidades do Vale do Aço, inclusive dos jornalistas Rodrigo Neto, de 38 anos, e Walgney Carvalho, de 43.

 A prisão temporária de um policial durou menos de sete dias. Ontem, o médico-legista José Rafael Americano, que poderia ter ficado 30 dias preso, foi libertado da Casa de Custódia da corporação, em Belo Horizonte, onde estava recolhido. Ele prestou depoimento aos delegados da força-tarefa de BH que atua em Ipatinga há duas semanas, desde a morte de Walgney, no dia 14, e foi libertado. Americano foi detido com o investigador José Cassiano Ferreira Guarda. 

Outro investigador, Leonardo Correa, foi o terceiro a ser detido, na quarta-feira. Os três pertencem à 1ª Delegacia Regional. Segundo informações extraoficiais, mais dois policiais devem se entregar. Continue lendo no Estado de Minas

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

CABO BRUNO está em cada um de nós

     
    Com o nosso modelo jurídico, penal, e de gestão ultrapassado; qual de nós nunca se viu revoltado com esse estado de coisas, com a falta de um modelo ou de uma política nacional de enfrentamento à violência? Desde sempre enxugamos gelo, corremos atrás, e na maioria esmagadora quase nunca conseguimos nos antecipar aos fatos. A concepção de policiamento conhecida por muitos como "Cosme & Damião", o chamado policiamento pra "inglês ver", prioriza apenas a modalidade ostensiva, a chamada ostensividade que trará a sensação de paz social. Enquanto a investigação fica geralmente em segundo plano, tanto pela falta de efetivo, falta de equipamentos, etc. Nunca se matou tanto no Brasil, e é inaceitável que os governos digam que isso é um fenômeno social, que é sinal dos tempos, pois, se todos sabem quem trafica, por onde chegam as drogas, e se todos sabem que as leis são defasadas, então porquê o problema dos homicídios não atacado, enfrentado de frente?

    É dentro desse sistema confuso, anacrônico e perverso, já que não ressocializa praticamente a maioria dos egressos do sistema prisional, é que surge um "justiceiro", assumidamente fã do ator Charles Bronson, conhecido pela frieza com que sempre matou suas vítimas nas telas, sempre "devolvendo a paz social naquela localidade. O sistema "fabrica" monstros, que posteriormente serão seus próprios algozes. Isso numa época em que pouco se falava em grupos de extermínios, em facções criminosas, quando o crime era quase uma aventura; hoje é uma profissão.

    Quem é desequilibrado, CABO BRUNO que matava acreditando fazer a limpeza da área, ou nós que assistimos a essa guerra velada e temos tanto ou mais frieza que o matador tem, quando vai executar suas vítimas? Nossa indiferença diante dos fatos é tão criminosa quando apertar o dedo no gatilho...principalmente quando falamos de corrupção.

      CABO Bruno está em cada um de nós, não que tenhamos que matar, ou que façamos qualquer apologia ao crime, mas, a capacidade de indignação de Bruno, deveria nos contagiar, para protestar, cobrar nossos direitos, exercer nossa cidadania. Pois enquanto não reagirmos contra as matanças, o tráfico e a corrupção, outros continuarão sendo cooptados pelo sistema, seja para corromper, matar, traficar, ou caçar aqueles que estão fora da lei, e o pior, acreditando que isto é justiça.

                 

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Procura-se autores de tentativa de homicídio contra Policial Civil


Indivíduos autores da tentativa de homicídio contra um Investigador da PCMG... REPASSANDO...

Caros Colegas

Estes são os autores da tentativa de homicídio que vitimou o Investigador Daniel Laporte, lotado no DHPP, crime ocorrido na noite do dia 13 de março de 2012.

Os indivíduos ainda não estão qualificados, porém já foram reconhecidos em diversos assaltos a drogarias e comércios em geral, em regiões distintas de Belo Horizonte/MG.

Contamos com a ajuda de todos os policiais, na localização e identificação deste indivíduos. Repassem este e-mail a toda comunidade policial, e aguardamos contato 24hs para qualquer informação pertinente.

Att, Leonardo Cesar Fraga - Investigador DHPP

Contatos: Delegacia Homicídios- VN: 3429-6048 / 3429-6166

Colaborador: JÂNIO, via email

segunda-feira, 26 de março de 2012

Preso cabo da PM suspeito de matar 21 em Minas

Policial, que teve a prisão temporária decretada por 30 dias, pode ser o maior homicida do Norte de Minas

MONTES CLAROS – O cabo da Polícia Militar Laércio Soares Melo, conhecido como “Cabo Melo”, foi preso neste domingo (25) em Montes Claros, no Norte de Minas. Suspeito de cometer 21 assassinatos, o policial pode ser o maior homicida do Norte de Minas. Segundo a Polícia Civil, em pelo menos dois casos a autoria já teria sido confirmada. Melo, porém, nega todas as acusações.
O cabo teve a prisão temporária decretada por 30 dias, após o pedido do delegado Rodrigo Bossi de Pinho, da Delegacia Especializada de Homicídios de Belo Horizonte, que considera o suspeito um “psicopata”. Continue lendo no Blog Amigos de Caserna

sábado, 3 de setembro de 2011

Matador da milicia "Liga da Justiça" está foragido

Após fuga de miliciano, corregedor assume fragilidade de Unidade Prisional

Carlão, que atua como matador na Liga da Justiça, fugiu na madrugada desta sexta-feira

Rio - O corregedor da Polícia Militar, coronel Ronaldo Menezes, assumiu a fragilidade da Unidade Prisional (UP), em Benfica, na Zona Norte, após a fuga do miliciano Carlos Ari Ribeiro, o Carlão, na madrugada desta sexta-feira. De acordo com Menezes, a fuga foi possível devido à negligência do oficial de dia, que deveria realizar a conferência dos presos.
Imagem de arquivo de Carlos Ari Ribeiro, o Carlão
A fuga aconteceu um dia após a Polícia Civil realizar operação para prender integrantes da milícia conhecida como Liga da Justiça, na Zona Oeste. "Há uma fragilidade em termo de sistema, no entanto as falhas estão sendo corrigidas. O oficial de dia foi autuado", disse o corregedor.

De acordo com a PM, na madrugada desta sexta-feira, o miliciano arrobou a porta do primeiro andar do antigo Batalhão Especial Prisional (BEP), onde funciona a Defensoria Pública. Em seguida, entrou na sala onde os advogados são recebidos, retirou o ar condicionado e, pulou no pátio que fica entre o muro principal e a carceragem.

No pátio, ele alcançou uma escada que leva à uma guarita desativada e, usou uma corda de mastro de bandeira para descer o muro de seis metros, vigiado por câmera de circuito interno.

Preso em julho de 2010, o ex-soldado da Polícia Militar foi denunciado pelo Ministério Público (MP) por seis homicídios e é acusado de outros 10. Condenado a 7 anos por porte ilegal e receptação, foi flagrado com pistola. “Exame comprovou que arma foi usada em vários assassinatos”, disse o corregedor da PM, coronel Ronaldo Menezes. Segundo ele, na casa do ex-PM, foram apreendidos 7 carros, 2 motos, 9 celulares e lancha avaliada em R$ 90 mil.

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