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quinta-feira, 14 de março de 2013

MPF pede interdição de posto de quartel em Campinas


RICARDO BRANDT - Agência Estado
O Ministério Público Federal pediu à Justiça Federal que determine a imediata interdição do posto de combustível que funciona dentro do 2º Batalhão Logístico Leve (BLE) do Exército, na Fazenda Chapadão, em Campinas (SP), e determine que a Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental (Cetesb) fiscalize todos os demais postos do Exército na cidade para saber se eles estão regulares.
O posto dentro do 2º BLE funciona sem licenciamento ambiental e, em 2009, registrou um vazamento de aproximadamente 8 mil litros de óleo diesel, que contaminaram o solo e o lençol freático da região. A ação também pede, em liminar, que os tanques de combustíveis do posto sejam esvaziados, com o objetivo de "evitar uma eventual maximização dos danos causados até o momento". 
Estadao.com.br

quarta-feira, 18 de abril de 2012

Por que não investiga a carga horária dos PMs do Brasil?

MP vai investigar carga horária de profissionais de saúde de todo país
Portaria do Ministério da Saúde determinou que os médicos só podem trabalhar em até dois hospitais públicos ou cinco privados ao mesmo tempo.

O Ministério Público do Trabalho anunciou que vai investigar a carga horária de profissionais da saúde em todo o país. O objetivo é acabar com a sobrecarga de trabalho.

Jornadas de trabalho de 120 horas semanais. O equivalente a atender pacientes de segunda a sexta-feira sem parar, 24 horas por dia. O que parece humanamente impossível é declarado por médicos e profissionais de saúde no cadastro oficial. O sindicato da categoria admite:

“Condições salariais baixas levam o médico a ter mais de um vínculo de jornada de trabalho que até ultrapassa as 40 horas de trabalho semanais, o que não é bom, leva ao adoecimento, piora a qualidade de vida do profissional médico e se repercute na sua atuação profissional”, explica o presidente do Sindicato dos Médicos do DF, Gutemberg Fialho. Continue lendo no Blog do ADEILTON