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terça-feira, 18 de outubro de 2011

Uberlândia: Mulher tenta defender marido e acusa policias de roubá-la


A dona de casa Elizete Cardoso Ferreira, 44 anos, foi conduzida à Delegacia de Polícia Civil suspeita de ter acusado uma soldado da Policial Militar de ter roubado R$ 170 em dinheiro e um telefone celular depois de ser revistada. De acordo com a Polícia Militar, a dona de casa estava no posto policial do Terminal Rodoviário acompanhando o marido que tinha sido preso em virtude de dois mandados de prisão.
Os militares acionaram o Coordenador do Policiamento da Unidade (CPU) para que pudesse fazer a revista na policial e avaliar a situação. A dona de casa, conforme o boletim de ocorrência, continuou acusando a policial, mas nenhum dinheiro foi encontrado.
A soldado informou que fez a prisão do marido da dona de casa, mas que apreendeu com ele a quantia de R$ 77 em dinheiro. Ferreira foi levada para a Delegacia por falsa denúncia de crime e liberada após assinar um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO). Procurada pela reportagem, Elizete Ferreira, não quis se pronunciar. “Não tenho nada para falar”, disse.
Elizete Ferreira estava na rodoviária com o marido no momento em que foram abordados. A suspeita é que eles iriam viajar. As duas cartelas de ovos, uma melancia, seis caixas de produtos alimentícios, um balde, três bolsas de viagens com roupas, que estavam com o casal na rodoviária antes do fato, foram apreendidos.
Correio de Uberlândia

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Segurança falida: Menina de 14 anos denuncia ter sido estuprada em uma colônia penal no Pará

Quase quatro anos depois de uma adolescente ser presa em uma cela com 30 homens que a estupraram por 26 dias, em Abaetetuba (PA), outro caso de barbárie pode ter se repetido no sistema penitenciário paraense. Uma menina de 14 anos teria passado cinco dias sendo abusada sexualmente e espancada por detentos da Colônia Agrícola Heleno Fragoso, unidade penal de regime semiaberto, em Santa Izabel do Pará, a 50km de Belém. Os relatos foram colhidos pelo conselho tutelar do município, depois que a Polícia Militar foi procurada pela garota, às margens da BR-316, no fim da madrugada de sábado. Em seguida, ela foi levada ao conselho de Belém e à Delegacia de Atendimento ao Adolescente (Data), onde prestou depoimento e submeteu-se a exames de lesão corporal e de conjunção carnal, cujos resultados devem sair em dois dias.

A menina, que fugiu de casa em julho e não tem contato com a mãe, foi levada para um abrigo. Segundo a conselheira Helennice Rocha, ela está muito abalada e relatou ter sido aliciada por uma mulher de 25 anos, na Praia do Outeiro, distrito de Belém, que se apresentou como Ana. A aliciadora teria intermediado o contato da jovem com um detento identificado como Faísca, na segunda-feira passada. A jovem contou que entrou, por conta própria, na unidade penal para encontrar Faísca com outras duas adolescentes, seguindo uma trilha no meio de um matagal. Chegando lá, as três teriam sido drogadas, alcoolizadas, espancadas e obrigadas a manter relações sexuais com vários detentos. Depois de cinco dias, a garota conseguiu fugir.

Segundo o conselheiro tutelar Benilson da Silva, que recebeu a menina em Belém, ela perdeu a conta de quantos homens a violentaram. Ele informa ainda que as relações foram mantidas sem preservativos e que hoje a garota deverá ser submetida a mais exames e que tomará vacinas contra doenças venéreas. “Elas iam para lá servir como prostitutas, não entendo como não há vigilância para impedir isso”, lamenta Helennice Rocha. Ela afirma que o conselho tutelar vai apresentar denúncia no Ministério Público hoje sobre o caso.

O delegado Fabiano Amazonas, da Data, afirma que as outras adolescentes não foram encontradas e que o caso está sendo investigado sob segredo de Justiça. Ariel de Castro Alves, vice-presidente da Comissão Nacional da Criança e do Adolescente da Ordem dos Advogados do Brasil, critica a falta de controle nas unidades penitenciárias. “É um caso abominável. Uma adolescente de 14 anos não poderia ter sido autorizada a entrar e é mais grave ainda que tenha entrado escondida, porque mostra que o local não tem o mínimo de vigilância e controle.” Ele acredita tratar-se de um caso de exploração sexual, hipótese levantada também pelos conselheiros tutelares.

Superintendente do Sistema Penitenciário do Pará, o major Francisco Bernardes disse que haverá um reforço na segurança do Complexo Penal de Americano que abriga, além da colônia, mais cinco unidades penais abertas. Vinte homens são responsáveis pela vigilância dos 341 detentos da Colônia Agrícola, que tem 120 hectares. “É difícil manter uma fiscalização muito efetiva por conta da dimensão”, diz o major. Ontem, o governador do Pará, Simão Jatene (PSDB), exonerou o diretor da instituição penal, Andrés de Albuquerque Nunes, e outros funcionários por negligência. Jatene pediu um estudo para construir um muro de contenção ao redor da área.
 
Foto: Tarso Sarraf/O Liberal

Fonte: Júnia Gama /Correio Braziliense

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Americana dá maconha para acalmar bebê de dez meses

 Jessica Callaway, uma americana de 21 anos, usou uma técnica para lá de controversa para acalmar a sua filhinha, de apenas dez meses. Irritada com o choro do bebê, a mulher soprou fumaça de maconha em seu rosto, com o intuito de acalmá-la. A polícia do estado do Arizona não gostou da atitude da mamãe e a levou em cana.

Os maus-tratos de Jessica não param por aí. Imagens em vídeo registraram agressões físicas à criança, enquanto a mãe dizia: "feche a droga da boca antes que eu chute a sua cara". Ao ser presa, a moça confessou ter batido na filha e alegou que estava frustrada por não encontrar a melhor roupa para sair.

Segundo o Huffington Post, amigos de Jessica confirmaram aos policiais o uso de maconha para tentar acalmar o bebê. Um deles, inclusive, contou que a menina parecia com muito mais sede do que o normal após inalar a fumaça da droga. Callaway, que ganhou três acusações de abuso infantil, pagou uma fiança de 2.700 dólares (cerca de R$ 4.300) e responderá ao processo em liberdade.

Luã Marinatto - Expresso
Extra.globo