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segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Dívida púbica federal bate recorde e atinge R$ 2 trilhões em outubro

A dívida pública federal subiu 1,69% em outubro ante setembro, para R$ 2,023 trilhões, o maior da série histórica, informou o Tesouro Nacional nesta segunda-feira (25).

No mesmo período, a dívida pública interna cresceu 1,91%, atingindo R$ 1,934 trilhão, devido a emissões líquidas de títulos públicos federais no valor de R$ 18,62 bilhões e apropriação de juros de R$ 17,53 bilhões. Do total das emissões feitas no mês passado, o Tesouro emitiu R$ 2,350 bilhões para a Conta de Desenvolvimento Energético (CDE).
Em relação à composição da dívida, os títulos prefixados atingiram 40,74% do total, ante 40,36% em setembro. Os papéis corrigidos pela inflação somaram 35,04% do total, ante 35,10% no mês anterior. Já os títulos atrelados aos juros básicos ficaram em 19,95% do total, menor que os 20,04% no mês anterior.

Entre os detentores dos papéis, a participação dos investidores estrangeiros caiu em outubro para 16,91%, frente 17,22% em setembro.

Em outubro, o estoque da dívida externa ficou em R$ 88,85 bilhões. No mês passado, o governo realizou a primeira emissão soberana externa desde maio, captando R$ 3,2 bilhões com o Global 2015, operação que pagou o maior spread em quatro anos em títulos soberanos.


Comento: Essa bolha da dívida pública por enquanto só está enchendo...deve estourar mesmo é depois das Olimpíadas 2016...enquanto isso as hienas ainda estão rindo...

terça-feira, 9 de abril de 2013

De volta para o futuro...Brasil depois das Olimpíadas 2016



    O governo já não sabe mais o que reduzir nos impostos de bens e serviços, num esforço hercúleo de manter a economia aquecida, ao mesmo tempo em que tenta conter o avanço da inflação. Essas sucessivas reduções deixa claro que a carga tributária brasileira, (altíssima), poderia ser reduzida definitivamente pela utópica reforma tributária.


     Se hoje a economia do Brasil apresenta essas turbulências, o que será no pós copa e Olimpíadas 2016? Com as obras já concluídas, as rachaduras nas edificações expostas, os rombos das obras superfaturadas publicizadas?

      Arriscaria dizer que o prazo de validade do governo populista, petista, vítima do lulismo será testado logo após esses megas eventos, onde não haverá mais o que reduzir, onde teremos que pagar na prática, a conta, o saldo das festas organizadas pela FIFA e COI. Talvez nesse momento os brasileiros acordem da miragem produzida pelo discurso de que "as obras da copa deixarão um legado para as cidades..." 

       Até lá viveremos as lantejoulas, as fantasias dos que boquiabertos desejam ver o Brasil "igual" aos países de primeiro mundo, com a diferença que lá eles já têm saúde, educação, segurança e o principal...cidadania, sem a qual não se chega a nenhum direito. Quem sabe a nossa vitória não venha depois desses eventos? Não pelas obras ruídas e superfaturadas, mas, pela ressaca e o surto depois do carnaval. Temos que construir um país para nós...se ele não for do agrado e confortável para nós...nunca será para os que nos visitam...

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Idolatria ao PCC versus matança de policiais

      Por Marcelo Anastácio - Editor do Blog No Q.A.P

     Ultimamente no Brasil se fala muito no "Tufão", personagem da novela das oito, e no PCC - Primeiro Comando da Capital, facção criminosa que tem fama maior do que efetivo e a periculosidade ou importância que eventualmente recebe. Hoje em dia qualquer aprendiz de malando fala que é do PCC, para angariar prestígio, fama e respeito, principalmente na hora da prisão ou quando se dá uma entrevista.

      De onde vem esse fenômeno? Quem alimenta esse "respeito"? Por quê se fala mais no crime "organizado", do que na estrutura policial brasileira, esta sim, que deveria ser organizada, bem equipada, cuja formação dos profissionais, deveriam ser diuturnamente fiscalizada pela imprensa, justiça e sociedade civil organizada?

        A resposta é simples; pois a maioria das emissoras que noticiam a insegurança pública preferem valorizar o bandido do que apontar as condições em que o "mocinho" trabalha. Seja na falta de equipamentos, seja no excesso; com as escalas estressantes, seja pelo verdadeiro desamparo legal em muitos dos casos. Para agravar mais a situação, muitas dessas emissoras, com a maioria da grade de programas voltados para notícias policiais, as quais se tornam reféns da "política de Estado", ficando vedado noticiar as eventuais más condições de trabalho, ou falta de efetivo, ou escalas estressantes, ou assédio moral, etc. Diante desse quadro, é muito mais "vantajoso e politicamente  (in) correto", falar do PCC do que valorizar, (denunciando a falta de estrutura), das Polícias Militares do Brasil. É raro qualquer denuncia desse tipo, com raríssimas exceções como o apresentador Datena e o jornal do SBT.

         Já imaginaram uma emissora que tenha programa policial, perder as entrevistas ao vivo, as ocorrências de flagrante, ou o sangue quente de todo dia, que dá tanta audiência? Enquanto isso, todos vivemos no "país de Alice", maravilhoso, como se tudo fosse perfeito, de vez enquanto as autoridades entregam uma viatura superfatura aqui, outra ali, prende-se um traficante meia boca aqui, outro ali; ou a misericórdia da população trás uma denuncia boa, que resulta em prisões instantâneas, e a gente vai vivendo como se tudo fosse maravilhoso.

        O cidadão médio é despolitizado, e não enxerga que matar um agente da segurança pública, não está matando simplesmente um policial, está atentando contra o Estado; que se não consegue garantir os direitos e a vida desses profissionais, que lutam para defender o povo, imagina o risco que a população incorre a cada morte de um policial?

     Essa idolatria ao PCC é um "filme" que não acaba, é trágico, sangrento e o pior, real demais, para uma população que dorme, para um Congresso morno, para uma imprensa interessada no lucro que o sangue trás.

        Se para o nosso dia a dia não estamos preparados, imagine para uma Copa do Mundo ou Olimpíadas? Isso é fato, não é pessimismo. Isso é a nossa realidade, não vem da ilusão televisiva...

         Marcelo Anastácio - Editor Blog No Q.A.P
           

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

Vídeo: SELVAGERIA NA PRAIA DE IPANEMA, GUARDA MUNICIPAL MOSTRA O DESPREPARO...



Fonte: YOUTUBE.COM, conta: MICAEL HOCHERMAN

Vídeo flagra a Guarda Municipal do Rio de Janeiro, num total despreparo, dando cacetada nas pessoas que estavam na praia de Ipanema. Isso faltando dois anos pra Copa, na cidade que será sede das Olimpíadas 2016...selvageria pura. O episódio ocorreu dia 09/10/12.

sexta-feira, 20 de julho de 2012

Militares-atletas são um quinto da delegação brasileira nas Olimpíadas de Londres

Um em cada cinco atletas brasileiros bate continência



Maurício Savarese 
Um quinto da delegação de 259 atletas brasileiros nos Jogos Olímpicos de Londres não terá problemas para acordar cedo, pagar dez flexões se fizer bobagem nem ouvir uns gritos bernardinhescos nas orelhas (não, o treinador da seleção masculina de vôlei não é general). A incorporação de esportistas de alto rendimento nas Forças Armadas inflou o número de militares brazucas na briga por medalhas.

Serão 51 em 12 modalidades diferentes, maior número da história.

Além deles, estarão nos trabalhos em Londres sete técnicos, três fisioterapeutas e cinco observadores ligados às Forças Armadas. Essa delegação tem membros no vôlei, vela, atletismo, esgrima, hipismo, natação, pentatlo moderno, taekwondo, judô, tiro, boxe e triatlo. Ao todo, 18 são da Marinha e 49, do Exército. Muitos deles estavam presentes no ano passado nos 5º Jogos Mundiais Militares, no Rio de Janeiro.

Naquela ocasião, competiram atletas olímpicos como os judocas Tiago Camilo (prata em Sydney-2000 e bronze em Pequim-2008) e Leandro Guilheiro (bronze em Atenas-2004 e Pequim-2008), o velocista Vicente Lenílson (prata no revezamento 4x100m em Sydney-2000) e o triplista Jadel Gregório, ex-líder do ranking mundial do esporte e ex-vice-campeão mundial).

Os militares não participarão apenas das competições, mas também dos preparativos para os Jogos do Rio de Janeiro, em 2016. Quatro deles vão acompanhar a execução do plano de segurança das Olimpíadas e das Paraolimpíadas de Londres. Esses dados também serão usados nos preparativos para a Copa das Confederações, em 2013, e para a Copa do Mundo, em 2014.

O crescimento da delegação de militares nas Olimpíadas é uma boa notícia para as Forças Armadas dias depois de um relatório do Tribunal de Contas da União (TCU) descobrir superfaturamento no evento esportivo realizado no ano passado. Ao alugar, em vez de comprar mobiliário para equipar as vilas olímpicas instaladas no Rio de Janeiro, foram gastos R$ 2,6 milhões a mais que o previsto.

Yahoo (London Calling)/montedo.com

sábado, 12 de maio de 2012

Policiais brasileiros são treinados nos Estados Unidos para a Copa e Olimpíadas

Brasília – Agentes de segurança pública estão sendo capacitados por policiais norte-americanos para garantir a segurança de grandes eventos que ocorreram no Brasil, como a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016. As capacitações são resultado de uma parceria entre o Ministério da Justiça e o governo do Estados Unidos e abrangem diferentes áreas como gestão de segurança em grandes eventos, sistema de comando de incidentes, gestão em controle de fronteiras, entre outras.

Até 2013, serão ministrados 13 cursos e cerca de 500 agentes de segurança da área de coordenação serão capacitados. Os primeiros cursos tiveram como enfoque a segurança de autoridades e os riscos químicos, biológicos, radiológicos e nucleares e também foi feito na capital do país. Estão sendo treinados policiais federais, civis e militares dos 12 estados-sede da Copa do Mundo.

O curso de gerenciamento de crises será ministrado em Washington. Cerca de 20 alunos, um de cada estado-sede, irão participar de visitas técnicas a centros estratégicos de comando e controle, de inteligência, e de fronteiras e aeroportos. Segundo o vice-diretor de Segurança da Embaixada dos Estados Unidos, Etienne Singleton, esse treinamento servirá como troca de experiências entre os dois países.

“Esperamos que a Copa do Mundo seja um evento fantástico e que o Brasil seja um bom anfitrião. Compartilhando essas experiências, poderemos fazer o melhor para garantir a segurança das pessoas”, disse.

Para o delegado da Polícia Federal Carlos Henrique Barbosa, que participou de um dos cursos, o objetivo dessa capacitação é ter agentes multiplicadores, que levem o conhecimento aos seus estados e treinem suas equipes. “Esse tipo de capacitação reforça esse treinamento e nos permite verificar a que ponto alguma coisa pode ser melhorada”.

De acordo com o assessor Institucional da Secretaria Extraordinária de Segurança para Grandes Eventos, José Gomes Monteiro, existem três eixos de atuação da secretaria contemplados no Planejamento Estratégico para a Copa do Mundo de 2014 : ameaças externas, segurança de portos, aeroportos e fronteiras e segurança e estabilidade externa. “Em todos esses pontos, a ideia é fazer a integração de banco de dados”.

O orçamento federal para segurança em grandes eventos é R$1,8 bilhão, sendo que R$1,1 bilhão são apenas do Ministério da Justiça. A integração entre os órgãos de segurança do governo federal e dos estados é um dos principais objetivos da secretaria. Por isso, serão criados dois centros de comando nacionais (em Brasília e no Rio de Janeiro) que serão interligados aos centros de controle das demais cidades-sede.

O sistema de segurança da Copa de 2014 terá a participação dos órgãos de segurança federais (Agência Brasileira de Inteligência , Polícia Federal e Polícia Rodoviária Federal), estaduais (Polícia Militar, Polícia Civil e Bombeiros) e dos municípios (guardas municipais).

Da Agência Brasil

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Secretário responsável pela segurança da Copa de 2014 e Olimpíada de 2016 pede demissão

O secretário extraordinário de Segurança para Grandes Eventos do Ministério da Justiça, José Ricardo Botelho, pediu demissão no último final de semana e alegou motivos pessoais para deixar o cargo. O mais cotado para substituir Botelho é o corregedor da Polícia Federal Valdinho Jacinto Caetano. As informações são da “Folha”.


A secretaria foi criada em agosto de 2011 e tem a responsabilidade de coordenar as ações de segurança em eventos internacionais que acontecerão no Brasil, como a Copa do Mundo de 2014, o Rio+20 e os Jogos Olímpicos de 2016.



Botelho comandava mais de 50 mil homens e administrava um orçamento de aproximadamente R$ 1 bilhão, destinados a proteger torcedores na Copa.



Há duas semanas, o diretor de logística da mesma secretaria, Odécio Carneiro, também saiu do governo após se tornar alvo de uma ação de improbidade administrativa.


Yahoo