Seguidores

Mostrando postagens com marcador olimpiadas 2016. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador olimpiadas 2016. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 22 de maio de 2015

Brasil e as Olimpíadas das facadas...enquanto as reformas não vem...

 Enquanto a reforma no ECA - Estatuto da Criança e Adolescente não vem...Enquanto a reforma do Código Penal não vem...Enquanto o governo não reconhecer o plebiscito que disse Não ao desarmamento da população, veremos a carnificina nas Capitais brasileiras. O Brasil está parecendo o Estado Islâmico velado...andar nas ruas do Rio por exemplo, é como se fôssemos cristãos andando no Iraque...

domingo, 2 de fevereiro de 2014

Policiais do Rio e de SP relatam que falta treinamento (e a massa querendo a Copa e Olimpíadas...)



Protesto. Na linha de frente, em SP, cabo Rodrigo diz que há problema de gestão
Foto: Michel Filho / Michel Filho
RIO E SÃO PAULO - Aos 39 anos e com 20 de Polícia Militar, o cabo Rodrigo (nome fictício) se sente despreparado para lidar com manifestações. Morador da periferia de São Paulo, ele faz patrulhas pela cidade e diz que seu grupo “é o primeiro a chegar quando tem confusão na rua”. O cabo vem lidando com constantes queimas de ônibus e está em quase todos os protestos de rua, na área central da cidade.


— A situação está muito complicada. Além de não termos treinamento, equipamento adequado e nem pessoas qualificadas ou uma tropa suficiente, há um problema de gestão. Cada hora quem manda na gente manda fazer uma coisa diferente. Uma hora é para impedir acesso de manifestantes a um determinado local, outra hora é para deixar as depredações rolarem — diz Rodrigo, casado, quatro filhos e salário de R$ 3,7 mil mensais.

Ele e outros policiais reclamam do mesmo abandono e falam da inexistência de uma política clara de controle de distúrbios civis. O cabo Rodrigo, por exemplo, conta que faz apenas um curso de reciclagem anual. Cursos específicos para manifestações, segundo ele e um outro policial militar ouvido pelo GLOBO, são obrigatórios somente à Força Tática e à Tropa de Choque.

— A gente da patrulha pode até se inscrever em um, só que é necessária a liberação do nosso chefe, o que raramente acontece porque nunca tem gente para preencher nossos horários de trabalho — conta o cabo.

No Rio, os relatos não são diferentes. Ouvido pelo GLOBO, um policial relata que o vandalismo e o os black blocs não eram esperados.

— Não tive treinamento para esse tipo de manifestação. O nosso objetivo é sempre manter a ordem só que a violência fugiu do controle — afirma Jorge, que também não quis se identificar e que acredita que as redes sociais contribuíram para uma visão negativa dos policiais: — Tive companheiro filmado e depois foram xingá-lo no Facebook. Ele errou? Acho que não. Ele obedeceu ordens e teve sua família exposta. No final das contas, viramos vítimas.

No vídeo, segundo o policial, um grupo de jovens estava depredando uma agência bancária até a chegada da tropa que usou bombas de gás para dispersá-los.

— O pior é ver gente defendendo esses vândalos e nos criticando. É a mesma polícia que é requisitada para proteger a população nos outros dias — desabafa.

Mariana Timóteo da Costa (Email · Facebook · Twitter)
Raphael Kapa (Email · Facebook · Twitter)
Publicado: 




quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

"SUPERVIA CRUCIS" e a mobilidade urbana


Em homenagem aos que acreditam no "legado" da Copa 2014, nas Olimpíadas 2016, em homenagem ao trabalhador das grandes cidades, que sofrem com a mobilidade urbana, a empresa que administra os trens no Rio de Janeiro, deveria se chamar SUPERVIA CRUCIS.