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sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Fim do movimento grevista da Polícia Militar do Maranhão

Às 19:06 - Encerrado um capítulo inédito na história do Maranhão. A paralisação dos policiais militares e bombeiros.

Por deliberação da maioria dos militares presentes na Assembléia Legislativa foi decretado o fim da greve.

Desde o dia 23 os militares estão acampados no prédio da Assembléia. 

O Governo do Estado anunciou que só negociaria com os militares parados teve que ceder e o secretário de Projetos Espeiciais, João Alberto de Sousa, foi nomeado o interlocutor. 

Hoje o secretário João Alberto apresentou a seguinte proposta:

Em 2012 - 2.240,00
Em 2013 - 2.396,00
Em 2014 - 2.564,00

Além disso, o Governo propôs o aumento do Salário-Alimentação de R$ 250,00 para R$ 300,00

O que mais os militares conquistaram:

1. Anistia de todos os participantes do movimento, no período compreendido entre 1º de janeiro a 31 de dezembro de 2011;

2 – Fim do R.D.E (Regulamento Disciplinar do Exército) para a Polícia Militar; Será elaborado umCódigo de Ética.

3 – Fica definido o dia 1º de março, como data base;

4 – Criação da Lei de Promoções;

5 – Criação de uma Comissão Paritária permanente para acompanhar todos os projetos de interesse dos militares;

6 – Carga horária de 40 horas semanais.

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Soldado que se apresentou para trabalhar foi preso no 1º Batalhão

Jardel Carneiro Varão, do Primeiro Batalhão, resolveu desistir da paralisação. O fato aconteceu onde a tarde. Ele rumou para o quartel e se apresentou.

Foi dada ordem para Jardel guarnecer o posto policial do bairro Coroadinho. Detalhe: sozinho. Diante da recusa em cumprir a missão alegando falta de segurança. Coroadinho é notadamente um bairro com problemas de segurança. O trailler policialjá foi invadido por marginais. Ao se recusar, Jardel recebeu voz de prisão por determinação do Tenente Coronel Vieira, comandante do Primeiro Batalhão. Poucas horas depois o caso foi posto na mesa de negociação montada pelo secretário de governo João Alberto e os líderes do movimento. Os policiais solicitaram a libertação do soldado. A liberdade de Jardel foi atendida pelo Comando da Polícia Militar no início da noite.

Fonte: blog do Louremar

domingo, 27 de novembro de 2011

Greve da PM Maranhão: Secretários de Estado estão reunidos com os Coronéis

 Os secretários de Estado Aluízio Mendes (Segurança) e Ricardo Murad (Saúde), 
estão reuninos nesse momento com os coronéis da Polícia Militar  e do
 Corpo de Bombeiros.

 Uma pequena fração da tropa está trabalhando. Hoje pela manhã houve a 
decisão de  um grupo de 25 tenentes e aspirantes bombeiros.


Alterado às 18h33 para atualização dos dados

Saiba mais no BLOG DO LOUREMAR:>>>>>

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Auditor julga improcedente pedido de prisão de líderes da greve da PM no MA

Daniella Jinkings
Agência Brasil
O juiz auditor militar em São Luís, Vicente de Paula Gomes de Castro, julgou improcedente o pedido da Corregedoria da Polícia Militar (PM) para decretar a prisão de quatro líderes da greve da PM e dos bombeiros do Maranhão.

O pedido, feito ontem (24) pelo encarregado do inquérito que investiga o movimento grevista da PM do Maranhão, coronel Edilson Moraes Gomes, alega crime de desobediência, porque os militares são proibidos pela Constituição de fazer greve.

A prisão dos líderes grevistas foi requerida por meio de uma representação à Procuradoria-Geral de Justiça, solicitando a ação do Ministério Público do Maranhão à Justiça Militar.

Exército reforça patrulhamento das ruas da capital do Maranhão

Presidente da Associação dos Bombeiros diz que greve continua


 
O presidente da Associação dos Bombeiros Militares, Jean Marrie Serejo Santana disse nesta quinta-feira (24) que apesar do Tribunal de Justiça do Maranhão (TJ/MA) ter decretado a ilegalidade da greve dos militares, o movimento vai continuar até que o governo apresente uma proposta que contemple as reivindicações da categoria.

Jean Marrie lamentou que o TJ tenha decretado a ilegalidade da greve. Segundo ele, a medida aconteceu por pressão do governo do Maranhão sobre a maioria dos desembargadores da Corte. “É a arma que o governo tem para promover terrorismo contra os policiais. Não somos marginais nem bandidos”, afirmou.

“Gostaria que os senhores desembargadores entendessem que estamos lutando apenas por melhores salários, condições de trabalho e dignidade humana. Não adianta estarmos prontos para o serviço, sem sermos tratados como verdadeiros trabalhadores”, afirmou.

Jean informou que alguns deputados federais estão vindo para o Maranhão, para apoiar o movimento grevista dos militares. “Não sairemos daqui até que o governo do Estado do Maranhão apresente uma proposta que contemple as necessidades da categoria”, garante.

O presidente do Sindicato informou, ainda, que as principais reivindicações dos militares e bombeiros são a reposição salarial de 30%, e a instituição da jornada de 40 horas de trabalho semanais. Hoje os militares trabalham 80 horas semanais e reclamam do stress causado pela longa jornada.
Fonte: Agência Assembléia, por Claúdio Brit
http://www.louremar.com.br/

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Comentário sobre a greve da PM do Maranhão

Sugiro a bela equipe do Bom Dia Brasil, que faça uma reportagem sobre o SALÁRIO DOS POLICIAIS MILITARES do país e principalmente do Rio de Janeiro. Pois, o ilustre repórter Chico Pinheiro em conjunto com o ex-policial Rodrigo Pimentel (que saiu da PM devido o salário miserável que recebia), tentaram como sempre evidenciar que policial no Brasil é corrupto, nos questionamentos ao secretário de segurança do rio de Janeiro o Sr. Mariano Beltrame. Porque os entrevistadores não perguntaram a esse, quanto ganha um PM no Rio para morrer trocando tiro com traficante?_ Morrer? _sim, digo morrer, pois todos os dias no Brasil policiais são mortos exercendo sua profissão, e em paralelo todos os dias a imprensa brasileira aumenta sua audiência, para pagar os belos salários dos seus funcionários, em razão de uma minoria podre que existe em qualquer profissão (exemplo disso: _atores globais usuários ajudando a financiar a morte de PMS com o tráfico). Na última semana, o País chocou-se com um “ doloroso atentado à liberdade de imprensa” devido à morte de um cinegrafista no exercício de sua função, com notas de repúdio de toda a mídia e até da Presidência da república. È triste sim, o assassinato de qualquer trabalhador exercendo sua função, mas policiais também são trabalhadores. E inclusive, é notória pela visão de quem é da área, que logo após o corajoso cinegrafista ser baleado, policiais “não menos corajosos”, entraram na linha de fogo para resgatá-lo e tentar salvar a preço de morte, a vida deste. Porém esse ato, a nossa imprensa não evidenciou, nem poderia, pois arriscar a própria vida pelos demais, é dever do policial. Mas a questão é a seguinte: _Quanto recebem aqueles policiais que arriscaram as suas vidas para tentarem salvar a vida do caro cinegrafista? A resposta, caro leitor, é a quantia “honrosa” de R$=1.369,73* (Um mil, trezentos e sessenta e nove reais e setenta e três centavos), quantia essa, que “deve” ser suficiente para um policial dar uma vida digna à sua família e mais suficiente ainda para fazer com que este resista a subornos como o de vinte, trinta mil reais oferecidos por traficantes iguais o “Nem da rocinha”. Não quero aqui, justificar a corrupção policial, com o salário de fome que estes recebem, mas quero chamar atenção para a questão das necessidades básicas do ser humano, que segundo Maslow, compõe a base da pirâmide de sobrevivência, e sobreviver nesse mundo cada dia mais capitalista tem sido uma tarefa árdua para todos, principalmente para quem trabalha sem perspectiva nenhuma de reconhecimento dos Estados. Restrinjo-me aos estados, pois a justiça já foi feita com os nossos companheiros federais que recebem em média cinco vezes mais para exercerem de certa forma a mesma função exercida por policiais estaduais, porém aqueles são melhores equipados e raramente vão para o confronto direto. Este fato pôde ser observado na operação conjunta de captura do traficante “Nem da Rocinha”, onde policiais estaduais, que recusaram duas tentativas de propina, que só depois com a ajuda de federais realizaram juntos a prisão do ano, ou seja, a mesma função, porém com salários tão diferentes. Portanto, aguardo esperançoso, o dia em que a imprensa brasileira irá fazer justiça e denunciar o massacre que os estados da federação tem feito com a remuneração dos policiais estaduais do nosso país, e ansioso mais ainda, por uma nota de repúdio nacional, quando da morte de um trabalhador policial atuando, pois infelizmente a sensação que tenho hoje, é que a nossa vida vale menos. 

Luciano Andrade é Policial Militar do Estado da Bahia e formado em Enfermagem pela Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia – UESB. *fonte: http://www.diariodeumpm.net

Veja as últimas sobre a greve da PM do Maranhão

Uma faixa de 1.700 policiais militares e bombeiros e familiares destes estão neste momento na Assembleia Legislativa, depois de terem ocupado a Casa ontem após decidirem paralisarem suas atividades por tempo indeterminado. Parlamentares fazem discursos de apoio ao movimento.

No início da sessão plenária da AL, os militares lotaram a galeria e interromperam o pronunciamento do deputado Bira do Pindaré para cantarem o Hino Nacional. Não há desordem no local.

Os militares se concentram no térreo da Assembleia, onde fica o saguão. Alguns assistem a transmissão da TV Assembléia através de um enorme aparelho de televisão. Outros conversam com a Imprensa. Muitos se concentram também na área externa, no estacionamento.

Em São Luís, cerca de 90% dos militares pararam. A adesão é grande também em várias cidades do interior, como Imperatriz, Timon, Bacabal, Santa Inês, Barra do Corda, Caxias, Pedreiras, Balsas.

Nas ruas da capital é possível ver carros com homens da Força Nacional e poucos PMs. Sem coletes a prova de balas, cadetes foram destacados para logradouros públicos a vista da população para dar falsa sensação de segurança.

Até agora o governo do Estado não se manifestou para intermediar qualquer acordo com a categoria. Líderes do movimento afirmam que permanecerão na Assembléia até o Governo Roseana Sarney atender as reivindicações.


PM e Bombeiros do MA entram em greve e invadem prédio da Assembleia Legislativa

terça-feira, 22 de novembro de 2011

PM do Maranhão pode entrar em greve nesta quarta-feira

             

A greve da Polícia Militar e dos Bombeiros do Maranhão deve iniciar nesta quarta-feira, dia (23), por conta da insensibilidade e do descaso do governo Roseana Sarney com as duas categorias. Os batalhões de São Luís, Imperatriz, Timon, Caxias, Bacabal, Presidente Dutra, Santa Inês, Pindaré, Balsas, Barra do Corda, Pedreiras entre outras já estão mobilizados para aderirem a paralisação.


Cerca de 200 homens da Força Nacional, atendendo a solicitação da governadora Roseana Sarney, já estão em São Luís, alojados no Castelinho e no 24º Batalhão de Caçadores, a fim de substituir os militares nos presídios e nas ruas. A diária de cada homem deve custar R$ 250,00, o que totalizará uma despesa de aproximadamente R$ 50 mil por dia aos cofres do Estado.

Em virtude da iminente paralisação, já foram abertos procedimentos administrativos no intuito de apurar as responsabilidades dos grevistas. Já existe inclusive um mandado de prisão em branco assinado pelo Comandante-geral da PMMA, Cel PM Franklin Pacheco, para punir aqueles que participarem do movimento paredista.

A concentração do movimento em São Luís deverá ocorrer em um local (já foi definido, mas que não podemos revelar o nome) das 7h às 17h. Em seguida, será realizadas caminhadas pela cidade, com a participação de familiares dos policiais, com mulheres, crianças, jovens e simpatizantes.

Os militares reivindicam reposição das perdas salariais de 2009 a 2011; 30% mais TR (inflação acumulada do ano anterior) em cada ano de 2012 a 2015 previsto no PPA (Plano Plurianual); cumprimento do escalonamento transitado e julgado na 4ª Entrância da vara de Fazenda.

Os policiais militares refutam a versão do governo do Estado de que o PM do Maranhão recebe o sétimo salário no ranking nacional. Segundo eles, esta é uma análise feita pelo subsídio. “As gratificações que não incorporam (adicional noturno e insalubridade os quais os policiais militares maranhenses não recebem) forma o 14º salário entre os estados”, afirmam.

Quanto ao escalonamento, levando em consideração sua implantação (que não foi cumprida) e mais as reposições da inflação, o tenente-coronel está perdendo no seu salário R$ 3.399,00; Major R$ 3.280,00; Capitão R$ 2.821,00; 1º Tenente R$ 3.854,00; 2º Tenente R$ 3.670,00; Aspirante a Oficial R$ 3.135,00; Alunos R$ 2.264,00; Subtenente R$ 3.281,00; 1º Sargento R$ 2.890,00; 2º Sargento R$ 2.520,00; 3º Sargento 2.051,00; Cabo R$ 1239,00 e Soldado R$ 950,00.

Fonte: Jornal Pequeno
Blog da Força Tática

 Leia mais no site: http://ftadecamocim.blogspot.com/2011/11/pm-do-maranhao-pode-entrar-em-greve.html#ixzz1eTswJrKs