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quarta-feira, 28 de maio de 2014

Policial Militar morre em treinamento em Alagoas

Sergipano de Itabaiana morre em treinamento da PM de Alagoas
Foto: Polícia Militar de Alagoas

A família miliciana da Polícia Militar de Alagoas, com pesar, informa o falecimento do soldado Alex Junio da Silva, vinte e um anos na madrugada de hoje (28), na Unidade de Pronto Atendimento de Coruripe (UPA).

O militar participava na manhã de ontem de um treinamento na cidade de Penedo, no 11º BPM, para o grupamento de Rocam (Rondas ostensivas com apoio de motocicletas), quando numa atividade física que consistia numa corrida entre a sede da Unidade e o local da instrução (SESI), passou mal, vomitando e entrando em convulsão, perdendo os sentidos. Foi socorrido pela Unidade de Resgate do Corpo de Bombeiros Militar e encaminhado para a UPA da cidade. Contudo, no local a equipe médica decidiu que o militar fosse transferido para a UPA de Coruripe. O helicóptero do Samu (Arcanjo) permaneceu de prontidão, todavia os médicos optaram pelo transporte terrestre, considerando que seria o mais adequado para a estabilização do paciente. O soldado Alex Silva permaneceu internado até a madrugada de hoje, quando veio a falecer.

Lamentamos profundamente que após o árduo e intenso treinamento de sete meses no Curso de Formação de Praças (CFP), num treinamento de rotina em sua Unidade, o policial tenha sentido complicações e tendo o resultado trágico que ora noticiamos.

A Polícia Militar irá abrir procedimento administrativo para investigar a morte do soldado, bem como o Inquérito Sanitário de Origem (ISO), para o processo de promoção post-mortem, ao tempo em que está prestando toda a solidariedade e o suporte necessário para a família do soldado Alex Silva, envidando de todos os recursos disponíveis para ampará-los nesse momento doloroso.

Fonte: Polícia Militar de Alagoas

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

Policiais Militares de Alagoas podem retomar operação padrão


Sessão na Assembleia Legislativa de Alagoas. (Foto: Michelle Farias/G1)

Militares pedem e Assembleia de AL adia votação da LOA pela quarta vez

A Assembleia Legislativa de Alagoas (ALE/AL) adiou pela quarta vez, desde a última semana, a votação da Lei Orçamentária Anual (LOA). Desta vez, o pedido foi feito pelo deputado João Henrique Caldas (SDD) durante a sessão desta terça-feira (14). Ele diz que há "pontos obscuros no projeto enviado pelo Executivo". A análise do Orçamento será retomada na próxima quinta-feira (16).

De acordo com o subtenente Teobaldo, da Polícia Militar, o pedido de adiamento do deputado apresentado no plenário foi feito após solicitação dos militares. Muitos representantes da categoria acompanharam a sessão. "A Casa tem o compromisso dela, mas, até então, o governo não firmou nenhum acordo com os militares. Caso o projeto de equiparação salarial não seja encaminhado à Assembleia, podemos retomar a operação padrão", disse. G1 Alagoas

terça-feira, 24 de dezembro de 2013

Caos em Alagoas! Sem polícia na rua, população faz justiça com as próprias mãos.

Sem polícia na rua, população faz justiça com as próprias mãos

Crise na segurança pública traz medo e maceioense reage com justiçamentos

A crise na segurança pública de Alagoas tem gerado um reflexo negativo entre a população do Estado, que tem se defendido como pode. O medo do alagoano, considerado um sentimento violento de defesa tem sido fazer justiça com as próprias mãos.
Desde a quarta-feira da última semana, pelo menos cinco casos de espancamentos e reações com mortes envolvendo assaltantes foram regsitrados em Maceió.Os militares do policiamento com viaturas ‘aquartelados’ desde o último dia 17 de dezembro tem deixado a população alagoana com o coração na mão. Na semana passada, dois casos foram registrados de assaltantes que foram espancados por populares após roubos em Maceió.
Na última quinta-feira, um jovem não identificado teria assaltado uma mulher na Rua Pedro Paulino, no bairro do Poço, e foi surpreendido por populares que o cercaram e lincharam com socos e pontapés. Por conta da ausência de viaturas, homens da Força Nacional fizeram a segurança do rapaz até a chegada do socorro, que também estava paralisada. Depois de horas de espera, o suposto assaltante foi socorro por uma ambulância particular.
Na quarta-feira, dia 18, o jovem Paulo Victor Gomes, de 20 anos, foi espancado por populares mesmo após ter desmaiado em um posto de combustíveis, na Avenida Afrânio Lages, no bairro da Cambona. Ele acabou não resistindo à gravidade dos ferimentos e faleceu no Hospital Geral do Estado (HGE) no dia seguinte.
Para o presidente da Comissão de Direitos Humanos da Ordem dos Advogados do Brasil, Seccional Alagoas, Daniel Nunes, o povo está sendo penalizado com a crise na segurança pública. “Não estou justificando a atitude da população em fazer justiça com as próprias mãos, mas o medo é um sentimento violento, que causa uma reação de vingança. Linchamento é um absurdo, mas o governo tem que resolver este problema da Polícia Militar que não somente a questão salarial, mas também de pessoal. Existe agora um conflito politico entre governo e segurança pública depois da morte do PM em Porto de Pedras”, explicou.  
Segundo Nunes, até mesmo o IML – Instituto Médico Legal tem se recusado de pegar corpos. “Um rapaz foi morto no Pinheiro com 11 tiros e a família teve que coloca-lo no carro particular para levar ao IML porque não quiseram buscar”, revelou. 
Para ele, é preciso equacionar os conflitos e acabar definitivamente com o impasse entre governo e tropa militar. 
Outro caso


Tribuna hoje

sábado, 21 de dezembro de 2013

"Pau que dá em Chico dá em Francisco"


Esse é um bordão que está sendo usado pelo o Coronel Luiz Carlos da Polícia Militar de Alagoas, onde hoje dia 17 de Dezembro de 2013, ficará na memória de cada um dia militares que participaram desse movimento.

Hoje foi distribuída uma cartilha da OPERAÇÃO PADRÃO, com a finalidade unir o útil ao agradável. Sem ferir a legislação vigente e os regulamentos da Polícia Militar.

Apenas iremos mostrar que iremos cumprir rigorosamente o que determina a meu ver a Constituição, temos como objetivo sensibilizar a esse governo para os graves problemas da Segurança Publica em Alagoas.
 

Fonte: Youtube - Internet/http://tenpoliglota2012.blogspot.com.br/

sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

PMs de Alagoas se reúnem com governador, mas, Operação Padrão continua

Governador Teotonio Vilela Filho em coletiva à impresa antes de reunião com militares (Foto: Nildo Lopez/TV Gazeta)
"Estou me reunindo com os militares agora para conversar sobre todas essas questões de segurança. Para saber sobre as solicitações deles e apresentar propostas que possam atender as duas partes", disse Teotonio Vilela.A reunião com uma comissão formada por militares acontece na sede do Palácio Administrativo do Governo do Estado, onde centenas de policiais se concentram à espera da proposta que deve ser apresentada pela governador.

Os Militares que estão fazendo a chamada Operação Padrão desde a última quarta-feira (17) se reuniram mais uma vez em frente ao Palácio do Governo para pressionar o Estado. Eles cobram melhores condições de trabalho e equiparação salarial da categoria ao salário da Polícia Civil de Alagoas.

Militares de Alagoas suspendem patrulhamento com viaturas



Na manhã desta sexta-feira (20), os policiais do 3°Batalhão de Polícia Militar, com sede em Arapiraca, também resolveram aderir ao movimento que está sendo realizado nos demais batalhões do Estado. Com a medida, todas as viaturas foram recolhidas e o policiamento só será realizado a pé. 

O 3° Batalhão é responsável pelo policiamento de Arapiraca e mais 14 cidades: Campo Grande, Coité do Nóia, Craíbas, Feira Grande, Girau do Ponciano, Jaramataia, Junqueiro, Lagoa da Canoa, Limoeiro de Anadia, Olho D'Água Grande, São Sebastião, Taquarana, Teotônio Vilela e Traipu. Em todos os locais os militares estarão realizando a “Operação Padrão”.

O movimento, que iniciou nos batalhões de Maceió, busca o respeito por parte do governo através de ações concretas para corrigir distorções e tratamento diferenciado, contrários à política de integração entre os órgãos da defesa social de Alagoas.

“Queremos que a priorização da segurança pública saia dos discursos e se materialize através de salários dignos, equipamentos e armamentos adequados para o combate incansável à criminalidade. Queremos a regulamentação de direitos adquiridos pelos militares estaduais na Constituição Estadual de 1989 (24 anos atrás), como a remuneração que exceder a jornada de 40 horas (Lei do Serviço Voluntário Remunerado) e do trabalho noturno, bem como a aceleração da Lei de Subsídio Salarial, que corrige as distorções nos vencimentos”, dizem os militares através de uma cartilha que está sendo distribuída na tropa.

Operação Padrão:

É um conjunto de atividades realizadas pelos militares estaduais, sem ferir a legislação vigente e os regulamentos da PM, que tem como objetivo sensibilizar o governo para os graves problemas da segurança pública, entre eles os baixos salários, a falta de equipamentos para o desempenho da função e a insalubridade do ambiente de trabalho.

Uma das principais medidas que estão sendo adotada pelo policiais, é a não utilização de viaturas tendo em vista que tal atividade exige que o motorista tenha um curso específico para que os tornem habilitados para a condução de viaturas policiais.

Ontem (19), os militares de Alagoas emitiram uma nota pedindo paciência à população. 

Confira a nota:

Nós, Policiais e Bombeiros Militar do Estado de Alagoas, estamos passando por um momento de mudança profunda em nossa corporação, que vai da reestruturação salarial e nossa dignidade funcional.

Desta forma, pedimos encarecidamente a todos os Alagoanos para abraçar nossa causa e, assim, dar maior segurança a nossa amada ALAGOAS trabalhando com dignidade.

Somos Alagoanos e vítimas desta crescente onda de violência no Estado!


quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

Depois do aquartelamento, Policiais Militares serão recebidos pelo governador de Alagoas

Militares na Assembleia Legislativa (Foto: Michelle Farias/ G1)

Após uma longa reunião com a participação de 7 parlamentares da Assembleia Legislativa de Alagoas (ALE), o grupo de Policiais Militares que ocuparam, na tarde desta quarta-feira (18), o prédio da Casa de Tavares Bastos, conseguiu agendar uma reunião, para a tarde desta quinta-feira (19) com o governador do Estado, Teotonio Vilela Filho (PSDB). O encontro foi mediado pelos deputados estaduais, que se prontificaram em mediar a discussão entre uma comissão formada pelos militares e representantes do governo estadual.

Na oportunidade, os militares cobrarão do governador Teotonio Vilela Filho a aprovação de uma Lei que garante o realinhamento salarial da categoria, transparência na aplicação dos recursos da segurança pública e melhores condições de trabalho nos grupamentos da capital e do interior.

"A reunião da tarde desta quarta-feira foi toda baseada no entendimento. Ouvimos as queixas da categoria e entendemos a necessidade da Polícia Militar. Assim, vamos acompanhar a reunião para que as partes cheguem a um consenso, evitando problemas para a população", disse o deputado estadual Ronaldo Medeiros (PT), ao enfatizar que, nas discussões, os militares defendem também mudança na cúpula da segurança pública.

Cobranças
A sessão da Assembleia Legislativa de Alagoas desta quarta-feira (18), que votaria a Lei Orçamentária Anual (LOA), foi impedida pelos servidores da casa que estão paralisados até receberem o pagamento do salário de dezembro e do décimo terceiro. Os militares, que realizam a Operação Padrão desde ontem, também foram até a ALE pedir apoio aos deputados para que não votem a LOA. Continue lendo no G1

quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

POLICIAIS MILITARES DE ALAGOAS ESTÃO AQUARTELADOS

ATENÇÃO BOA TARDE RECEBO EM PRIMEIRA MÃO QUE A PM DE ALAGOAS SE ENCONTRA AQUARTELADA NESTE MOMENTO A CAPITAL MACEIÓ ESTA SEM POLICIAMENTO A FORÇA NACIONAL FOI POSTA PARA CORRER NO BAIRRO CHAMADO VERGEL POLICIAIS MILITARES FAZEM ASSEMBLÉIA A TARDE PARA AVALIAR O MOVIMENTO O GOVERNADOR DO ESTADO CONVOCOU OS CMT DE BATALHÕES NO PALÁCIO DO GOVERNO INFORMAÇÃO DO PRESIDENTE DA ASSMAL SUBTENENTE TEOBALDO. OBS MAIS INFORMAÇÕES NO DECORRER DO DIA OBRIGADO AO TEOBALDO PELA CONFIANÇA EM MIM DEPOSITADA 

facebook.com/ Wagner Pedro de Oliveira

Militares de Alagoas voltam às ruas e anunciam operação padrão


Após assembleia, militares saíram em caminhada até o Palácio República dos Palmares

Izabelle Targino/ AL24h
Policiais e bombeiros de Alagoas iniciam a partir desta terça-feira, 17, uma mobilização, denominada de Operação Padrão. A medida, deflagrada em assembleia geral, é contra o baixo efetivo, falta de estrutura nas corporações e por valorização salarial.
Segundo as lideranças militares, uma cartilha foi montada com todos os itens que deverão ser cumpridos pelos policiais e bombeiros durante a Operação Padrão.
Dentre as medidas tomadas pela categoria estão a obrigatoriedade do Curso de Formação de Condutores para dirigir viaturas de emergência e a fiscalização de locais de diversão que não atendam os requisitos de segurança, com ênfase aos estádios de futebol.
Além disso, os militares irão efetuar patrulhamento motorizado somente em viaturas que preencham rigorosamente os requisitos do Código Nacional de Trânsito, vão ainda fiscalizar com mais rigor a frota de veículos oficiais das Prefeituras Municipais e executar serviço apenas com coletes a prova de balas dentro da validade.
"A sociedade não será abandonada pelos policiais e bombeiros, mas os militares irão trabalhar apenas com as condições fornecidas pelo Governo de Alagoas", disse o presidente da Associação dos Oficiais Militares de Alagoas (Assomal) Major Wellington Fragoso.
Após a assembleia geral, da tarde desta terça-feira, 17, cerca de mil policiais e bombeiros saíram em caminhada pelo Trapiche e Centro de Maceió em destino ao Palácio República dos Palmares. Os militares vestiram camisas pretas e carregaram um caixão, alegando que estavam de luto pela segurança pública do estado de Alagoas.
A manifestação contou ainda com o apoio do deputado estadual Ronaldo Medeiros (PT). Para o parlamentar, o Governo de Alagoas tem recursos financeiros para conceder o reajuste salarial, independente da Lei de Responsabilidade Fiscal.
"Estamos dando apoio aos policiais e bombeiros. Todos nós queremos menos mortes e mais segurança. O Governo tem sim condições de melhorar o salário destes homens que todos os dias colocam suas vidas em risco. Existe recurso para dar reajuste salarial aos militares ou a qualquer servidor público. Esperamos que eles tenham uma vida digna", disse o deputado.
Nas próximas semanas, os policiais e bombeiros realizam uma série de manifestação pela cidade de Maceió. Amanhã (18) a partir das 14 horas, eles fazem um ato público na Praça Pio XII e na quinta-feira, 26, a manifestação acontece na Praça dos Martírios, no Centro.
Priscylla Régia e Izabelle Targino/alagoas24horas

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Policiais militares estão aquartelados em três batalhões

Priscylla Régia
ACS/AL
Viaturas do BPEsc são impedidas de sair do batalhão
Viaturas do BPEsc são impedidas de sair do batalhão
Devido à onda de insegurança no estado de Alagoas, os policiais militares decidiram aquartelar. Até o momento, três batalhões estão com as atividades paralisadas por 24 horas. A informação foi confirmada pelos presidentes das associações militares de Alagoas nesta quarta-feira, 10.
As mobilizações dos bombeiros e policiais voltaram a acontecer após a morte do soldado Ivaldo Oliveira da Silva, de 31 anos, assassinado a tiros em Porto de Pedras por assaltantes de bancos. A categoria pede a reestruturação da Polícia Militar, assim como, medidas enérgicas no combate a criminalidade.
Nesta quarta-feira, 11, as viaturas da Radiopatrulha,do BPesc e do 6º BPM, de Maragogi, foram impedidas de deixar os batalhões. Ontem (10), os militares ganharam às ruas de Maceió em um cortejo fúnebre em memória de todas as vítimas de violência em Alagoas.
"É um movimento legítimo. Estamos pedindo providências para as mortes que acontecem em Alagoas. Não queremos mais uma resposta óbvia, onde ao assassinar uma pessoa diz que prendeu o criminoso. Isso é trivial. Queremos mesmo uma mudança geral no sistema de segurança pública. O Estado e a PM foram desmoralizados com a morte do policial em Porto de Pedras. Ele foi abatido em seu local de trabalho, pois a corporação não oferece condições dignas a sua tropa", disse o presidente da Associação dos Oficiais de Alagoas (Assomal) Major Wellington Fragoso.
O oficial voltou a dizer que as viaturas serão impedidas de saírem às ruas com apenas dois policiais. Ele alegou ainda que as associações militares vão realizar uma fiscalização nos Grupamentos de Polícia Militar no interior do estado para verificar se continuam funcionando com apenas dois policiais. “Iremos aos GPMs e vamos fechá-los caso estejam trabalhando com apenas dois policiais”, disse o major.
Na próxima terça-feira, 17, uma nova reunião será realizada na sede da Assomal, no Trapiche. Lá, os militares irão decidir os rumos da manifestação.

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Alagoas - Militares poderão negociar reajuste sem risco de prisão

Fragoso diz que salvo conduto garante liberdade de lideranças

Os líderes do movimento militar conseguiram, na manhã desta quarta-feira (15), um habeas corpus preventivo que evita a prisão dos presidentes de associações, caso a categoria não feche um acordo com o governo do Estado sobre reivindicações salariais. Os PMs se reúnem, na manhã de hoje, com a secretária em exercício de Gestão Pública, Ricarda Calheiros, para tentar fechar um acordo. Mas somente à tarde que eles decidem um possível aquartelamento.

Segundo o presidente da Associação dos Oficiais da PM, major Wellington Fragoso, o salvo conduto é assinado pelo juiz auditor militar, José Cavalcante Manso Neto. "Na decisão, ele diz que os militares podem se reunir de forma pacífica e que devem ter o seu direito de locomoção respeitado contra qualquer abuso de autoridade", ressaltou.

Wellington Fragoso afirmou que, ainda nesta manhã, o comandante da corporação, coronel Luciano Silva, será informado da decisão do juiz militar. "Foi a forma encontrada para evitar qualquer tipo de abuso. Agora, podemos fazer nossa assembleia tranquilos e sabendo que ninguém será preso ou punido por exercer seu direito", frisou.

Os líderes militares entraram com o habeas corpus preventivo com o objetivo de evitar prisões, em caso de ser necessário a deflagração de uma greve em Alagoas. O temor é de que houvesse a determinação de prisão das lideranças do movimento, como ocorreu nos estados do Rio de Janeiro e da Bahia, onde os militares deflagraram greves.

Fragoso ressaltou que a expectativa é de que a categoria e o governo cheguem ao acordo. "Estamos pleiteando apenas a correção dos quinquênios e um resíduo de 7% de outros acordos já firmados desde 2007. Concordamos com os 6,5% de reposição da inflação, mas estamos esperando agora a proposta de ganho real", disse o presidente a Assomal.