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segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

Marcha Nacional PEC 300 em Copacabana - "Resistir é preciso"


 Ao contrário do que eu pensei quando vi a pauta falando em “unificação e desmilitarização”, não houve presença política ao evento, pelo menos ostensiva. Foi um Ato verdadeiro, praticado pelos reais interessados em mudanças na Segurança Pública deste Estado, com a valorização do profissional.
Coronel PMER Rabelo falou sobre os recursos financeiros para a PEC 300.



 Por certo as atitudes (ilegais) do governo Sergio Cabral quando do movimento em 2011, quando militares estaduais foram trancafiados ao arrepio da lei em presídio de segurança máxima e excluídos sumariamente de suas Corporações, inibiram e ainda inibem a presença maciça destes profissionais, temem serem vitimas novamente de ilegalidades, que tanto transtornos causaram em suas vidas. Mas estou certo que estão atentos e vibrando com os que os representam nas ruas.

Coronel PMER Dambrosio.
Ora, não foi um movimento de profissionais da Segurança Pública? Foi, mas Segurança Pública é de interesse de todos, o Sargento EB Feliciano não se esquivou em estar presente.





Os mesmos e seus discursos, são realmente incansáveis na vontade de mudanças. Temos potencial politico, só na PMERJ são 240.000 votos, que poderiam garantir pelo menos cinco representantes na ALERJ.

Mesmo enferma, a Deputada Janira Rocha enviou representante, mostrando que apesar de PSOL, ela é uma Deputada digna de nossa admiração. Seu discurso é sempre coerente, mesmo se confrontado com representantes PMERJ na ALERJ.
DeLima convidou todos os 70 deputados da Casa Legislativa do Estado do Rio de Janeiro, mas, devem estar ocupados com suas candidaturas, o que realmente importa para eles.

Mesmo com problemas de locomoção, Jurema Lima esteve nos prestigiando no evento. Quando se tem vontade nada é empecilho. Obrigado Jurema Lima.



domingo, 9 de fevereiro de 2014

A estranha seletividade das ONGs dos direitos humanos


Fonte: GLOBO
É isso o mais revoltante de tudo. Bandidos matam inocentes ou policiais em serviço, e ninguém das ONGs dos direitos humanos aparece. Um bandido é vítima de alguma coisa, todos saem da toca e causam uma celeuma. Por que tanta seletividade? Por que esta preferência escandalosa pelos marginais?
Vejam esse caso da mãe da policial morta na UPP do morro do Alemão, no Rio. Perguntem se algum sociólogo foi lá consolar a pobre mulher. Perguntem se o senador Eduardo Suplicy fez discursos sobre as atrocidades humanas. Nada. Nem uma só palavra. Como diz a reportagem do jornal:
Aos 27 anos, a soldado da PM Alda Rafael Castilho era o orgulho da família e a realização de um sonho. Era a primeira de um lar humilde da Baixada Fluminense que estava cursando o ensino superior (fazia psicologia) e tinha uma carreira promissora pela frente. No último domingo, ela morreu com um tiro, durante um ataque de bandidos à sede da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) do Parque Proletário, no Complexo do Alemão. Se a dor da perda é devastadora, a falta de indignação da sociedade tem abalado ainda mais a família. Principalmente a mãe da PM, a empregada doméstica Maria Rosalina Rafael Castilho, de 59 anos. Ela se queixa de não ter sido procurada por nenhuma ONG ligada aos direitos humanos. 
— Se eu fosse mãe de bandido, as ONGs teriam me procurado imediatamente. Parece que eles (os bandidos) têm mais valor. Mas a minha filha era uma cidadã honesta, que saía todo dia às 4h30m para trabalhar, estudava e sonhava em ser psicóloga da PM — reclama Maria Rosalina.
O coordenador do grupo AfroReggae, José Júnior, que sempre denunciou abusos cometidos por policiais, também reclamou da falta de indignação.
— Por ela ser uma policial, ninguém se indignou. Mas, se ela não fosse policial e estivesse num bar em frente, a repercussão do caso teria sido outra — diz José Júnior. — Não vi as pessoas das ONGs falarem da morte da policial. Ninguém da área dos direitos humanos se manifestou.
Num post de grande repercussão na internet, ele escreveu: “Só vi a polícia e o secretário de Segurança se manifestando. Todos nós nos calamos. Eu acho que ninguém merece morrer. A nossa passividade em aceitar essas baixas é vergonhosa”.
É esse o cerne da questão! Ninguém aguenta mais este duplo padrão, esse foco prioritário nos bandidos. Ninguém suporta mais a esquerda defendendo bandidos e justificando o crime com base na pobreza. Ninguém tolera mais a visão de “coitadismo” quando meliantes vão em cana, enquanto o indivíduo trabalhador e, sim, também pobre rala feito condenado para ter de viver com medo de marginais e vagabundos.
Até quando? Até quando esses irresponsáveis defensores de bandidos vão levar adiante essa visão distorcida de mundo, que apenas alimenta o sentimento de impunidade? Até quando esse pessoal vai fomentar a revolta na população ordeira, a ponto de fazê-la aplaudir “justiceiros” e “vingadores”? Até quando? Até o circo pegar fogo de vez? Até a anomia tomar conta geral da sociedade e esgarçar todas as nossas instituições?
Que a mãe de Alda saiba que não está só. Se as ONGs dos “direitos humanos” não se manifestaram em solidariedade à sua dor, milhões de brasileiros decentes compartilham dela, indignam-se e se revoltam com essa situação absurda. Não colocamos máscaras de criminosos para posar de esquerda caviar chique, e não condenamos a polícia como instituição.
Ao contrário! Sabemos como a vida dessa brava gente é dura, e como se não bastasse, eles precisam aturar essas ONGs e os artistas e “intelectuais” cuspindo diariamente em seu trabalho, aplaudindo os marginais que colocam em risco suas vidas. Tudo isso, claro, regado muitas vezes à cocaína que financia o traficante, justamente aquele que ameaça a vida desses policiais.
Portanto, Maria Rosalina, registro aqui meus pêsames pela sua perda, e tenho certeza de que falo em nome de milhões de brasileiros honestos, que ainda valorizam o trabalho sério e as pessoas que se dedicam a enfrentar os vagabundos e marginais dentro do Estado Democrático de Direito.
Rodrigo Constantino/blog rodrigo-constantino

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

Mensagem de um policial brasileiro



Em 48 horas, 4 PM feridos,1 PM Feminina Morta e 1 Masculino. Pra Corporação: Morreu cumprindo o seu dever. Pra Sociedade: eles ganham pra isso. Pra família: um buraco no peito, e muito remédio tarja preta. Pra mim: ódio. Será que só quando uma JUIZA morre que tem Direito a Matéria Exclusiva no Fantástico? Eis o Monstro que vocês criaram, Direitos Humanos, ONGs que protegem Vagabundo, espero que provem do próprio veneno um dia. A certeza da impunidade, acaba com a nossa esperança de um Rio melhor. Sofremos tanta cobrança, mas ninguém nos serve de exemplo. Podem dizer que somos truculentos, podem dizer que a bala perdida saiu da arma dos Policiais, podem dar entrevista nos difamando, mas vocês nunca poderão dizer: Que nos falta coragem pra enfrentar essa merda de Guerra no RJ. Agora entendo a parte do Hino da Polícia Militar que diz "ser Policial é algo que nem todos podem entender". Pra finalizar, faço um Convite ao "Especialista em Segurança Pública": Eu Gostaria de Convidar você a passar uma Madrugada no Complexo do Alemão, já que são chamados de "Especialistas"; gostaria de ver sua reação debaixo de uma Rajada de 7.62 m num beco escuro; e gostaria que fizesse um Relatório em 2 segundos, pois esse é o tempo que tenho pra identificar se é um guarda chuva ou fuzil, um homem ou uma criança, uma furadeira ou uma Pistola, um Nextel na Cintura ou uma Granada...ao contrário das horas que vc tem dando Replay nas Câmeras de Segurança, sentado no Ar Condicionado. "Quem poupa o Lobo sacrifica a ovelha".

Gostaria muito de saber até quando nós Policiais (PC, PM, PF, PRF e PFF) vamos ficar esperando um milagre acontecer? Gostaria que todos nós (as 27 unidades da Federação, PC, PM, PF, PRF e PFF) nos uníssemos para um objetivo comum de salários, aposentadoria e condições de trabalho!!! Sozinho somos fracos, mas unidos somos fortes. A luta tem que ser pra todos!! Gostaria que houvesse uma união de todas as corporações policiais do Brasil, sindicatos e associações para um dia de paralização, onde possamos, pelo menos, mostrar que estamos unidos e pronto para apoiar uma mudança nesse sistema corruptos de poucos que dominam muitos! Dia do Basta!!!



(Autor Desconhecido)

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

RIO: POLICIAIS DENUNCIAM FALTA DE CONDIÇÕES DE TRABALHO EM UPPS E RECEBEM AMEAÇAS DE NOVOS ATAQUES

PMs DENUNCIAM FALTA DE CONDIÇÕES DE TRABALHO EM UPPS E RECEBEM AMEAÇAS DE NOVOS ATAQUES

Aos 27 anos, estudando Psicologia e na Polícia Militar desde 2010, a soldado Alda Rafael Castilho morreu após ser baleada durante ataque de traficantes da facção Comando Vermelho (CV) contra o contêiner que serve como base para a Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) do Parque Proletário, no Complexo do Alemão, na Zona Norte do Rio, na tarde dest domingo, dia 2 de fevereiro.

Na ação criminosa, o soldado Marcelo Gilliard da Silva Miranda, 32, também ficou ferido. 

Atingido na perna, ele foi submetido a uma cirurgia e permanece internado no Hospital Central da Polícia Militar (HCPM), no Estácio, na região central do Rio.

Menos de doze horas antes, a sede da UPP do Parque Proletário já havia sido alvo de outro ataque. 

Um veículo preto passou, por volta das 23h30 de sábado. 

Uma PFem foi baleada de raspão no joelho e uma viatura – que estava parada em frente ao contêiner – também foi atingida.

“Eles passaram em um carro preto e efetuaram disparos de fuzil e pistola. É um absurdo que nos tratem como bonecos. Estamos proibidos de revidar qualquer agressão, para não haver troca de tiros, e não temos autorização para trabalhar: somos obrigados a ficar parados para não batermos de frente com traficantes. Ou seja: podemos ser atacados à vontade e não podemos fazer nada. Acontece uma perda, mandam o Bope, reforço, enchem o morro de PM e depois volta tudo a como estava antes”, desabafou um soldado que pediu para não ter a identidade revelada por temer represálias.

Os tiros atravessaram o contêiner – que não é blindado – e além das marcas de perfurações na parede, o sangue da PFem no chão da base da UPP agravaram o clima já tenso.

“Era uma tragédia anunciada. Os ataques não somente lá como em outras UPPs têm sido constantes. Somamos a isso o fato de termos sido jogados em UPPs onde não temos condições de nos abrigar com segurança. Não bastasse isso, somos nós contra bandidos fortemente armados, que conhecem bem a região e que não têm nada a perder. É uma guerra desigual e injusta”, lamentou o PM.

Na última sexta-feira, dia 31 de janeiro, o alvo de ataque criminoso foi a UPP do Andaraí. 

Policiais realizavam patrulhamento de rotina quando foram surpreendidos por um grupo de homens armados, na localidade conhecida como Cruzeiro. 

O soldado Leira foi atingido no abdômen. Socorrido pelos próprios colegas de farda, foi levado para o Hospital Federal do Andaraí e não corre risco de morte.

Dois dias antes, a vítima foi um PM lotado na UPP da Rocinha. 

O soldado Guilherme Gomes de Souza, 27, foi salvo pelo colete ao ser baleado durante confronto com criminosos na localidade conhecida como Lajão.

A Polícia agora investiga denúncias de que novos ataques já estão sendo planejados: um seria na UPP de Manguinhos e outro na Pedra do Sapo, onde inclusive dois PMs – uma loira e um conhecido como Liers – seriam os alvos.

FONTE - http://robertatrindade.com.br/?p=16757

Aos 27 anos, estudando Psicologia e na Polícia Militar desde 2010, a soldado Alda Rafael Castilho morreu após ser baleada durante ataque de traficantes da facção Comando Vermelho (CV) contra o contêiner que serve como base para a Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) do Parque Proletário, no Complexo do Alemão, na Zona Norte do Rio, na tarde dest domingo, dia 2 de fevereiro.

Na ação criminosa, o soldado Marcelo Gilliard da Silva Miranda, 32, também ficou ferido.
Atingido na perna, ele foi submetido a uma cirurgia e permanece internado no Hospital Central da Polícia Militar (HCPM), no Estácio, na região central do Rio.
Menos de doze horas antes, a sede da UPP do Parque Proletário já havia sido alvo de outro ataque.
Um veículo preto passou, por volta das 23h30 de sábado.
Uma PFem foi baleada de raspão no joelho e uma viatura – que estava parada em frente ao contêiner – também foi atingida.
“Eles passaram em um carro preto e efetuaram disparos de fuzil e pistola. É um absurdo que nos tratem como bonecos. Estamos proibidos de revidar qualquer agressão, para não haver troca de tiros, e não temos autorização para trabalhar: somos obrigados a ficar parados para não batermos de frente com traficantes. Ou seja: podemos ser atacados à vontade e não podemos fazer nada. Acontece uma perda, mandam o Bope, reforço, enchem o morro de PM e depois volta tudo a como estava antes”, desabafou um soldado que pediu para não ter a identidade revelada por temer represálias.
Os tiros atravessaram o contêiner – que não é blindado – e além das marcas de perfurações na parede, o sangue da PFem no chão da base da UPP agravaram o clima já tenso.
“Era uma tragédia anunciada. Os ataques não somente lá como em outras UPPs têm sido constantes. Somamos a isso o fato de termos sido jogados em UPPs onde não temos condições de nos abrigar com segurança. Não bastasse isso, somos nós contra bandidos fortemente armados, que conhecem bem a região e que não têm nada a perder. É uma guerra desigual e injusta”, lamentou o PM.
Na última sexta-feira, dia 31 de janeiro, o alvo de ataque criminoso foi a UPP do Andaraí.
Policiais realizavam patrulhamento de rotina quando foram surpreendidos por um grupo de homens armados, na localidade conhecida como Cruzeiro.
O soldado Leira foi atingido no abdômen. Socorrido pelos próprios colegas de farda, foi levado para o Hospital Federal do Andaraí e não corre risco de morte.
Dois dias antes, a vítima foi um PM lotado na UPP da Rocinha.
O soldado Guilherme Gomes de Souza, 27, foi salvo pelo colete ao ser baleado durante confronto com criminosos na localidade conhecida como Lajão.
A Polícia agora investiga denúncias de que novos ataques já estão sendo planejados: um seria na UPP de Manguinhos e outro na Pedra do Sapo, onde inclusive dois PMs – uma loira e um conhecido como Liers – seriam os alvos.

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Delegado vai indiciar por tortura quatro oficiais da PM


Blog SOS PMERJ
O treinamento dos recrutas da Polícia Militar, sob o sol, num pátio do Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Praças

Comento: Tomara que não fique na pizza. Como pode o militar receber um treinamento em que um dos colegas é morto...portanto sem nenhuma consideração "humana", e depois esse mesmo sobrevivente ir para as ruas do Rio e tratar os cidadãos sob a ótica dos Direitos Humanos?!

domingo, 19 de janeiro de 2014

PM ainda não sabe como vai devolver R$2,6 mi aos candidatos de concurso cancelado


Treinamento: PM do Rio terá seis mil policiais, sendo 600 mulheres
A Polícia Militar do Rio frustrou, mais uma vez, os candidatos do concurso público que pretendia preencher seis mil vagas de soldado. O edital foi divulgado em dezembro e cancelado no dia 7 de janeiro, mas a taxa de inscrição de cem reais, que seria devolvida a partir de ontem, ainda não tem data para sair. Os concorrentes sequer sabem quais serão os procedimentos para obter a restituição. Ontem à noite, em nota oficial, a corporação limitou-se a afirmar que as informações devem ser divulgadas apenas na terça-feira, dia 21, no site da Exatus (www.exatuspr.com.br). Como a seleção atraiu 26.128 candidatos, que pagaram cem reais cada, a corporação tem um montante de R$ 2,6 milhões para devolver.


O advogado especialista em concursos públicos José Manuel Duarte Correia explicou que a PM é a responsável jurídica pela devolução, pois a organizadora (Exatus) foi contratada por licitação.

Correia também sugeriu que o Ministério Público (MP) investigue o fato da corporação ter divulgado um edital, recolhido a taxa e cancelado o processo seletivo, alegando desconhecimento de um decreto estadual, de 2012, que proíbe a abertura de um novo concurso, enquanto outro está no prazo de validade.

- É lamentável que a PM tenha publicado o edital, mobilizado milhares de candidatos e cometido esse equívoco - criticou Correia.

Laisa Salles, de 25 anos, (faz 26 em julho) participou de um encontro com o diretor-geral de Pessoal da PM, coronel Carlos de Souza Alves, na quarta-feira, no qual o compromisso de estorno da taxa foi reafirmado.

- Fico indignada. O dinheiro deveria ter sido devolvido imediatamente -disse.


extra.globo.com

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

Bandidos são presos na Avenida Brasil no Rio


Dezessete bandidos  foram presos após perseguição da polícia na Avenida
 Brasil, nesta segunda-feira (13), quando tentavam fugir em um caminhão
 roubado de uma transportadora de frios. Depois de perderem o controle 
do veículo, eles colidiram contra uma mureta na pista lateral, na altura de
 Irajá. Com os suspeitos foram apreendidos um fuzil rugger, três fuzis AR-15, três 
pistolas, nove granadas e nove rádios transmissores.
Segundo o comandante do 41º BPM (Irajá), os suspeitos seriam traficantes de drogas
 e teriam tentado fugir da comunidade Para-Pedro, em Colégio, no Subúrbio, 
onde era realizada uma operação desde a madrugada de segunda-feira, 
roubando o caminhão da transportadora.


Parte da pista estava interditada por volta das 18h30. Os criminosos foram levados
 para a 39ª DP (Pavuna).


Tiros em Para-Pedro
A operação na comunidade começou por volta das 3h da manhã, quando os
 PMs ouviram disparos e seguiram para o local, onde avistaram um caminhão 
de pequeno porte e uma Kombi, deixando a comunidade. Houve breve troca de
 tiros e três criminosos que estavam dentro da Kombi foram mortos.

terça-feira, 14 de janeiro de 2014

Mulheres se reúnem para protestar contra comandante da PM

 Cerca de 30 mulheres estão reunidas na Praça da Lapa. Elas prometem seguir para o Quartel General da Polícia Militar, na Rua Evaristo da Veiga, no Centro, às 10h desta terça-feira. Elas protestam contra as declarações misóginas do comandante geral da Polícia Militar, José Luís Castro Menezes.

Para Janaína Azevedo, de 26 anos, que participa da manifestação, acredita que o comandante foi infeliz na sua declaração.
- Me senti muito constrangida e oprimida. Estamos no século XXI e não há motivo para a mulher ser subjugada pela capacidade física e, principalmente, pela capacidade mental. Nós temos direitos iguais. Se não for assim, de que vale a lei? - reclamou.
Janaína fez concurso para ser policial militar e foi aprovada. Ela diz que vai lutar pelos seus direitos.

- Não tem cabimento estudar, passar numa prova e vir alguém subjugar você e dizer que você não tem capacidade mental - disse.

quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

Turistas reclamam de furtos e despreparo da PM em Réveillon do Rio


Delegacia lotada: turistas aguardam atendimento para registro de ocorrências
A festa de Ano Novo terminou em dor de cabeça para centenas de turistas que vieram à cidade aproveitar o Réveillon mais famoso e tradicional do Brasil, em Copacabana. Desde o início da madrugada, as delegacias do bairro ficaram lotadas de vítimas de furto ou roubo durante a virada do ano nas areias da praia de Copacabana. A 12ª Delegacia de Polícia (DP), na Rua Hilário de Gouveia, teve atendimento criticado pelos turistas e o despreparo da Polícia Militar, responsável pela segurança do evento, também foi citado. A ocorrência de arrastões, já frequentes na festa de fim de ano em Copacabana, foi uma das principais reclamações. 

Joana reclamou ainda do atendimento na delegacia. Segundo a mineira, durante todo o dia, apenas uma atendente prestava assistência às vítimas, que tentavam realizar as ocorrências. "Era para ter várias pessoas atendendo. Cheguei aqui, só tinha uma. Estou há mais de 1 hora aguardando e está muito lento. É preciso mais assistentes. Além disso, não tem fila preferencial para idosos e deficientes", reclama. 

quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

Comandante da PMERJ pede a Secretária de Segurança que suspenda investigação sobre tortura no CFAP


Coronel enviou, no último dia 4, um ofício à delegada solicitando a “suspensão temporária” do inquérito
Um pedido do comandante geral da PM José Luís Castro Menezes à chefe de Polícia Civil Martha Rocha causou atrito entre as duas corporações. O coronel enviou, no último dia 4, um ofício à delegada solicitando a “suspensão temporária” do inquérito aberto pela 33ª DP que investiga a prática de tortura durante treinamento no Curso de Formação e Aperfeiçoamento de Praças (Cfap) no dia 12 de novembro. Na ocasião, 33 alunos deram entrada na enfermaria com insolação e queimaduras, entre eles Paulo Aparecido, que morreu dez dias depois.


No texto, Castro argumenta que os fatos investigados são de “indubitável caráter penal militar, eis que indiciados e vítimas ostentam condição de militares, além de terem sido praticados no exercício da função militar”.

O pedido não foi bem recebido pela chefe de Polícia. Em nota, Martha Rocha afirmou que “jamais determinaria a suspensão de qualquer investigação policial”.

A chefe de Polícia informou que as investigações vão prosseguir e que “os delegados estão submetidos somente aos ditames da lei. Ao final das investigações, o delegado da 33ª DP (Realengo) enviará o inquérito ao MP, que decidirá pelo oferecimento ou arquivamento da denúncia”.

Segundo o titular da 33ª DP, Carlos Augusto Nogueira, o objetivo da investigação é concluir se o que aconteceu no treino se configura como tortura, com pena máxima de oito anos. Dois Inquéritos Policiais Militares (IPMs) investigam o crime militar de maus tratos seguidos de morte, com pena de até dez anos.

Procurada, a PM alegou que a suspensão do inquérito não poria em xeque a transparência da investigações, já que “os depoimentos colhidos nos IPMs estão sendo realizados no MP, sob acompanhamento de promotores”.

Depoimentos


Após o ofício chegar ao gabinete de Martha Rocha, os procedimentos investigativos continuaram na 33ª DP. No dia 12, em depoimento na distrital, a suboficial Márcia de Fátima Nunes, enfermeira do Cfap, afirmou que não havia médicos nem ambulâncias na unidade na ocasião. No relato, ela também contou que alguns alunos chegaram molhadas na enfermaria. Ao MP, os recrutas disseram que os oficiais jogavam água gelada nos alunos que não suportavam os exercícios.

Ontem, os oficiais que participaram da sessão de treinamento compareceram na 33ª DP para prestar depoimento. O capitão Renato Martins Leal da Silva e os tenentes Sérgio Batista Viana Filho, Jean Carlos Silveira de Souza, Gerson Ribeiro Castelo Branco e Paulo Honésimo Cardoso da Silva já foram afastados do Cfap.

Leia, na íntegra, a nota da PM sobre o episódio:

"1- O pedido de suspensão temporária do procedimento na delegacia ocorreu depois de específica manifestação da 2ª Promotoria de Justiça, junto à Auditoria de Justiça Militar.

2- No entanto, o Comando da Corporação se encontra à total disposição da Polícia Civil, bem como do Ministério Público para colaborar prontamente, se entenderem pela imperativa necessidade de prosseguimento do aludido Inquérito Policial instaurado no âmbito da 33ª DP.

3- O pedido foi feito porque os fatos têm caráter penal militar, haja vista que, tanto indiciados como vítimas ostentam a condição de militares, além de terem ocorrido em local sujeito à administração militar, havendo, portanto, previsão expressa nos artigos 9º, II, a e b, e 213, parágrafos 1º e 2º do Código Penal Militar.

4- Quanto ao questionamento sobre a transparência, cabe destacar que os depoimentos colhidos no bojo dos citados Inquéritos Policiais Militares estão sendo realizados no âmbito do próprio Ministério Público em exercício na AJMERJ, sob acompanhamento direto dos Promotores em exercício naquele juízo."


Rafael Soares Jornal Extra

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Dizem que não há pena de morte no Brasil; pergunte aos Amarildos...

  

   Pena de morte é proibida no Brasil, sendo cláusula pétrea, sem qualquer possibilidade que seja mudada. Na prática, o que vemos é justamente o contrário. Na mesma constituição federal que recentemente completou 25 anos; constatamos o quão atrasada ela está alguns aspectos; inclusive totalmente falaciosa em outros casos, como no valor do salário mínimo para suprir as necessidades básicas, na falta de bons serviços essenciais que garantam os chamados Direitos Fundamentais com a grande mentira que é a saúde, educação e a segurança pública. 


   Sobre este último "direito", a única certeza é de que vivemos uma guerra civil velada, um verdadeiro bang-bang à italiana, onde se mata mais do que muitos países que estão efetivamente em guerra. Morrem-se bandidos e mocinhos e paradoxalmente a mídia geralmente sempre coloca o criminoso como coitado. Deve dar mais audiência, (por essas e outras que as equipes de jornalismo, durantes as manifestações de junho; sempre levaram um cacete de alguns manifestantes mais exaltados). 

   Mais voltando para os Direitos Humanos, se o Estado não consegue garantir a segurança de seus agentes, no caso policiais, juízes, promotores, oficiais de justiça; como acreditar que o mesmo Estado conseguiria exercer esses direitos com o cidadão comum?

    Se o Amarildo foi morto, (clique aqui e leia mais no G1), de fato o Estado deve ser responsabilizado. Mas, como alguém (esse alguém de nome Amarildo) saberia onde fica o paiol dos traficantes sem que tivesse algum tipo de intimidade com os "pedreiros" do tráfico? Algumas perguntas são óbvias: porque haveriam esconderijos de armas numa favela "pacificada"? Porque as câmeras de vídeo não estavam funcionando no entorno da UPP? Coincidência? Acaso? Omissão do Estado?

    O fato é que Amarildo não será o primeiro e nem o último, assim como todos os dias policiais continuarão morrendo para defender um Estado que não é nação, como disse o poeta Renato Russo.

domingo, 6 de outubro de 2013

Policial da UPP da Cidade de Deus, no Rio, é morto a tiros em serviço

O policial Anderson Dias Brazuna, de 34 anos, foi morto a tiros enquanto fazia uma ronda na Avenida Miguel Salazar Mendes de Moraes, na Cidade de Deus, Zona Oeste do Rio, na noite deste domingo (6). 
Soldado, que trabalhava na UPP da comunidade, averiguava denúncia de carro roubado. (Foto: Ari Peixoto/TV Globo)Segundo depoimentos, o soldado, que trabalhava na UPP da comunidade, averiguava uma denúncia de um carro roubado. Três pessoas que estavam no automóvel seriam detidas, mas uma delas fugiu. A ação policial provocou a reação de cerca de 50 pessoas que estavam numa festa próxima do local aonde ocorreu a abordagem e houve confusão. Durante a discussão, dois homens passaram numa moto e efetuaram os disparos.
O agente foi baleado no peito e, apesar de ter sido socorrido, morreu antes de dar entrada na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da comunidade. Um dos suspeitos também foi baleado e levado ao local.

Rio: Manifestante se masturba para provocar PM



Durante greve de professores, manifestantes já agrediam e xingavam todos que não fossem do PSOL na Câmara de Vereadores do Rio, desde parlamentares a assessores. Uma semana antes da votação de qualquer projeto, todos eram ostilizados e ameaçados ao adentrarem a Casa de Leis do município do Rio de Janeiro. O fato ocorrido no vídeo acima, mostra manifestantes tentando invadir a Câmara Municipal do Rio de Janeiro separando os vândalos da Polícia Militar, apenas o portão lateral daquele recinto. Assistam o vídeo e tirem suas conclusões, embasados em fatos nem sempre mostrados pela imprensa.

sábado, 29 de junho de 2013

Cabo PM afirma ser vítima de perseguição devido à participação em protestos

Condenado em abril por participação de protestos em 2012, policial está detido desde sábado

HELIO ALMEIDA
Rio - O cabo da Polícia Militar, Wagner Jardim Hamude, está detido desde o último sábado no quartel em que trabalha, em Itaperuna, no Noroeste do estado. Ele, que é do 29º BPM, foi condenado a 30 dias de detenção em abril deste ano pela participação na greve de policiais e bombeiros no início de 2012.

Para o militar, que conversou com O Dia Online , a sentença só foi cumprida agora porque ele participou das manifestações recentes no município, em que os moradores exigem a redução do preço da passagem de ônibus e o fim do monopólio do transporte coletivo na cidade. 
Mensagem do militar na Internet
Foto:  Reprodução Internet
O cabo, que teve acesso à Internet, publicou em seu perfil no Facebook que sua detenção tem relação com os protestos. "Com o surgimento das manifestações, decidiram desarquivar as acusações das passeatas do ano passado, que não servem de causa e me deter", escreveu o militar, que ajudou na campanha a favor aumento salarial e melhores condições de trabalho de agentes da PM e dos Bombeiros. Na época, ele foi mandado para Bangu 1.

Recurso não foi analisado

Após receber o documento com a punição, no dia 16 de abril, Hamude apresentou um recurso mostrando o que seriam as ilegalidades do processo que o acusa, segundo ele sem provas. O cabo afirma que alteraram discursos pra servir de prova contra ele próprio.

"Esse recurso teria quatro dias para ser analisado. Já se passaram 75 dias e não houve resposta. Estou preso há uma semana sem que meu recurso seja analisado. Um absurdo jurídico", afirmou Hamude, que recebe ajuda para tentar sair da detenção.

O militar está cumprindo uma escala de serviço, mas é impedido de sair na folga. Ele disse que não foi acusado formalmente sobre a responsabilidade pelos novos protestos, "mas escolheram depois de 15 meses essa data para me prender".

Ele disse que atua nos movimentos na região junto com estudantes. "Antes da prisão de sábado promovi uma reunião entre o comandante do batalhão e outros representantes do movimento, talvez por isso (que foi detido)".
Sentença alega de militar incentivou outros policiais a aderirem a greve do ano passado
Foto:  Reprodução Internet
De acordo com a decisão do Conselho Disciplinar, o cabo foi punido "pelo fato de dar apoio ao movimento gravista da PMERJ, (...) mesmo sabendo da necessidade de cada membro zelar pela preservação da imagem de sua corporação", informa o documento. O militar contestou a decisão, alegando que "nos autos não se encontra fonte fiel de que o acusado tenha colaborado com tais atos", e cita trecho em que afrima que ninguém será considerado culpado até o julgamento, o que para ele não ocorreu.

'Medo de sofrer perseguições'

No Facebook, ele comentou: "Estou detido desde por 'promover reuniões, debates, passeatas e conceder entrevistas com apoio ao movimento. Por isso não estive presente nas últimas passeatas'", postou o militar. O cabo disse que não que se pronunciou antes sobre a detenção porque acredita que poderá ser punido ainda mais, mesmo não descartando a hipótese de que a divulgação de sua situação poderia pressionar as autoridades a liberá-lo.

"Por que não divulguei isso antes? Havia duas possibilidades: O pessoal protestar pela moralização do Estado. Não nego que essa opção me ajudaria. Mas havia uma segunda possibilidade: O medo de sofrer essas perseguições, ser ilegalmente pressionado pudesse desestimular algumas pessoas que querem comparecer às passeatas", comentou.

Hamude agradeceu as palavras de ajuda pela rede social. "Àqueles que gritaram meu nome na passeata meu sincero agredecimento. Fiz o que pude, instruí dentro da lei e de minha experiência. Força aí, pessoal", disse, recebendo apoio logo em seguida. "Você realmente é um guerreiro", disse uma pessoa.

No fim da entrevista, ele se despede e mostra que acredita ter feito a coisa certa. "Por mais que eu tenha sido perseguido e tenha passado por prisões ilegais e arbitrariedades, não me arrependo de nada. Aquilo que alcançamos é muito maior. O bem coletivo não tem preço".
A reportagem tentou contato por telefone com a assessoria do governo do estado, que se encontrava ocupado até a publicação desta matéria.

Nesta quinta-feira, durante entrevista à Rádio Itaperuna AM, o presidente da Câmara Municipal, Alexandre Pereira da Silva (Alexandre da Auto Escola – PP), agendou uma reunião para a próxima segunda-feira com o prefeito e o responsável pela Empresa Santa Lúcia para resolver o impasse.