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sexta-feira, 28 de março de 2014

Policiais Civis do RIO cogitam greve na Copa (será que o Brasil vai parar?!)

Policiais Civis do Rio de Janeiro exigem que o governo cumpra sua promessa de atender às reivindicações salariais da categoria, e levantam a possibilidade de entrar em greve na Copa do Mundo. Em dezembro, o governador Sérgio Cabral anunciou para eles que o pedido de inclusão de uma das gratificações, o da Delegacia Legal, ao salário dos trabalhadores, seria anunciado neste mês de março. A Secretaria de Planejamento já havia inclusive apresentado um plano para esses pagamentos. Em reunião entre governo e categoria na semana passada, no entanto, o vice-governador Luiz Fernando de Souza, o Pezão, que assume o governo no próximo mês, disse que precisaria de tempo para pensar, e que daria um retorno sobre a comprovação do reajuste até junho.
A questão salarial da categoria é antiga, de acordo com Francisco Chao de la Torre, presidente do Sindicato dos Policiais Civis do Estado do Rio de Janeiro (Sindpol RJ). Como o salário é baixo, os servidores precisam contar com gratificações especiais que, em caso de licença médica, por exemplo, deixam de cair na conta do trabalhador. O que eles sugeriram para o governo era que uma dessas gratificações, a Delegacia Legal, com o valor de R$ 850, entrasse no vencimento de todos os policiais civis. A gratificação, que só seria totalmente inserida em um prazo de cinco anos, seria extinta com o tempo e o servidor não correria o risco de ver seu salário cair ao se aposentar, acidentar ou tirar uma licença maternidade.
Centenas de Policiais Civis realizaram uma assembleia de mobilização nesta segunda-feira (24) para debater a situação, com a participação de entidades como a Coligação dos Policiais Civis do Estado do Rio de Janeiro (Colpol). No dia 29 de abril, o Sindipol-RJ vai promover outra, para decidir se a categoria entra em estado de greve. No último encontro, eles resolveram esperar até 30 de junho pelo reajuste salarial. Francisco reforça que espera um retorno positivo do governo antes do prazo. 
"A sociedade quer uma polícia melhor, é delicado a gente discutir salário na esfera da segurança pública. O Rio viveu uma evasão de empresas, investimentos, que agora teve um retorno, mas até quando? A situação está delicada, ninguém ignora que existe, no mínimo, uma instabilidade. Ninguém quer retrocesso, independentemente da cor política do projeto, a gente quer avanço", declarou Francisco ao JB.
O porta-voz dos policiais civis ressalta que o salário dos delegados de polícia do Rio é o maior da federação, enquanto o dos agentes está na penúltima colocação nacional, de acordo com a Confederação Brasileira de Trabalhadores Policiais Civis (Cobrapol). Francisco é inspetor de polícia de terceira classe, duas para chegar ao topo, tem 19 anos de polícia, e seu salário líquido é de R$ 4.500. Na aposentadoria, ele reforça, perderia metade disso, devido às gratificações que o governo oferece por fora.
"Somos 11 mil policiais civis na ativa. Pelo menos 30% têm tempo de profissão suficiente para se aposentar e não se aposenta, para não ter os salários reduzidos." Ele explica que são vários os patamares de gratificação. O Delegacia Legal, por exemplo, não favorece todos os policiais civis, apenas os que trabalham em locais que fazem parte do programa. 
De acordo com Francisco, o secretário de Estado de Segurança do Rio de Janeiro, José Mariano Beltrame tem sido o principal articulador das pautas da categoria, um "grande avalista da negociação salarial, que agiu altruisticamente".
Além da questão salarial, os policiais civis do Rio ainda se veem agora, acrescenta, com um aumento da demanda pelos seus serviços. Falam ainda das altas taxas de letalidade. 
"Cabral determinou que o nosso pleito fosse atendido, a gratificação fosse dada, o Pezão nos pede tempo, até junho, prazo fatal para conceder aumento aos servidores, devido ao processo eleitoral. A gente sempre tenta construir uma estrada de mão dupla, a gente compreende as dificuldades do estado, mas também precisamos ser valorizados", complementa Francisco.
JB entrou em contato com a assessoria de imprensa do governo do Rio, mas não recebeu retorno até o fechamento desta matéria.

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Policial civil é presa após tentar dar aparelho celular a detento

 
Uma policial civil, que não teve a identidade confirmada, foi presa em flagrante após tentar passar um aparelho de telefone celular para um detento da 6º Delegacia de Polícia de Campo Grande. O caso ocorreu nesta quinta-feira (06), de acordo com o registro da ocorrência, a investigadora é sobrinha do detento e teria se aproveitado do poder de autoridade para tentar entregar o telefone ao tio.
O celular foi encontrado por um policial durante a revista dos objetos trazidos por ela, o telefone, modelo Iphone, estava escondido no meio de uma sacola de roupas.
A policial está presa e responderá por favorecimento real, quando ingressar, promover, intermediar, auxiliar ou facilitar a entrada de aparelho telefônico de comunicação móvel, de rádio ou similar, em estabelecimentos penais, cadeias públicas e delegacias de policiais.

sábado, 23 de novembro de 2013

Policiais Civis se revezam no acampamento da Assembléia

Polciais civis em greve ocupam Assembleia Legislativa de Goiás, em Goiânia (Foto: Gabriela Lima/G1)Apesar de duas decisões contrárias à greve de policais civis, agentes e escrivães mantêm uma rotina de ocupação na Assembleia Legislativa de Goiás (Alego), em Goiânia. Com as atividades paralisadas há 66 dias, servidores do interior do estado e da capital montaram, no início da semana, um acampamento no plenário da Casa. Enquanto alguns fazem escalas de revezamento, outros permanecem praticamente o tempo todo no local.


Entre os manifestantes em tempo integral está o agente Anderson André da Silveira, de 41 anos, que trabalha há 16 anos em Catalão, no sudeste do estado. Ele está na Alego desde segunda-feira (18), quando a ocupação começou, e conta que só sai para tomar banho "na casa dos  amigos". O policial dorme em uma barraca montada em uma das laterais do plenário e faz todas as refeições dentro do salão. "O sindicato fornece marmitex. Mas é dinheiro nosso, porque a gente contribui, paga mensalidade", disse em entrevista ao G1.


Investigador do Grupo Especial de Repressão a Narcóticos (Genarc), ele preferiu não mostrar o rosto, para não ser reconhecido em futuras ações de combate ao tráfico de drogas. Mesmo cansado, ele afirma que só deixará o plenário após um acordo. "Diferente do que está sendo passado, não tem um diálogo. O governo só manda recado e o próprio secretário de Segurança Pública só se reuniu com a liderança após a intervenção do Ministério Público", critica.
Diferente de Anderson, a agente Gelsiane Silva, da delegacia de Campinorte, não estava preparada para um possível acampamento quando saiu do norte de Goiás, na segunda-feira. "Vim para a assembleia. Quando chegamos aqui e nos informaram que não havia proposta para a  categoria o pessoal se revoltou e resolveu ocupar. Eu decidi ficar e apoiar porque só com a união vamos conquistar nosso objetivo", explicou.


Gelsiane passa o dia com colegas de profissão e, à noite, dorme na casa de parentes. "Eu visto a camisa da Polícia Cilvil, amo minha profissão. Vou ficar até recebermos uma proposta satisfatória", afirmou.

A quantidade de pessoas dentro do plenário varia de 500, nas horas mais movimentadas do dia, a 100, que dormem no local, de acordo com o Sindicato dos Policiais Civil de Goiás (Sinpol).Continue lendo no G1 Goiás

terça-feira, 29 de outubro de 2013

Escrivã Polícia Civil, dá tapa na cara e aponta arma para PM



A escrivã Aline Rocha discutiu com um PM com uma arma na mão. Além de apontar a arma para ele, ela deu um tapa na cara do policial. As imagens foram captadas por meio de um celular.
Aparentemente embriagada, a escrivã desafiou policiais militares que a abordaram para atender a uma denúncia durante a madrugada num posto de combustíveis da zona sul de São Paulo.

terça-feira, 11 de junho de 2013

Oficiais da PM/SP vãos às ruas protestar por melhores salários (agora só faltam os Praças...)


Acostumada a correr na avenida Paulista atrás de manifestantes das mais diversas causas, desde a legalização da maconha até a redução das passagens de ônibus, a Polícia Militar terá amanhã seu dia de caça.

A Associação dos Oficiais da Polícia Militar de São Paulo confirmou presença na manifestação marcada para 15h desta terça-feira no vão livre do Masp, avenida Paulista, da qual vão participar outros sindicatos de servidores estaduais contra a política salarial do governo Geraldo Alckmin. A Associação dos Cabos e Soldados da PM também deve participar do evento. 

Segundo as entidades, não existe contradição no fato de policiais, responsáveis por dispersar protestos, participarem da manifestação desde o ato seja ordeiro e pacífico. O fato inusitado, no entanto, tem rendido piadas na internet.
“Alckmin contrata maconheiros para fazer o policiamento”, provocou um usuário do twitter em referência à já tradicional Marcha da Maconha, cuja edição de 2011 foi duramente reprimida pela PM. Além das piadas, a participação da PM no protesto gera apreensão. O motivo é outro protesto marcado para a avenida Paulista, às 17h, pela redução do aumento das tarifas de ônibus. Na semana passada uma manifestação do mesmo tipo transformou a avenida em um cenário de guerra entre policiais e manifestantes. 
A organização da marcha dos servidores promete tomar precauções para impedir atritos. Do Masp, os funcionários públicos e PMs vão direto para a Assembleia Legislativa de São Paulo, no Ibirapuera, evitando um encontro entre as duas manifestações.
Os policiais militares reivindicam 15% de reposição salarial este ano e outros 11% no ano que vem. No dia 23 representantes da corporação entregaram um ofício ao secretário de Segurança Pública, Fernando Grella Vieira, com uma lista de reivindicações. O secretário ainda não respondeu o pedido.
Além disso, os policiais rejeitam a proposta do governo estadual de criar um bônus salarial vinculado à redução da violência. Em nota, a Associação dos Oficiais da PM qualificou o bônus como um “monstro” que vai causar “desequilíbrio, desmotivação e descontentamento”, na corporação. A Secretaria de Segurança Pública do Estado e Polícia Militar foram procuradas para comentar a participação da PM no protesto mas não se manifestaram.
Fonte: Portal IG/Foto Anastácio Q.A.P



segunda-feira, 10 de junho de 2013

Polícia Civil de Minas entra em greve e prepara ato público em BH

A Polícia Civil de Minas Gerais entrou em greve nesta segunda-feira. A decisão foi tomada em uma assembleia em 24 de maio. A categoria reivindica a revisão da Lei Orgânica da Polícia Civil, que define o plano de carreira da corporação, entregue à Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) para avaliação dos deputados estaduais. Ao meio-dia, haverá um ato público da categoria no pátio do prédio, que fica na Região Centro-Sul de Belo Horizonte.


O Sindicato dos Servidores da Polícia do Estado de Minas Gerais (Sindpol-MG) divulgou uma cartilha orientado os policiais sobre os procedimentos que devem ser adotados durante a greve. A escala mínima de atendimento será mantida, de acordo com a lei de greve. De acordo com as determinações, somente serão formalizados os procedimentos de flagrante e Termos Circunstanciados de Ocorrência (TCOs). Será feita a confecção do Registro de Eventos de Defesa Social (Reds) em 30% do total que normalmente é feito nas delegacias.

Também de acordo com a cartilha, durante a greve não serão instaurados inquéritos policiais por portaria, diligências preliminares, nem serão despachadas ocorrências policias. Também não serão feitas oitivas, intimidações, acareações, reconhecimentos e nem investigações. As viaturas caracterizadas só serão usadas em casos de extrema necessidade. Não serão realizadas operações para cumprimentos de mandados de prisão e busca e apreensão domiciliar, somente em casos inadiáveis ou que coloquem a vida de pessoas em risco. No Detran, serão feitos somente 30% de alguns serviços, entre eles, o emplacamento de veículos. 

Segundo o sindicato, o governo do estado já sinalizou uma nova discussão para uma possível reformulação do texto da Lei Orgânica e propondo abertura de concurso público para o cargo de investigador. Na quinta-feira, dia 13, haverá uma reunião na ALMG para um ajuste do documento com o apoio das entidades de classe.


quinta-feira, 9 de maio de 2013

Pela Carreira Jurídica: Delegados de Polícia Civil agora vão parar uma vez por semana






Os delegados de Polícia Civil do Espírito Santo decidiram realizar, pelo menos uma vez por semana, mais um ato denominado “Concentração de Protesto”, em que somente funcionarão as Delegacias de Plantão dos Departamentos de Polícia Judiciária (DPJs). O primeiro ato de protesto aconteceu na quarta-feira (08), no pátio da Chefatura de Polícia Civil, na Reta da Penha, em Vitória.

A paralisação dos delegados por um dia se deve à insatisfação da categoria com o governador Renato Casagrande (PSB) que, apesar de ter recebido parecer favorável da  Procuradoria Geral do Estado (PGE), ainda não mandou para a Assembleia Legislativa a Proposta de Emenda à Constituição Estadual (PEC) que define o delegado de Polícia Civil como carreira jurídica.

“Decidimos que voltaremos parar todas segundas-feiras. A próxima Concentração de Protesto será no dia 20 deste mês, na sede da Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP). Somente funcionarão as Delegacias de Plantão, para não prejudicar ainda mais a população”, disse o presidente do Sindicato dos Delegados de Polícia Civil do Espírito Santo, Sérgio do Nascimento Lucas.

Ele acrescentou que se o governador Casagrande continuar protelando o envio da PEC da Carreira Jurídica para a Assembleia Legislativa, os delegados tendem a aumentar gradativamente as paralisações. “Existe essa possibilidade, inclusive poderemos fazer a manifestação em locais diferentes”, alertou Sérgio Lucas.

Na Concentração de Protesto de quarta-feira os delegados levaram para o pátio da Chefatura de Polícia Civil mais de 250 quilos de alimentos não-perecíveis, que serão doados a duas entidades filantrópicas.

Para entender a reivindicação dos delegados, elai o linkhttp://elimarcortes.blogspot.com.br/2013/05/delegados-de-policia-fazem-um-dia-de.html
Fonte: Blog do Elimar Côrtes

segunda-feira, 6 de maio de 2013

Hipocrisia dos comentaristas da Globo sobre a morte do traficante "Matemático"


Imagens mostram tiroteio em caçada aérea da polícia a traficante no Rio


A Corregedoria da Polícia Civil e a Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) apuram a conduta de policiais civis durante a operação realizada na Favela da Coreia, na Zona Oeste do Rio, para prender o traficante Márcio José Sabino Pereira, conhecido como Matemático.
Imagens das câmeras do helicóptero da Polícia Civil obtidas pelo Fantástico mostram os agentes na aeronave atirando a uma altura entre 20 e 40 metros. Casas e prédios foram atingidos. Especialistas em segurança questionam a operação, que foi classificada pela Chefe da Polícia Civil, delegada Martha Rocha, como “desproporcional”.
As imagens são de 11 de maio de 2012. O corpo do traficante Matemático foi achado na madrugada do dia seguinte, dentro de um carro. No tiroteio, nenhum morador foi ferido. Leia mais no G1
Comento: Quantas dezenas, centenas de policiais que morrem todos os dias e ninguém fala nada. A caçada, com ou sem aspas, mostrou que os policiais civis do Rio reagiram a injusta agressão, ou seja, eles revidaram os tiros ao contrário do que foi falado: portanto não houve caça. O importante é que os direitos humanos mais uma vez deram uma "bola fora". A operação foi arriscada, porém o revide necessário e  proporcional aos tiros, a periculosidade do "Matemático" e ao que a situação exigia. Mais uma vez os direitos humanos (com letra bem minúscula mesmo), mostrou o lado que ocupa. Eles não são aliados do povo, como tentam passar que são. Esses comentaristas são na sua maioria demagogos, até porque muitos trabalharam na polícia e sabem a diferença entre o falar e o agir, entre a teoria e a prática. Como dizer que os policiais estavam agindo na emoção? Mas, é claro que agiram também sob forte emoção, senão seriam "robocop". Qual dos mortais, de cima de um helicóptero, avistando um carro com traficantes perigosos, armados com fuzil, inclusive, trocando tiros com polícia, e na iminência te ver a nave cair, como já caiu em outra situação, (clique aqui e leia no G1) e todos morrerem...portanto, quem, diante de um quadro desses teria calma, razão para agir? Esses policiais deveriam ser condecorados, e seriam em qualquer país sério. O lamentável é que em todas as instituições sempre há os traíras, os inconfidentes...pois como pode a Rede Globo ter acesso as imagens que foram feitas apenas por policiais? Tem traíra vendendo a guarnição...e quando isso acontece...o traficante vira coitado e o policial vira o vilão.
 Esta emissora não tem moral para criticar nenhuma ação policial, principalmente depois do golpe que deu nos policiais e bombeiros quando das manifestações da categoria em fevereiro de 2012, onde criminosamente ela mandou grampear os telefones dos líderes militares que lutavam por aumento salarial. O que a Rede Globo tem que se preocupar é com o PROJAC (clique aqui leia mais), dos policiais a população é quem vai julgar...quando aos comentaristas...é fácil demais criticar...o difícil é fazer parte da ocorrência, colocando a própria vida em risco...para quem defendeu o "Matemático", assista o vídeo a partir de um minuto:

quarta-feira, 24 de abril de 2013

Ladrões clonam viatura da polícia para fazer roubos e sequestros



Os cinco detidos nesta terça-feira (23), no Parque São Lucas, na Zona Leste de São Paulo, que usavam carros falsos da Polícia Civil, são suspeitos de praticar  roubos e sequestros-relâmpagos. Segundo a polícia, eles se passavam por investigadores para cometer crimes.

De acordo com a polícia, um dos carros, que copiava um veículo da Polícia Civil, estava em uma oficina mecânica na Rua Costa Barros. Ele tinha sirene e rádio comunicador. A placa era a mesma de um carro da corporação, embora a pintura fosse diferente. Os policiais também apreenderam um distintivo falso, armas, relógios, computadores e uma porção de maconha. Três suspeitos foram presos em flagrante.



Em um lava-rápido, a polícia encontrou outro carro falso. Ele também tinha sirene e parecia um veículo usado em investigações sigilosas da Polícia Civil. Dois homens que estavam no local também foram detidos.

Os investigadores encontraram ainda um galpão que pode ter sido usado como cativeiro, onde havia correntes, cordas, uma máscara, além de objetos de possíveis vítimas de sequestro.

Os suspeitos vão responder por porte ilegal de arma, receptação, formação de quadrilha e outros crimes. Clique aqui e assista a cobertura no G1

sábado, 20 de abril de 2013

MG: Policiais Civis e Militares acusados pelo assassinato de jornalistas no Vale do Aço



Polícia Civil de Minas confirma envolvimento de agentes em assassinato no Vale do Aço e retira testemunhas da região. Força-tarefa investiga ligação com morte de jornalistas

Dois policiais civis foram presos por envolvimento em pelo menos um dos assassinatos em Ipatinga, no Vale do Aço.  O subcorregedor da Polícia Civil,  delegado Elder D’Ângelo, que agora também responde pelo 12º departamento regional, afirmou nessa sexta-feira à noite que  já foram expedidas ordens de prisão de outros integrantes da corporação, investigados em pelo menos 14 homicídios. Há suspeita de que os assassinatos foram praticados por um grupo de extermínio, que teria executado também o repórter Rodrigo Neto, de 38 anos, em 8 de março, e o fotógrafo Walgney Carvalho, de 43, no domingo passado. “As equipes da corregedoria estão na cidade para prender os envolvidos, mas desconheço os detalhes da participação deles. Os que foram presos até agora, a princípio, não estão ligados aos crimes contra os jornalistas. Mas todas suspeitas serão checadas”. Os dois presos, um investigador e um médico legista, foram transferidos para BH. Na lista de acusados a serem presos, há policiais militares também.


Nessa sexta, antes das prisões, o chefe da Polícia Civil de Minas, delegado Cylton Brandão da Matta, já havia confirmado o envolvimento de agentes militares e civis em pelo menos 20 execuções no Vale do Aço. Ele se reuniu com a força-tarefa enviada a Ipatinga, para discutir a investigação e anunciou a mudança no comando da regional de Ipatinga, afastando dois chefes de departamentos, os delegados Walter Felisberto e José Walter da Mota.


Ainda nessa sexta, a força-tarefa decidiu pela retirada de Ipatinga e Coronel Fabriciano de pelo menos cinco testemunhas de homicídios, que foram levadas para outro estado. A suspeição que recai sobre policiais locais levou a chefia a tomar essa atitude, nomeando o subcorregedor, delegado Elder D’Ângelo, para a chefia do 12º Departamento, que coordena o trabalho de seis delegacias regionais: Ipatinga, João Monlevade, Itabira, Caratinga, Manhuaçu e Ponte Nova. Juntas, essas regionais comandam a Polícia Civil em 97 municípios. Ele acumulará o cargo de chefe e de subcorregedor. O delegado regional, Walter Felisberto, que estava afastado por problemas de saúde, foi trocado pela delegada Irene Angélica Franco e Silva Guimarães, que estava no Departamento de Crimes contra a Vida. 


quarta-feira, 17 de abril de 2013

Aposentadoria especial dos policiais civis e federais de todo Brasil corre o risco de cair


ALERTA GERAL:.
Como já era temido, o Congresso Nacional e o Governo Federal apoiado pelos governos estaduais, colocaram novamente para transmissão em regime de urgência o PLP 554/10 que dentre outras providências precariza o direito de aposentadoria especial de Policiais Federais e Civis estabelecendo limite de idade mínima para que os mesmos se aposentem. Essa medida aumenta em pelo menos 11 anos o prazo para o servidor que já prestou seus 30 anos de serviços ininterruptos.
O referido projeto também não faz menção aos servidores que estão naativa e que têm a expectativa de direito de se aposentarem em breve não estabelecendo qualquer regra de transição, desrespeitando a premissa do direito adquirido.
Por isso a COBRAPOL juntamente com o SINDPOL/MG e demais entidades filiadas conclamam e convocam a todos os policiais de se fazerem presentes em Brasília no próximo dia 23/04 na Comissão de Trabalho da Câmara Federal e acompanharem a tramitação dessa matéria se mobilizando para que o direito dos policiais sejam respeitados.
CONVOCAÇÃO:
As caravanas do SINDPOL/MG sairão às 20:00H dessa segunda-feira dia 22/04, e os interessados favor entrar em contato com o SINDPOL pelo telefone (31) 2138-9898. O SINDPOL estará disponibilizando o transporte e demais custos para os participantes dessa atividade.

terça-feira, 16 de abril de 2013

Policiais Civis param atividades hoje


Os policiais civis do Rio Grande do Norte estão em greve. Pelo menos até as 20h de hoje. A categoria faz uma paralisação de advertência para protestar contra o retorno de presos para as delegacias e pedir pela urgência na ampliação do efetivo. De acordo com o Sindicato dos Policiais Civis e Servidores de Segurança (Sinpol-RN) a Polícia Civil possui menos de 1,5 mil homens. “A Polícia Civil está arquejando”, alerta o presidente do Sinpol, Djair Oliveira. Cerca de 300 aprovados no concurso realizado em 2008 aguardam nomeação.

Oliveira afirma que há mais de 100 presos nas delegacias do RN. Segundo ele, as delegacias do estado que passam por situações mais críticas são Macau, onde “têm presos amarrados em correntes”, em Santa Cruz, com celas superlotadas, além da Delegacia de Furtos e Roubos (Defur) de Mossoró e da delegacia de Nova Cruz, onde os presos aguardam para que à noite sejam transportados ao Batalhão da Polícia Militar pelo comandante. 

A categoria já sinaliza com a possibilidade de realização de “operação padrão” ou greve por tempo indeterminado caso nenhuma solução seja apresentada. “Desde quando a governadora assumiu que tentamos uma audiência para abrir o diálogo, mas isso não aconteceu. Se não apresentarem nada vamos deliberar por greve em tempo indeterminado”, afirmou Djair Oliveira. 

Hoje, segundo ele, o policial é obrigado a ficar rodando pelos Centros de Detenção Provisória (CDPs) para que se possa achar uma vaga após finalização dos procedimentos na delegacia. O sindicato afirma que a situação se tornou insustentável com as recentes decisões judiciais de interdições de cadeias públicas e presídios, notadamente nos municípios de Caicó,  Goianinha, Mossoró e Macau.

“O desvio de função é considerado ilegal no Brasil, com várias decisões judiciais, que apontam que policial civil não deve custodiar presos de justiça, situação que atrapalha o papel que possuem: de investigar e solucionar crimes”, ressalta. Os 306 policiais concursados e  já formados aguardam desde 2010 a nomeação. O Governo vem fazendo apenas substituições com as vacâncias por aposentadorias ou falecimentos. O Sinpol cobra ainda a formação dos 290 suplentes aprovados.

Tribuna do Norte


Fonte PolicialBR: http://www.uniblogbr.com/2013/04/policiais-civis-param-atividades-hoje.html#ixzz2QdYrfBJL

sexta-feira, 12 de abril de 2013

PI – Policiais civis vão entregar cargos de chefia e fazem ato em delegacias (no país da copa...)


Os policiais civis que participam da Operação Polícia Legal se reuniram na frente de um hotel da cidade, onde a Secretaria de Segurança Pública realiza um encontro técnico, para protestar contra a falta de condições de trabalho. Eles disseram que no dia 19 de abril, data em que é comemorado o Dia do Policial Civil, vão entregar os cargos de chefias dos distritos na capital e no interior.
Segundo os policiais, os chefes de investigação, de plantão e os escrivães de Parnaíba, Floriano, Picos, Teresina, Campo Maior e Piripiri já confirmaram a adesão à entrega de cargos.
Cerca de 60 policiais, vestidos de preto, se reuniram e de lá seguem para a Central de Flagrantes.

Após o governo lançar a proposta de reajuste salarial de 60% dividido em oito parcelas por quatro anos, a categoria resolveu deflagrar a operação “Polícia Legal”, na qual os servidores irão apenas cumprir o que lhes é cabido, como por exemplo, só serão emitidos Boletins de Ocorrência e Flagrantes na presença de delegados, não haverá custódia e alimentação de presos, entre outras ações.

Fonte: Blog Amigos de Caserna