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sexta-feira, 18 de maio de 2012

Vítima de agressão, acusa policial civil de continuar ameaçando-a em Uberlândia





Essa senhora compareceu na RISP - Região Integrada de Segurança Pública, no dia 17/05/12, para fazer a acareação, para melhor apurar os fatos contidos na matéria acima. Segundo a senhora, acusa o detetive de ter lhe ameaçado, aos gritos, na frente da delegada Corregedora. A vítima então, procurou um posto da PM, com vistas a fazer o boletim de ocorrência, porém, a PM, evitando qualquer eventual crise entre as instituições, de imediato acionou o delgado Corregedor para que colhesse o depoimento da vítima, a qual, disse ainda que irá procurar o Ministério Público, para repassar tais denúncias.

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Procura-se autores de tentativa de homicídio contra Policial Civil


Indivíduos autores da tentativa de homicídio contra um Investigador da PCMG... REPASSANDO...

Caros Colegas

Estes são os autores da tentativa de homicídio que vitimou o Investigador Daniel Laporte, lotado no DHPP, crime ocorrido na noite do dia 13 de março de 2012.

Os indivíduos ainda não estão qualificados, porém já foram reconhecidos em diversos assaltos a drogarias e comércios em geral, em regiões distintas de Belo Horizonte/MG.

Contamos com a ajuda de todos os policiais, na localização e identificação deste indivíduos. Repassem este e-mail a toda comunidade policial, e aguardamos contato 24hs para qualquer informação pertinente.

Att, Leonardo Cesar Fraga - Investigador DHPP

Contatos: Delegacia Homicídios- VN: 3429-6048 / 3429-6166

Colaborador: JÂNIO, via email

quinta-feira, 10 de maio de 2012

DIA DO POLICIAL CIVIL - PARABENS!!!

10 de Maio...

Na data de hoje, dia quase nunca lembrado por ninguém, dedico aos meus colegas Policiais Civis de MG, os mais sinceros parabéns pelo esforço e trabalho duro que sempre fazemos para que a lei (muitas vezes tão relativizada no Brasil) seja cumprida.

O mundo já é um verdadeiro caos, e isso não seria melhor sem a participação da Polícia Civil...

Lutamos, cada um em sua Comarca, sua Delegacia Especializada, Regional ou Distrito, por uma sociedade mais justa e organizada. E no desenvolvimento de nossos misteres, por vezes (muitas) somos criticados, difamados, caluniados, metralhados pela imprensa e todo o tipo de comentário superficial e vazio, que por vezes conseguem ganhar grandes e poderosos microfones...

Por isso, nunca esperamos fazer amigos... A Polícia “segue avante”... Afinal, quem tem a atribuição de restringir direitos e auxiliar a tão almejada JUSTIÇA, não pode esperar ser querida por seus “clientes”...

Hoje é então dia de se comemorar, pelo que somos e pelo que alcançamos, mesmo diante de todas as dificuldades que existem no caminho! 

Parabéns bravo e corajoso amigo!!!

10 de Maio, DIA DO POLICIAL CIVIL.

Forte Abraço,

Eduardo Roberto de Souza
Delegado de Polícia - Congonhas
Fonte: BLOG NOTÍCIAS DA PC

terça-feira, 8 de maio de 2012

O policial civil acusado de matar um agente penitenciário

O policial civil acusado de matar um agente penitenciário em Itabuna, a 426 km de Salvador, está custodiado na Corregedoria da Polícia Civil, na capital baiana, desde a tarde de domingo (6).

O investigador Cantídio Nascimento Filho foi autuado em flagrante pelo assassinato do agente penitenciário Marcone Pena dos Santos, 31 anos. 

O crime aconteceu durante uma discussão entre os dois no Forró da Jacutinga, no espaço Espora de Ouro. Cantídio teria assediado a esposa de Marcone e, durante a discussão, atirou no abdômen do agente. A arma será periciada no Departamento de Polícia Técnica (DPT).

Marcone não resistiu aos ferimentos e morreu. O corpo dele foi velado na manhã desta segunda-feira (7).

O investigador foi autuado em flagrante por homicídio na 6ª Coordenadoria Regional de Polícia (6ª Coorpin/Itabuna) e conduzido à corregedoria, situada na Chapada do Rio Vermelho, onde ficará recolhido à disposição da Justiça. 

Segundo a assessoria da Polícia Civil, Cantídio, de 41 anos, ingressou na Polícia Civil, no ano 2000, e estava lotado na Delegacia Territorial de Iguaí, município distante 460 km de Salvador. Fonte: Correio24horas.com.br

quarta-feira, 18 de abril de 2012

CPI vai apurar corrupção policial em Juiz de Fora



Coronel Anselmo diz ter ficado perplexo com denúncias. A suposta participação de policiais militares e civis de Juiz de Fora num esquema de exploração de jogo do bicho e de máquinas caça-níqueis deverá ser investigada por uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG).

O deputado estadual Sargento Rodrigues (PDT) protocolou ontem, junto à mesa diretora da casa, o pedido com 40 assinaturas. Se instalada - o que pode ocorrer até semana que vem -, a CPI vai apurar as suspeitas de que policiais da cidade estariam recebendo propina para permitir o funcionamento de pontos de jogos de azar.

 A denúncia foi publicada ontem pelo jornal "Hoje em Dia", de Belo Horizonte, com base no depoimento de três PMs de Juiz de Fora, que garantem não ter aderido ao esquema criminoso. As declarações foram prestadas, no dia 28 de março, ao procurador do Centro de Apoio ao Crime Organizado do Ministério Público Estadual, André Ubaldino, e aos deputados Sargento Rodrigues, Luiz Carlos Miranda (PDT) e Rômulo Viegas (PSDB). As chefias das polícias Civil e Militar informaram que já estavam investigando as denúncias, mas não deram detalhes do andamento das apurações.

De acordo com o depoimento de um dos militares, veiculado no jornal da capital mineira, o empresário juiz-forano Frederico Márcio Arbex, que seria responsável por pontos de exploração de jogos de azar, atuaria realizando pagamentos a policiais, incluindo nomes da cúpula das polícias Civil e Militar. Conforme o "Hoje em Dia", estariam incluídos no esquema o ex-chefe da 4ª Região da PM, coronel reformado Anselmo Fernandes; o atual comandante da 4ª Companhia Independente de Meio Ambiente e Trânsito, major Renato Sampaio Preste; o delegado de Polícia Civil Fernando Camarota; além de outros dois policiais militares.

A propina, segundo a denúncia, era paga semanalmente. O esquema só foi abalado quando uma equipe de policiais, que não teria aceito suborno, começou a realizar operações para combater o jogo ilegal. "Ele (Frederico Arbex) me procurou e disse que apenas eu e minha equipe não estávamos ajudando. Também perguntou o que estava precisando para lhe ajudar e qual o motivo da apreensão e da destruição de suas máquinas", teria dito o policial, segundo o "Hoje em Dia".

Ainda conforme as denúncias, o coronel Anselmo seria sócio e amigo de Frederico, que teria chegado a bancar festas regadas a bebidas e mulheres para oficiais. Já o major Preste aparece no esquema como suposto comandante da arrecadação da propina. Ainda segundo o "Hoje em Dia", o delegado Camarota mandava oferecer, ao policial que denunciou o esquema, certa quantia semanal para interromper as ações contra caça-níquel e jogo do bicho.


Fonte: Cabo Fernando 

sexta-feira, 6 de abril de 2012

Policial com suspeita de embriaguez capota veículo em Belo Horizonte

Um veículo capotou na manhã desta sexta-feira (6) no encontro a Avenida Afonso Pena com a rua Rio Grande do Norte, na Região Central de Belo Horizonte. De acordo com o Batalhão de Trânsito da Polícia Militar, o condutor era um policial civil e apresentava sinais de embriaguez.

Ainda segundo a corporação, o motorista se recusou a fazer o teste do bafômetro e está sendo autuado no Departamento de Trânsito de Minas Gerais (Detran-MG).

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Policial recebia R$ 40 mil da milícia para vazar informação sobre operações

 A Operação Pandora, desencadeada pela Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (Draco) e pela Grupo de Combate ao Crime Organizado do Ministério Público (Gaeco), descobriu a ação de um policial civil que trabalhava no setor de inteligência da Secretaria de Segurança. De posse de informações sigilosas, esse policial, segundo o delegado Alexandre Capote, titular da Draco, recebia cerca de R$ 40 mil dos milicianos para informar onde e quando seriam as operações policiais.O policial está aposentado desde o ano passado e deve se entregar ainda nesta quinta-feira na sede da Draco.

Na operação Pandora, policiais civis e MP tentam desarticular o restante da quadrilha de milicianos. O grupo, segundo o delegado, continuava cobrando taxas de segurança e de serviços a moradores de Campo Grande, Cosmos, Inhoaíba, Santíssimo, Paciência e Sepetiba
Toda a cobrança era articulada pelos policiais militares, que estavam presos no Batalhão Prisional da PM, em Benfica.

Ana Claudia Costa - O Globo

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Em memorando, Polícia Civil do RJ determina que delegados façam prisões de ‘repercussão’

O diretor do Departamento de Polícia do Interior, delegado João Batista Byron, enviou um texto de cinco linhas, no último dia 2, a todas as delegacias do interior, determinando que haja empenho para realizar "prisão de grande repercussão" e que sejam noticiados fatos "de enorme relevância". No memorando, Byron diz que atende a solicitação da chefe de Polícia, delegada Martha Rocha.

Delegados receberam a ordem com estranheza.

— Interpretei como uma ordem para fazer prisões espetaculosas, para aparecer na mídia — criticou um delegado, que disse não depender dele esse tipo de prisão: — Não é a polícia que vai decidir a repercussão de uma prisão.

O texto também foi taxado de "redundante":

— Fatos de grande relkevância já são passados para a Cinpol, o órgão de inteligência da polícia.

Byron recusou-se a explicar o motivo da circular, enviada a dezenas de DPs:

— Não vou poder dar essa informação. É coisa interna. Infelizmente, chegou à sua mão. Não vou falar absolutamente nada — afirmou Byron.

Em nome da delegada Martha Rocha, a Assessoria de Comunicação da Polícia Civil disse que esta seria uma medida antiga:

"O termo ‘prisão de grande repercussão’ não se refere à imprensa. É a Polícia Civil realizando um trabalho satisfatório", dizia nota enviada ao EXTRA.

Guilherme Amado para o EXTRA
Blog Denilson Martins

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Agente penitenciário é preso após morte de policial


O agente penitenciário suspeito de envolvimento no assassinato do policial civil Marcelo Bittencourt Luz em frente a uma boate no centro do Rio de Janeiro foi preso na noite de segunda-feira. Ele se apresentou na Delegacia de Homícidios (DH), na Barra da Tijuca, na zona oeste da cidade, junto com seu advogado. O argumento do agente é que foi um caso de legítima defesa.
O crime ocorreu na madrugada do último sábado, após uma briga dentro da boate The Week, na Saúde, zona portuária do Rio. Pelo menos quatro disparos foram dados na saída da boate, por volta das 5h, quando Bittencourt e o terceiro-sargento do 5º BPM Marco Alexandre Caetano Ferreira, 43 anos, aguardavam para pagar a comanda. O policial civil, lotado na 13ª DP, foi atingido na cabeça e morreu na hora. Já o PM levou um tiro no rosto e foi levado ao Hospital da Polícia Militar, onde foi operado.
A confusão começou a partir de uma discussão de Marcelo com um grupo no qual não estava o PM. Testemunhas afirmaram ao delegado Felipe Ettore, da Delegacia de Homicídios (DH), que o tiro que matou Marcelo não foi disparado pelo militar. As pistolas dos dois policiais foram apreendidas. Ambos estavam de folga.
Segundo Ettore, testemunhas disseram ainda que o tiro que atingiu o PM partiu da arma do policial civil. Mas não há confirmação de onde saiu a bala que matou Marcelo. De acordo com o delegado, que ouviu seguranças da boate e frequentadores, Marco Alexandre estava com a mulher e acabou perto da briga.
Mistério sobre arma de militar
A polícia vai usar as imagens das câmeras do circuito interno da boate para tentar esclarecer as circunstâncias do crime. O local possui uma sala de armas onde o policial civil deixou a sua pistola acautelada. A firma de segurança da boate não tem registro da arma do PM.
Marcelo Bitencourt era casado e tinha uma filha de 2 anos. Ele estava na corporação há menos de um ano e vinha de uma família de policiais. "Ele tinha muito orgulho do avô que era delegado. Dizia que estava realizando o sonho de ser policial", contou o amigo, Fernando Andrade.
Casa noturna é interditada
A boate The Week está fechada por tempo indeterminado por ordem da Divisão de Homicídios. A casa na rua Sacadura Cabral é famosa pelas festas para o público gay nos fins de semana. Mas, segundo a boate, o espaço é aberto às sexta-feiras para festas particulares e aniversários, como a de sexta-feira.
Famosos também são vistos por lá com frequência. "Esse evento estava sendo realizado por uma promoter de Niterói", explicou o gerente, Antônio Milani. Segundo ele, os policiais não trabalhavam para a casa. "Eles não entraram armados e não estavam fazendo segurança", disse.

ODIA/Terra