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sexta-feira, 26 de setembro de 2014

Policiais Civis são suspeitos de matar detetive durante tiroteio em Betim-MG

Dois policiais civis suspeitos de matar um detetive se entregaram em uma delegacia, na madrugada desta sexta-feira (26), em Belo Horizonte. Depois, eles foram levados para a corregedoria da corporação, e não quiseram dar entrevista.
Segundo a polícia, um detetive e um delegado faziam uma abordagem a um suspeito de tráfico de drogas, quando um Stilo amarelo estacionou na rua, na noite desta quinta-feira (25), no bairro Capelinha, em Betim, na Região Metropolitana de BH.
Os policiais se dirigiram até o carro e foram recebidos a tiros. Um deles foi ferido e não resistiu. No local do tiroteio, vários veículos que estavam perto foram atingidos pelos disparos, entre eles um ônibus. 
Os ocupantes do Stilo amarelo teriam fugido e deixado o carro em uma rua sem saída e depois se entregaram.
Durante a madrugada, a movimentação foi grande na Corregedoria da Polícia Civil. Três policiais que estavam na mesma equipe do que foi morto prestaram depoimento.
Testemunhas que estavam no local e uma pessoa que teria informações sobre o tráfico de drogas na região, onde ocorreu o crime, também foram ouvidas.
Os dois suspeitos presos em flagrante seriam policiais civis e serão investigados por um esquema de extorsão e favorecimento do tráfico de drogas.

sábado, 1 de março de 2014

Policiais militar e civis brigam dentro de delegacia em Belo Horizonte


Um policial militar se desentendeu com policiais civis na Delegacia de Crimes Contra o Patrimônio, na Avenida Nossa Senhora de Fátima, no Bairro Carlos Prates, Região Noroeste de Belo Horizonte. O PM acabou detido por estar com o porte de arma vencido. No tumulto, um capacete teria sido arremessado e uma escrivã foi atingida. Várias viaturas das duas corporações estão no local por causa da confusão.

De acordo com o tenente-coronel Helbert Figueiró de Lourdes, comandante do 1º Batalhão da Polícia Militar, o tumulto começou quando o militar chegou na delegacia para ser ouvido sobre uma acusação de abuso de autoridade. Ele esqueceu em casa o papel da intimação, que mostra o local e a pessoa que iria fazer o interrogatório, e por isso não foi atendido. “Ele veio para ser ouvido sobre uma ocorrência em que um estelionatário foi preso e fez algumas alegações contra o policial. Na versão do militar, os funcionários da secretaria recusaram a atendê-lo. E teria começado o tumulto”, explica o tenente-coronel.

Conforme Lourdes, o PM alega que os policiais civis teriam o agredido. “Ele alega que sofreu agressões e os policiais civis o acusam de desacato e tentativa de agressão. As versões serão colocados no papel e vamos apurar certinho para ver o que aconteceu”, afirma. O policial militar acabou detido por porte ilegal de armas, já que a licença dele para portar o armamento estava vencida. Várias viaturas da Polícia Militar foram para a delegacia. Neste momento, o PM é ouvido na delegacia para prestar esclarecimentos.

De acordo com delegado Vicente Ferreira Guilherme, chefe da Divisão de Fraudes do Departamento de Investigação de Crimes Contra o Patrimônio, os policiais civis contaram uma outra versão sobre o caso. “Ele teria se exaltado e tentou tirar a arma da cintura, mas acabou contido pelos policiais. Nervoso, pegou um capacete e jogou. O objeto atingiu uma escrivã”, disse.

O militar deve ser indiciado por falsa comunicação de crime, pois acionou a PM dizendo que havia sido roubado na delegacia. Também por porte ilegal de arma, já que o revólver calibre 38 dele estava com a licença vencida, desacatado e lesão corporal.


sábado, 23 de novembro de 2013

Policial atira e mata dois guardadores de carro, zona sul do Rio


Flanelinha foi morto na manhã deste sábado na Avenida Ataulfo de Paiva (Foto: Mariucha Machado / G1)
Um policial civil da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core) atirou em dois flanelinhas na Avenida Ataulfo de Paiva, altura do número 1.235, no Leblon, Zona Sul do Rio, por volta das 6h deste sábado (23). Um dos homens não resistiu aos ferimentos e morreu no local e Adilson Peçanha, de 27 anos, foi levado para o Hospital Municipal Miguel Couto.

Segundo informações da Divisão de Homicídios (DH), o policial teria visto os dois guardadores brigando por espaço na rua e abordando um motorista de forma agressiva. Ele se aproximou e chegou a revistar os homens, quando teria sido ameaçado por um dos flanelinhas com uma garrafa de vidro quebrada.
De acordo com o delegado Clemente Brauner, as primeiras informações dão conta de que o policial teria dado tiro de advertência nas pernas dos flanelinhas e como um dos flanelinhas continuou caminhando na direção do agente, ele teria efetuado outro disparo no peito do guardador de carros. Segundo o perito criminal Ayres, nove cápsulas deflagradas foram encontradas no local e o corpo da vítima tinha cinco marcas de tiros, uma delas no pulso. O policial se apresentou à delegacia após os disparos.
Segundo Wagner Ramos da Silva, que trabalha como guardador há 27 anos, o flanelinha Adilson, que foi levado para o hospital e era conhecido na região como Piolho, não era legalizado pela Prefeitura e trabalhava no local há 10 anos. “Eu escutei o barulho e quando cheguei o cara ainda estava agonizando”, contou Wagner, destacando que é comum briga entre flanelinhas na região.
Por volta das 8h50, duas faixas da Avenida Ataulfo de Paiva estavam interditadas. O caso foi registrado no 14ª DP (Leblon).
Mariucha MachadoDo G1 Rio

terça-feira, 23 de abril de 2013

Justiça do Piauí proíbe greve de policiais civis e ameaça prender quem descumprir decisão



O Tribunal de Justiça do Piauí proibiu nesta segunda-feira (22/4) os policiais civis de entrarem em greve no estado. A decisão foi proferida em liminar do desembargador Raimundo Nonato da Costa Alencar, que determinou multa de R$ 100 mil e pena de detenção caso a categoria descumpra a medida. As informações são do portal G1.
Para o desembargador, “é inaceitável que policiais possam suspender suas atividades coletivamente”, já que a segurança é uma das áreas mais sensíveis do serviço público. A pena de detenção vai de 15 dias a 6 meses de prisão para os grevistas.
Segundo o presidente do Sindicato dos Policiais Civis do Piauí (Sinpolpi), Cristiano Ribeiro, os policiais não pretende fazer greve, mas continuarem com o movimento “Polícia Legal”. Deflagrado há 13 dias, o movimento defende que os agentes exerçam apenas as funções que lhes competem, conforme a lei.
De acordo com o Sinpolpi, a categoria estabeleceu algumas orientações, como fazer as diligências mediante Ordem de Missão e ir ao local do crime somente com a presença de um delegado e portando colete, armamento e munição em perfeito estado. Além disso, o delegado deve estar presente na delegacia para assinar o Boletim de Ocorrência e os depoimentos escritos pelo escrivão.
A principal reivindicação dos trabalhadores é a correção salarial. Para Cristiano Ribeiro, é necessário um reajuste de 102% para recuperar a diferença salarial que existe entre o salário do policial e o do delegado.
Fonte: Blog Soldado Glaucia

Comento: Tem coisas que decididamente são políticas. Se há uma lei que obriga os
 grevistas a manter 30% da tropa de serviço, porque o judiciário dá um parecer desses? 
Por outro lado, refém da mesma política, os grevistas da segurança pública não têm regulamentado o seu direito de greve, justamente pela incompetência dos políticos que
 não votaram até hoje a emenda que normatizaria a greve nos serviços essenciais. Enquanto
 isso, policiais e bombeiros vivem a sub cidadania, quando na prática não podem exercer os direitos de um trabalhador comum...

segunda-feira, 25 de março de 2013

RJ: Cidade da Polícia aposta em tecnologia hi-tech

Cidade da Polícia

Rio -  Uma ‘casa’ com tecnologia de primeiro mundo para combater a criminalidade no Rio. Inspirada no que há de mais moderno nas forças de segurança americanas, a Cidade da Polícia já é realidade e foi equipada com materiais sem igual no Brasil. Previsto para ser inaugurado em 28 de junho, o complexo da Polícia Civil erguido no Jacarezinho vai beneficiar não só os moradores da região, mas também 1.200 agentes de 17 delegacias especializadas, todos já de malas prontas para a mudança. Semana passada, O DIA visitou pela primeira vez as instalações prontas.
A área de 66 mil m² foi milimetricamente projetada, diz a instituição. Foram gastos R$ 170 milhões nas obras. O local abriga, além das delegacias, centros esportivos, espaço para atendimento ao público e helideck (ponto suspenso para pouso de helicópteros).
Porém, as grandes atrações da nova casa da Polícia Civil são os investimentos na parte de treinamento. E o moderníssimo estande de tiro, top de linha na América Latina, é o ponto de destaque. Antes, os policiais treinavam em um local a céu aberto, no Caju, que não tinha os recursos adequados para a tarefa. “Tudo foi pensado para que haja maior integração da instituição e a melhor condição possível de trabalho para os policiais”, ressaltou Wagner Franco, especialista em treinamentos da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core), que ocupa um dos maiores espaços do complexo.
O estande montado no complexo tem estrutura para instruir 11 policiais de uma vez, com paredes reforçadas por placas de aço, capazes de suportar tiros até de calibre ponto 50. Além disso, a tecnologia permite que o chumbo das cápsulas seja recolhido e reciclado, o que permite que o estande seja autossustentável. Os alvos são móveis e permitem várias combinações de treinamentos de disparos. Há sistema de luzes e sons, que simulam condições quase reais de ambientação e distância, para que os policiais atirem com o menor índice de erro possível.
Casa com móveis, famílias e sons para treinar tiros
Uma casa arrumadinha, com móveis, família e paredes preparadas para receber tiros de vários calibres. Não é um ‘lar’ comum a construção que ocupa parte do prédio de treinamento da Cidade da Polícia. A Casa de Tiro é um lugar esquematizado para a instrução de resgate de reféns e retomada de ambientes conflagrados por bandidos.
A estrutura de aço, madeira e pedras, absorve os disparos dados pelos agentes e parece mais um labirinto, cheio de portas para diversificar as atividades.
“Treinam desde o simples pé na porta, até mesmo explosão de paredes com detonadores. E tudo atento aos reféns, bonecos que aparecem de uma hora para outra de acordo com o tipo de instrução”, explicou Wagner Franco. Os grupos são orientados por treinador que fica numa passarela sobre a casa. As câmeras espalhadas pelos cômodos ajudam na análise dos erros e acertos cometidos pelos policiais.
Outro destaque é a favela cenográfica, que reproduz vielas e becos semelhantes aos das comunidades conhecidas na rotina dos agentes, como Jacarezinho e Rocinha, por exemplo. As casinhas foram construídas de alvenaria, e as ruas têm postes, bicicletas pelo caminho, como se fosse um cenário real. Ainda serão instaladas as luzes e sons de pessoas falando, cães latindo, buzinas de carros e comércio, como numa comunidade. A favela fica dentro de um galpão, que também permite o controle da instrução pelos orientadores.
Agentes terão alojamento para descanso e área de lazer
A Cidade da Polícia será como uma segunda casa para os agentes. Haverá alojamentos apropriados para descanso, que podem ser usados em dias de muito trabalho ou às vésperas de operações. Há ainda centro de convivência, com restaurante, lanchonetes e quadra poliesportiva, além de salão de jogos e anfiteatro com capacidade para 500 pessoas.
O Esquadrão Antibombas também ganhou prédio próprio, com estrutura lateral reforçada para segurar possíveis explosões. Caso haja algum acidente com artefato, o deslocamento de ar sairá por cima da edificação.
O complexo ainda abriga um canil para treino e tratamento de até 22 cães da polícia. Há também uma delegacia central de flagrantes, com carceragem capaz de abrigar 14 presos individualmente, além de salas de atendimento ao público e de reconhecimento de suspeitos. 
 portal do Jornal O Dia.
Matéria: Vania Cunha
Foto: Uanderson Fernandes / Agência O Dia/Blog do Delegado

sexta-feira, 15 de março de 2013

Policial civil é detido após atirar em traficante na cidade de Iturama - MG


Policial afirma que o tiro foi acidental e vai responder ao crime por meio da Justiça comum.

Um policial civil de 28 anos foi detido depois de atirar em um traficante, na noite dessa quinta-feira (14), na cidade de Iturama, no Triângulo Mineiro. O policial afirma que o tiro foi acidental e vai responder administrativamente por meio da Justiça comum.

De acordo com a Polícia Militar (PM), que também acompanhou a ocorrência, o disparo acertou um suspeito, de 26 anos, abordado dentro de uma casa que seria ponto de vendas de drogas. A vítima foi socorrida em estado grave e levada para o Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Triângulo Mineiro.

A ocorrência começou quando cinco pessoas foram conduzidas pela polícia suspeitas de tráfico de drogas. Um dos suspeitos afirmou que levaria os policiais até o endereço onde ele comprou a droga. Os civis entraram na casa e abordaram os suspeitos. No local foi encontrado um tablete de maconha.

Um dos policiais ordenou que o suspeito colocasse a mão na parede, quando o tiro acertou acidentalmente a cabeça do traficante. O policial afirmou que a arma, uma espingarda calibre 12, disparou sozinha. Ele foi detido e a arma apreendida.

O policial deve responder por lesão corporal culposa, quando não há intenção de matar, e, se o suspeito morrer, por homicídio culposo.

O TEMPO

quarta-feira, 13 de março de 2013

Policiais Civis que mataram Sargento do GATE são denunciados



O deputado Sargento Rodrigues informou, durante a reunião da Comissão de Direitos Humanos desta quarta-feira, 13/02, que o inquérito policial instaurado pela polícia civil para apurar as circunstâncias da morte do ex-sargento do Gate, Rafael Augusto Reis de Rezende, em janeiro do ano passado, já foi concluído e remetido à Justiça Pública em setembro de 2012.


A resposta foi encaminhada ao deputado pelo chefe do Departamento de Investigação de Homicídio e Proteção à Pessoa, Wagner Pinto de Souza.


Rodrigues lembrou a barbaridade cometida pelos policias civis denunciada na Comissão de Direitos Humanos. Segundo ele, David Thiago dos Santos e Allan Cézar Ribeiro só foram indiciados devido ao acompanhamento firme da Comissão, que esteve a todo momento cobrando a Polícia Civil para que o caso não ficasse impune.

Afirmou, também, ser uma vitória da Comissão mesmo percebendo, a princípio, uma enorme dificuldade em obter informações sobre o andamento do inquérito. Pois neste caso, os policiais envolvidos na apuração se fecharam.

O Sargento do Gate, Rafael Augusto Reis de Rezende, 23, foi executado no dia 15 de janeiro de 2012, ao sair de uma festa realizada em um clube de Esmeraldas por quatro policiais civis depois de uma discussão. O policial militar que estava de folga foi atingido por sete tiros.

Fonte: facebook.com/dep. sgt rodrigues




quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Policial Civil é vítima de tentativa de homicídio em Uberlândia


Nesta terça-feira (26) um policial civil, que cumpria mandados de intimação, no bairro Canaã, em Uberlândia, foi vítima de uma tentativa de homicídio. O policial estava com a equipe de investigadores quando ocorreu o crime.
Segundo a vítima, ele e a equipe passavam pela rua Libna e, ao se aproximarem de três jovens que estavam sentados na calçada, os mesmos correram, e um deles, de 19 anos efetuou três disparos, que por sorte não acertaram o policial civil.
A polícia conseguiu efetuar a prisão de dois fugitivos. O jovem de 19 anos, e outro de 27, cujo nomes não foram revelados, confessaram aos policiais que nas suas casas havia porções de drogas escondidas. O mais velho disse ainda que é usuário de drogas. Após buscas foi encontrada grande quantidade de maconha. A polícia constatou ainda, que o jovem de 19 anos, possui várias passagens pelo COPOM por tráfico de drogas.
A arma usada na tentativa e os entorpecentes foram apreendidos e os presos levados para a 1ª Delegacia Regional de Polícia Civil.
Por Carolina Justi/Estagiária/Portal UIPI

sexta-feira, 18 de maio de 2012

Vítima de agressão, acusa policial civil de continuar ameaçando-a em Uberlândia





Essa senhora compareceu na RISP - Região Integrada de Segurança Pública, no dia 17/05/12, para fazer a acareação, para melhor apurar os fatos contidos na matéria acima. Segundo a senhora, acusa o detetive de ter lhe ameaçado, aos gritos, na frente da delegada Corregedora. A vítima então, procurou um posto da PM, com vistas a fazer o boletim de ocorrência, porém, a PM, evitando qualquer eventual crise entre as instituições, de imediato acionou o delgado Corregedor para que colhesse o depoimento da vítima, a qual, disse ainda que irá procurar o Ministério Público, para repassar tais denúncias.

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Procura-se autores de tentativa de homicídio contra Policial Civil


Indivíduos autores da tentativa de homicídio contra um Investigador da PCMG... REPASSANDO...

Caros Colegas

Estes são os autores da tentativa de homicídio que vitimou o Investigador Daniel Laporte, lotado no DHPP, crime ocorrido na noite do dia 13 de março de 2012.

Os indivíduos ainda não estão qualificados, porém já foram reconhecidos em diversos assaltos a drogarias e comércios em geral, em regiões distintas de Belo Horizonte/MG.

Contamos com a ajuda de todos os policiais, na localização e identificação deste indivíduos. Repassem este e-mail a toda comunidade policial, e aguardamos contato 24hs para qualquer informação pertinente.

Att, Leonardo Cesar Fraga - Investigador DHPP

Contatos: Delegacia Homicídios- VN: 3429-6048 / 3429-6166

Colaborador: JÂNIO, via email

quinta-feira, 10 de maio de 2012

DIA DO POLICIAL CIVIL - PARABENS!!!

10 de Maio...

Na data de hoje, dia quase nunca lembrado por ninguém, dedico aos meus colegas Policiais Civis de MG, os mais sinceros parabéns pelo esforço e trabalho duro que sempre fazemos para que a lei (muitas vezes tão relativizada no Brasil) seja cumprida.

O mundo já é um verdadeiro caos, e isso não seria melhor sem a participação da Polícia Civil...

Lutamos, cada um em sua Comarca, sua Delegacia Especializada, Regional ou Distrito, por uma sociedade mais justa e organizada. E no desenvolvimento de nossos misteres, por vezes (muitas) somos criticados, difamados, caluniados, metralhados pela imprensa e todo o tipo de comentário superficial e vazio, que por vezes conseguem ganhar grandes e poderosos microfones...

Por isso, nunca esperamos fazer amigos... A Polícia “segue avante”... Afinal, quem tem a atribuição de restringir direitos e auxiliar a tão almejada JUSTIÇA, não pode esperar ser querida por seus “clientes”...

Hoje é então dia de se comemorar, pelo que somos e pelo que alcançamos, mesmo diante de todas as dificuldades que existem no caminho! 

Parabéns bravo e corajoso amigo!!!

10 de Maio, DIA DO POLICIAL CIVIL.

Forte Abraço,

Eduardo Roberto de Souza
Delegado de Polícia - Congonhas
Fonte: BLOG NOTÍCIAS DA PC

terça-feira, 8 de maio de 2012

O policial civil acusado de matar um agente penitenciário

O policial civil acusado de matar um agente penitenciário em Itabuna, a 426 km de Salvador, está custodiado na Corregedoria da Polícia Civil, na capital baiana, desde a tarde de domingo (6).

O investigador Cantídio Nascimento Filho foi autuado em flagrante pelo assassinato do agente penitenciário Marcone Pena dos Santos, 31 anos. 

O crime aconteceu durante uma discussão entre os dois no Forró da Jacutinga, no espaço Espora de Ouro. Cantídio teria assediado a esposa de Marcone e, durante a discussão, atirou no abdômen do agente. A arma será periciada no Departamento de Polícia Técnica (DPT).

Marcone não resistiu aos ferimentos e morreu. O corpo dele foi velado na manhã desta segunda-feira (7).

O investigador foi autuado em flagrante por homicídio na 6ª Coordenadoria Regional de Polícia (6ª Coorpin/Itabuna) e conduzido à corregedoria, situada na Chapada do Rio Vermelho, onde ficará recolhido à disposição da Justiça. 

Segundo a assessoria da Polícia Civil, Cantídio, de 41 anos, ingressou na Polícia Civil, no ano 2000, e estava lotado na Delegacia Territorial de Iguaí, município distante 460 km de Salvador. Fonte: Correio24horas.com.br

quarta-feira, 18 de abril de 2012

CPI vai apurar corrupção policial em Juiz de Fora



Coronel Anselmo diz ter ficado perplexo com denúncias. A suposta participação de policiais militares e civis de Juiz de Fora num esquema de exploração de jogo do bicho e de máquinas caça-níqueis deverá ser investigada por uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG).

O deputado estadual Sargento Rodrigues (PDT) protocolou ontem, junto à mesa diretora da casa, o pedido com 40 assinaturas. Se instalada - o que pode ocorrer até semana que vem -, a CPI vai apurar as suspeitas de que policiais da cidade estariam recebendo propina para permitir o funcionamento de pontos de jogos de azar.

 A denúncia foi publicada ontem pelo jornal "Hoje em Dia", de Belo Horizonte, com base no depoimento de três PMs de Juiz de Fora, que garantem não ter aderido ao esquema criminoso. As declarações foram prestadas, no dia 28 de março, ao procurador do Centro de Apoio ao Crime Organizado do Ministério Público Estadual, André Ubaldino, e aos deputados Sargento Rodrigues, Luiz Carlos Miranda (PDT) e Rômulo Viegas (PSDB). As chefias das polícias Civil e Militar informaram que já estavam investigando as denúncias, mas não deram detalhes do andamento das apurações.

De acordo com o depoimento de um dos militares, veiculado no jornal da capital mineira, o empresário juiz-forano Frederico Márcio Arbex, que seria responsável por pontos de exploração de jogos de azar, atuaria realizando pagamentos a policiais, incluindo nomes da cúpula das polícias Civil e Militar. Conforme o "Hoje em Dia", estariam incluídos no esquema o ex-chefe da 4ª Região da PM, coronel reformado Anselmo Fernandes; o atual comandante da 4ª Companhia Independente de Meio Ambiente e Trânsito, major Renato Sampaio Preste; o delegado de Polícia Civil Fernando Camarota; além de outros dois policiais militares.

A propina, segundo a denúncia, era paga semanalmente. O esquema só foi abalado quando uma equipe de policiais, que não teria aceito suborno, começou a realizar operações para combater o jogo ilegal. "Ele (Frederico Arbex) me procurou e disse que apenas eu e minha equipe não estávamos ajudando. Também perguntou o que estava precisando para lhe ajudar e qual o motivo da apreensão e da destruição de suas máquinas", teria dito o policial, segundo o "Hoje em Dia".

Ainda conforme as denúncias, o coronel Anselmo seria sócio e amigo de Frederico, que teria chegado a bancar festas regadas a bebidas e mulheres para oficiais. Já o major Preste aparece no esquema como suposto comandante da arrecadação da propina. Ainda segundo o "Hoje em Dia", o delegado Camarota mandava oferecer, ao policial que denunciou o esquema, certa quantia semanal para interromper as ações contra caça-níquel e jogo do bicho.


Fonte: Cabo Fernando 

sexta-feira, 6 de abril de 2012

Policial com suspeita de embriaguez capota veículo em Belo Horizonte

Um veículo capotou na manhã desta sexta-feira (6) no encontro a Avenida Afonso Pena com a rua Rio Grande do Norte, na Região Central de Belo Horizonte. De acordo com o Batalhão de Trânsito da Polícia Militar, o condutor era um policial civil e apresentava sinais de embriaguez.

Ainda segundo a corporação, o motorista se recusou a fazer o teste do bafômetro e está sendo autuado no Departamento de Trânsito de Minas Gerais (Detran-MG).

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Policial recebia R$ 40 mil da milícia para vazar informação sobre operações

 A Operação Pandora, desencadeada pela Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (Draco) e pela Grupo de Combate ao Crime Organizado do Ministério Público (Gaeco), descobriu a ação de um policial civil que trabalhava no setor de inteligência da Secretaria de Segurança. De posse de informações sigilosas, esse policial, segundo o delegado Alexandre Capote, titular da Draco, recebia cerca de R$ 40 mil dos milicianos para informar onde e quando seriam as operações policiais.O policial está aposentado desde o ano passado e deve se entregar ainda nesta quinta-feira na sede da Draco.

Na operação Pandora, policiais civis e MP tentam desarticular o restante da quadrilha de milicianos. O grupo, segundo o delegado, continuava cobrando taxas de segurança e de serviços a moradores de Campo Grande, Cosmos, Inhoaíba, Santíssimo, Paciência e Sepetiba
Toda a cobrança era articulada pelos policiais militares, que estavam presos no Batalhão Prisional da PM, em Benfica.

Ana Claudia Costa - O Globo