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sábado, 1 de março de 2014

Policiais militar e civis brigam dentro de delegacia em Belo Horizonte


Um policial militar se desentendeu com policiais civis na Delegacia de Crimes Contra o Patrimônio, na Avenida Nossa Senhora de Fátima, no Bairro Carlos Prates, Região Noroeste de Belo Horizonte. O PM acabou detido por estar com o porte de arma vencido. No tumulto, um capacete teria sido arremessado e uma escrivã foi atingida. Várias viaturas das duas corporações estão no local por causa da confusão.

De acordo com o tenente-coronel Helbert Figueiró de Lourdes, comandante do 1º Batalhão da Polícia Militar, o tumulto começou quando o militar chegou na delegacia para ser ouvido sobre uma acusação de abuso de autoridade. Ele esqueceu em casa o papel da intimação, que mostra o local e a pessoa que iria fazer o interrogatório, e por isso não foi atendido. “Ele veio para ser ouvido sobre uma ocorrência em que um estelionatário foi preso e fez algumas alegações contra o policial. Na versão do militar, os funcionários da secretaria recusaram a atendê-lo. E teria começado o tumulto”, explica o tenente-coronel.

Conforme Lourdes, o PM alega que os policiais civis teriam o agredido. “Ele alega que sofreu agressões e os policiais civis o acusam de desacato e tentativa de agressão. As versões serão colocados no papel e vamos apurar certinho para ver o que aconteceu”, afirma. O policial militar acabou detido por porte ilegal de armas, já que a licença dele para portar o armamento estava vencida. Várias viaturas da Polícia Militar foram para a delegacia. Neste momento, o PM é ouvido na delegacia para prestar esclarecimentos.

De acordo com delegado Vicente Ferreira Guilherme, chefe da Divisão de Fraudes do Departamento de Investigação de Crimes Contra o Patrimônio, os policiais civis contaram uma outra versão sobre o caso. “Ele teria se exaltado e tentou tirar a arma da cintura, mas acabou contido pelos policiais. Nervoso, pegou um capacete e jogou. O objeto atingiu uma escrivã”, disse.

O militar deve ser indiciado por falsa comunicação de crime, pois acionou a PM dizendo que havia sido roubado na delegacia. Também por porte ilegal de arma, já que o revólver calibre 38 dele estava com a licença vencida, desacatado e lesão corporal.


quarta-feira, 18 de abril de 2012

CPI vai apurar corrupção policial em Juiz de Fora



Coronel Anselmo diz ter ficado perplexo com denúncias. A suposta participação de policiais militares e civis de Juiz de Fora num esquema de exploração de jogo do bicho e de máquinas caça-níqueis deverá ser investigada por uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG).

O deputado estadual Sargento Rodrigues (PDT) protocolou ontem, junto à mesa diretora da casa, o pedido com 40 assinaturas. Se instalada - o que pode ocorrer até semana que vem -, a CPI vai apurar as suspeitas de que policiais da cidade estariam recebendo propina para permitir o funcionamento de pontos de jogos de azar.

 A denúncia foi publicada ontem pelo jornal "Hoje em Dia", de Belo Horizonte, com base no depoimento de três PMs de Juiz de Fora, que garantem não ter aderido ao esquema criminoso. As declarações foram prestadas, no dia 28 de março, ao procurador do Centro de Apoio ao Crime Organizado do Ministério Público Estadual, André Ubaldino, e aos deputados Sargento Rodrigues, Luiz Carlos Miranda (PDT) e Rômulo Viegas (PSDB). As chefias das polícias Civil e Militar informaram que já estavam investigando as denúncias, mas não deram detalhes do andamento das apurações.

De acordo com o depoimento de um dos militares, veiculado no jornal da capital mineira, o empresário juiz-forano Frederico Márcio Arbex, que seria responsável por pontos de exploração de jogos de azar, atuaria realizando pagamentos a policiais, incluindo nomes da cúpula das polícias Civil e Militar. Conforme o "Hoje em Dia", estariam incluídos no esquema o ex-chefe da 4ª Região da PM, coronel reformado Anselmo Fernandes; o atual comandante da 4ª Companhia Independente de Meio Ambiente e Trânsito, major Renato Sampaio Preste; o delegado de Polícia Civil Fernando Camarota; além de outros dois policiais militares.

A propina, segundo a denúncia, era paga semanalmente. O esquema só foi abalado quando uma equipe de policiais, que não teria aceito suborno, começou a realizar operações para combater o jogo ilegal. "Ele (Frederico Arbex) me procurou e disse que apenas eu e minha equipe não estávamos ajudando. Também perguntou o que estava precisando para lhe ajudar e qual o motivo da apreensão e da destruição de suas máquinas", teria dito o policial, segundo o "Hoje em Dia".

Ainda conforme as denúncias, o coronel Anselmo seria sócio e amigo de Frederico, que teria chegado a bancar festas regadas a bebidas e mulheres para oficiais. Já o major Preste aparece no esquema como suposto comandante da arrecadação da propina. Ainda segundo o "Hoje em Dia", o delegado Camarota mandava oferecer, ao policial que denunciou o esquema, certa quantia semanal para interromper as ações contra caça-níquel e jogo do bicho.


Fonte: Cabo Fernando 

terça-feira, 29 de novembro de 2011

Policiais do Rio poderão ter que entregar relação de bens

RIO - O secretário de Segurança, José Mariano Beltrame, disse ontem que a Procuradoria Geral do Estado está estudando a criação de um mecanismo que tornará possível ao governo exigir a declaração de bens dos policiais do Rio. A informação foi dada durante entrevista no programa “Roda Viva”, da TV Cultura. Antiga ideia do governo, a medida nunca foi adotada por esbarrar na legislação.

Ao ser lembrado sobre o projeto de acompanhar a evolução patrimonial dos policiais, para combater a corrupção, Beltrame falou sobre as dificuldades:

— Não posso pedir a declaração de bens de uma pessoa só por pedir. Tenho que dizer por que eu quero esse documento. O que eu estou fazendo, junto à Procuradoria Geral do Estado, é a criação de um instituto jurídico chamado averiguação preliminar, para pedir a declaração de bens de um policial.

Em dezembro de 2010, o então comandante-geral da PM, Mário Sérgio Duarte, anunciou que os mais de 47 mil policiais civis e militares do estado teriam que apresentar sua declaração de renda e bens. Em janeiro de 2007, ao assumir o cargo, Beltrame também anunciou que pretendia exigir o documento de todos os policiais.

Globo.com

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Veja o que a PM fez com ele!

‘Se eu parar de tomar remédios, me mato’,diz PM doente por causa do trabalho

Marden Barbosa sofre de doença mental grave e transtorno bipolar. Segundo ele, enfermidades foram causadas pela profissão

Marden acompanhado de uma das cadelinhas de estimação
(Foto: Simão Nogueira)

“Minha médica falou que se eu parar de tomar os remédios, me mato”. Desabafo é do cabo reformado da Polícia Militar, Marden Ubirajara Barbosa, um dos diversos agentes da segurança pública que sofrem com problemas de saúde mental ocasionados pela profissão.

Com 35 anos, Barbosa vive em uma casa simples no bairro Canguru, região sul de Campo Grande, e foi aposentado por invalidez em março deste ano. Além da doença mental grave, o policial sofre de transtorno bipolar.

Na receita médica do ex-policial, constam remédios antipsicóticos, antidepressivos, para controle da pressão e estabilizadores de humor. Segundo ele, a medicação chega a consumir mais de um terço da remuneração líquida, que é de R$ 700.

“São remédios caros. No fim do mês, eu e minha esposa pegamos amostras grátis em consultórios. Quando fico três dias sem tomar os remédios, não durmo, fico ansioso e assustado com tudo.”

Trajetória - Marden Barbosa ingressou na PM em agosto de 1998 e atuou primeiramente na região da fronteira com o Paraguai. Diversas situações começaram a mexer com a cabeça dele. Uma delas foi uma troca de tiros com traficantes.

“Eu escutei as balas cortando o mato. Depois daquilo, você senta na viatura e pensa: e se a bala pegasse em mim? Com o tempo, você aprende a conviver com a morte, com a violência. Muitos policiais mudam a cabeça, começam a achar que a violência é uma coisa normal”, relatou o policial aposentado aoCampo Grande News.

Barbosa foi transferido para Campo Grande em 2003. Em 2006, ficou dez dias preso sob suspeita de integrar uma facção criminosa. Daí em diante, os problemas do então cabo da PM se agravaram.

“Essa época foi difícil, não conseguia dormir, comecei a ter insônia, o pensamento de suicídio não saía da minha cabeça. Apesar de ter sido acusado de integrar facção criminosa, me colocaram para trabalhar no presídio. Aquilo mexeu comigo”, desabafou.

Marden passou por 17 inspeções de saúde na PM. Na última avaliação, ele foi declarado incapaz definitivamente para o serviço de policial militar, mas que poderia prover meios de subsistência e que a incapacidade não foi provocada pelo serviço.

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quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Militar de Uberlândia lança livro sobre análise do discurso através da música

O militar da 171ª Cia PM/32º BPM, José Antônio Alves Júnior, mestre em Letras pela Universidade Federal de Uberlândia - UFU/ 2009 fez a divulgação de uma obra de caráter científico, lançada em livro pela Editora Appris. O trabalho foi resultado de quatro anos de pesquisas no campo da linguagem, especificamente, no ramo da análise do discurso de orientação francesa. O livro, além de um estudo teórico, faz um passeio pela história da constituição de um dos gêneros musicais mais representativos de nossa cultura, o gênero caipira raiz. O lançamento oficial do livro será feito pelo próprio militar em novembro/2011, em um Congresso na Universidade Federal de Uberlândia.

Colaborador: Junior
fonte: Jornal Gazeta de Uberlândia

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Megaoperação da Polícia Federal tem 3 PMs e israelense entre os 13 presos


Três policiais militares e um israelense estão entre os 10 presos no Rio de Janeiro durante a Operação Black Ops, deflagrada nesta sexta-feira (7) pela Polícia Federal (PF) em pelo menos 12 estados brasileiros e no Distrito Federal. A ação tem o objetivo de prender integrantes de uma organização criminosa que atua no Brasil e em outros países.
De acordo com o superintendente da PF no Rio, Valmir Lemos de Oliveira, 13 pessoas foram presas, sendo 10 no Rio e três no Espírito Santo, até as 11h desta sexta, na Operação Black Ops. Segundo a polícia, o israelense foi preso num condomínio na Barra da Tijuca, na Zona Oeste.


De acordo com a PF, o grupo é suspeito de crimes tributários, lavagem de dinheiro, contrabando e exploração de máquinas caça-níqueis. Os agentes tentam cumprir 119 mandados de busca e apreensão e 22 de prisão, segundo informou a assessoria da PF no Rio, após 2 anos de investigações.




Nesta manhã, vários carros importados foram apreendidos em uma concessionária na Barra da Tijuca. Também foram encontrados dois carros de luxo num galpão no Engenho de Dentro, no subúrbio. Segundo Oliveira, além dos carros, joias e recursos financeiros também foram apreendidos, mas o valor ainda não foi divulgado.
Agente da Receita Federal fotografa carros importados apreendidos em operação da Polícia Federal na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio (Foto: Gabriel de Paiva/Agência O Globo)Agente da Receita Federal fotografa carros importados apreendidos em operação da Polícia Federal na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio (Foto: Gabriel de Paiva/Agência O Globo)
O esquema


A quadrilha, segundo a polícia, atua na importação de veículos de luxo usados, prática que de uma forma geral é proibida pela legislação brasileira. A pena para o crime de contrabando é de 1 a 4 anos de reclusão. Também há suspeita de sonegação fiscal nas operações comerciais de várias importadoras e revendedoras investigadas.


Investigações apontam que, entre 2009 e 2011, as empresas envolvidas na fraude fizeram, pelo menos, a importação de mais de cem veículos. Mas suspeita-se que esse número seja ainda maior, podendo chegar a mais de 500 veículos importados no período, inclusive com a participação de outras importadoras.
Segundo a polícia, a importação de carros usados só é permitida entre colecionadores, quando os veículos têm mais de 30 anos de fabricação; em casos de herança aberta no exterior; ou quando são importados por missões diplomáticas, repartições consulares e representações de organismos internacionais.
Penas de até 10 anos de prisão
Os suspeitos poderão responder pelos crimes de contrabando e comércio ilegal de pedras preciosas, crime contra a economia popular, formação de quadrilha, crimes contra ordem tributária, lavagem de capitais, evasão de divisas, entre outros delitos. As penas podem chegar a 10 anos de prisão.
Segundo a PF, a operação, deflagrada em conjunto com a Receita Federal e o Ministério Público Federal, conta com a participação de 150 servidores da Receita e 500 policiais federais. A investigação contou com o apoio externo de agências de inteligência de Israel, da Inglaterra e dos Estados Unidos.
Do G1-RJ
Lilian Quaino

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Homem morre ao tentar assaltar carro de Policial Militar em Goiânia

Um homem de 20 anos morreu ao tentar assaltar o carro de um Policial Militar que estava à paisana no Bairro Goyá, na região Oeste de Goiânia, na noite desta quarta-feira (21). De acordo com o Corpo de Bombeiros, o rapaz levou vários tiros pelo corpo.

G1