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sexta-feira, 18 de maio de 2012

Porte de armas para Agentes Penitenciários está próximo de ser sancionado

  O parecer do projeto de porte de arma para os Agentes Penitenciários de todo Brasil que foi aprovado na Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional, e agora tramita na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania, cabendo a esta a decisão terminativa e caso ocorra a aprovação será encaminhado para ser sancionado CLIQUE AQUI E LEIA MAIS:>>>>>


Fonte: Blog do Corleone

quinta-feira, 17 de maio de 2012

Porte de arma fora do serviço pode ser estendido a novas categorias

Da Agência Senado
Os agentes e guardas prisionais, os integrantes de escoltas de presos e as guardas portuárias poderão vir a ter o direito de portar armas de fogo fora do serviço. A possibilidade está prevista no projeto de lei da Câmara (PLC 87/11) que obteve nesta quinta-feira (17) parecer favorável da Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional (CRE). A proposta ainda será examinada em decisão terminativa pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ).

A aprovação do projeto foi recebida com aplausos, no plenário da comissão, por representantes das categorias que poderão vir a ser beneficiadas. Na presidência da reunião, o senador Aníbal Diniz (PT-AC) informou que um pedido de vistas do projeto, que seria formulado na reunião, foi suspenso para que o principal debate a respeito do tema ocorra na CCJ.

O relator da matéria, senador Francisco Dornelles (PP-RJ), deu parecer favorável à aprovação do PLC 87/11 e contrário ao projeto de lei do Senado (PLS 329/11), de autoria do senador Humberto Costa (PT-PE), que tramitava em conjunto. Ao apoiar o voto de Dornelles, o senador Luiz Henrique (PMDB-SC) observou que as categorias beneficiadas devem ter o direito de porte de armas mesmo fora do serviço, uma vez que “a criminalidade está cada vez mais aparelhada”.

Fonte: Blog do Delegado

segunda-feira, 12 de março de 2012

Agentes Penitenciários lutam no Congresso pelo porte de armas


Pessoal!-----Precisamos trabalhar muito, conjuntamente. Peço que reproduzam este vídeo em todos os sites e fóruns relacionados a nossos interesses e também no face e Orkut de todos possíveis.--Precisamos dar conta a todos os AGENTES PENITENCIÁRIOS Brasil a fora, da importância desse momento. É essencial que nos coloquemos de forma coletiva pra não pessoalizarmos a luta que é de todos, indistintamente.--Vamos pedir que encaminhem seus e-mails aos Senadores, com pedido de votação urgente do nosso projeto do porte.--Quem tiver e quiser encaminhar junto com seus pedidos fotos de colegas mortos vingativamente pelos criminosos é bom que faça assim.--Terça feira estaremos na luta em Brasília mobilizando esforços pelas nossas causas nacionais. Mas, tenho encontrado muita dificuldade para reunir e mobilizar os líderes nacionais, pois os mesmos se encontram mais preocupados com a organização de uma federação do que com as nossas lutas, numa verdadeira inversão dos reais objetivos e valores que devem mover e nortear um líder. Assim, peço que me ajudem com a mobilização nacional dos companheiros Brasil a fora. Penso que uma forma de convencê-los a permanecerem na luta é o vídeo acima, pois nele está contida a palavra do Dep. Arnaldo Faria de Sá, fazendo esta cobrança.--Durante o tempo em que navegava por este espaço, assistia a um filme que me enchia de vontade de lutar sempre e não desistir nunca. (O SOBREVIVENTE), É a história REAL de RICHARD DHENGLER, um tenente maríner, que durante uma missão secreta da marinha americana se vê capturado pela tropa vietnamita que depois de um longo tempo preso, consegue finalmente fugir do acampamento na mata do vitnã juntamente com alguns outros prisioneiros, começando aí sua missão de sobreviver na densa selva hostil e estranha sem a menor chance de sobreviver, mas sua raça, disposição, determinação e coragem não lhe permitiram desistir nunca e o fez superar todas as adversidades e sobreviver a tudo mesmo muito ferido, deixando pelo caminho um grupo de companheiros mortos, que desistiram diante das dificuldades. No mais alto estilo de que só os fortes sobrevivem e vencem sempre, deixando pelo caminho os fracos.--Vamos lá pessoal! A palavra de ordem é UNIÂO E LUTA. Desistir nunca, pois a vitória nos pertence como bravo que somos. CONTO COM TODOS, JUNTOS SOMOS FORTES! BRASIL ACIMA DE TUDO, SEGURANÇA PENAL ABAIXO DE NADA! HOP! HOP! Saudações Classistas!

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Inspetores penitenciários querem direito de usar armas 24 horas

Bruno Rohde

A relação tensa entre agentes penitenciários e presos está produzindo uma pressão no Congresso Nacional para que esses profissionais consigam o direito ao porte de arma. O assassinato de pelo menos sete agentes penitenciários, de agosto a dezembro do ano passado, no país, serve de combustível para a discussão. Segundo o Sindicato dos Servidores do Sistema Penal do Rio, dois mil agentes foram assassinados no país na última década.

Dois projetos de lei tramitam em conjunto no Senado para conceder a licença aos agentes. Um deles é do deputado federal Jair Bolsonaro (PP-RJ). Em paralelo, já houve uma manifestação formal do Departamento Penitenciário Nacional (Depen), vinculado ao Ministério da Justiça, pela liberação do porte.

De acordo com o Estatuto do Desarmamento, de 2003, agentes penitenciários só podem utilizar armas durante o expediente. Isso significa que, ao contrário de militares, policiais e bombeiros, eles não têm o direito automático de andarem armados 24 horas.

— Se falta um sabonete, o presidiário já culpa o agente penitenciário. Ele é o elemento em visão o tempo todo na prisão — explica o deputado Jair Bolsonaro.

Na prática, o que acaba acontecendo é que alguns agentes penitenciários conseguem porte de arma depois de buscarem a licença por conta própria — assim como outras pessoas podem conseguir se fizerem cursos e atenderem a requisitos. Outros agentes andam armados à margem da lei.
O deputado federal Alessandro Molon (PT-RJ) votou contra o projeto, na Câmara. Para ele, a liberação pode gerar mais violência.

— Liberar o porte para todos os agentes significa colocar um número enorme de armas em circulação. Aumentam as chances de desvio dessa armas para prática de crimes e aumenta o risco de vida para os próprios agentes. Defendo que os agentes utilizem armas só no horário de trabalho, até para segurança deles — diz Molon.
O presidente do Sindicato dos Servidores do Sistema Penal do Rio, Francisco Rodrigues, defende o porte:
— É uma questão de necessidade. Tirar a arma da cintura de um pai de família que trabalha dentro do cárcere carioca, de Minas ou de São Paulo é tirar a garantia do estado de segurança. É falta de sensibilidade social.

Seap é a favor da liberação no estado

A Secretaria estadual de Administração Penitenciária (Seap) também se posiciona favoravelmente à liberação do porte. Por meio de nota, a Seap informou que "entende que há necessidade de liberação do porte, uma vez que inspetores lidam diretamente com presos, principalmente aqueles de alta periculosidade, como os detidos em Bangu 1. É inadmissível que esse inspetor ao sair do serviço esteja exposto, enquanto outras classes que não têm tanta necessidade utilizam arma".
O projeto de lei que prevê o porte para os agentes já passou pela Comissão de Segurança Pública e pela Comissão de Constituição e Justiça da Câmara. Atualmente está no Senado, com a Comissão de Relações Exteriores e Defesa. Depois, seguirá para a Comissão de Constituição e Justiça dessa casa. Caso o projeto não sofra emendas por parte dos parlamentares, ele seguirá para a sanção da presidente Dilma Rousseff. Se ocorrerem modificações no texto no Senado, o projeto precisará voltar para a Câmara.
Guardas portuários beneficiados
Como os agentes penitenciários são citados no mesmo inciso do Estatuto do Desarmamento que os guardas portuários, uma mudança nessa lei concederá porte de arma para essa última categoria também. Atualmente, para obter o porte de arma de fogo, é preciso declarar efetiva necessidade.
Além disso, o governo exige uma comprovação de idoneidade, capacidade técnica e aptidão psicológica para o manuseio da arma. Também é cobrada uma prova de que a pessoa tem ocupação lícita e residência.
No Rio, a utilização de arma de fogo no interior das unidades prisionais ocorre somente em alguns casos. Mesmo durante o expediente, as armas não são usadas em tempo integral pelos agentes. O padrão é que eles estejam armados nas guaritas ou quando realizam a transferência de presos. O uso de armas também ocorre quando há a necessidade de apoio do Grupamento de Intervenção Táticas (GIT), em situações extremas.

O Ministério da Justiça foi questionado sobre a discussão e sobre o debate que está sendo provocado pelo Depen, mas informou que "não tem posicionamento sobre o assunto".


http://extra.globo.com/casos-de-policia/projeto-de-lei-inspetores-penitenciarios-querem-direito-de-usar-armas-24-horas-3728393.html

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Absurdo:Projeto permite que advogado porte arma de fogo para defesa pessoal

A Câmara analisa o Projeto de Lei 1754/11, do deputado Ronaldo Benedet (PMDB-SC), que torna direito do advogado portar arma de fogo para defesa pessoal. Além disso, a proposta inclui capítulo específico sobre o exercício da advocacia pública no Estatuto da Advocacia (Lei 8.906/94).
Segundo o autor, a intenção é fazer com que todos os direitos estabelecidos pelo Estatuto da Advocacia valham para os advogados públicos, que também exercem a atividade de advocacia. Embora hoje o Estatuto já inclua os advogados públicos, Benedet alega que algumas prerrogativas estão sendo desrespeitadas. Como exemplo, ele cita o pagamento dos chamados honorários de sucumbência, pagos aos advogados da parte vencedora no processo.
Porte de arma
De acordo com a proposta, a autorização para o porte de arma de fogo está condicionada à comprovação de capacidade técnica e de aptidão psicológica para o manuseio da arma, nas condições estabelecidas na Lei 10.826/2003, que trata do registro, posse e comercialização de armas.
Conforme Benedet, o Estatuto da Advocacia diz que não há hierarquia entre advogados, magistrados e membros do Ministério Público, devendo todos ser tratados com equidade. Porém, afirma o deputado, enquanto a legislação assegura aos juízes e promotores a prerrogativa de portar arma de defesa pessoal, o Estatuto da Advocacia é omisso nesse ponto. “No entanto, são incontáveis os casos de advogados que já sofreram ameaças à sua pessoa e família, não sendo raros os casos de homicídios vinculados à atividade profissional”, argumenta.
Advocacia pública
O texto estabelece que exercem a advocacia pública os integrantes da Advocacia-Geral da União, da Defensoria Pública e das procuradorias, assessorias e consultorias jurídicas dos estados, do Distrito Federal, dos municípios e das respectivas entidades de administração indireta e fundacional, estando obrigados à inscrição na Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), após aprovação no Exame de Ordem. Hoje o Estatuto diz que eles exercem a atividade de advocacia, sem mencionar especificamente seu caráter público.

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Câmara debate concessão de porte de arma para fiscais de trânsito

A Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado discute hoje a concessão de porte de arma aos fiscais de trânsito, prevista no Projeto de Lei 3624/08.
A audiência pública, sugerida pelos deputados Romero Rodrigues (PSDB-PB) e Alessandro Molon (PT-RJ), vai debater a proposta do ex-deputado Tadeu Filippelli, que altera o Estatuto do Desarmamento (Lei 10.826/03) e já provocou divergências na comissão.
Filippelli diz que o estatuto deixou os fiscais de trânsito desprotegidos: “A proibição para o porte de arma de fogo atingiu em cheio a categoria, cuja atividade envolve grandes riscos”.
Foram convidados para a audiência a secretária nacional de Segurança Pública, Regina Miki, o policial civil e ex-deputado federal Laerte Bessa, o presidente da Associação Brasileira dos Departamentos de Trânsito (Abetran), George Marques, o representante da Rede Desarma Brasil Luiz Antônio Brenner Guimarães, além de um representante da Polícia Federal. 
Agência Câmara/Blog do Delegado
A reunião será realizada às 14 horas, no Plenário 4.
Íntegra da proposta:

sábado, 29 de outubro de 2011

Senador Dorneles será o relator na defesa sobre o porte de armas

Senador Dorneles será relator do Porte no Senado na CREDN

Mais uma etapa na luta pelo direito do Inspetor Penitenciário andar armado e guarnecer suas vidas e de seus familiares foi vencida. O Senador Dorneles PP/RJ, será relator do Porte no Senado, na Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional (CREDN ).
“Como tínhamos dito, estávamos na luta para que este senador fosse nosso relator dada a sua significância para o governo federal, por ser da aliança pela governabilidade e por ser presidente nacional de um partido aliado do governo, além de ser amigo e do mesmo partido do autor do projeto na Câmara (Jair Bolsonaro PP/RJ). Agora só nos resta concentrar esforços nos e-mails para que os senadores encaminhem expediente ao mesmo pedindo para colocar em votação o seu relatório, pois de acordo com o chefe de gabinete do senador, o mesmo, estrategicamente, só colocará quando estiver garantia de sua aprovação”, afirma o presidente Francisco Rodrigues.

Até aqui a ação estratégica vem dando certo, mas agora é preciso muita concentração de esforços. É hora de demonstrar força, determinação, organização e luta, para que o Natal dos inspetores seja mais tranquilo e festivo com esta estupenda vitória.

Por isso vimos pedir para que todos lutem conosco, todos ao computador, para encher as caixas de emails dos senadores de pedidos para que peçam a votação do nosso PLC 87/2011 (PL-5982/09).
“Vamos lá pessoal! Sem esmorecer havermos de vencer! Lembrem-se do ditado para-quedista. ‘O prazer da vitória, é quem luta por ela. Então entre com garra e venha bradar conosco bem alto: VITÓRIA!’”, exclamou Francisco.

Fonte: SINDSISTEMA-RJ.

sábado, 1 de outubro de 2011

Professora "desarma"PM em sala


Um soldado da polícia militar foi impedido de assistir a aula em uma faculdade da região Centro-Sul da capital, no último dia 3 de setembro, por estar armado e usando farda dentro de sala. A professora do curso de educação física da Fundação Mineira de Educação e Cultura (Fumec) Patrícia Setubal interrompeu o início da aula e pediu ao aluno que retirasse o armamento do local e trocasse o uniforme. A medida teria sido tomada, de acordo com Patrícia, para garantir a segurança dos outros estudantes.
"Ela disse que se sentia insegura com a arma e acho que a farda a incomodava", disse o soldado que não quis se identificar. A professora confirma que pediu ao aluno para guardar a arma, mas nega que tenha exigido a troca da farda por outra roupa.

O soldado contradiz Patrícia e conta que, na ocasião, a professora pediu que ele tirasse a farda e guardasse a arma. A informação foi confirmada por um colega da mesma classe, que também não quis se identificar. "A professora ficou muito nervosa, começou a tremer e se desorientou. Ela parece ter medo de armas e pedia para que ele trocasse de roupa também", disse.


De acordo com o policial militar, a arma foi guardada dentro do carro, mas ele teria permanecido com o uniforme. "Se tivessem roubado o veículo, o ladrão ainda sairia armado", reclamou o militar, que disse ter ficado constrangido com a situação. O estudante contou ainda que não havia levado outra roupa para a faculdade e por isso não trocou a farda. Ele assistiu ao fim da aula fardado.

O colega de classe, testemunha do fato, contou que a causa da interrupção da aula gerou polêmica entre os outros alunos. "Perdemos um bom tempo por causa desse impasse", disse ele.

Patrícia afirmou que a arma comprometia a segurança dos outros alunos. "É uma orientação da faculdade que os alunos não entrem armados dentro de sala, isso pode causar acidentes", disse.


Segundo informações da Fumec, a universidade tem muitos alunos militares e há um cofre no campus para que eles guardem as armas.



Direito foi desrespeitado
O policial poderia assistir a aula armado e fardado, segundo o advogado Anderson Marques, membro da Comissão de Assuntos Penitenciários da Ordem dos Advogados do Brasil em Minas Gerais. "Os policiais só não podem andar armados e fardados se estiverem fazendo uso de bebidas alcoólicas. Eles precisam ter responsabilidade e cuidado no manejo do armamento também", disse o advogado.

Natália Oliveira/OTempo em 01/10/11

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Comissão rejeita porte de arma para segurança de unidade de internação

A concessão de porte de arma para agentes de segurança socioeducativos de unidades de internação de jovens infratores foi rejeitada na quarta-feira (22) pela Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado. A medida está prevista no Projeto de Lei 1060/11, do deputado Dr. Ubiali (PSB-SP), que autoriza esses profissionais a portar arma de fogo própria ou da corporação, inclusive nos horários em que não estiverem em serviço.

O relator da proposta, deputado Alexandre Leite (DEM-SP), recomendou a rejeição por considerar que o agente socioeducador tem função essencialmente tutorial e não punitiva em relação aos menores em conflito com a lei. “Não há que se falar em porte de armas para uma categoria com teor catedrático”, analisou.
Alexandre Leite avaliou que esses agentes não lidam diretamente com a violência como certos profissionais da área de segurança pública e criticou iniciativas que pretendem ampliar o porte de armas. “A permissão da proliferação de armas, principalmente para classes que efetivamente não demonstram necessidade, é um equívoco na política de segurança pública”, argumentou.
Tramitação
Embora tenha sido arquivado pela única comissão de mérito para a qual foi designado inicialmente, o projeto poderá ser redistribuído para a Comissão de Seguridade Social e Família. O requerimento para a redistribuição foi apresentado pelo deputado João Campos (PSDB-GO). Caso ele não seja redistribuído, será considerado rejeitado pela Câmara.
Íntegra da proposta:
Nota do blog: Seria muito bom se alguns teóricos do direito, políticos e até mesmo familiares de presos conhecessem a realidade de uma casa de "recuperação". Muita coisa iria mudar...pra melhor! Muitos menores são maiores do que os agentes. Muitos menores são homicídas, então como lidar com eles, desarmados? Só por desconhecimento é que esses teóricos se fundamentam. Aliás a redução da maioridade penal já está atrasada.

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Câmara aprova porte de arma para guarda prisional fora de serviço

A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania aprovou nesta quarta-feira o Projeto de Lei 5982/09, do deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ), que estende o direito de portar arma de fogo fora de serviço a agentes e guardas prisionais, integrantes de escolta de presos e a guardas dos serviços portuários. Segundo a proposta, a permissão vale tanto para armas fornecidas pela corporação ou instituição da qual o agente faça parte quanto para as de propriedade particular.

O texto tramita em caráter conclusivo e seguirá para o Senado, a menos que seja apresentado recurso para sua análise pelo Plenário.

O relator, deputado João Campos (PSDB-GO), recomendou a aprovação do projeto. “O projeto corrige uma falha do Estatuto do Desarmamento [Lei 10.826/03]. Como garantimos o porte para policiais civis, por exemplo, e não asseguramos de igual forma para os agentes prisionais? Esses têm muito mais razão para ter porte de arma fora de serviço, quando a vida deles está exposta”, disse João Campos, durante a discussão do projeto.

Para o deputado, é preciso garantir tratamento igualitário para todos aqueles que compõem o sistema de segurança pública no Brasil.

Atualmente, o Estatuto do Desarmamento já autoriza o porte de armas, fora do local de serviço, para integrantes das Forças Armadas, policiais federais, policiais rodoviários federais, policiais ferroviários federais, policiais civis, policiais militares, bombeiros militares, guardas municipais das capitais dos estados e dos municípios com mais de 500 mil habitantes, agentes operacionais da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), agentes do Departamento de Segurança do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República e policiais do Poder Legislativo federal. As informações são da Agência Câmara de Notícias.

Íntegra da proposta:

Leia o Projeto de Lei 5982/2009

Da Agência Câmara/blog do Delegado