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sábado, 21 de abril de 2012
JUÍZA RESPONDE SOBRE DESABAFO DE DELEGADO (MT)
Relembre o caso, no vídeo abaixo:
Fonte: Blog do Cabo Júlio
quinta-feira, 19 de abril de 2012
Policiais federais fazem operação padrão nos aeroportos
Um protesto contra as terceirizações na Polícia Federal deve afetar todos os passageiros que embarcarem ou desembarcarem nos aeroportos do país nesta quinta-feira. A categoria irá alertar a população para a insegurança nos terminais e checar documentação e bagagens de todos os viajantes.
"Este trabalho deveria ser rotineiro, mas por falta de efetivo não é feito. A gente está fazendo isso para mostrar a precarização do serviço da PF", afirma o presidente da Federação Nacional dos Policiais Federais (Fenapef), Marcos Wink.
Segundo Wink, o objetivo é chamar a atenção do governo sem trazer prejuízos aos usuários dos aeroportos. Ele disse que as funções exclusivas da PF estão sendo paulatinamente feitas por terceirizados, o que "deveria ser usado para as atividades-meio, nunca para as atividades-fim.
"Estão tentando terceirizar as pessoas para exercerem uma atividade de policial, como autorizar a entrada de estrangeiros no país", disse. Continue lendo no Blog do Capitão Assumção
segunda-feira, 16 de abril de 2012
Policiais Federais farão protesto nos aeroportos: Brasil quer recrutar estrangeiros para polícia
fotos notícias uol
São Paulo. Policiais federais farão, nesta quinta-feira, operação-padrão nos aeroportos brasileiros para protestar contra as terceirizações em funções exclusivas da Polícia Federal (PF). "O terceirizado deveria ser usado para as atividades meio, nunca para as atividades fim. Estão tentando terceirizar as pessoas para exercerem atividade de policial, como autorizar a entrada de estrangeiros no país", disse o presidente da Federação Nacional dos Policiais Federais (Fenapef), Marcos Wink.
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quarta-feira, 4 de abril de 2012
Militares promovem apitaço e protestam contra assassinatos
Lideranças foram recebidas na ALE e pediram a não aprovação do Código de ética Lideranças da Polícia Militar de Alagoas promoveram um apitaço, que seguiu do bairro do Trapiche até o Centro de Maceió, em protesto contra as mortes dos militares que foram assassinados nos últimos dias em Alagoas. A manifestação aconteceu na tarde desta terça-feira (3). Entre as cobranças feitas pelos militares, estão a regulamentação do Serviço Extra Voluntário (SEV) pelo governo do estado já que, de acordo com a categoria, alguns dos policiais assassinados estavam fazendo “bicos” particulares no momento do crime. De acordo com a categoria, caso a SEV seja regularizada, policiais e bombeiros poderão trabalhar voluntariamente para as corporações por até 30 horas semanais, aumentando a renda mensal e dispensando os bicos particulares. Os representantes do militares também se reuniram com o deputado estadual Joãozinho Pereira (PSDB), na Assembleia Legislativa de Alagoas (ALE), e pediram a não aprovação do Código de Ética. Entre as questões definidas no novo texto do código, estão a proibição de prestar informações aos veículos de comunicação, realizar trabalho extra, participar de protestos e até atos religiosos, o que não agrada os militares, principalmente por ter sido criado pelo alto comando da corporação dos quartéis, sem discussão com a tropa. Para as lideranças da Polícia Militar, as autoridades devem unir forças para combater a violência no estado.
Por Thayanne Magalhães
Fonte: Blog do Adeilton
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sexta-feira, 2 de março de 2012
Grécia nos mostra como protestar contra um sistema falido
Manifestações gregas inspiram todos que sofrem com os privilégios dos bancos e dos ricos
Por John Holloway
Eu não gosto de violência. Eu não acho que se ganha muito queimando bancos e estourando janelas. Ainda assim sinto uma onda de prazer ao ver a reação em Atenas e outras cidades gregas frente a aceitação do parlamento da Grécia às medidas impostas pela União Europeia. E mais: se não tivesse havido uma explosão de raiva, eu teria afundado em um mar de depressão.
Atentado à vida
A alegria é a alegria de ver aquelas cujas bochechas foram estapeadas milhares de vezes, estapeando de volta. Como podemos pedir às pessoas que aceitem docilmente os ferozes cortes nas condições de vida que as medidas de austeridade impõem? Queremos que elas simplesmente concordem que o enorme potencial criativo de tantos jovens seja simplesmente eliminado, seus talentos presos em uma vida de longa duração de desemprego? Tudo isso apenas para que bancos sejam reembolsados, para que ricos fiquem mais ricos? Tudo isso apenas para manter o sistema capitalista que há muito já passou seu prazo de validade, que agora oferece ao mundo nada além de destruição? Se os gregos aceitassem docilmente as medidas, significaria multiplicar depressão por depressão, a depressão de um sistema falido agravado pela depressão da dignidade perdida.
Ecos em todo o mundo
A violência da reação na Grécia é um grito que ecoa no mundo. Até quando ficaremos sentados parados assistindo o mundo ser dilacerado por esses bárbaros, os ricos, os bancos? Até quando ficaremos vendo o aumento das injustiças, o desmantelamento dos serviços de saúde, a educação ser reduzida a uma bobagem acrítica, os recursos hídricos do mundo serem privatizados, comunidades serem dizimadas e a terra destruída em nome dos lucros de empresas de mineração? Continue lendo no Caros Amigos:>>>>>>>>>>>
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terça-feira, 14 de fevereiro de 2012
Esposas de PMs protestam no calçadão de Londrina - Paraná
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terça-feira, 10 de janeiro de 2012
PM agride estudante dentro da USP
sábado, 31 de dezembro de 2011
Força Nacional e Exército prometem tomar viaturas que estão em poder de manifestantes
Representantes da Força Nacional e do Exército estiveram, no início da tarde deste sábado (31), na 6ª Companhia do 5º Batalhão, no Antônio Bezerra, para pegar as viaturas que estão em poder dos policiais em greve. Os manifestantes não entregaram os veículos, e os membros da Força Nacional e Exército ameaçaram voltar com reforço para tomar os carros.
Caso os representantes cumpram com a ameaça, poderá haver confronto com os manifestantes. Neste momento, a reportagem da TV Jangadeiro está no local.
Há informações de que o Exército também estaria à caminho do 6º Batalhão em Sobral, Região Norte, para liberar o acesso ao prédio.
Fonte: jangadeiroonline.com.br
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quinta-feira, 6 de outubro de 2011
Por onde anda a juventude do Brasil?
blog No Q.A.P
Marcelo Anastácio
Enquanto muitos países se mobilizam em protesto contra a crise mundial, ou por já ter sido atingido, ou pela eminência de sê-lo, no Brasil vivemos a máxima do "pão e circo". Grécia, Espanha, Itália, França e recentemente os EUA viram a população ir as ruas para dizer não aquele sistema político-financeiro, onde só os bancos têm lucros, e quando há ameaça de quebra dessas instituições, o estado, que tem o "rabo preso" vem e assume a dívida dos bancos, como foi na crise americana de 2008.
No Brasil, vários jovens ligados a partidos políticos, ditos de esquerda, alguns até com denominações socialistas, ao invés de botarem literalmente o bloco na rua, vivem a letargia nossa de cada dia. Um festival aqui, uma micareta ali e os nossos espíritos são anestesiados. Será que os brasileiros acreditam piamente que já somos um país de primeiro mundo? Será que não temos analfabetos, desempregados, sem-terra, sem-teto, educação de qualidade, saúde, transporte e salários de primeiro mundo?
Existe um movimento tímido contra a corrupção, inclusive com data marcada para o dia 12 de outubro, mas, e a juventude brasileira? Será que foi sedada em troca da reconstrução do prédio da UNE?
Marcelo Anastácio
terça-feira, 27 de setembro de 2011
Professores se acorrentam dentro do plenário na Assembleia em Minas Gerais!
Cerca de 30 professores estão acorrentados nesta terça-feira (27) dentro do plenário da Assembleia Legislativa de Minas Gerais. Os manifestantes entraram no local nessa segunda-feira (26) quando acontecia um debate público da Comissão de Direitos Humanos. A greve dos servidores da educação já dura 112 dias. Segundo assessoria de imprensa da Assembleia, a tropa de choque da Polícia Militar está na porta do local por medidas de precaução. De acordo com Sindicato Único dos Trabalhos em Educação em Minas Gerais (Sind-UTE/MG), os professores informaram que só vão deixar o local depois que o governador aprovar o piso salarial. Eles afirmaram ainda que escolheram a Assembleia porque foi lá que o governador encaminhou o projeto de lei dos subsídios.
Processo administrativo contra designados
Foi publicado nesta terça-feira (27) no Diário Oficial do Estado a decisão do Governo de Minas de abrir um processo administrativo contra os 248 professores designados, não concursados, que ainda participam da greve da categoria. A secretaria diz que a medida é contínua à resolução publicada na última quarta-feira (21), de que estes profissionais deveriam voltar às salas de aula em 48 horas, prazo que expirou na sexta-feira (23). Segundo a secretaria, ao todo, 8.182 servidores estão parados até esta segunda-feira (26). Eles reivindicam que o estado cumpra lei federal que determina o piso salarial da categoria em R$ 1.187,00 para jornada de 40 horas. No processo, os servidores vão receber notificações individuais por escrito, que serão enviadas pelas Superintendências Regionais de Ensino para as casas de cada professor. A partir de quarta-feira (28), segundo a secretaria, serão criadas comissões que vão analisar cada caso em sindicância. Elas serão responsáveis pela notificação, pelo recebimento da defesa de cada professor e pelo encaminhamento de um relatório. Ainda segundo a secretaria, no deste processo, o professor designado pode ser afastado do quadro de professores estaduais, caso sua defesa não consiga justificar a falta durante os dias em greve.
STF
O Supremo Tribunal Federal (STF) indeferiu, nessa segunda-feira (26), um recurso protocolado pelo Sindicato Único dos Trabalhos em Educação em Minas Gerais (Sind-UTE/MG) contra liminar que determina a suspensão imediata da greve da categoria e exige o retorno dos professores às suas funções. A decisão foi do desembargador Roney de Oliveira do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) em audiência no dia 16 de setembro. O Sind-UTE disse que vai procurar, na próxima quarta-feira (28), a ministra do STF, Carmen Lúcia, para pedir que ela reconsidere a decisão sobre a liminar e garanta o direito de greve de toda a categoria, inclusive os designados.
Entenda o caso
Servidores da educação de Minas Gerais estão em greve desde o dia 8 de junho. A categoria reivindica piso salarial de R$ 1.597,87 para jornada de 24 horas e Ensino Médio de escolaridade. De acordo com o sindicato que representa os servidores estaduais, o valor defendido segue cálculo da Confederação Nacional dos Trabalhadores de Educação (CNTE). Para tentar dar fim à greve, o sindicato já havia informado que admitiria discutir o piso de R$ 1.187, estabelecido pelo Ministério da Educação (MEC). No dia 6 de setembro, o governador Antonio Anastasia encaminhou à Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) o Projeto de Lei número 2.355/11, que prevê mudanças na política salarial dos servidores da educação do estado. A proposta define piso de R$ 712,20 para os professores da educação que têm vencimento básico menor que este montante. A proposta enviada prevê ainda, para os trabalhadores que recebem no formato de subsídio, o salário inicial de R$ 1.122,00. As mudanças na política salarial dos servidores da educação foram anunciadas no dia 23 de agosto. Se aprovado, o projeto entra em vigor em janeiro de 2012. De acordo com a Secretaria de Estado de Educação, com a proposta, o governo atende à determinação do Supremo Tribunal Federal (STF), que estabelece piso salarial nacional para professores da rede pública no valor de R$ 1.187 para jornada de trabalho de 40 horas semanais. A secretaria diz que, como em Minas, os professores da educação básica têm jornada semanal de 24 horas e a legislação prevê a proporcionalidade, a aplicação do valor de R$ 712,20 como vencimento básico atende à interpretação da Lei Federal.
Fonte: G1/Blog Diniz K-9
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quarta-feira, 21 de setembro de 2011
Juízes e membros do Ministério Público fazem manifestação hoje, em Brasília
Manifestação em Brasília reúne mais de 1,3 mil juízes e membros do Ministério PúblicoJuízes e integrantes do Ministério Público de todo o país promovem nesta quarta-feira (21/9), em Brasília, ato para reforçar o papel e a importância das instituições para a cidadania e a democracia brasileira. Mais de 1.300 profissionais estão sendo esperados no Dia Nacional de Valorização da Magistratura e do Ministério Público. “Somos dez entidades representativas e queremos mostrar à sociedade que, como todos os profissionais deste país, desejamos segurança para exercer com tranquilidade nossa atividade, uma política remuneratória que recomponha as perdas inflacionárias e um sistema de saúde e previdenciário adequado”, afirmou o juiz Renato Sant’Anna, presidente da Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho (Anamatra).
O ato público começará às 11h no Salão Negro do Congresso Nacional. Os participantes do movimento entregarão aos parlamentares manifesto centrado em três eixos: a instituição de política nacional de segurança que garanta a incolumidade da saúde e da vida, com imediatas alterações legislativas pertinentes; um sistema de saúde que previna adoecimentos físicos e mentais, com adequada cobertura previdenciária; uma política remuneratória que respeite a Constituição Federal e garanta a recomposição das perdas inflacionárias e que resgate a valorização do tempo de carreira dos Membros da Magistratura e do Ministério Público.
Em seguida, os participantes do Dia Nacional de Valorização da Magistratura e do Ministério Público seguem a pé até o Supremo Tribunal Federal, onde serão recebidos pelo ministro Cezar Peluso. O Procurador-Geral da República também receberá os magistrados e membros do MP. Será lançada uma campanha de valorização da magistratura e do Ministério Público, que ressaltará a importância do setor para a cidadania e para a democracia.
“É preciso deixar claro que não estamos reivindicando reajuste salarial. Desde 2006, tivemos 9% de reajuste, enquanto a inflação do período foi de 31%. Nossos vencimentos perderam quase um quarto do poder de compra e a Constituição determina reajuste anual e irredutibilidade do nosso subsídio. Ou seja, a Constituição não está sendo respeitada. Por isso, defendemos uma política remuneratória definitiva”, comentou Renato Sant’Anna.
O Dia Nacional pela Valorização da Magistratura e do Ministério Público será promovido o pela Frente Associativa da Magistratura e do Ministério Público da União (Frentas), integrada pela Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho (Anamatra), Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe), Associação Nacional dos Procuradores do Trabalho (ANPT), Associação Nacional dos Procuradores da República (ANPR), Associação Nacional do Ministério Público Militar (ANMPM), Associação dos Magistrados da Justiça Militar Federal (Amajum), Associação dos Magistrados do Distrito Federal e Territórios (Amagis/DF), e Associação do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (AMPDFT), em articulação com a Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB) e a Associação Nacional dos Membros do Ministério Público (Conamp).
Rondonotícias.com.br
PM REMANEJADA PARA ATENDER AOS RICOS E FAMOSOS
Remanejamento, que não tem prazo para acabar, ocorreu após protesto.
PMs foram retirados de batalhões de toda a cidade, inclusive da periferia, onde a criminalidade é maior
Após pressão de moradores do Morumbi, área nobre da zona oeste de São Paulo, o governo estadual remanejou ao menos 160 policiais militares que trabalhavam em vários pontos da capital para patrulhar o bairro.
O policiamento foi reforçado, inclusive, com PMs que atuam em áreas da periferia, com índices de criminalidade acima da do Morumbi. Segundo o Comando-Geral da PM, não há prejuízo nas regiões que cederam policiais para o Morumbi.
Policiais do Rocam (ronda com motos) e da Força Tática, espécie de grupo especial da PM dos 19º, 28º e 48º batalhões, todos na periferia da zona leste, reforçaram o policiamento na área.
De acordo com a polícia, o remanejamento foi provocado por conta do aumento da criminalidade na região e não há prazo para os policiais retornarem aos seus postos.
Cerca de 2.000 moradores da região fizeram, em agosto, um protesto contra a violência. A manifestação ocorreu perto do Palácio dos Bandeirantes, sede do governo.
Os manifestantes protestaram contra roubos em casas e, principalmente, contra tentativas de assalto que deixaram vítimas baleadas. Há uma semana, um PM da Rocam do 19º Batalhão da PM (Sapopemba, zona leste) foi ferido com um tiro de fuzil ao tentar parar um carro com "homens suspeitos" em um bairro vizinho ao Morumbi.
Ao tentar apoiar o policial ferido, integrantes da Força Tática do 48º batalhão (Itaquera) capotaram um carro da PM e também se feriram.
Segundo a Secretaria de Estado da Segurança Pública, entre janeiro e julho, 11 pessoas foram mortas na região do Morumbi. A área é atendida pelo 34º e 89º DPs.
Só no 44º DP, em Guaianazes (zona leste), uma das delegacias cobertas pelo 28º batalhão, foram nove assassinatos no mesmo período. Em toda a cidade, foram 603 assassinatos de janeiro a julho deste ano.
Operação foi planejada , diz Polícia Militar
DE SÃO PAULO
O Comando-Geral da PM informou, por meio de nota, que "o direcionamento dos recursos humanos e materiais acompanham a dinâmica criminal com base nos sistemas inteligentes" e que nenhuma região ficou desguarnecida.
Ainda segundo a polícia, há aproximadamente 24 dias foi iniciada uma força tarefa no policiamento, composta por uma viatura da Força Tática e duas motos da Rocam realocadas de "todas as áreas da capital e não somente dos bairros periféricos".
A PM diz ainda que a operação foi planejada devido ao aumento de crimes na região e que já fez isso em outras ocasiões. Questionada, a PM não respondeu quais batalhões cederam PMs para o Morumbi. Desde o dia 16, a Folha pede entrevista com um representante da Segurança Pública, mas não há retorno da secretaria.
DE SÃO PAULO
Manifestantes protestaram contra a corrupção no Rio de Janeiro
terça-feira, 20 de setembro de 2011
Filho de Bolsonaro ataca manifestantes: "Foram os vagabundos de sempre"
O protesto contra o deputado federal Jair Bolsonaro (PP) na Universidade Federal Fluminense (UFF) não foi bem digerido pelos filhos do parlamentar. Pelo microblog Twitter, eles não pouparam os alunos de críticas e minimizaram o impacto da manifestação, garantido quepalestra dentro da faculdade transcorreu sem problemas. O vereador Carlos Bolsonaro (PP) foi mais agressivo e chamou os manifestantes de "vagabundos" e "boiolas".
Já o deputado estadual Flávio Bolsonaro replicou a declaração de um usuário que apoiava seu pai. "Quanto ao protesto na UFF,a maioria ali vive na cantareira se pegando e fumando maconha!Eles não têm moral".
Os irmãos Bolsonaro também postaram outro vídeo no qual tentam desqualificar o protesto.
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quinta-feira, 15 de setembro de 2011
Protesto da Brigada Militar com suposto explosivo mobiliza o Gate em Porto Alegre
Boneco com farda da BM foi colocado no Centro da Capital a poucos metros do Palácio Piratini
Tarso convoca reunião após protesto com suposto explosivo
O governador Tarso Genro realizou uma reunião de emergência com os secretários da Casa Civil, Carlos Pestana, e da Segurança, Airton Michels, e com o comandante da Brigada Militar (BM), Sérgio Abreu, nesta quinta-feira, para tratar sobre os últimos protestos atribuídos aos policiais militares registrados nesta quinta-feira. No início da manhã, um boneco vestindo uma farda com um suposto explosivo foi encontrado na rua Duque de Caxias, a poucos metros do Palácio Piratini, no Centro de Porto Alegre. Apesar de cinco fontes confirmarem que a pauta do encontro foi o protesto, Abreu negou. Ele disse que a reunião já estava marcada e que seria para discutir o reajuste da BM.
O grupo se encontrou na sede do govenro por volta das 9h e, após a discussão, Michels e Abreu seguiram conversando no Palácio. Está marcada para as 12h uma nova reunião com a categoria para tratar sobre o calendário de reajuste reivindicado pelos policiais militares (PMs).
As entidades representativas da BM vêm negociando com o governo um reajuste salarial ao longo do ano, mas nem todas as patentes chegaram a um acordo. Em agosto, começaram a ser registrados diversos protestos com queima de pneus. A maioria dessas manifestações ocorreu em estradas, que foram interrompidas por barreiras de fogo.
Nesta semana, o governador confirmou a incorporação dos 25% de abono salarial aos vencimentos da Brigada Militar. O Piratini havia apresentado aos policiais militares, na segunda-feira, a proposta em duas parcelas – R$ 140 em outubro e outros R$ 160 em abril –, além de 1,2 mil promoções. O Executivo acenou ainda com a possibilidade de realização de concurso público para a Brigada Militar e pediu que os protestos fossem encerrados. A Casa Civil chegou a afirmar que não negociaria com os policiais se as manifestações continuassem.
Boneco
Um boneco vestido com farda da Brigada Militar (BM) e com um suposto explosivo foi retirado da rua Duque de Caxias pelo Grupo de Ações Táticas Especiais (Gate), nesta quinta-feira. Dois agentes, usando roupas especiais, colocaram o artefato em um tonel e o levaram para um local seguro, onde será analisado.
A área foi isolada pelo Corpo de Bombeiros e alguns moradores da região foram impedidos de entrar e sair de casa de carro até que fosse descartado qualquer risco de explosão. O trânsito foi bloqueado na rua Duque de Caxias, no trecho entre a rua Espírito Santo e a Marechal Floriano Peixoto. A avenida Borges de Medeiros ficou interrompida nos dois sentidos, o que causou congestionamento na área central.
Correiodopovo.com.br
Veja o vídeo:
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Acampados na porta da Assembleia Legislativa, bombeiros fluminenses reivindicam reajuste salarial e libertação de líderes
Centenas de bombeiros continuam acampados na entrada do Palácio Tiradentes, onde funciona a Assembleia Legislativa fluminense em protesto por melhorias salariais e contra a prisão, hoje (14), de dois líderes do movimento: o capitão Alexandre Marchesini e o cabo Benevenuto Daciolo. Eles receberam voz de prisão no portão de entrada do Palácio Guanabara, sede do governo, onde estavam reunidos.
A crise no Corpo de Bombeiros começou no início de junho, quando a categoria reivindicou o fim das gratificações e o aumento do piso salarial para R$ 2.000. Em meio aos protestos, aproximadamente 2 mil militares invadiram o quartel central da corporação e 439 militares foram presos.
O cabo Ademar Baltar, um dos organizadores da manifestação, disse que o movimento é pacífico e que somente os militares de folga estão dormindo nas barracas de lona montadas nas escadarias do prédio e que não há qualquer desrespeito ao estatuto da corporação e à Constituição Estadual. Ele garantiu que a paralisação dos militares não afetará os serviços prestados à população. “A nossa preocupação é não sermos omissos com a população como o governador está sendo”, disse.
A Secretaria de Defesa Civil divulgou nota hoje confirmando a prisão do capitão Alexandre Marchesini e do cabo Benevenuto Daciolo dos Santos pelo crime militar de insubordinação, quando um componente desacata a ordem de seus superiores. Os militares estão detidos no Grupamento Especial Prisional, em São Cristóvão, zona norte da cidade.
No fim de junho, o governador Sérgio Cabral concedeu anistia administrativa aos militares que se rebelaram e sancionou lei que garante a antecipação de seis meses dos reajustes salariais e a concessão do benefício do auxílio-transporte, mas o benefício não foi aceito pelos bombeiros que continuam lutando pelo reajuste do piso salarial.
Jornal do Brasil
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domingo, 4 de setembro de 2011
RS - Protestos de PMs conta com aliados no PT
Simpatizantes e adversários do atual governo comungam práticas incendiárias.
Pelo menos duas correntes ideológicas antagônicas estão por trás da maior onda de protestos já promovida por policiais militares no Estado. ZH apurou que simpatizantes e adversários do atual governo comungam práticas incendiárias que fragilizam a hierarquia militar e desafiam as autoridades.
Novo Hamburgo, 5h10min de sexta-feira. Antes do amanhecer, bombeiros tentam apagar mais uma das fogueiras de pneus acesa por policiais militares em protesto por melhores salários. Mas este incêndio tem um tom diferente. Acima do fogo, pendurada entre dois postes, está a faixa “CUT e MST apoiam movimento dos PMs”. Era tudo o que o governo Tarso Genro temia: fogo amigo na trincheira.
Além de ser alimentada por adversários de sempre, a onda de contestações, a maior já vivenciada em mais de 170 anos de Brigada Militar, conta com apoio de tradicionais aliados do PT, alguns dos quais sindicalistas e integrantes de movimentos sociais. A novidade é que estariam agora protestando contra um governo a que deram suporte para se eleger.
A informação foi confirmada a Zero Hora por dois oficiais ligados ao comando da BM, que admitiram também outras novidades relacionadas ao fogo amigo. O serviço reservado, a PM2, identificou dois PMs que teriam ajudado a atear fogo em pneus na sexta-feira, um em Porto Alegre e outro em Alvorada. O que atuou na Capital foi ligado à Casa Militar, ainda durante o governo Tarso Genro. O outro serviu no Palácio Piratini no governo Olívio Dutra. Trata-se do segundo-sargento da reserva da BM João Carlos dos Santos, o Lilica, filiado ao PT e ex-candidato a vereador em Alvorada. Santos revelou a ZH que protestou em Alvorada, Viamão e Gravataí.
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quinta-feira, 1 de setembro de 2011
Acorda Brasil!!!Protesto contra aumento deixa 200 mil sem ônibus em Teresina
Cerca de 3 mil estudantes que estavam concentrados em frente à sede da prefeitura saíram em passeata pelas ruas e avenidas. Aos gritos de "mãos ao alto, R$ 2,10 é um assalto", eles bloquearam ruas e protestaram contra o aumento. A avenida Maranhão, um dos principais corredores de tráfego, ficou interditada por mais de uma hora. Os lojistas do Shopping da Cidade fecharam os estabelecimentos durante a passagem dos manifestantes.
Leonardo Maia, um dos líderes da Associação Nacional dos Estudantes Livres, afirmou que o movimento vai continuar até a prefeitura revogar o decreto que aumentou a passagem de ônibus. "Queremos a revisão da planilha e auditoria nos custos do transportes urbanos em Teresina", disse Leonardo Maia.
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sábado, 30 de julho de 2011
UPP-Unidade de Polícia Pacificadora: O desabafo do cidadão...
"Hoje mais uma vez tive que ligar para a unidade de polícia pacificadora d turano da qual o senhor é o comandante para reclamar de música alta que provinha da Rua Joaquim Pizarro após as 22h. Falei com a policial ... que atenciosamente me atendeu explicando que duas festas tinham autorização, uma para o som ser desligado às 22h e outra à 00h. Entendi! Mas não posso aceitar que a polícia venha criar leis. Lei é Lei, e deve ser respeitada, e uma das atribuições das UPPs é fazer com que sejam respeitadas. Como assim o som pode ficar ligado a qualquer altura até à meia-noite???? Por mim, os moradores do turano ficam em festa 24h, 72h...porém o som não deve incomodar seus vizinhos e nem tampouco aqueles que nem moram na comunidade. Isso mesmo o som era escutado na Rua Hadock Lobo. mas nada poderia ser feito pois tinham autorização para ficar até as 00h...estou estarrecida!!!! Que eu saiba existe uma lei no municipio que restringe o horários da poluição sonora e portando a mesma deve ser respeitada por qualquer cidadão, inclusive os que moram em favela. A comunidade do turano não tem quadra com tratamento acústico para que possa fazer festas, bailes, quermesses...ou qualquer evento que ultrapasse as 22h. E o pior, cada vez mais frequente são essas festas. Não satisfeitos em ter a música alta, ainda somos surpreendidos com fogos que explodem cada vez constantente, são rojões, bombas...a qualquer hora do dia e da noite. Antes da upp, era para a avisar a chegada da droga e da polícia, e agora pós upp???? e o seu uso não é proibido na via pública??? Comandante, estou muito preocupada com o futuro desta upp. Com sinceridade, para os moradores dos arredores está pior. Os assaltos continuam acontecendo, na Rua Engenheiro Adel foram roubados 2 carros e um terceiro teve seu vidro quebrado, isto em uma semana. Soube que na Rua Barão de Itapagipe 2 pessoas foram assaltadas, uma ficou sem celular e outra sem a bolsa (fatos ocorridos em junho). Na mesma rua esquina com Rua Aguiar ou Rua Delgado de Carvalho (sempre me confundo) continua funcionando uma boca de fumo, inclusive durante o dia é possível ver as pessoas usando drogas na calçada, em frente a uma mecânica. Digo que está pior, pois a sensação de insegurança é maior. Todos acreditamos que com a upp os principais problemas seriam resolvidos. Utopia! Realmente em um primeiro momento, os bailes acabaram, os fogos não existiam, os assaltos quase zeraram...porém aos poucos vejo que o "funcionamento" da comunidade volta ao normal. Conversando com alguns moradores da favela, me disseram que inclusive eles estão receosos, que traficantes que fugiram estão voltando e que a polícia já está virando piada. Já estão perdendo o respeito, um deles citou o fato ocorrido há alguns sábados que as 2h da manhã os policiais foram em uma festa que ocorria na Rua Joaquim Pizarro, e tiverem que desligar o som na marra, que teve briga, e que os policiais inclusive tiveram que apontar armas para as pessoas presentes. Antes não tinhamos a quem reclamar. Agora que temos, de nada adianta pois os abusos são cada vez maiores. Sei dos problemas de infraestrutura que ocorrem nas upps, imagino que o mesmo continue ocorrendo no turano. Mas peço que não meça esforços para acabar com esses abusos. Lamentável!! Adoraria estar escrevendo o contrário. Sem mais"
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