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quarta-feira, 28 de maio de 2014

Colisão: Greves das PM X Direitos Sociais


* Marcelo Anastácio

O Brasil vive paradoxos típicos de uma democracia em construção. E essa imaturidade pode ser facilmente constatada ainda no exame da jovem Constituição de 1988, quanto à regulamentação da lei de greve para os serviços essenciais. Os equívocos na interpretação da lei comprometem tanto a segurança jurídica, quanto em determinados casos chegam às raias do absurdo de vermos o Estado, representado através de suas instituições; violarem os Direitos Sociais de quem participa das greves, mesmo sendo um trabalhador da segurança pública, e mais, viola-se em nome de um “status quo”, o acesso à liberdade e aos Direitos Humanos, como no caso da prisão arbitrária, ilegal e desumana do líder da greve da Polícia Militar da Bahia, e também vereador eleito Marco Prisco, no exercício do pleito, ser preso num presídio de segurança máxima em nome da segurança “padrão FIFA” da Copa 2014.
Omissão Política - A Constituição Federal de 1988 consagrou no seu artigo 9°, § 1º que: “A lei definirá os serviços ou atividades essenciais e disporá sobre o atendimento das necessidades inadiáveis da comunidade”. Passados exatos 25 anos de vigência, da considerada “Constituição Cidadã”, os legisladores se mostraram lenientes, irresponsáveis diante das possíveis conseqüências de greves nos serviços essenciais. E neste aspecto a displicência não tem cor ou bandeira partidária, mesmo com ampla no Congresso, não quiseram enfrentar o problema.
Criminalização dos Movimentos Sociais na Segurança Pública - Os policiais civis além da sindicalização, que é vedada aos policiais militares, gozam do mesmo direito à greve em relação às outras categorias. O impasse e confusão entre as missões constitucionais e direitos inerentes, começa com o erro crasso de confundir as nomenclaturas: militares e policiais militares que têm funções diferentes. Usando um exemplo da própria segurança, como se validassem a arma letal do simulacro. Vários juízes, inclusive da esfera federal reconheceram o direito à greve aos policiais militares, que só teriam esse direito vedado caso o Brasil estivesse em estado de guerra declarada, e nesse caso, os policiais militares de acordo com o Artigo 144, § 6º, CF/88, ficam subordinados às diretrizes das Forças Armadas, não só administrativa, mas, disciplinarmente.
Revolta da Chibata à PEC 300 - Desde 1997 com a greve da Polícia Militar de Minas Gerais que teve um dos seus líderes, Cabo Valério, assassinado, vários estados têm se manifestado na busca da criação do Piso Nacional da Segurança, através da proposta de emenda constitucional, chamada PEC 300/08; aprovada em primeiro turno foi praticamente esquecida no Congresso, a mando do Planalto que alega não ter orçamento para pagá-la. A relação do Estado com os militares sempre foi é historicamente “sui generis” em não a chega a ser novidade na república brasileira, quando em 1910 marinheiros liderados pelo soldado João Cândido, que ficou conhecido como “Almirante Negro”, apontaram os canhões contra o Rio de Janeiro, então Capital do Brasil, para dar um basta nos castigos físicos, movimento que ficou conhecido como a Revolta das Chibatas.  
No ano de 2012 as polícias do Rio de Janeiro e Bahia foram às ruas de maneira mais contundente, organizada. No Rio os Bombeiros fizeram manifestação dentro do quartel enquanto os policiais se recusaram a cumprir a ordem para prender muito dos policiais manifestantes. Mesmo assim vários destes militares foram presos e levados, contrariando mais uma vez seus Direitos Humanos e militares, esses foram encaminhados para o presídio de segurança máxima Bangu I, de que haveria a ameaça de resgate dos presos por parte dos demais militares manifestantes. Todos sabem que os militares têm direito a prisão especial, devido à situação peculiar em razão da profissão. Muitos desses presos foram excluídos sem qualquer direito ao contraditório, numa nova grave violação aos Direitos Humanos. Na Bahia os policiais invadiram e acamparam na Assembléia daquele estado, às vésperas do carnaval, onde permaneceram por exatos dez dias. O movimento foi encerrado depois de uma escuta telefônica, dita “autorizada”. Inclusive grampeou parlamentares, mas a tal autorização judicial até hoje não foi encontrada.

Em abril de 2014 policiais militares da Bahia fizeram nova greve, liderados por Prisco, que foi preso apesar de ter sido anistiado, mesmo com a greve findada. Segundo o MPF, o líder da polícia militar baiana, foi denunciado pela prática de crimes contra segurança nacional, e não teve o direito ao contraditório, teve o Hábeas Corpus negado pelo STF e durante uma rebelião de outros presos na Papuda, Prisco sofreu infarto. Diante de tais arbitrariedades fazemos alguns questionamentos: Qual a eficácia da anistia criminal recebida em 2013? Qual o valor da liberdade na relação de mais-valia do Direito Social à greve, do direito à manifestação versus espetáculo e lucro com a segurança da Copa 2014?

foto extraída da web

De volta ao Descobrimento: Policial é ferido com flechada em protesto anti-copa em Brasília

Vejas nas fotos do nosso colaborador do Giro 190 em Brasília - Rodrigo Lemes 





sexta-feira, 23 de maio de 2014

Minas: Policiais Civis, Militares e familiares protestaram pelo Direitos Humanos e mudança do Código de Processo Penal



















fotos extraídas do facebook do deputado estadual Sargento Rodrigues. Agradecemos ao deputado, aos presentes e nossas condolências às famílias dos policiais assassinados em combate.

quinta-feira, 6 de março de 2014

Trabalhadores da limpeza urbana do Rio desafiam prefeito e permanecem em greve





Mais imagens do ato da greve dos garis que percorre nesse momento as ruas do Centro do Rio de Janeiro. Os trabalhadores prometem continuar com a greve até que suas exigências sejam atendidas pela Prefeitura.


terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

Policiais Federais paralisam atividades por 48 horas e fazem protesto em Belo Horizonte


Mula simboliza, no ato, pequenos traficantes presos pela PF (Sinpef-MG/Divulgação)

Agentes, escrivães e papiloscopistas da Polícia Federal (PF) em Minas Gerais paralisaram as atividades nesta terça-feira e permanecerão de braços cruzados também na quarta (26). Nesta manhã (25), os trabalhadores realizaram um protesto em frente ao prédio da superintendência da categoria, no Bairro Gutierrez, Região Oeste de Belo Horizonte. 

A mobilização é realizada pelos policiais federais em todo o país. Os servidores reivindicam reestruturação da carreira e reajuste salarial, o que não ocorre há sete anos. 

De acordo com o Sindicato dos Policiais Federais do Estado de Minas Gerais (Sinpef-MG), o atendimento para serviços essenciais, como emissão de passaportes, estão mantidos. Investigações e procedimentos administrativos estarão suspensos durante a paralisação.
Os servidores da PF estão em estado de greve desde o dia 5 de fevereiro.

domingo, 16 de fevereiro de 2014

Presidente DILMA é "amada" pelo povo, quanta "popularidade"...foda-se a copa!!!


MALDIÇÃO DA PEC 300!!! APESAR DELA SE ESQUECER DA SEGURANÇA PÚBLICA E DO PISO NACIONAL DESSES PROFISISONAIS...NÓS É QUE AINDA A MANTEMOS NO PODER...Protestos dos brasileiros na inauguração do estádio ARENA AMAZONAS, onde nem futebol existe...será mais um elefante branco...maldidos!!!

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Policiais federais aprovam greve e farão protesto em todo o Brasil nesta sexta-feira

Servidores da Polícia Federal promoverão "algemaço" nas sedes da corporação em diversos Estados em protesto

Os sindicatos que representam agentes, escrivães e papiloscopistas da Polícia Federal de pelo menos 23 Estados e do DF (Distrito Federal) decidiram entrar em estado de greve. Uma paralisação nacional foi marcada para o próximo dia 11 e, nesta sexta-feira (07), diversos sindicatos farão manifestações em seus Estados.

Agência Brasil
Policiais Federais em protesto por melhores condições

De acordo com a Federação Nacional dos Policiais Federais, estão em estado de greve os servidores dos Estados de São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Santa Catarina, Paraná, Rio Grande do Sul, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Roraima, Rondônia, Acre, Ceará, Alagoas, Pernambuco, Sergipe, Paraíba, Maranhão, Piauí e Rio Grande do Norte.
De acordo com o Alexandre Santana Sally, diretor da Fderação Nacional dos Policiais Federais (Fenapef) e presidente do Sindicato dos Servidores da Polícia Federal no Estado de São Paulo (Sindpolf-SP), o estado de greve indica que a categoria pode parar a qualquer momento. 
Assim como em diversos Estados, os agentes federais de São Paulo irão pendurar suas algemas em frente à Superintendência da Polícia Federal, nesta sexta-feira, às 12 horas, em manifestação contra a falta de apoio ao trabalho policial. 
A manifestação dá início ao calendário de ações aprovado nas assembleias serais dos sindicatos de todo o Brasil.

domingo, 2 de fevereiro de 2014

A verdade que a mídia não mostra – Parte II (o que a imprensa esconde...)


Assista o vídeo acima e o de baixo e compare a diferença do enfoque na manifestação acima e na que foi veiculada pela grande mídia. Parece que foram duas manifestações distintas...a reportagem não entrevistou sequer um manifestante...compare:
Clique aqui no Jornal Hoje
Veja o que a imprensa escondeu. A manifestação apoiou os policiais e foi contra o governador Agnelo Queiroz



Pelo menos 800 pessoas se solidarizaram aos familiares do jovem Leonardo Monteiro Almeida e protestaram em frente a residência oficial do governador do DF, Agnelo Queiroz, para cobrar responsabilidade e segurança, depois da morte do jovem assassinado na porta de casa no bairro de Águas Claras.

Os manifestantes gritavam palavras de ordem como"Onde estava a polícia quando o Leonardo morreu?"e outro coro também se formava defendendo os policiais e sua atuação policial, "A polícia também é vítima dos governantes", diziam. Várias faixas de desagravo ao governador Agnelo foram expostas, numa clara demonstração de que a sociedade já não tolera mais as enganações de quem sejam os co-responsáveis pelo caos na segurança pública. 

Vários policiais amigos do jovem também compareceram e muitos até se emocionaram, sem conterem suas lágrimas.

Nos últimos dias a Polícia Militar e policiais foram duramente criticados, execrados á público e “julgados” por parte da imprensa, que utilizando seu poder midiático vem tentado jogar a sociedade contra esses profissionais respeitados e pais de família, afirmando que policiais estavam comemorando em redes sociais os altos índices de criminalidade alcançados em Brasília. Mais uma irresponsabilidade plantada pela mídia. Alguns foram até expostos sem nenhuma autorização atropelando todo um processo legal e sigiloso e com a conivência de colaboradores inescrupulosos e que não querem o bem da sociedade, onde a única coisa que lhes interessa é a sua conveniência, e se for financeira, melhor ainda.  

A manifestação se encerrou por volta de meio-dia e ao contrário do que alguns segmentos da imprensa, que comprados e prostituídos, salvo melhor juízo, tentam impor à sociedade, como formadores de opinião, uma imagem suja dos integrantes da polícia. Porém essa sociedade atual, moderna e atualizada, sabe o quanto os policiais são importantes em suas vidas e no seu dia-a-dia. Não é um ato isolado e irresponsável que será capaz de manchar toda uma estrutura construída há séculos.

Ao término, a PM colocou ônibus à disposição da população que participou da manifestação demonstrando um gesto nobre daqueles que doam suas vidas pela sociedade e que, infelizmente, hoje são massacrados por alguns formadores de opinião que servem ao dinheiro, dinheiro esse sujo, imundo e vindo dos mais fétidos calabouços espalhados pela nossa cidade, alguns,  acompanhando a modernidade, compostos até mesmo de ar condicionado.

sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

Esquerda Caviar preconceituosa: "O Batman vai salvar o Brasil"?

Harold Von Kursk, nosso colaborador, me pede, frequentemente, notícias do Brasil. Alemão, naturalizado canadense, ele tem a intenção de voltar para cá um dia. O jornalista Marcelo Zorzanelli já lhe ofereceu pouso algumas vezes.
Von Kursk esteve em meados dos anos 80 no Rio de Janeiro, jovem e cheio de esperança. Conta que não se lembra muito bem. Menciona um bar, mulheres estranhas e sua mente fica enevoada daí em diante.
Harold tenta entender o momento por que nós passamos. As manifestações são como as da praça Tahrir, no Cairo? A Copa vai ser cancelada? O que são rolezinhos? Quem é Barbosa?
Eu tento explicar o Brasil para o gringo, mas o Brasil é inexplicável. Ou era. Eu preciso mandar a ele um vídeo com a perfeita tradução do país. Aquele mesmo, o registro magnífico do encontro entre um cineasta que se diz “rico”, uma fotógrafa macartista, um francês desavisado e o Batman.
O diretor de cinema Rodolfo “Dodô” Brandão, de “Dedé Mamata”, cult dos anos 80, topou com o protético Eron Morais de Melo, que se fantasia como o Cruzado Encapuçado (ai) desde os protestos no ano passado.
Os dois se cruzaram na esquina das avenidas Ataulfo de Paiva e Afrânio de Melo Franco, no Leblon, no dia em que um rolezinho estava marcado para acontecer no shopping.
“ Você é o símbolo da Justiça vestido de capitalismo americano?”, pergunta Brandão, do nada, de graça.
“Eu venho para a rua combater. Quantas vezes você foi às ruas para lutar pela população?”, devolve Eron. “Você quer discutir Batman COMIGO?”. Eron transmitia uma indignação gigantesca ao ver sua legitimidade contestada, logo ele, que provavelmente conhece o personagem melhor do que seu criador, logo ele, que num calor de 40 graus põe uma roupa preta e sai para passear.
No meio do bate boca, entra uma senhora apoplética, se auto-declarando de direita, irritadíssima com o homem morcego. “Manipulado, manipulado!” Ela dá um tapa na lente da câmera (!?!). “Existe um plano, sim! Pode botar aí. Existe um plano de ocupação comunista, totalitarista no país! Será que ninguém quer ver isso?”
Um pobre coitado francês faz perguntas estranhas a Brandão, com tradução capenga do cameraman que o acompanha. Quer saber se há algum tipo de discriminação (?!?). Brandão responde que não, emenda que ganha “muito bem” e que vai beber depois com o “pessoal da Cruzada”, que é, segundo consta, um condomínio famoso na área.
A cena toda é maravilhosa, farsesca, estupidamente brasileira. Nada é o que parece. Num dia lindo, quatro tipos absurdos, diferentes e complementares, sem a mais remota possibilidade de se entender, se encontram numa esquina arborizada para discutir a política e a vida. Há uma tensão crescente e a impressão de que a coisa vai descambar para a pancadaria e o caos num segundo. Tudo se acomoda.
Lembra o final de “Fellini 8 e Meio”, com aquele cortejo, sem a música de Nino Rotta. Lembra mais ainda o comício populista de “Terra em Transe”, de Glauber Rocha. “Por que você mergulha nessa desordem?”, indaga, no filme, a ativista política ao intelectual interpretado por Jardel Filho.
Mas é bem melhor que isso.
Batman é um dentista, o cineasta rico de Havaianas não tem essa grana, a fotógrafa é só uma olavete triste, o francês mora em Santa Teresa. Você não surpreenderia se, na seqüência do bate boca, todos fossem tomar uma cerveja e dividir uma porção de bolinho de bacalhau no boteco.
A única certeza é que aquela bagunça é nossa. Fico pensando em enviar o vídeo ao Harold, mas temo que, ao assistir, ele desista de aparecer por aqui. Ou não — se isso acontece numa esquina carioca num dia de semana, tudo é possível.
“A democracia no Brasil foi sempre um lamentável mal-entendido”, já dizia Bruce Wayne, ou melhor, Sérgio Buarque de Hollanda. Bom, é a mesma coisa.
Comento: Esse senhor de camisa azul, que estufou o peito pra falar que "ganha bem pa caralho" deve ser um cineasta falido que vive as custas das benesses da Lei Ruanet...preconceito puro!!!

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Associações convocam policiais para abraço simbólico ao Arena das Dunas durante visita da Presidente Dilma

Com a inauguração marcada do Arena das Dunas para acontecer nessa quarta-feira, 22, na qual contará com a presença da Presidente Dilma Rousseff, as associações dos policiais e bombeiros militares do RN estão convocando todos a realizarem um grande ato em defesa da Segurança Pública.
A ideia é de que os militares estaduais realizem um grande abraço no Arena das Dunas para chamar a atenção da imprensa nacional que estará presente para a inauguração do estádio quanto a situação caótica que se encontra o RN em relação a Segurança Pública.
Segundo divulgado recentemente, o Governo do RN devolveu à União cerca de R$ 12 milhões dos recursos destinados a Segurança Pública do Estado.
Além dos militares estaduais, outras categorias de servidores públicos e a sociedade civil planejam participarem de um protesto durante a inauguração do Arena das Dunas pela Presidente Dilma.
Os militares se concentrarão na sede da Associação de Cabos e Soldados a partir das 14 horas dessas quarta-feira (22).
Comento: Seria um abraço de urso?

terça-feira, 14 de janeiro de 2014

Mulheres se reúnem para protestar contra comandante da PM

 Cerca de 30 mulheres estão reunidas na Praça da Lapa. Elas prometem seguir para o Quartel General da Polícia Militar, na Rua Evaristo da Veiga, no Centro, às 10h desta terça-feira. Elas protestam contra as declarações misóginas do comandante geral da Polícia Militar, José Luís Castro Menezes.

Para Janaína Azevedo, de 26 anos, que participa da manifestação, acredita que o comandante foi infeliz na sua declaração.
- Me senti muito constrangida e oprimida. Estamos no século XXI e não há motivo para a mulher ser subjugada pela capacidade física e, principalmente, pela capacidade mental. Nós temos direitos iguais. Se não for assim, de que vale a lei? - reclamou.
Janaína fez concurso para ser policial militar e foi aprovada. Ela diz que vai lutar pelos seus direitos.

- Não tem cabimento estudar, passar numa prova e vir alguém subjugar você e dizer que você não tem capacidade mental - disse.

terça-feira, 7 de janeiro de 2014

Depois dos protestos, prefeitura de Uberlândia pagará férias atrasadas, dos professores

Mobilização professores Uberlândia (Foto: Reprodução/ TV Integração)

Sindicato da Polícia Federal denuncia realidade diferente dos números oficiais



Segundo a Polícia Federal (PF), o número de operações nos últimos sete anos subiu 20%, entre janeiro de 2007 e novembro deste ano – saltando de 188 para 224 – e o de prisões caiu 55%, de 2.876 para 1.268. Para o Sindicato dos Policiais Federais (Sinpef-MG), os números não representam a realidade. Segundo levantamento da categoria, os indiciamentos por corrupção caíram 84% e os de crimes contra o sistema financeiro, 86%.
“Há duas possibilidades. Ou os corruptos viraram santos ou estão cometendo crimes e não tem ninguém investigando. As ações cresceram porque agora pegamos qualquer caso para investigar para fazer volume, mesmo que ele não resulte em nada concreto”, disse.
Segundo o policial, as quedas estão ligadas ainda à falta de valorização dos profissionais. Segundo Porto, nos últimos anos, muitos dos seus colegas optaram por deixar a corporação e ingressar em outros órgãos.
“Você precisa de pelo menos três anos para ser bom no setor de inteligência, mas, quando completa este período, é trocado de cargo. A direção diz que é para oxigenar a PF, mas é para enfraquecer o trabalho de apuração”, afirma.
Paralisação. Insatisfeitos com a condução da Polícia Federal, os policiais federais de Minas e todo o Brasil prometem fazer um dia de paralisação por mês até a Copa do Mundo, em junho de 2014, assim como aconteceu anteontem. Eles não descartam fazer uma greve durante o Mundial, o que causaria um caos nos aeroportos.
“Nossas carreiras estão congeladas. Precisamos de uma sinalização do governo que teremos mais autonomia e investimentos na corporação.

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

Manifestação dos Servidores Públicos de Uberlândia, amanhã, 07/01/14

Foto: O não cumprimento de direitos fundamentais, como o pagamento de férias aos servidores, é uma afronta a cidadania e a dignidade de milhares de pessoas. Juntos, em prol dos nossos direitos!

O não cumprimento de direitos fundamentais, como o pagamento de férias aos servidores, é uma afronta a cidadania e a dignidade de milhares de pessoas. Juntos, em prol dos nossos direitos!

sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

Militares de Alagoas suspendem patrulhamento com viaturas



Na manhã desta sexta-feira (20), os policiais do 3°Batalhão de Polícia Militar, com sede em Arapiraca, também resolveram aderir ao movimento que está sendo realizado nos demais batalhões do Estado. Com a medida, todas as viaturas foram recolhidas e o policiamento só será realizado a pé. 

O 3° Batalhão é responsável pelo policiamento de Arapiraca e mais 14 cidades: Campo Grande, Coité do Nóia, Craíbas, Feira Grande, Girau do Ponciano, Jaramataia, Junqueiro, Lagoa da Canoa, Limoeiro de Anadia, Olho D'Água Grande, São Sebastião, Taquarana, Teotônio Vilela e Traipu. Em todos os locais os militares estarão realizando a “Operação Padrão”.

O movimento, que iniciou nos batalhões de Maceió, busca o respeito por parte do governo através de ações concretas para corrigir distorções e tratamento diferenciado, contrários à política de integração entre os órgãos da defesa social de Alagoas.

“Queremos que a priorização da segurança pública saia dos discursos e se materialize através de salários dignos, equipamentos e armamentos adequados para o combate incansável à criminalidade. Queremos a regulamentação de direitos adquiridos pelos militares estaduais na Constituição Estadual de 1989 (24 anos atrás), como a remuneração que exceder a jornada de 40 horas (Lei do Serviço Voluntário Remunerado) e do trabalho noturno, bem como a aceleração da Lei de Subsídio Salarial, que corrige as distorções nos vencimentos”, dizem os militares através de uma cartilha que está sendo distribuída na tropa.

Operação Padrão:

É um conjunto de atividades realizadas pelos militares estaduais, sem ferir a legislação vigente e os regulamentos da PM, que tem como objetivo sensibilizar o governo para os graves problemas da segurança pública, entre eles os baixos salários, a falta de equipamentos para o desempenho da função e a insalubridade do ambiente de trabalho.

Uma das principais medidas que estão sendo adotada pelo policiais, é a não utilização de viaturas tendo em vista que tal atividade exige que o motorista tenha um curso específico para que os tornem habilitados para a condução de viaturas policiais.

Ontem (19), os militares de Alagoas emitiram uma nota pedindo paciência à população. 

Confira a nota:

Nós, Policiais e Bombeiros Militar do Estado de Alagoas, estamos passando por um momento de mudança profunda em nossa corporação, que vai da reestruturação salarial e nossa dignidade funcional.

Desta forma, pedimos encarecidamente a todos os Alagoanos para abraçar nossa causa e, assim, dar maior segurança a nossa amada ALAGOAS trabalhando com dignidade.

Somos Alagoanos e vítimas desta crescente onda de violência no Estado!


segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Bombeiro é suspeito de atear fogo em carros da própria corporação no RN

  • Soldado Heráclito Daniel/Arquivo Pessoal
    Ao todo, cinco carros foram incendiados e uma parte do prédio também foi atingida pelas chamas
    Ao todo, cinco carros foram incendiados e uma parte do prédio também foi atingida pelas chamas
Cinco carros do Corpo de Bombeiros do Rio Grande do Norte pegaram fogo na madrugada desta segunda-feira (16), na 2ª Secção, localizada no município de Pau dos Ferros (a 390 km de Natal). O incêndio também atingiu parte do prédio da corporação. A suspeita é de que o incêndio tenha sido criminoso.
O Corpo de Bombeiros disse que um soldado da própria corporação é suspeito de atear fogo nos veículos e no prédio. O nome do bombeiro, ainda não foi localizado pela polícia, não foi divulgado.
De acordo com o relatório da ocorrência, bombeiros de plantão contaram que foram surpreendidos com as chamas nos veículos e observaram que o colega pegou um único carro que não foi atingido pelo fogo e fugiu.
Segundo o Corpo de Bombeiros, o suspeito teria ateado fogo nos veículos e fugido em um carro oficial, um modelo Fiesta, de cor vermelha.
O incêndio destruiu uma ambulância de resgate, um carro de combate a incêndio, com capacidade para armazenar 5 mil litros de água, além de três motocicletas.

As chamas foram contidas por um carro do Corpo de Bombeiros enviado do município de Mossoró (a 279km de Natal).
Aliny Gama