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quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

Chegou 2014! E aí POLICIAL? DIREITA VOLVER????


Na concepção de Policiais e Bombeiros, eles tiveram a Presidenta, o Governador e o Presidente da Câmara Legislativa de um só partido e as esperanças de melhorias foram jogadas pelo ralo. Todos foram beneficiados, menos as classes militares do DF. Até mesmo uma deputada de oposição (Celina Leão) sozinha foi capaz de beneficiar uma categoria (Detran). Em contra partida aqueles que se diziam representante das classes e SITUAÇÃO, deputados Patrício e Aylton Gomes, permaneceram inertes e abandonaram as categorias.

2013 se foi e nada para policiais e bombeiros. As perspectivas para 2014 também não são boas, pelo menos a depender da vontade política desse governo que aí está, e que em entrevista à Rede Globo no dia 20/12 o governador Agnelo jogou um balde de água fria e deixou as categorias revoltadas ao afirmar que o salário deles “é o maior salário do Brasil”.

Portanto, policiais e bombeiros analisam que não têm muito que esperar para o próximo ano e a continuar o atual governo, caso vença o pleito de 2014, as dificuldades devem se perpetuar pelos próximos 4 anos. Por isso uma interrogação já circula no seio das casernas e que pode interferir no cenário das próximas eleições: Não seria hora de um comando “DIREITA, VOLVER?”

Pelo visto, 2014 será um ano de direção para as categorias.

E você, nobre (E)leitor policial, será que não é hora de "acertar o passo"? 

Por Tenente Poliglota...

sexta-feira, 12 de abril de 2013

Sargento da PM do Acre é preso após criticar governador na internet


Um comentário crítico a uma mensagem do governador do Acre, Tião Viana (PT), publicada na internet resultou em cinco dias de prisão para um sargento da Polícia Militar do Estado.

O 3º sargento Isaías Brito Brandão começa a cumprir nesta quarta-feira (10) a punição imposta pelo Comando Geral da PM numa cela do Batalhão de Policiamento Ambiental.

Segundo a Corregedoria da PM, o sargento desrespeitou o governador do Acre nos comentários publicados no dia 2 de março na rede social Facebook.

Geraldo Magela /Agência Senado
Tião Viana (PT-AC)
Tião Viana (PT-AC)
A postagem do governador se referia a verbas do governo federal conquistadas pelo Estado.

"Agora em Brasília, conseguimos aprovar 251 milhões para mobilidade e saneamento, obrigado presidente Dilma. Marcus Alexandre [prefeito de Rio Branco] aprovando 51 milhões para mobilidade. Senadores Jorge Viana e Coletivo 13 Anibal [Diniz] dividindo a alegria do momento", escreveu Viana.

Abaixo, o sargento comentou: "mais dinheiro para as ruas do povo? Vai precisar mesmo, afinal, as ruas que foram feitas no ano passado, este ano já precisam ser refeitas. Eu quero ver o senhor cumprir a promessa de asfaltar todas as ruas do Estado até 2014".

Em seguida, fez um complemento com uma crítica direta ao senador petista pelo Acre Aníbal Diniz: "quem é o Aníbal Diniz? Um poste colocado em Brasília para defender os interesses da quadrilha".

O caso foi levado à Corregedoria da PM do Acre pelo Serviço de Inteligência da corporação, que existe para investigar denúncias contra civis.

No relatório da sindicância, o major Marcos da Silva Kinpara confirmou as críticas feitas pelo colega de farda e apontou que o sargento "fez comentário de forma desrespeitosa ao Chefe do Executivo".

Em sua defesa, o sargento afirmou que a postagem foi feita por um sobrinho.

O comandante da PM do Acre, coronel José dos Reis Anastácio, negou qualquer interferência do governador no caso e garantiu que a investigação foi baseada no código de disciplina dos militares acrianos.

"A gente tomou conhecimento e apurou. A corregedoria chegou a essa conclusão e aplicamos a medida cabível", disse.

O secretário de Comunicação do governo do Acre, Leonildo Rosas, disse que o governador não iria comentar o assunto por não ter "participação no caso".

A prisão do militar foi criticada pelo deputado estadual Werles Rocha (PSDB), líder da oposição na Assembleia e major da reserva da polícia do Estado.

Em nota divulgada à imprensa, o deputado acusou o Palácio Rio Branco de manter um "clima de terror" e de "ameaças" para impedir o "vazamento da verdade".

JAIRO BARBOSA
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA, EM RIO BRANCO

Comentário: Ou seja, o político mentir pode, o cidadão cobrar a promessa de campanha é crítica que gera a prisão do militar? Isso é a democracia do PT NUNCA MAIS!!!

terça-feira, 12 de junho de 2012

Propensão natural à corrupção...PT NUNCA MAIS!!!


A liderança do PT utilizou a gráfica da Câmara dos Deputados para a impressão de material partidário apesar de um ato normativo da Casa sobre o tema proibir expressamente seu uso para este fim. A permissão para burlar o ato foi concedida pelo presidente da Casa, o petista Marco Maia (RS), e suspensa após o Estado questionar a medida. Agora, a Câmara vai tentar aprovar um novo ato para legalizar a confecção de material de interesse dos partidos políticos pela gráfica.

O ato número 65 de 1997 disciplina como os parlamentares podem utilizar a gráfica. No parágrafo único do artigo 4.º a proibição é expressa: "É vedada a utilização da cota de impressão gráfica de que trata esse ato para a publicação de material de interesse de partidos políticos". Mesmo assim, o PT imprimiu durante duas semanas, de 15 a 25 de maio, seu informativo de liderança. Para isso, contou com uma autorização especial de Maia, segundo a assessoria da Casa. A justificativa para o uso da gráfica é uma suposta economia de recursos porque algumas lideranças utilizam impressoras dos gabinetes, também pagas pela Casa, para divulgar boletins. Não foi informado, porém, de quanto seria essa economia.

A autorização concedida ao PT permitia a impressão de até 2 mil exemplares por semana com até oito páginas. No dia 28 de maio, após o Estado fazer o primeiro questionamento, a medida foi suspensa. O PDT também obteve autorização semelhante, no dia 14 de maio, mas não chegou a imprimir nenhum boletim. A assessoria da Câmara afirma que a decisão de permitir a impressão de material partidário não contraria o ato da Mesa. Apesar disso, a Casa diz estar em estudo um novo ato justamente para regularizar a impressão de material das lideranças.( Do Estadão)