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Marcelo Anastácio
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quinta-feira, 23 de maio de 2013

Soldados PMMS terão 35% de aumento e anistia após aquartelamento


Aquartelamento da PM do Mato Grosso do Sul chega ao fim
Foi bem sucedido o movimento reivindicatório dos policiais militares do Mato Grosso do Sul, que iniciaram a semana anunciando o aquartelamento com vistas à reivindicação salarial da categoria. Nesta quarta, os PM’s aceitaram a proposta oferecida pelo Governo do Estado, que concederá aumentos em todos os postos e graduações, auxílio alimentação, vagas para promoção e fornecimento de novo fardamento. Vejam:
Cabos e soldados da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros em Mato Grosso do Sul aceitaram os índices de reajuste salarial propostos pelo governo do estado. As tabelas de reajuste da categoria foram votadas, em primeira e segunda discussão, e aprovada por unanimidade na sessão extraordinária desta quarta-feira (22), na Assembleia Legislativa, em Campo Grande. Antes da votação, os policiais militares e bombeiros se reuniram e decidiram pelo fim do aquartelamento.
De acordo com a proposta aprovada, os soldados terão 7% em 2013, 10% em maio de 2014 e 18% em dezembro, também, do próximo ano. Os cabos conseguiram 7% em 2013, 9% para maio e 13% para dezembro de 2014. Além dos percentuais, a categoria receberá o vale alimentação no valor de R$ 100 que representa aproximadamente 4% do salário dos soldados e 2,6%dos cabos. O benefício será pago a todo o efetivo.
O presidente da Associação dos Cabos e Soldados da Polícia Militar e Bombeiro Militar de Mato Grosso do Sul (ACS/MS), Edmar Soares da Silva, participou de uma reunião na governadoria, antes de ir para a Assembleia Legislativa.
“Estamos aceitando a goela baixo a proposta do governo, não é um consenso. O governo não aceitou nossa proposta e não tínhamos mais como negociar”, disse.
Ainda segundo o presidente, os militares devem voltar ao trabalho na tarde desta quarta-feira e os participantes do movimento grevista não serão punidos.
A proposta de reajuste salarial apresentada pelo sindicato, que foi rejeitada pelo governador André Puccinelli (PMDB), era de 15% em 2013, e 20% divididos em duas vezes em 2014 para soldados, e de 15% em 2013 e 14% divididos em 2014 para cabos.

A proposta aprovada pelos deputados inclui mais R$100 mensais agregados ao holerite dos policiais, sem a incidência de impostos. O abono é para as despesas alimentícias dos trabalhadores. Também foram acordadas o aumento de vagas para promoções dos policiais.
Segundo Silva, ainda neste ano, serão disponibilizadas 105 vagas para sargentos, por tempo de serviço, e mais 150 vagas por mérito e antiguidade. Para cabos, serão disponibilizadas 200 vagas, por antiguidade, e mais dez vagas para promoção de sargentos da categoria de músicos e uma para cabo, taembém da categoria de músicos.
Ainda segundo Silva, ficou acordado com o governo do estado que a corporação receberá novas fardas até setembro deste ano.
De acordo com o presidente da Assembleia Legislativa, Jerson Domingos (PMDB), a Casa de Leis vai atuar na fiscalização do cumprimento dos acordos firmados entre a categoria e o governo do estado.

Aquartelamento
Os cabos e soldados da PM começaram o ‘aquartelamento’ às 7h30 de terça-feira (21).
Segundo o presidente da ACS/MS, Edmar Soares da Silva, cerca de 5 mil policiais militares do estado aderiram ao ‘aquartelamento’.

O comandante do Corpo de Bombeiros de Mato Grosso do Sul, Ociel Ortiz, disse ao G1 na manhã de terça-feira (21), que a corporação não aderiu à greve dos policiais e que considera o ‘aquartelamento’ um crime.
Parabéns aos policiais militares sul-matogrossenses, que conseguiram melhorias significativas demonstrando união e força. Que outros estados consigam patamares semelhantes de eficiência mobilizatória.
Blog Abordagem Policial

quinta-feira, 19 de julho de 2012

RESPOSTA DA RENATA DO BLOG SOBRE OS CANDIDATOS MILITARES

Boa tarde



Na campanha salarial 2011 me senti traída apesar de não fazer parte das instituições militares, pois foi muito falado "nem um passo daremos atras" , vamos fazer isso, aquilo e tal... se na campanha até os interessados que são os militares não fizeram NADA além de manifestações virtuais e muitas vezes anônimas, deixando claro que que eu me lembro apenas o Cabo Fernando e o Anastácio QAP continuaram com o mesmo pensamento e ações até hoje e o restante da tropa não está nem ai. Alguns blogueiros so copiam e colam e sequer dão suas opiniões pessoais sobre os acontecimentos na PMBM, Poderiam ter se rebelado contra as associações e realizado uma dessassociação em massa e isso ocorreu? NÃO.ASSOCIAÇÕES SOBREVIVEM DE ARRECADAÇÃO DE MENSALIDADES E PELO JEITO O NÚMERO DE SÓCIOS SÓ AUMENTOU. Poderiam ter virado as costas para os parlamentares e o que vemos são eles mais fortes a cada dia, pois são representantes legítimos e que VOCÊS MILITARES os elegeram como parlamentares e presidentes de associações. Poderiam começar dar o troco esse ano começando pelo Cabo Coelho não o reelegendo para presidente do CSCS mesmo com td esforço do Cabo Fernando que era da oposição o Coelho foi eleito com 90% dos votos, isso é virar as costas? O Ten Cel Ronaldo presidente da AOPM foi eleito vice presidente da FENEME, dificilmente Cabo Júlio vai perder as eleições para vereador, provavelmente o Sub Nonato vai ser candidato a reeleição da ASPRA, Cel Picinini é candidato a vereador, provavelmente com aprovação dos oficiais e terá votos dos oficiais o mesmo acontece com a UMMG, nessa história td só houve desgaste de minha parte que perdi o emprego pois não fui mais trabalhar com o Cabo Júlio por ter me sentido traída por tds, fui processada pelo Ten Cel Ronaldo e também pela AOPM, causando enorme desgaste a minha pessoa e imagem pois não estava preparada emocionalmente por tanta coisa. QUEM SAIU PERDENDO? EU. Estou apoiando o Gonzaga sim, é um direito meu, o voto é meu, ele que me apoiou qdo eu fui assediada moralmente na ASPRA vindo a ficar completamente depressiva e até hoje tomar remédios controlados. Cada um vota e apoia quem quiser, e isso que estou fazendo, muitos dos líderes eu não perdoei e lembro ainda de cada militar que estava na assembléia onde td já estava acertado com o governo e pergunto aos nobres militares que hj me criticam: o que vcs fizeram para mudar o cenário? Minha opinião ia mudar alguma coisa? já ouvi muitas vezes que me meto numa classe que não faço parte, continuo levando meu blog que é um dos maiores prazeres de minha vida, um blog independente, ao qual não devo satisfação a nenhuma entidade ou parlamentar, que devo satisfação apenas aos meus fieis leitores, apontar o dedo é dizer que mudou de lado é fácil, difícil é levantar a bunda da cadeira e reivindicar seus direitos, a meu ver os policiais e bombeiros estão acomodados ou sempre estiveram pois poderiam ter feito diferente em 2011 e não fizeram, poderiam ter feito diferente nas eleições do CSCS elegendo o Cb Fernando e não fizeram, vcs devem ser fieis aos seus pares e nem isso conseguem.

Nesse cenário de quase 80 blogs de MG dou os parabéns apenas para Cabo Fernando e Anastacio, que trabalham na mesma linha de 2011 os outros nem podem criticar ações dos outros mesmo a liberdade de expressão ser um direito constitucional.



Em 19 de julho de 2012 15:21, cidadania&dignidade escreveu:



Até hoje policiais e bombeiros militares esperam uma explicação sobre o acordo do reajuste salarial

É de indignação e revolta o sentimento que ronda os praças e oficiais, tudo devido ao tratamento a que foram submetidos os policiais e bombeiros militares, quando de boa-fé acreditaram que as lideranças e parlamentares que estavam na interlocução e negociando com o governo o reajuste salarial, tendo como referência o piso salarial de R$4.000,00 - QUATRO MIL REAIS -, que deveria ser a proposta a ser apresentada e discutida, já que aprovada em assembleia e que foi construída pelas próprias lideranças. 



E foi com este propósito que uma comissão, composta pelos presidentes de associações, e pelo parlamentares, Deputado Sgt Rodrigues, e Vereador Cb Júlio, que perplexos, e sem nenhuma explicação que pudesse convencer, em completo desrespeito aos presentes, aproximadamente uns 6000 policiais e bombeiros militares, da ativa, reserva, reformados e pensionistas, que atenderam ao chamado e compareceram a assembleia geral extraordinária, defenderam ardorosamente a proposta mutilada e completamente desfigurada, com um vergonhoso parcelamento do reajuste em suaves parcelas até 2015. 




E o pior desta estratégia, que culminou no acordo com o governo a revelia da decisão e aprovação dos policiais e bombeiros militares, é que com este acordo, tais lideranças impediram qualquer reivindicação salarial até 2015, inviabilizando por conseguinte que haja qualquer movimento reivindicatório, claro está, que com grandes eventos para acontecer, teríamos muitas possibilidades de pressionar por melhores condições de trabalho, valorização profissional, respeito a dignidade, bem como pela implantação de um piso salarial compatível, que valorize a profissão, a atividade de segurança pública e a vida dos profissionais. 




Assim além de acumularmos até 2015, perdas inflacionárias e do poder aquisitivo, já que quando atingirmos o suposto piso salarial de R$4.000,00, a defasagem salarial já haverá corroído seu valor, e um dos graves efeitos deste mal acordo, é que teremos que enfrentar longos e penosos 04 anos, resultado da ação deliberada das lideranças que nos representavam, que na verdade já estavam agindo em conluio, de olho nas eleições e suas pretensões políticas. 



Mas o que mais impressiona, que mesmo denunciando a dita manobra, que muitos intitularam de traição, vemos contraditoriamente alguns candidatos serem apoiados e ovacionados exatamente por quem deveria agora, tornar a denunciar o que sabemos foi uma decisão unilateral das lideranças, violando a soberania da assembleia geral, capitulada nos estatutos das associações de classe, e a dignidade e cidadania de todos os associados. 



Um pouco de coerência e ética, é o mínimo que se espera neste momento, que todos estão para votar e eleger ou não, os representantes que com mandato parlamentar, irão nos representar e defender os interesses da segurança pública e dos policiais e bombeiros militares, que a tempos clamam pela justa valorização profissional e pelo respeito e reconhecimento de seu trabalho de proteger e servir os cidadãos. Até hoje, policiais e bombeiros militares esperam uma explicação sobre o acordo do reajuste salarial, que muitos insistem em pregar como uma grande conquista!



José Luiz Barbosa

Presidente da Associação Mineira de Defesa e Promoção da Cidadania e Dignidade. 



Coloco-me à disposição para eventuais esclarecimentos.



Renata Pimenta - Blog da Renata - www.renataaspra.blogspot.com


Comentário do blog: Concordo com tudo que foi dito. Muitos colegas usam o verbo no plural, mas, na pessoa errada. Eles falam "nós temos", mas nunca são vistos nas reuniões, manifestações, etc. Deveriam conjugar "eles deveriam". Vivemos a era de Roma onde ficamos expostos nas arenas, enfrentando as feras com toda a estrutura do poder e a tropa que é o maior patrimônio...sempre serve de massa de manobra. Alguém uma dia falou na Grécia antiga...quem não pensa é pensado...