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quarta-feira, 9 de maio de 2012

O potencial político dos Militares Estaduais nas Eleições 2012


Representação política da classe dos Militares Estaduais


Não dá mais para suportar tamanho descaso com a segurança pública no Brasil que só é prioridade nos discursos políticos, por ocasião das eleições. A classe dos militares estaduais encontra-se, como nunca, madura e unida o suficiente para se organizar, de forma democrática, para o embate político-eleitoral. Temos votos suficientes e consciência livre para demonstrar a nossa força nas eleições de 2012, contudo, precisamos evitar a dispersão e nos concentrar em torno de um projeto que melhor se aproxime dos nossos interesses como militares e cidadãos de Minas Gerais. Vamos já inserir novos representantes nas Casas Legislativas e nas Prefeituras por ocasião das eleições de 2012. Vamos dar, mais uma vez, demonstração de nossa união e competência. No Brasil e no Parlamento, quem não tem voz, não tem vez. Atrevo-me a colaborar com algumas ideias e passos que deveremos adotar desde agora. Restam ainda seis meses para o 1º turno das eleições, que será no dia 07/10/12, e ainda há tempo para tomada de atitude, mobilização e ação. Vamos começar com um vereador e chegar, num futuro próximo, a um Presidente da República.

1. Quantos somos? Na PMMG temos 44.788 militares ativos, 24.242 na reserva; no CBMMG temos 5.422 bombeiros ativos, 938 na reserva. Os pensionistas de ambas as Instituições estão em torno de 11.236 pessoas. Ao total, a nossa desprezada família militar estadual já soma 86.626 pessoas, sendo todos eleitores, sem contar nossos filhos com mais de 16 anos. Somos reconhecidas lideranças e referências no seio de nossas famílias, amigos e comunidade. Para cada integrante podemos agregar, minimamente, mais 10 parentes e amigos leais. Aí nossa força se multiplica para mais de 950.000 votos em todo o Estado. Seria o suficiente para termos deputados federais e estaduais, prefeitos e vereadores comprometidos verdadeiramente com nossa classe. O que temos assistido são políticos e politiqueiros que a cada dia não mais nos surpreendem com envolvimento em corrupção, e nada fazem de bom. Já os que ousam timidamente nos defender, por vezes se confundem e expõem as pessoas e as nossas Instituições em suas atividades parlamentares, sem verdadeiramente valorizar nossa classe e defender nossos interesses. Continue lendo no Blog AMIGOS DE CASERNA

Comentário do Blog: Essa conscientização é importantíssima! Primeiro passo é o militar que é de outra região transferir o título para o domicílio eleitoral, sem o quê não há como votar. Depois, passar a se interessar pela vida pregressa dos candidatos, sua postura, se for liderança ligada a associações, acompanhar sua conduta, principalmente sobre o dinheiro arrecadado pela associação. Em ano eleitoral, comes e bebes costumam pintar de santos, muitos demônios...e finalmente, temos que agir com inteligência. Um candidato vai pra direita, outro vai pra esquerda...daí, geralmente viramos "mula", trampolim eleitoral, quando os nossos votos se dispersam e acabam por não eleger ninguém ligado a nossa classe. Temos que sair todos ou a maioria num único partido, sem vaidade, pois o voto de um se não serviu pra ele, poderá ajudar outro colega militar que esteja na mesma legenda. Fora isso, é pura vaidade, gente que sai candidato para gozar os três meses de férias, gente desqualificada, que não sabe ler nem escrever. Quem não valoriza o voto, não pode ter valorizado suas expectativas de melhora salarial, condições de trabalho. Não é o comandante que muda nada...ele também está agregado ao poder político...se dispensarmos essa força...não adiantará ficar chorando nos corredores dos quartéis...temos que pensar e agir coletivamente.